Nutrição e o Rim

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A avaliação e as recomendações nutricionais tornam-se cada vez mais relevantes para os portadores de doença renal crônica, assim como, consequentemente, a importância deste livro único para a literatura científica. Acompanhando a evolução das pesquisas, a segunda edição de Nutrição e o Rim apresenta um texto atualizado, que tem como base sólidas evidências clínicas, uma obra essencial para todos os profissionais envolvidos no cuidado integrado e multiprofissional dos pacientes portadores de doença renal. Dividido em cinco seções – Fisiologia e Metabolismo, Avaliação e Diagnóstico Nutricional, Aplicações Clínicas na Doença Renal Aguda e Crônica, Intervenções Nutricionais em Situações Especiais e Manuais de Rotina Técnica –, Nutrição e o Rim não apenas se tornou um livro mais completo e bem estruturado, como também ganhou uma apresentação gráfica moderna, prática e atraente. Principais características desta nova edição: - Conteúdo totalmente revisado e atualizado; - Apresentação gráfica muito aprimorada; - Figuras e imagens coloridas; - Boxes intitulados Pontos-chave que ressaltam os temas mais relevantes do texto; - Texto baseado em evidências científicas; - Definições e recomendações fortemente referenciadas; - Conteúdo online.

 

27 capítulos

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Capítulo 1 - Noções de Anatomia e Fisiologia Renal

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Capítulo 1

Noções de Anatomia e

Fisiologia Renal

Leonardo Vidal Riella, Cristian Vidal Riella e

Miguel Carlos Riella

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Estrutura renal, 4

Funções do rim, 17

Regulação de sódio e volume circulante, 19

Água e osmorregulação, 21

Referências bibliográficas, 24

05.02.13 15:25:05

4

Nutrição e o Rim

CC

Estrutura renal

■■

Macroscopia

Os rins, que são em número de dois, são órgãos cuja forma lembra um grão de feijão, de coloração marrom-avermelhada, si­tua­dos no espaço retroperitoneal, um de cada lado da coluna vertebral, de tal modo que seu eixo longitudinal corre paralelamente ao ­músculo psoas maior.

Na posição ortostática, sua margem superior encontra-se no nível da 1a vértebra lombar, e a inferior, da 4a vértebra lombar. Em decúbito dorsal, as margens superior e inferior dos rins elevam-se à altura da borda superior da 12a vértebra torácica e da 3a vértebra lombar, respectivamente.1 Com a respiração, os rins podem deslocar-se cerca de 1,9 cm, alcançando

 

Capítulo 2 - Metabolismo de Proteínas, Carboidratos e Lipídios na Doença Renal Crônica

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Capítulo 2

Metabolismo de Proteí­nas,

Carboidratos e Lipídios na

Doença Renal Crônica

Miguel Carlos Riella

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Introdução, 26

Depleção energético-proteica, 26

Metabolismo das proteí­nas, 26

Metabolismo dos carboidratos, 35

Metabolismo dos lipídios, 36

Conclusão, 41

Referências bibliográficas, 41

23.01.13 19:37:56

26

CC

Introdução

A progressiva perda de função renal em pacientes portadores de doen­ça renal crônica (DRC) está associada a várias complicações (p.  ex., doen­ças cardiovasculares, anemia, hiperparatireoidismo, inflamação, acidose metabólica, desnutrição e depleção energético-proteica [DEP], em inglês protein-energy wasting [PEW]). O excesso de risco cardiovascular relacionado com a DRC decorre em parte de uma prevalência maior de fatores de risco ateroscleróticos tradicionais, e, também, de novos fatores de risco não tradicionais peculiares à DRC. Ao mesmo tempo que a moderada disfunção renal é um preditor independente de prognóstico cardiovascular adverso, alterações nutricionais são observadas mais frequentemente em um estágio mais avançado da DRC.

 

Capítulo 3 - Metabolismo de Água, Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

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Capítulo 3

Metabolismo de Água,

Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

Marcelo Mazza do Nascimento,

Maria Aparecida Pachaly e Miguel Carlos Riella

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Introdução, 45

Metabolismo da água, 45

Metabolismo do sódio, 45

Metabolismo do potássio, 47

Metabolismo do magnésio, 49

Conclusão, 49

Referências bibliográficas, 50

23.01.13 19:44:12

Capítulo 3  |  Metabolismo de Água, Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

CC

Introdução

Classicamente as funções dos rins são, em geral, divididas em exócrina e endócrina. A função exócrina mantém constante o ambiente extracelular, excretando produtos do metabolismo como ureia, creatinina, ácido úrico e ajustando a excreção urinária de água e eletrólitos de acordo com a ingestão. Os rins são capazes de regular in­di­vi­dualmente a excreção de água e solutos como sódio, potássio e hidrogênio, principalmente pela reabsorção e pela secreção tubular. Por intermédio da função endócrina, os rins secretam hormônios que participam da regulação hemodinâmica sistêmica e renal (renina, prostaglandinas e bradicinina), da produção de hemácias (eritropoese), cálcio e fósforo, e do metabolismo ósseo (1,25 D3).

 

Capítulo 4 - Metabolismo de Cálcio, Fósforo e Vitamina D na Doença Renal Crônica

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Capítulo 4

Metabolismo de Cálcio,

Fósforo e Vitamina D na

Doença Renal Crônica

Mauricio Carvalho

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Metabolismo do cálcio, 52

Metabolismo do fósforo, 54

Metabolismo da vitamina D, 57

Referências bibliográficas, 59

15.02.13 17:37:33

52

Nutrição e o Rim

CC

Metabolismo do cálcio

■■

Introdução, distribuição e níveis séricos

■■

Apesar de um in­di­ví­duo normal ter aproximadamente

1,0  kg de cálcio, o cálcio sérico representa apenas 1% deste valor. Os 99% restantes do cálcio corporal total estão depositados no esqueleto, predominantemente sob a forma de cristais de hidroxiapatita [Ca10(PO4)6 (OH)2].1

O cálcio sérico total deve ser entendido como a soma de três componentes: cálcio livre, cálcio ligado a proteí­nas e cálcio na forma de complexos (Figura 4.1).

O cálcio livre (ou ionizado) representa 50% do cálcio sérico total e é a fração mais importante do ponto de vista biológico, pois desempenha a função de ío­n regulador em muitos processos metabólicos. Sua concentração plasmática é de 5 mg/dl.

 

Capítulo 5 - Metabolismo de Vitaminas e Oligoelementos na Doença Renal Crônica

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Capítulo 5

Metabolismo de Vitaminas e Oligoelementos na

Doença Renal Crônica

Cristina Martins e Ana Maria Vavruk

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Introdução, 61

Vitaminas, 61

Oligoelementos, 68

Conclusão, 70

Referências bibliográficas, 70

23.01.13 19:50:42

Capítulo 5  |  Metabolismo de Vitaminas e Oligoelementos na Doença Renal Crônica

CC

Introdução

Os rins em condições normais comportam 3 funções principais: excretora, endócrina e metabólica. Na excretora, as vitaminas e os oligoelementos são parcial ou totalmente removidos do corpo pela urina. Na endócrina, os rins transformam substâncias, como a vitamina D, em sua forma ativa, e produzem a eritropoetina, o hormônio que estimula a produção de sangue na medula óssea. E na metabólica, são responsáveis pela manutenção da homeostase orgânica.

Na ocorrência de doen­ça renal, todas as funções se alteram, com consequente modificação do metabolismo das vitaminas e dos oligoelementos. As maiores causas são: diminuição da degradação ou da produção pelos rins; perdas pela diá­lise; interações fármaco-nutriente; ingestão alimentar deficiente; e desnutrição.

 

Capítulo 6 - Consequências do Estado Nutricional sobre a Função Renal - Desnutrição e Obesidade

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Capítulo 6

Conse­quências do Estado

Nutricional sobre a Função Renal |

Desnutrição e Obesidade

Miguel Carlos Riella e Melissa M. Nihi Sato

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Introdução, 74

Jejum, 74

Desnutrição, 76

Obesidade, 77

Conclusão, 79

Referências bibliográficas, 80

23.01.13 19:52:49

74

CC

Nutrição e o Rim

Introdução

Os estudos rea­li­zados acerca do efeito da desnutrição sobre a função renal são antigos. Nas investigações recentes, abordam-se com mais fre­quência as conse­quências da obesidade ou da perda rápida de peso de obesos sobre a função renal, um reflexo da magnitude da prevalência de obesidade na sociedade moderna. A seguir, serão abordadas as adaptações renais ao jejum, os efeitos da desnutrição prolongada sobre a função renal e, finalmente, as repercussões da obesidade.

CC

Jejum

Durante o jejum, ocorrem alterações metabólicas que possibilitam a sobrevida humana mesmo com a manutenção da atividade física próxima ao normal. De acordo com o total de calorias normalmente disponíveis em um ser humano, haveria combustível suficiente para mais de 80 dias de jejum, até com um gasto energético de 2.000 calorias por dia.1

 

Capítulo 7 - Fatores de Risco Nutricional na Doença Renal

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Capítulo 7

Fatores de Risco Nutricional na Doença Renal

Cristina Martins

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Introdução, 86

Fatores de risco nutricional, 86

Conclusão, 91

Referências bibliográficas, 91

23.01.13 19:54:32

86

CC

Introdução

A doen­ça renal é um problema de saú­de pública mundial.

Milhares de mortes ocorrem, anual­mente, em conse­quência da enfermidade. Além disso, uma parcela significativa da popu­ lação mantém a vida amparada pela diá­lise. A doen­ça tem aumentado em proporções exponenciais, fato este atribuí­do ao melhor diagnóstico e ao aumento da expectativa de vida das pessoas. O sedentarismo e a obesidade, e todas as doen­

ças associadas a eles, como a hipertensão e o diabetes, têm contribuí­do significativamente para o problema. Portanto, a nutrição é de extrema importância não só para o tratamento, mas também para a prevenção da doen­ça.

A desnutrição, em par­ticular, é um grande problema para o paciente com doen­ça renal. Ela está associada a morbidade e mortalidade elevadas. Vários fatores de risco, os quais podem ser de origem física, psicológica e/ou social, contribuem para a desnutrição desses pacientes, sendo que alguns podem ser de difícil controle.

 

Capítulo 8 - Avaliação e Diagnóstico do Estado Nutricional de Pacientes Renais

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Capítulo 8

Avaliação e Diagnóstico do Estado Nutricional de

Pacientes Renais

Cristina Martins

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Introdução, 94

Métodos de avaliação do estado nutricional, 94

Diagnóstico nutricional, 106

Conclusão, 107

Referências bibliográficas, 107

23.01.13 20:01:46

94

CC

Introdução

Não há um procedimento de padronização único, ­ideal e fácil para avaliar o estado nutricional de pacientes renais.

Vários parâmetros do exame físico (cor e características da pele, olhos, cabelos), da antropometria (peso, pregas cutâ­neas) e de testes bioquí­micos (albumina, transtirretina e transferrina séricas) estão limitados para esses in­di­ví­duos. Além disso, no curso da desnutrição, as alterações significativas podem ocor­ rer tardiamente, ou seja, esses métodos podem ajudar pouco no diagnóstico precoce da condição nutricional. Os dados podem ser úteis para a identificação de grupos de alto risco, mas não de um in­di­ví­duo. Alguns indicadores nutricionais também podem ser difíceis de ser interpretados na presença de doen­ça hepática concomitante, anemia e inflamação crô­ nica. A história global, nutricional e alimentar talvez seja o método mais valioso para a identificação precoce da desnutri­

 

Capítulo 9 - Nutrição na Lesão Renal Aguda

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Capítulo 9

Nutrição na Lesão

Renal Aguda

Miguel Carlos Riella, Leonardo Vidal Riella e Cristian Vidal Riella

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Introdução, 114

Nova terminologia, 114

Classificações da LRA, 114

Impacto da desnutrição na evolução dos pacientes com LRA, 115

Estado nutricional na LRA, 115

Alterações metabólicas na LRA, 116

Necessidades nutricionais na LRA, 119

Terapia renal substitutiva na LRA, 123

Hemodiá­lise como estímulo para o catabolismo proteico, 126

História da experiência clínica com suporte nutricional na LRA, 127

Terapia nutricional, 127

Terapia farmaconutricional, 130

Conclusão, 130

Referências bibliográficas, 130

14.02.13 15:40:52

114

CC

Nutrição e o Rim

Introdução

A lesão renal aguda (LRA) é uma síndrome caracterizada pela deterioração rápida da função renal, resultando em desequilíbrio hidreletrolítico e acúmu­lo de produtos do catabolismo nitrogenado, como a ureia e a creatinina. Estima-se que a LRA desenvolva-se em aproximadamente 5% dos pacientes durante alguma fase do perío­do de suas hospitalizações e em

 

Capítulo 10 - Nutrição na Progressão da Doença Renal Crônica

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Capítulo 10

Nutrição na Progressão da

Doença Renal Crônica

Miguel Carlos Riella e

Mayara Natacha Cesca Redana

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Introdução, 134

Progressão da doen­ça renal, 134

Fatores de risco nutricional, 138

Avaliação do estado nutricional, 139

Terapia nutricional, 139

Conclusão, 145

Referências bibliográficas, 146

04.02.13 20:08:43

134

CC

Nutrição e o Rim

Introdução

Em geral, a doen­ça renal crônica (DRC) progride até que seja necessário o tratamento dialítico ou o transplante renal.

Os objetivos do manejo nutricional na progressão da DRC, chamado de tratamento conservador ou pré-diá­lise, além de evitar a desnutrição são: reduzir a toxicidade urêmica, retardar a progressão da doen­ça, minimizar os sintomas e evitar distúrbios hidreletrolíticos, mineral, acidobásico e hormonal.

Avaliação e manejo cuidadosos são essenciais para garantir o máximo de retardo a progressão da doen­ça, ao mesmo tempo que asseguram o estado nutricional adequado dos pacientes.

 

Capítulo 11 - Nutrição e Hemodiálise

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Capítulo 11

Nutrição e Hemodiá­lise

Cristina Martins, Melissa M. Nihi Sato e

Miguel Carlos Riella

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Introdução, 150

Noções básicas de hemodiá­lise, 150

Prevalência de desnutrição em hemodiá­lise, 152

Conse­quências da desnutrição de pacientes em hemodiá­lise, 153

Causas de desnutrição na hemodiá­lise, 153

Obesidade, 158

Avaliação do estado nutricional, 159

Recomendações de nutrientes, 161

Terapia nutricional, 165

Outras terapias, 166

Conclusão, 168

Referências bibliográficas, 168

14.02.13 16:42:30

150

CC

Nutrição e o Rim

Introdução

Aproximadamente há 50 anos Scribner et al., na Universidade de Washington em Seattle, desenvolveram o Scribner shunt, um sistema de acesso ­vascular com tubos de plástico e pontas de Teflon que viabilizou a hemodiá­lise crônica, ou seja, repetidas sessões sem que se procedesse à ligadura de vasos como era antes feito.1,2

 

Capítulo 12 - Nutrição e Diálise Peritoneal

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Capítulo 12

Nutrição e Diá­lise

Peritoneal

Cristina Martins e

Mayara Natacha Cesca Redana

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Introdução, 175

Métodos, técnicas e indicações da diá­lise peritoneal, 175

Fatores de risco nutricional, 177

Métodos de avaliação do estado nutricional, 181

Recomendações de nutrientes, 184

Terapia nutricional, 188

Conclusão, 189

Referências bibliográficas, 190

04.02.13 20:18:28

175

Capítulo 12  |  Nutrição e Diá­lise Peritoneal

CC

Introdução

A diá­lise peritoneal (DP) é um método dialítico que usa a membrana peritoneal como filtro semipermeá­vel. A DP ade­ quada mantém o portador de doen­ça renal crônica (DRC) sem sintomas, por meio da reposição parcial da função desem­ penhada pelos rins saudáveis. Além disso, remove solutos acumu­lados no sangue, como a ureia, a creatinina, o potássio, o fosfato e a água, para o dialisato (líquido de diá­lise) infun­ dido na cavidade peritoneal. A membrana peritoneal funciona como um filtro “natural”, que regula a troca de água e solutos entre os seus capilares intersticiais e o líquido de diá­lise.

 

Capítulo 13 - Nutrição e Transplante Renal

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Capítulo 13

Nutrição e

Transplante Renal

Cristina Martins e

Elissa Caroline Basso Couto

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Introdução, 193

Fatores de risco nutricional, 193

Métodos de avaliação do estado nutricional, 198

Recomendações de nutrientes, 200

Terapia nutricional, 202

Exercícios físicos, 205

Conclusão, 205

Referências bibliográficas, 205

04.02.13 20:22:54

193

Capítulo 13  |  Nutrição e Transplante Renal

CC

Introdução

Quando o dano renal é irreversível e a taxa de filtração glo­ merular diminui para aproximadamente 10  ml por minuto, há duas alternativas para o paciente: a diá­lise crônica ou o transplante (tx). O tx renal tem várias vantagens sobre a diá­ lise. Porém, infelizmente, a maioria dos candidatos ao tx passa algum tempo em tratamento dialítico, além do fato de nem todos os pacientes poderem se beneficiar do tx.

 

Capítulo 14 - Nutrição na Criança com Doença Renal Crônica

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Capítulo 14

Nutrição na Criança com

Doença Renal Crônica

Cristina Martins

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Introdução, 208

Fatores de risco nutricional, 208

Métodos de avaliação do estado nutricional, 209

Recomendações de nutrientes, 213

Terapia nutricional, 216

Conclusão, 218

Referências bibliográficas, 218

04.02.13 20:36:47

208

CC

Introdução

Várias alterações metabólicas e enfermidades de base, como o raquitismo, a acidose metabólica, os vômitos intensos, os distúrbios hidreletrolíticos, o atraso no crescimento e a desnutrição grave podem acompanhar as crianças com doen­ça renal crônica (DRC). Esses problemas aumentam significativamente a morbidade e a mortalidade dessa população.

Distúrbios congênitos, incluindo anomalias do trato urinário e renal, bem como nefropatias hereditárias são responsáveis ​​por cerca de dois terços dos casos de DRC nos paí­ses desenvolvidos. Por outro lado, as causas adquiridas são predominantes nos paí­ses em desenvolvimento. Observa-se, ainda, que crianças com doen­ças congênitas têm progressão mais lenta da DRC do que as com glomerulonefrite,1 o que resulta em menor proporção de DRC terminal.

 

Capítulo 15 - Controle de Cálcio, Fósforo e Vitamina D em Pacientes com Doença Renal Crônica

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Capítulo 15

Controle de Cálcio, Fósforo e Vitamina D em Pacientes com Doença Renal Crônica

Mauricio Carvalho e Cristina Martins

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Introdução, 221

Metabolismo normal de cálcio, fósforo e vitamina D, 221

Terapêutica, 222

Conclusão, 225

Referências bibliográficas, 226

04.02.13 20:43:49

221

Capítulo 15  |  Controle de Cálcio, Fósforo e Vitamina D em Pacientes com Doença Renal Crônica

CC

Introdução

O osso é um tecido dinâmico, em con­tí­nua renovação durante a vida. O arranjo de osso compacto e esponjoso for­ nece um aparato de força e densidade ­ideal para mobilidade e proteção.1 Além disso, é um reservatório de cálcio, fósforo, magnésio, sódio e outros ío­ns necessários para a homeostasia orgânica. É composto de duas fases: uma proteica osteoi­de, constituí­da basicamente por colágeno sintetizado por osteo­ blastos, e outra mineral, representada por cálcio e fósforo, que, na forma de cristais de hidroxiapatita ([3Ca3(PO4)2].(OH)2), depositam-se sobre a primeira.2

 

Capítulo 16 - Controle Nutricional das Dislipidemias na Doença Renal Crônica

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Capítulo 16

Controle Nutricional das

Dislipidemias na Doença

Renal Crônica

Cristina Martins e Ana Maria Vavruk

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Introdução, 229

Classificação laboratorial, 229

Prevalência e fisiopatologia da dislipidemia na doen­ça renal, 229

Terapia nutricional, 231

Exercícios físicos, 237

Tratamento farmacológico, 237

Conclusão, 237

Referências bibliográficas, 237

04.02.13 20:48:50

Capítulo 16  |  Controle Nutricional das Dislipidemias na Doença Renal Crônica

CC

Introdução

CC

A doen­ça renal crônica (DRC) acarreta diversas alterações no organismo, entre elas a dislipidemia, que está associada ao aumento do risco de doen­ça cardiovascular. De fato, a doen­ça cardiovascular aterosclerótica é a causa mais comum de mortalidade entre os pacientes renais crônicos.1 Isso porque, em diá­lise, o risco cardiovascular dos pacientes é muito superior ao da população geral, até mesmo em comparação a outros grupos de risco cardiovascular.

 

Capítulo 17 - Interações Fármaco-Nutriente na Doença Renal Crônica

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Capítulo 17

Interações Fármaco-Nutriente na Doença Renal Crônica

Cristina Martins e Ana Paula Piccoli

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Introdução, 242

Farmacocinética e farmacodinâmica, 242

Tipos de interações, 243

Descrição das interações, 245

Conclusão, 245

Referências bibliográficas, 250

04.02.13 20:58:28

242

CC

Introdução

É mais provável que as interações fármaco-nutriente ocorram em pacientes com doen­ças crônicas, visto que eles recebem terapia medicamentosa a longo prazo e podem apresentar alterações metabólicas orgânicas significativas.

Na doen­ça renal crônica (DRC), a farmacoterapia pode causar interações significativamente diferentes daquelas vistas no restante da população, e isso ocorre, em parte, devido

às alterações no metabolismo e na excreção. A diminuição da taxa de filtração glomerular pode resultar em aumento nos níveis séricos dos fármacos ou de alguns nutrientes. Além de promover efeitos tóxicos, esse fato também pode aumentar a possibilidade de interações indesejáveis.

 

Capítulo 18 - Nutrição na Hipertensão Arterial

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Capítulo 18

Nutrição na

Hipertensão Arterial

Miguel Carlos Riella e

Elissa Caroline Basso Couto

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Introdução, 254

Prevalência, 254

Morbimortalidade, 254

Evolução da hipertensão arterial, 255

Fisiopatologia, 255

Fatores dietéticos que reduzem a PA, 255

Fatores dietéticos com efeito limitado ou incerto na PA, 260

Referências bibliográficas, 262

04.02.13 21:08:54

254

CC

Nutrição e o Rim

Introdução

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguí­neos) e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais.1

Geralmente, a hipertensão arterial é definida como uma pressão sistólica de 140  mmHg ou superior ou uma pressão diastólica de 90 mmHg ou superior (Quadro 18.1).

 

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