Gestão de Custos - Contabilidade, Controle e Análise, 4ª edição

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Em um cenário global competitivo, é fundamental a busca constante de maior eficácia e, principalmente, eficiência na gestão de custos. Além de apurar os custos totais do período, é preciso saber identificar os custos por produto, por segmento ou unidades de negócios, e avaliar os produtos mais e menos rentáveis.

Gestão de custos não só apresenta conceitos e aplicações básicos, mas traz também uma abordagem eclética e consistente de algumas áreas do conhecimento fortemente focadas em custos. A obra parte de um entendimento de custos sob o aspecto contábil e agrega as visões de engenharia e administração, que se materializam ao abordar, em capítulos específicos, os custos de logística, hospitalares e da construção civil.

Livro-texto para as disciplinas Contabilidade de Custos, Gestão de Custos e outras correlatas dos cursos de graduação e de pós-graduação em Contabilidade, Engenharia, Direito Empresarial e Administração. Leitura fundamental para as disciplinas Contabilidade Gerencial e Controladoria. Leitura de relevante interesse profissional, recomendada para treinamentos, reciclagens e cursos de educação continuada.

 

13 capítulos

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Parte I – 1 - Conceitos e Fundamentos de Custos

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CONCEITOS E FUNDAMENTOS

DE CUSTOS

Objetivos do Capítulo

O objetivo do capítulo é apresentar a importância de um sistema de apuração de custos adequado para todas as empresas, as definições básicas para o melhor entendimento dos demais capítulos do livro, bem como os principais aspectos relacionados com o custeamento de produtos e serviços.

Serão apresentados também os mecanismos de identificação e apropriação dos custos de matéria-prima, mão de obra e custos indiretos de fabricação aos produtos.

1 Introdução

Com o forte aumento da concorrência entre empresas em virtude da globalização e as recentes crises mundiais, as empresas foram obrigadas a se voltarem mais ainda para a gestão de custos como ferramenta fundamental para a gestão estratégica de custos e, em alguns casos, até mesmo para tentar garantir a continuidade da empresa. O raciocínio é simples: em economias de concorrência livre, um aumento de preço repercute normalmente de forma negativa no volume de vendas. Assim, para tentar aumentar os lucros, as empresas precisam buscar de forma continuada a redução dos custos.

 

Parte I – 2 - Custos Indiretos de Fabricação

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CUSTOS INDIRETOS

DE FABRICAÇÃO

Objetivos do Capítulo

O objetivo do capítulo é apresentar as peculiaridades dos custos indiretos de fabricação, em especial a maneira pela qual esses custos são distribuídos pelos produtos e serviços.

1 Introdução

Normalmente identificados com a estrutura de produção, os custos indiretos são aqueles cuja apropriação ao produto ou serviço se dá normalmente através de estimativas ou com o uso de rateios. Esses rateios compreendem o uso de diferentes critérios, tais como horas de mão de obra, consumo de materiais etc.

Sua composição é formada, de modo geral, pelo gasto com depreciação das máquinas, gastos com manutenção, horas de supervisão de produção, gasto com aluguel de equipamentos, entre outros custos.

Quase sempre são classificados como custos fixos, dado que não variam com o volume de produção. Ressalvas são os gastos com energia elétrica, materiais diversos de produção, alguns gastos com embalagem que embora variem com o volume de produção não se identificam diretamente com o produto ou serviço de modo a permitir uma apropriação direta.

 

Parte I – 3 - Departamentalização

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DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Objetivos do Capítulo

O objetivo do capítulo é apresentar o conceito do custeio por departamentos. Nesse sentido serão apresentados a metodologia e os procedimentos de distribuição de custos primeiramente aos departamentos e posteriormente aos produtos.

1 Introdução

Não raramente muitas empresas têm encontrado dificuldade para identificar as razões de possíveis variações no montante dos custos indiretos. Isto ocorre principalmente quando o custeamento não identifica as fases do processo produtivo por segmentos de produção ou centros de custeio. Quando isto ocorre não se sabe ao certo quem atuou com maior eficiência ou quem consumiu recursos desnecessariamente.

Para tentar melhorar o controle sobre os custos incorridos no processo de produção, as empresas passaram a adotar o conceito de departamentalização a partir do qual os custos incorridos são identificados por departamentos, discriminando-se os departamentos relacionados diretamente com o processo de fabricação e os departamentos de apoio relacionados indiretamente com a produção.

 

Parte I – 4 - Custeio por Atividade (ABC)

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CUSTEIO POR ATIVIDADE (ABC)

Objetivos do Capítulo

O capítulo tem como objetivo discutir, através de uma abordagem conceitual, comparativa e prática, os principais aspectos do Custeio Baseado em Atividades (ABC), apresentando sua metodologia e aplicação. São abordadas também as características e vantagens do ABC sobre o rateio dos custos indiretos de fabricação da forma tradicional.

1 Introdução

Com o intuito de atender o aumento da demanda, as grandes empresas precisam aumentar a produção. Nesse sentido, fazem uso intensivo de maquinário e tecnologia de última geração. Esse fato acarreta um aumento acentuado dos custos indiretos (overhead).

A busca por uma distribuição dos custos indiretos menos subjetiva fez com que os gestores de custos se voltassem com mais atenção para o custeio baseado em atividade (ABC – Activity-Based Costing).

O ABC tem por objetivo fundamental revisar o método e a filosofia de se apropriarem os custos indiretos, buscando, através dos conceitos de rastreamento das atividades aos produtos, uma forma mais justa e objetiva de determinar os custos dos produtos e serviços.

 

Parte I – 5 - Sistemas de Acumulação de Custos: Ordem de Produção e Produção Contínua

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5

SISTEMAS DE ACUMULAÇÃO DE

CUSTOS: ORDEM DE PRODUÇÃO

E PRODUÇÃO CONTÍNUA

Objetivos do Capítulo

O objetivo deste capítulo é apresentar as metodologias de acumulação de custos.

Diante das características de cada empresa, será discutido como os custos são acumulados e posteriormente apropriados aos serviços e produtos. Objetiva também a identificação da melhor maneira de acumulação de custos segundo a natureza de produção da empresa, bem como a conveniência contábil administrativa da sua escolha e utilização.

1 Introdução

Sistema de acumulação de custos é a forma pela qual os custos são totalizados e posteriormente apropriados aos produtos. O termo sistema, em contabilidade de custos, pode ser definido como os procedimentos coordenados e integrados cujo objetivo é mensurar os custos dos produtos e serviços. Nesse sentido pode-se definir sistema de acumulação de custos como um conjunto de procedimentos coordenados e integrados com o intuito de totalizar os custos incorridos no processo produtivo e em seguida apropriá-los aos produtos.

 

Parte II – 6 - Apuração de Resultado Orientado para Tomada de Decisão

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APURAÇÃO DE RESULTADO

ORIENTADO PARA

TOMADA DE DECISÃO

Objetivos do Capítulo

Este capítulo objetiva a discussão de modelo de apuração de resultado mais adequado à tomada de decisão. Discute o modelo utilizado pela contabilidade financeira e exigido pela legislação do imposto de renda, que é o custeio por absorção, e propõe a discussão da utilização do custeio variável como ferramenta que melhor se adapta

às decisões relativas à gestão de custos, considerando a inconsistência dos rateios dos custos fixos utilizados pelo custeio por absorção.

1 Introdução

O custeio por absorção é o procedimento pelo qual os custos são incorporados aos objetos de custos tendo-se como base o conceito do custo pleno ou custo total. Com base nesse conceito, produtos e serviços recebem diversos tipos de custos, sejam eles variáveis ou fixos. Desse modo, cada unidade fabricada recebe sua porção específica de custos variáveis, especialmente mão de obra e materiais, bem como uma parcela dos custos fixos, como aluguel, manutenção e depreciação, cuja incorporação ao produto é feita normalmente usando-se um procedimento de rateio em que os custos são distribuídos, na maioria dos casos, arbitrariamente.

 

Parte II – 7 - Conceito e Aplicações da Margem de Contribuição

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CONCEITO E APLICAÇÕES DA

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

Objetivos do Capítulo

Este capítulo tem como objetivo definir o conceito de Margem de Contribuição e sua aplicação no processo de tomada de decisão. Serão abordados, ainda, o uso da margem de contribuição quando houver restrição no processo de produção, bem como sua aplicação para avaliação de desempenho para linhas de produtos e unidades de negócios.

1 Introdução

É muito comum, em ocasiões em que a empresa precisa identificar produtos e serviços rentáveis, o lucro unitário servir como referência para essa escolha.

Entretanto, conforme visto no capítulo anterior, o rateio dos custos fixos aos produtos acaba afetando o cálculo dos custos unitários e, por conseguinte, o lucro. Devido a isso, o lucro unitário costuma ser posto de lado em casos de tomada de decisão de curto prazo, pois ele costuma variar todas as vezes que se altera a base de rateio.

O lucro unitário é o resultado entre o preço do produto menos seus custos e despesas. No que concerne a custos e despesas é necessário levar em consideração que ambos compõem-se de uma parcela variável, que reflete a quantidade

 

Parte II – 8 - Relação Custo, Volume e Lucro

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RELAÇÃO CUSTO,

VOLUME E LUCRO

Objetivos do Capítulo

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar uma análise do comportamento dos custos diante das variações do nível de atividades, bem como seus efeitos no resultado. Visa também discutir o conceito de ponto de equilíbrio e suas diferentes abordagens, no tocante a sua aplicação e importância no processo de tomada de decisão.

1 Introdução

É comum estabelecer-se uma relação direta entre o comportamento de todos os custos e o volume de produção ou nível de atividade. Todavia, conforme visto em capítulos anteriores, muitos custos permanecem sem alteração diante da variação da atividade/produção. Os custos menos sensíveis à alteração do nível de atividade estão identificados com a estrutura de produção, pois sua existência está vinculada à manutenção da capacidade produtiva, independentemente de a mesma estar ociosa ou em atividade. É o caso do custo do aluguel da fábrica, uma vez que, estando a fábrica operando na sua capacidade máxima ou em férias coletivas, seu valor não é afetado por essas variações no volume de produção. Nesse sentido, a alteração desses custos só acontecerá se houver

 

Parte II – 9 - Centros de Responsabilidade e Preços de Transferência

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CENTROS DE RESPONSABILIDADE

E PREÇOS DE TRANSFERÊNCIA

Objetivos do Capítulo

Este capítulo tem por objetivo analisar os principais conceitos e suas aplicações relativos aos centros de responsabilidade e preço de transferência internos, bem como analisar os principais aspectos que norteiam as relações entre esses centros de responsabilidade e as formas de avaliação de desempenho.

1 Introdução

No atual ambiente econômico, caracterizado pela crescente competitividade, a maximização do resultado de grandes corporações depende da agilidade com que as decisões são tomadas, tanto no que se refere às questões administrativas quanto às operacionais e financeiras. Tendo consciência disso, muitas empresas modificaram a maneira como estavam organizadas em busca de mais agilidade para ajustar-se cada vez mais rápido às novas demandas em um mundo no qual o avanço tecnológico, o gosto do cliente e as estratégias dos concorrentes estão em constante mutação. Para se adaptarem a essa realidade, as companhias passaram a descentralizar suas atividades e seu processo de gestão, por meio da delegação de poderes da alta administração para os níveis gerenciais, para que as decisões pudessem ser tomadas mais rapidamente.

 

Parte III – 10 - Gestão de Custos em Empresas de Serviços Hospitalares

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GESTÃO DE CUSTOS EM EMPRESAS

DE SERVIÇOS HOSPITALARES

Objetivos do Capítulo

O objetivo do capítulo é apresentar procedimentos de gestão e controle de custos em empresas do setor de serviços hospitalares.

1 Introdução

As empresas prestadoras de serviços são hoje uma parte relevante da economia mundial. No Brasil, é o segmento que mais emprega, conforme dados do IBGE. As empresas de serviço possuem características diferenciadas das empresas industriais e comerciais. Suas principais características são a intangibilidade dos trabalhos, contato direto com o consumidor final antes e durante o processo de prestação do serviço e a inexistência de estoques relevantes.

Em relação aos custos, as empresas de serviços apresentam-se com muitos pontos em comum com aqueles praticados em empresas industriais. Questões como ordem de produção, margem de contribuição, ponto de equilíbrio são passíveis de aplicação em muitas empresas de serviços.

Em relação especificamente aos custos, as empresas de serviços apresentam as seguintes características:

 

Parte III – 11 - Gestão de Custos no Setor de Construção Civil

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GESTÃO DE CUSTOS NO SETOR

DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Objetivos do Capítulo

Este capítulo pretende demonstrar a aplicação das metodologias de custeio para apuração e controle de custos nas empresas do setor de construção civil. Serão discutidos também os conceitos e nomenclaturas de custos de acordo com o seu uso nas atividades de construção, bem como suas utilidades em termos de custeamento.

1 Introdução

O setor de construção civil representa um importante segmento da economia brasileira. Principalmente levando-se em conta o número de empresas de diferentes tamanhos em atividade, pelo número de empregos diretos e indiretos que gera, sem citar o volume de recursos que movimenta. As empresas que operam nesse setor, por sua vez, convivem com as mesmas dificuldades que outras empresas, como preocupação com uma gestão eficiente de seus recursos, em especial de capital de giro, procura e uso de tecnologias que visem aumentar a qualidade e competitividade de seus produtos e serviços, aperfeiçoamento dos processos de produção, de forma a obter maior competitividade no ramo de negócios em que atuam.

 

Parte III – 12 - Formação de Preços com Base em Custos

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FORMAÇÃO DE PREÇOS

COM BASE EM CUSTOS

Objetivos do Capítulo

O objetivo deste capítulo é discutir a relação entre os custos e a formação de preço dos produtos. Para tanto são apresentados exemplos de cálculos de preços com a utilização da forma tradicional e com a utilização da calculadora HP 12C®.

1 Introdução

As empresas sempre buscam para seus produtos os maiores preços suportáveis pelo mercado. Entretanto, nem sempre é possível trabalhar com esses preços máximos. Alguns fatores têm influência direta na determinação do preço final de venda. Dentre esses fatores destacam-se a natureza do ramo de atividade da empresa, o grau de concorrência de mercado, as características do produto, as condições econômicas locais, nacionais e mundiais, as políticas governamentais, impostos, crises econômicas, os custos, entre outros.

Ressalte-se que o escopo deste livro não abrange avaliar a importância dos fatores alheios ao custo na determinação do preço. Nesse sentido, o foco abordado será apenas para fatores relacionados aos custos dos produtos.

 

Parte III – 13 - Custos Logísticos

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CUSTOS LOGÍSTICOS

Autor do Capítulo: Prof. Dr. Edson José Dalto. IBMEC-RJ.

Objetivos do Capítulo

O objetivo deste capítulo é apresentar alguns conceitos importantes sobre logística empresarial, seus elementos estruturantes, qual a sua missão, o significado de custo total, de logística integrada e do gerenciamento da cadeia de suprimentos.

Para se ter uma noção da importância de custos para a logística, é necessário que se faça preliminarmente a apresentação desses conceitos-chave da logística empresarial, mostrando-se a sua importância no cenário moderno da competitividade entre organizações, sua inserção na estrutura da organização e seus elos constitutivos.

1 Introdução

A logística pode ser apresentada como um paradoxo. Por um lado constitui-se em uma prática econômica muito antiga e trivial da humanidade e por outro trata-se de um dos conceitos gerenciais mais modernos. Para esclarecer melhor esse paradoxo, pensemos no homem primitivo. Desde que deixou de ser nômade e fixou-se em uma porção de terra, percebeu que a natureza tem os seus ciclos. Por consequência, há períodos de produtividade e outros de

 

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