Fundamentos em toxicologia de Casarett e Doull (2a. ed.)

Autor(es): Klaassen, Curtis
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33 capítulos

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1. História e Abrangência da Toxicologia

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UNIDADE I

PRINCÍPIOS GERAIS DA TOXICOLOGIA

C A P Í T U L O

História e Abrangência da

Toxicologia

1

Michael A. Gallo

HISTÓRIA DA TOXICOLOGIA

Antiguidade

TOXICOLOGIA MODERNA a

APÓS A 2 GUERRA MUNDIAL

Idade Média

Renascimento

Iluminismo

P O N T O S  C H AV E

Toxicologia é o estudo dos efeitos adversos dos xenobióticos nos sistemas biológicos.

A toxicologia incorpora o conhecimento e as técnicas de bioquímica, biologia, química, genética, matemática, medicina, farmacologia, fisiologia e física.

HISTÓRIA DA TOXICOLOGIA

A toxicologia moderna vai além do estudo dos efeitos adversos dos agentes exógenos por incorporar conhecimentos e técnicas de bioquímica molecular, biologia, química, genética, matemática, medicina, farmacologia, fisiologia e física e aplicação da disciplina à avaliação da segurança e do risco químico.

Em todos os ramos da toxicologia, cientistas exploram os mecanismos pelos quais as substâncias químicas produzem efeitos adversos nos sistemas biológicos. As atividades nesses temas, tão amplos, complementam a pesquisa toxicológica, contri-

 

2. Princípios de Toxicologia

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C A P Í T U L O

Princípios de Toxicologia

2

David L. Eaton e Steven G. Gilbert

INTRODUÇÃO À TOXICOLOGIA

Diferentes áreas da toxicologia

Toxicologia e sociedade

Características gerais da resposta tóxica

CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES TÓXICOS

ESPECTRO DE EFEITOS INDESEJÁVEIS

Hipóteses na derivação da relação dose-resposta

Avaliação da relação dose-resposta

Comparação de dose-resposta

Índice terapêutico

Margens de segurança e de exposição

Potência versus eficácia

VARIAÇÃO DAS RESPOSTAS TÓXICAS

Reações alérgicas

Toxicidade seletiva

Reações idiossincráticas

Espécies diferentes

Toxicidade imediata versus retardada

Diferenças individuais na resposta

Efeitos tóxicos reversíveis versus irreversíveis

Toxicidade local versus sistêmica

Interação de substâncias químicas

Tolerância

CARACTERÍSTICAS DE EXPOSIÇÃO

TESTES DE TOXICIDADE DESCRITIVA EM ANIMAIS

Letalidade aguda

Irritação dérmica e ocular

Sensibilização

Ensaios subagudos (estudos de doses repetidas)

Vias e locais de exposição

Ensaios subcrônicos

Duração e frequência de exposição

Ensaios crônicos

 

3. Mecanismos de Toxicidade

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C A P Í T U L O

Mecanismos de Toxicidade

3

Zoltán Gregus

ETAPA 1 LIBERAÇÃO: DO SÍTIO DE EXPOSIÇÃO AO ALVO

Absorção versus eliminação pré-sistêmica

Absorção

Eliminação pré-sistêmica

Distribuição para o alvo e para longe do alvo

Mecanismos que facilitam a distribuição para o alvo

Mecanismos que dificultam a distribuição para o alvo

Excreção versus reabsorção

Excreção

Reabsorção

Intoxicação versus detoxificação

Comprometimento da manutenção celular interna: mecanismos tóxicos da morte celular

Depleção de ATP

Aumento prolongado de Ca2+ intracelular

Interação entre alterações metabólicas primárias significa desastre celular

Transição de permeabilidade mitocondrial (MTP) e o pior resultado: necrose

Efeito alternativo da MTP: apoptose

A morte celular é determinada pela disponibilidade de ATP

ETAPA 4 REPARO OU FALHA NO REPARO

Reparo molecular

Intoxicação

Reparo de proteínas

Detoxificação

Reparo de lipídeos

ETAPA 2 REAÇÃO DO TOXICANTE COM A MOLÉCULAALVO

Reparo do DNA

Atributos das moléculas-alvo

Reparo celular: uma estratégia em neurônios periféricos

 

4. Avaliação do Risco

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C A P Í T U L O

4

Avaliação do Risco

Elaine M. Faustman e Gilbert S. Omenn

INTRODUÇÃO E CONTEXTO HISTÓRICO

Abordagens não limítrofes

Modelos derivados de hipóteses baseadas em mecanismos

DEFINIÇÕES

TOMADA DE DECISÃO

Aprimoramento toxicológico dos modelos

CARACTERIZAÇÃO DO RISCO

IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO

Métodos de avaliação da toxicidade de compostos químicos

Relações estrutura/atividade

Testes in vitro e de curta duração

Bioensaios com animais

Uso de dados epidemiológicos na avaliação do risco

AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO DOSERESPOSTA

Variação na suscetibilidade

AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

FONTES DE INFORMAÇÃO

PERCEPÇÃO DO RISCO E ANÁLISES COMPARATIVAS DO

RISCO

RESUMO

Integração dos aspectos quantitativos da avaliação do risco

Abordagens limítrofes

P O N T O S  C H AV E

Avaliação do risco é a caracterização científica sistemática dos potenciais efeitos adversos à saúde resultantes da exposição humana a agentes ou situações perigosas.

Risco é definido como a probabilidade de ocorrer um efeito adverso sob condições específicas.

 

5. Absorção, Distribuição e Excreção de Toxicantes

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UNIDADE II

DISPOSIÇÃO DE TOXICANTES

C A P Í T U L O

Absorção, Distribuição e

Excreção de Toxicantes

5

Lois D. Lehman-McKeeman

INTRODUÇÃO

MEMBRANAS CELULARES

Transporte passivo

Difusão simples

Filtração

Transporte especial

Transporte ativo

Transportadores de xenobióticos

Difusão facilitada

Processos adicionais de transporte

ABSORÇÃO

Absorção de toxicantes pelo sistema digestório

Absorção de toxicantes pelos pulmões

Gases e vapores

Aerossóis e partículas

Absorção de toxicantes através da pele

Absorção de toxicantes após vias especiais de administração

DISTRIBUIÇÃO

Volume de distribuição

Armazenamento de toxicantes em tecidos

Proteínas plasmáticas como compartimentos de armazenamento

Fígado e rins como compartimentos de armazenamento

Tecido adiposo como compartimento de armazenamento

Ossos como compartimentos de armazenamento

Barreira hematencefálica

Passagem de toxicantes através da placenta

Redistribuição de toxicantes

EXCREÇÃO

Excreção urinária

Excreção fecal

Produtos não absorvidos

Excreção biliar

Excreção intestinal

Parede e flora intestinais

 

6. Biotransformação de Xenobióticos

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C A P Í T U L O

6

Biotransformação de

Xenobióticos

Andrew Parkinson e Brian W. Ogilvie

PRINCÍPIOS GERAIS

Oxidação

Propriedades básicas das enzimas biotransformadoras de xenobióticos

Álcool desidrogenase

Biotransformação versus metabolismo

Dihidrodiol desidrogenase

Aspectos estereoquímicos da biotransformação

Molibdênio hidroxilases

Categorias de enzimas de biotransformação xenobióticos

Xantina oxidorredutase

Distribuição das enzimas biotransformadoras de xenobióticos

Aldeído oxidase

Aldeído desidrogenase

Monoaminoxidase

Cooxidação dependente de peroxidase

HIDRÓLISE, REDUÇÃO E OXIDAÇÃO

Flavina monoxigenase

Hidrólise

Citocromo P450

Carboxilesterases, colinesterases e paraoxonase

Ativação de xenobióticos pelo citocromo P450

Pró-farmacos e fosfatase alcalina

Inibição do citocromo P450

Peptidases

Indução do citocromo P450

Epóxido hidrolase

Camundongos nocauteados (knockout) P450

Redução

Azo e nitro redução

CONJUGAÇÃO

Glicuronidação

Redução de carbonila

Redução de dissulfetos

Sulfonação

Redução de sulfóxido e N-óxido

Metilação

Redução de quinona

 

7. Toxicocinética

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C A P Í T U L O

7

Toxicocinética

Danny D. Shen

INTRODUÇÃO

TOXICOCINÉTICA COM BASE FISIOLÓGICA

Modelo básico

TOXICOCINÉTICA CLÁSSICA

Modelo monocompartimental

Compartimentos

Modelo bicompartimental

Parâmetros

Anatômico

Eliminação

Fisiológico

Volume de distribuição aparente

Termodinâmico

Clearance

Transporte

Relação entre meia-vida de eliminação, clearance e volume de distribuição

Compartimentos limitados pela perfusão

Compartimentos limitados pela difusão

Absorção, biodisponibilidade e biotransformação

Compartimentos especializados

Toxicocinética dose-dependente

Pulmões

Acúmulo durante exposição contínua ou intermitente

Fígado

CONCLUSÃO

P O N T O S  C H AV E

Toxicocinética é o estudo dos modelos e da descrição matemática da disposição cinética (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) do xenobiótico no organismo.

O volume de distribuição aparente (Vd) é o espaço no qual uma quantidade do xenobiótico é distribuída no organismo resultando em uma determinada concentração plasmática.

INTRODUÇÃO

Toxicocinética é o estudo dos modelos e da descrição matemática da disposição cinética (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) do xenobiótico no organismo. No modelo clássico, considera-se que os xenobióticos sejam distribuídos completamente no organismo em um, dois ou mais compartimentos, os quais não necessariamente representam a fisiologia

 

8. Carcinogênese Química

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UNIDADE III TOXICIDADE NONORGAN  TOXICIDADE

NÃO DIRIGIDA A ÓRGÃOS ESPECÍFICOS

C A P Í T U L O

Carcinogênese Química

8

James E. Klaunig e Lisa M. Kamendulis

RESUMO

Definições

MÚLTIPLAS ETAPAS DA CARCINOGÊNESE

Iniciação

Promoção

Progressão

MECANISMOS DE AÇÃO DE CARCINÓGENOS QUÍMICOS

Carcinógenos genotóxicos

Carcinógenos diretos (ativação-independente)

Carcinógenos genotóxicos indiretos

Mutagênese

Danos causados por alquilantes eletrofílicos

Reparo do DNA

Mecanismos de reparo do DNA

Metilação do DNA e carcinogênese

Estresse oxidativo e carcinogênese química

Junções de comunicantes do tipo hiato (gap junction)

Polimorfismos envolvidos no metabolismo de carcinógenos e no sistema de reparo do DNA

Proto-oncogenes e genes supressores de tumor

Retrovírus

Vírus de DNA

Proto-oncogenes

Genes supressores de tumor

Efeito hormesis e carcinogênese

Quimioprevenção

TESTES PARA AVALIAÇÃO DA CARCINOGENICIDADE

Testes de curta duração para mutagenicidade

Testes de mutação gênica in vitro

Reparo de pareamento incorreto

Testes para avaliação de mutação gênica in vivo

 

9. Toxicologia Genética

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C A P Í T U L O

9

Toxicologia Genética

R. Julian Preston e George R. Hoffmann

IMPACTO À SAÚDE CAUSADO POR ALTERAÇÕES

GENÉTICAS

Células somáticas

Células germinativas

AVALIAÇÃO DO RISCO DE CÂNCER E DOENÇAS

GENÉTICAS

Avaliação do risco de câncer

Avaliação do risco de doenças genéticas

MECANISMOS DE INDUÇÃO DE ALTERAÇÕES

GENÉTICAS

DANOS AO DNA

Radiações ionizantes

ENSAIOS PARA DETECÇÃO DE ALTERAÇÕES GENÉTICAS

Introdução às estratégias de ensaio

Ensaios de dano e reparo de DNA

Mutações gênicas em procariotos

Alterações genéticas em eucariotos não mamíferos

Mutações gênicas e alterações cromossômicas

Recombinação mitótica

Mutações gênicas em mamíferos

Mutações gênicas in vitro

Mutações gênicas in vivo

Ensaios transgênicos

Ensaios citogenéticos em mamíferos

Luz ultravioleta

Alterações cromossômicas

Substâncias químicas

Micronúcleos

Agentes endógenos

Troca de cromátides irmãs

REPARO DE DNA

Reparo por excisão de bases

Aneuploidia

Mutagênese em células germinativas

Reparo por excisão de nucleotídeos

Mutações gênicas

Reparo de quebras de dupla fita de DNA

 

10. Toxicologia do Desenvolvimento

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C A P Í T U L O

10

Toxicologia do

Desenvolvimento

John M. Rogers e Robert J. Kavlock

Genéticos

ÂMBITO DO PROBLEMA  A EXPERIÊNCIA HUMANA

Doença

Talidomida

Nutrição

Dietilestilbestrol

Estresse

Etanol

Toxicidade placentária

Fumaça do tabaco

Cocaína

Retinoides

Toxicidade materna

TOXICIDADE DO DESENVOLVIMENTO POR

DESREGULADORES DO SISTEMA ENDÓCRINO

Evidência laboratorial em animais

Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e antagonistas do receptor de angiotensina

Evidência em humanos

PRINCÍPIOS DA TOXICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

Períodos críticos de suscetibilidade e endpoints de toxicidade

Impacto em screenings e ensaios

AVALIAÇÃO DE SEGURANÇA MODERNA

Diretrizes regulatórias para ensaios in vivo

Padrões de dose-resposta e o conceito de limiar de dose

Testes com multigerações

MECANISMOS E PATOGÊNESES DA TOXICIDADE DO

DESENVOLVIMENTO

Saúde na infância

Estratégias alternativas de ensaios

Avanços nas bases moleculares das dismorfogêneses

Epidemiologia

FARMACOCINÉTICA E METABOLISMO NA GESTAÇÃO

Concordância de dados

RELAÇÕES ENTRE TOXICIDADE MATERNA E DO

 

11. Respostas Tóxicas do Sangue

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UNIDADE IV

TOXICIDADE ÓRGÃOALVO

C A P Í T U L O

Respostas Tóxicas do Sangue

11

John C. Bloom e John T. Brandt

O SANGUE COMO ÓRGÃOALVO

HEMATOPOIESE

TOXICOLOGIA DO ÉRITRON

O eritrócito

Alterações na produção de eritrócitos

Alterações na função respiratória da hemoglobina

LEUCEMOGÊNESE COMO RESPOSTA TÓXICA

Leucemias humanas

Mecanismos da leucemogênese tóxica

Agentes leucemogênicos

TOXICOLOGIA DAS PLAQUETAS E DA HEMOSTASIA

Efeitos tóxicos nas plaquetas

Efeitos homotrópicos

O trombócito

Efeitos heterotrópicos

Trombocitopenia

Alterações na sobrevida eritrocitária

Anemia hemolítica não imune

Anemia hemolítica imune

Efeitos tóxicos na função plaquetária

Efeitos tóxicos na formação do coágulo de fibrina

Coagulação

Síntese diminuída das proteínas da coagulação

TOXICOLOGIA DO LÊUCON

Componentes dos leucócitos sanguíneos

Avaliação dos granulócitos

Efeitos tóxicos nos granulócitos

Clearance aumentado dos fatores de coagulação

Toxicologia de agentes utilizados para modular a hemostasia

Anticoagulantes orais

Efeitos na proliferação

Heparina

 

12. Imunotoxicologia

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C A P Í T U L O

12

Imunotoxicologia

Norbert E. Kaminski, Barbara L. Faubert Kaplan e Michael P. Holsapple

O SISTEMA IMUNE

Reconhecimento de antígenos

Imunidade

Antígeno

Imunidade inata

Componentes celulares: NK, NKT, PMN e macrófagos

Fatores solúveis: proteínas de fase aguda e complemento

Modelos animais em imunotoxicologia

Análise de mecanismos de ação

IMUNOMODULAÇÃO POR XENOBIÓTICOS

Imunossupressão

Fumantes (tabaco)

Proteínas derivadas de DNA recombinante

Radiação ultravioleta

Imunidade adquirida (adaptativa)

Componentes celulares: APCs, células T e B

Imunidade humoral e celular

Desenvolvimento imunológico

Neuroendocrinoimunologia

AVALIAÇÃO DA INTEGRIDADE IMUNOLÓGICA

Métodos de avaliação da imunocompetência

HIPERSENSIBILIDADE INDUZIDA POR XENOBIÓTICOS E

AUTOIMUNIDADE

Hipersensibilidade

Classificação das reações de hipersensibilidade

Avaliação das reações de hipersensibilidade

Reações de hipersensibilidade causadas por xenobióticos

Autoimunidade

Avaliação geral

Mecanismos de autoimunidade

Avaliação funcional

Reações autoimunes causadas por xenobióticos

 

13. Toxicidade Hepática pela Exposição a Xenobióticos

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C A P Í T U L O

Toxicidade Hepática pela

Exposição a Xenobióticos

13

Hartmut Jaeschke

Esteatose hepática

INTRODUÇÃO

Fibrose e cirrose

FISIOLOGIA DO FÍGADO

Tumores

Funções hepáticas

Fatores relacionados com dano hepático induzido por xenobióticos

Organização estrutural

Captação e concentração

Formação da bile

Bioativação e detoxificação

FISIOPATOLOGIA DO FÍGADO

Regeneração

Mecanismos e tipos de danos hepáticos induzidos pela exposição a xenobióticos

Inflamação e respostas imunes

Ativação de células sinusoidais

Morte celular

Lesão mitocondrial

Colestase canalicular

Lesão hepática idiossincrática

Lesão do ducto biliar

Dano sinusoidal

DIREÇÕES FUTURAS

Ruptura do citoesqueleto

P O N T O S  C H AV E

A localização estratégica do fígado entre o trato intestinal e o restante do organismo facilita a manutenção da homeostase metabólica.

O fígado capta nutrientes, vitaminas, metais, xenobióticos em geral e produtos residuais de bactérias procedentes do sangue para catabolismo, acúmulo e/ou excreção na bile.

A formação da bile é essencial para a captação de nutrientes lipídicos do intestino delgado, para proteção do intestino delgado contra danos oxidativos e para excreção de compostos endógenos e xenobióticos.

 

14. Reações Tóxicas dos Rins

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C A P Í T U L O

Reações Tóxicas dos Rins

14

Rick G. Schnellmann

ANATOMIA FUNCIONAL

Mitocôndrias

Vascular renal e glomérulo

Lisossomos

Túbulo proximal

Homeostase de Ca2+

Alça de Henle

Fosfolipases

Túbulo distal e ducto coletor

Endonucleases

RESPOSTAS FISIOPATOLÓGICAS DOS RINS

Lesão aguda dos rins

Adaptação pós-agressão tóxica

Insuficiência renal crônica

SUSCETIBILIDADE DOS RINS À AGRESSÃO TÓXICA

Incidência e gravidade da nefropatia tóxica

Razões para a suscetibilidade dos rins à toxicidade

Lesão glomerular

Proteinases

Quinases de sinalização

NEFROTOXICANTES ESPECÍFICOS

Metais pesados

Mercúrio

Cádmio

Nefropatia de globulina ␣2u quimicamente induzida

Hidrocarbonetos halogenados

Clorofórmio

Lesão tubular proximal

Tetrafluoretileno

Lesão em alça de Henle/túbulo distal/ducto coletor

Bromobenzeno

Lesão papilar

AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL

Micotoxinas

Agentes terapêuticos

Paracetamol

MECANISMOS BIOQUÍMICOS/ MEDIADORES DE LESÃO DE

CÉLULAS RENAIS

Morte celular

Fármacos anti-inflamatórios não esteroides

Aminoglicosídeos

Anfotericina B

Mediadores de toxicidade

 

15. Respostas Tóxicas do Sistema Respiratório

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C A P Í T U L O

15

Respostas Tóxicas do

Sistema Respiratório

Hanspeter R. Witschi, Kent E. Pinkerton,

Laura S. Van Winkle e Jerold A. Last

ESTRUTURA E FUNÇÃO PULMONAR

RESPOSTAS CRÔNICAS DOS PULMÕES A LESÕES

Passagens nasais

Enfisema

Vias de condução aéreas

Fibrose

Região de trocas gasosas

Asma

Trocas gasosas

Câncer pulmonar

Ventilação

Os pulmões em desenvolvimento

Perfusão

Difusão

Distribuição da competência metabólica no sistema respiratório

PRINCÍPIOS GERAIS NA PATOGÊNESE DA

LESÃO PULMONAR CAUSADA POR

SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS

Inalantes tóxicos, gases e dosimetria

AGENTES CONHECIDOS COMO PRODUTORES DE LESÃO

PULMONAR EM HUMANOS

Agentes tóxicos presentes no ar que produzem lesão pulmonar em humanos

Sobrecarga pulmonar causada por partículas

Oxigênio

Agentes tóxicos presentes no sangue que causam toxicidade pulmonar em humanos

Deposição e clearance de partículas

Paraquat

Dimensão das partículas

Monocrotalina

Nanotoxicologia

Mecanismos de deposição/sedimentação

Clearance de partículas

Clearance nasal

Bleomicina

Ciclofosfamida e 1,3-bis-(2-cloroetil)-1-nitrosoureia (BCNU)

 

16. Respostas Tóxicas do Sistema Nervoso

PDF

220

CAPÍTULO 16: Respostas Tóxicas do Sistema Nervoso

P O N T O S  C H AV E

O sistema nervoso central (SNC) é protegido de efeitos adversos de vários toxicantes potenciais por uma barreira anatômica hematencefálica.

Os neurônios são altamente dependentes do metabolismo aeróbico, porque essa energia é necessária para manter o gradiente iônico próprio.

O neurônio, o axônio, a célula mielinizada ou o sistema de neurotransmissores são alvos típicos de compostos neurotóxicos distintos.

Neuronopatia é a perda irreversível de neurônios induzida por um toxicante, incluindo suas extensões citoplas-

máticas, dendritos e axônios e a bainha de mielina do axônio.

Neurotoxicantes que causam axonopatias induzem degeneração axonal e diminuição da mielina ao redor do axônio; contudo, o corpo celular do neurônio permanece intacto.

Numerosas toxinas de ocorrência natural, bem como químicas sintéticas, podem interromper a transmissão de impulsos, bloquear ou acentuar a comunicação trans-sináptica, bloquear a recaptação de neurotransmissores ou interferir nos sistemas de segundo mensageiro.

 

17. Respostas Tóxicas do Sistema Ocular e Visual

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C A P Í T U L O

Respostas Tóxicas do Sistema

Ocular e Visual

17

Donald A. Fox e William K. Boyes

INTRODUÇÃO À TOXICOLOGIA DO SISTEMA OCULAR E

VISUAL

EXPOSIÇÃO DO OLHO E SISTEMA VISUAL

Farmacodinâmica e farmacocinética ocular

Metabolismo ocular de xenobióticos

Farmacocinética do sistema visual central

AVALIANDO A FUNÇÃO VISUAL

Avaliação da irritação e da toxicidade ocular

Avaliações oftalmológicas

SÍTIOSALVO E MECANISMOS DE AÇÃO: RETINA

Retinotoxicidade de substâncias terapêuticas administradas sistemicamente

Quimioterapias para câncer

Cloroquina e hidroxicloroquina

Digoxina e digitoxina

Indometacina

Tamoxifeno

Retinotoxicidade de neurotoxicantes conhecidos

Chumbo inorgânico

Metanol

Técnicas eletrofisiológicas

Solventes orgânicos

Técnicas comportamentais e psicofísicas

Organofosforados

SÍTIOSALVO E MECANISMOS DE AÇÃO: CÓRNEA

Ácidos

Bases ou álcalis

Solventes orgânicos

Surfactantes

SÍTIOSALVO E MECANISMOS DE AÇÃO: CRISTALINO

Luz e fototoxicidade

Corticosteroides

Naftaleno

Fenotiazinas

* N de T.: Este capítulo foi revisado pelo National Health and Environmental

 

18. Respostas Tóxicas do Coração e do Sistema Vascular

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C A P Í T U L O

Respostas Tóxicas do Coração e do Sistema Vascular

18

Y. James Kang

CARDIOTOXICANTES

INTRODUÇÃO

Agentes farmacêuticos

VISÃO GERAL DO CORAÇÃO

Álcool e cardiomiopatia alcoólica

Revisão da estrutura cardíaca

Glicosídeos cardíacos

Eletrofisiologia cardíaca

Simpatomiméticos

Condução elétrica no coração

Antraciclinas e outros agentes antineoplásicos

Acoplamento excitação-contração

Fármacos de ação central

Eletrocardiograma

Anestésicos locais

Débito cardíaco

Anti-histamínicos

RESPOSTAS TÓXICAS CARDÍACAS

Substâncias de ocorrência natural

Arritmia cardíaca

Esteroides e hormônios relacionados

Doença isquêmica do coração

Citocinas

Toxinas animais e vegetais

Hipertrofia cardíaca e insuficiência cardíaca

Agentes industriais

Toxicidade cardíaca aguda e crônica

Solventes

Cardiomiopatias

Alcanos halogenados

Biomarcadores de toxicidade cardíaca

VISÃO GERAL DA FISIOLOGIA VASCULAR

MECANISMOS GERAIS DE CARDIOTOXICIDADE

DISTÚRBIOS DE ESTRUTURA E FUNÇÃO VASCULAR

Interferência na homeostase de íons

MECANISMOS DE TOXICIDADE VASCULAR

 

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