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Medium 9788522483112

7 Vença as Objeções

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Atlas PDF

Vença as Objeções

Durante a apresentação de vendas, normalmente surgem objeções, que se constituem às vezes em empecilhos à conclusão de alguns negócios, outras em verdadeiras oportunidades. Os resultados dependem particularmente do preparo do vendedor para responder a elas.

Vendedores bem-preparados e experientes são favoráveis às objeções e acreditam que elas favorecem o fechamento quando devidamente abordadas. Alguns autores, como Ronald Marks, em seu livro Personal selling, fizeram colocações interessantes a respeito de objeções. Para Marks, se não existirem objeções, não existirão vendas. A venda realmente se inicia quando o cliente diz “não”.1

Frank Bettger, famoso vendedor, afirma:

“Levei tempo para compreender que os melhores clientes são aqueles que levantam objeções. Fiquei surpreendido quando aprendi que muitas objeções que me fizeram bater em retirada eram, na realidade, sinais de interesse pelo negócio. Se a objeção for: ‘Não posso dispor de dinheiro’, o cliente está, na realidade, dizendo que desejaria fazer o negócio. Assim, o único problema é mostrar-lhe como pagar. As pessoas raramente se

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Medium 9788530974336

PARTE IV - Capítulo XVIII – Mandado de Segurança

STUCHI, Victor Hugo Nazário Método PDF

Capítulo XVIII

Mandado de Segurança

1. Definição. É a ação constitucional que tem por finalidade proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.

2. Fundamento legal. O Mandado de Segurança está previsto no artigo 5.º,

LXIX e LXX, da Constituição Federal, e na Lei 12.016/2009.

3. Hipóteses de cabimento. Cabe Mandado de Segurança sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder, qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça.

4. Prazo. O direito de requerer mandado de segurança extinguir-se-á decorridos 120 (cento e vinte) dias, contados da ciência, pelo interessado, do ato impugnado (Lei 12.016/2009, artigo 23).

5. Características. São características essenciais do Mandado de Segurança: a) ao Tribunal Superior do Trabalho não compete apreciar, originariamente, mandado de segurança impetrado em face de decisão de Tribunal Regional do

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Medium 9788530974824

PARTE I - 7. - Teoria do Erro

RODRIGUES, Cristiano Método PDF

7

Teoria do Erro

Tempo médio de estudo: 50 min.

Erros essenciais

(

)

Erros acidentais

(

)

CP: arts. 20; 21; 73; 74.

Direito_Penal__1ed_Cristiano Rodrigues.indb 71

10/03/2017 16:53:25

72

|

DIREITO PENAL – Cristiano Rodrigues

https://youtu.be/km3nrdoNsDg

7.1.

INTRODUÇÃO

No que tange às espécies de erro, nosso ordenamento adotou, a partir da teoria normativa pura da culpabilidade, a vertente chamada teoria limitada da culpabilidade, através da qual há três erros essenciais, assim chamados pois se relacionam com os elementos essenciais integrantes do conceito de crime, quais sejam: erro de tipo incriminador (art. 20 do CP), o erro de tipo permissivo (art.

20, § 1º, do CP) e o erro de proibição (art. 21 do CP).

O erro de tipo e, eventualmente, até mesmo o erro de proibição podem decorrer da influência de um terceiro que leve o agente a errar, dando origem ao chamado erro determinado por terceiros (art. 20, § 2º, do CP). Nesses casos, se tratando de erro inevitável, responde pelo crime apenas o terceiro que determinou o erro.

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Medium 9788547216146

Código de Processo Civil de 1973

NEGRAO, Theotonio Saraiva - Jur PDF

1165

Ementário

Código de Processo Civil de 1973

Lei 5.869, de 11.1.73 — Institui o Código de Processo Civil (v., adiante, texto parcial ainda em vigor).

04_Codigo de Processo Civil_1165_1302.indd 1165

16/02/2017 15:14:57

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Medium 9788597010848

12 - Contabilidade Pública – Diana Vaz de Lima

SILVA, César Augusto Tibúrcio; NIYAMA, Jorge Katsumi (orgs.) Atlas PDF

12

Contabilidade Pública

Diana Vaz de Lima

Objetivos

ÖÖ Entender o ambiente da Contabilidade Pública

ÖÖ Conhecer os procedimentos contábeis antes do processo de convergência

ÖÖ Entender as mudanças no processo de convergência

ÖÖ Conhecer as normas nacionais e internacionais aplicadas à contabilidade pública

Introdução

Este capítulo tem como objetivo apresentar o ambiente da Contabilidade Pública, entender os procedimentos contábeis aplicáveis ao Setor Público e as mudanças que devem ser incorporadas em função do processo de convergência aos padrões contábeis internacionais.

1  Do ambiente da contabilidade pública

1.1  Conceito e campo de atuação

Segundo o disposto nas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP), emanadas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a Contabilidade Pública é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo ge-

418 

Contabilidade para Concursos e Exame de Suficiência  •  Silva e Niyama

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Medium 9788502081536

4. SUCESSÃO TRIBUTÁRIA – REFORMA DO ART. 133 DO CTN

Araújo, José Francelino de Editora Saraiva PDF

Comentários à Lei de Falências e Recuperação de Empresas

terpretação do inciso I do art. 168 da mesma lei. Os arts. 1º e 2º da LC n. 118 servem para fazer ajustes que o legislador entendeu necessários ao Código

Tributário Nacional em face da nova legislação concursal. Enquanto isso, o art. 3º não deveria constar na LC n. 118, por não tratar especificamente da falência e do próprio direito tributário. O art. 4º trata do prazo para a entrada em vigor da nova lei.

Art. 1º A Lei n. 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário

Nacional, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 133. ...............................................................................................

§ 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica na hipótese de alienação judicial:

I – em processo de falência;

II – de filial ou unidade produtiva isolada, em processo de recuperação judicial.

§ 2º Não se aplica o disposto no § 1º deste artigo quando o adquirente for:

I – sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial, ou sociedade controlada pelo devedor falido ou em recuperação judicial;

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Medium 9788580551167

38. Introdução à endocrinologia: o eixo hipotálamo-hipófise

Brunton, Laurence L. Grupo A - AMGH PDF

38

Capítulo

Introdução à endocrinologia: o eixo hipotálamo-hipófise

Keith L. Parker e

Bernard P. Schimmer

ENDOCRINOLOGIA E HORMÔNIOS:

CONCEITOS GERAIS

A endocrinologia analisa a biossíntese dos hormônios e seus locais de produção, bem como os locais e os mecanismos de sua ação e interação. O termo hormônio origina-se do grego e refere-se, classicamente, aos mensageiros químicos que circulam nos líquidos corporais e que produzem efeitos específicos sobre células distantes de seus pontos de origem. As principais funções dos hormônios consistem na regulação do armazenamento, da produção e da utilização da energia, na adaptação a novos ambientes e condições de estresse, na facilitação do crescimento e desenvolvimento e na maturação e função do sistema reprodutor. Embora os hormônios fossem originalmente definidos como produtos de glândulas sem ductos, percebemos, hoje, que muitos órgãos que não eram classicamente considerados como “endócrinos” (p. ex., o coração, os rins, o trato GI, os adipócitos e o encéfalo) sintetizam e secretam hormônios que desempenham funções fisiológicas essenciais; muitos desses hormônios são hoje empregados para diagnóstico ou terapeuticamente em medicina clínica. Além disso, o campo da endocrinologia expandiu-se para incluir as ações de fatores de crescimento que atuam por meio de mecanismos autócrinos e parácrinos, a influência dos neurônios — particularmente os do hipotálamo — que regulam a função endócrina e as interações recíprocas das citocinas e de outros componentes do sistema imune com o sistema endócrino.

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Medium 9788547206321

3.3. Função legitimadora dos poderes da República

MENDES, Gilmar Ferreira Saraiva - jur PDF

3.2. Função juridificadora da política: a limitação e juridicização do domínio

13. Ao lado da função básica de politicização do direito por meio da fixação de processos e pressupostos da autodeterminação política, a

Constituição procura conformar o domínio político mediante o direito.

Aqui vem confluir a lógica da Rule of Law inglesa e do Rechtsstaat alemão.

Na ausência de uma narrativa emancipatória de fundação e legitimação de um “novo poder” (caso da França e dos Estados Unidos), desenvolve-se um modelo de limites jurídicos do poder e de garantia das liberdades individuais (Alemanha e Inglaterra).

14. A função básica da Constituição é, assim, dar forma ao processo político. Nesta perspectiva, a moderna juspublicistica procura salientar o acoplamento ou junção da dimensão democrática26 e da dimensão juridicizante como dimensões sociais igualmente constitutivas da constituição27.

Nestes termos: a constituição perfila-se como um “compromisso institucional que garante simultaneamente (i) a legitimação da ordem jurídica mediante normação democrática; (ii) e a conformação da vontade democrática sob a forma do direito28.

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Medium 9788521624035

Tópico XIV - 64 - Circuitos de Corrente Contínua

LINDEBURG, Michael R. LTC PDF

64

  1. Tensão DC

  2. Resistividade e Resistência

  3. Condutividade e Condutância

  4. Lei de Ohm

  5. Fontes de Energia

  6. Fontes de Tensão em Série e em Paralelo

  7. Transformações de Fontes

  8. Baterias Práticas

 9. Termopares

10. Divisores de Tensão e Corrente

11. Potência

12. Decibéis

13. Máxima Transferência de Energia

14. Lei de Kirchhoff

15. Circuitos em Série Simples

16. Circuitos em Paralelo Simples

17. Análise de Redes Resistivas Complexas

18. Transformações Delta-Estrela

19. Teorema de Reciprocidade

20. Teorema da Superposição

21. Teorema de Norton

22. Teorema de Thevenin

23. Método da Corrente de Laço

24. Método da Tensão de Nó

25. Medidores de d’Arsonval

26. Ponte de Wheatstone

27. Análise de Transitórios

Nomenclatura

A área

B densidade do fluxo magnético

C capacitância d diâmetro

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Medium 9788502105294

DA ACEITAÇÃO E RENÚNCIADA HERANÇA

Monteiro, Washington de Barros Editora Saraiva PDF

DA ACEITAÇÃO E RENÚNCIA

DA HERANÇA

DISPOSIÇÕES COMUNS. RENÚNCIA DA HERANÇA. DISPOSIÇÕES COMUNS À ACEITAÇÃO

E RENÚNCIA. RENÚNCIA LESIVA AOS CREDORES. DESTINO DA QUOTA HEREDITÁRIA DO

HERDEIRO RENUNCIANTE. RETRATAÇÃO DA

RENÚNCIA E DA ACEITAÇÃO. RESPONSABILIDADE DOS HERDEIROS PELAS DÍVIDAS DA

HERANÇA.

Disposições comuns — Aberta a sucessão, a lei formula aos sucessores chamados a recolher a herança a pergunta seguinte: quereis, sim ou não, ser herdeiros? A essa indagação devem eles responder afirmativa ou negativamente, isto é, aceitar a herança, ou renunciá-la1.

Diversificam os vários sistemas jurídicos acerca da necessidade da aceitação da herança. O Código Civil Alemão, contrariamente ao direito romano, não a reclama, inexistindo assim, para o mesmo, qualquer diferença entre devolução e aceitação da herança. Só a renúncia exige ato positivo e real. Seguem a mesma orientação os

Códigos Suíço e Escandinavo2.

Consoante a legislação da ex-URSS, presume-se que o herdeiro aceita a herança se, presente ao lugar da abertura da sucessão, não a renuncia nos três meses subsequentes; ausente, presume-se, inversamente, que a renuncia, se não comparece para reclamá-la nos seis meses imediatos.

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Medium 9788597011449

Capítulo III – Inquérito Policial

RANGEL, Paulo Atlas PDF

Capítulo III

Inquérito Policial

Noções

Para melhor compreendermos as noções de inquérito policial e suas principais peculiaridades, necessária se faz uma digressão teórica do arcabouço estatal.

Soberania é o poder que tem o Estado de se autodeterminar perante as outras nações.

Divide-se em interna e externa. No campo interno, o poder soberano é exercido através de três funções básicas do Estado: legislativa, executiva e jurisdicional.

Assim, o único poder realmente existente é o soberano, que, para ser exercido, mister se fazem as funções mencionadas. Equivocam-se aqueles que falam em tripartição de poder, pois o poder é uma unidade. É um atributo do Estado. Entretanto, este, para manifestar sua vontade, o faz, necessariamente, através de três espécies de atos: a lei, a sentença e o ato administrativo.

Na realidade, Montesquieu não criou três poderes, mas, sim, sistematizou a repartição de funções dentro de um único poder, demonstrando a necessidade de serem independentes e harmônicas. Estabeleceu-se, assim, o sistema de freios e contrapesos (cf. art. 2o da CRFB).

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Medium 9788502071346

(Lei n. 11.419, art. 20)

Bermudes, Sergio Editora Saraiva PDF

“Art. 556. .....................................................................................................................................

Parágrafo único. Os votos, acórdãos e demais atos processuais podem ser registrados em arquivo eletrônico inviolável e assinados eletronicamente, na forma da lei, devendo ser impressos para juntada aos autos do processo quando este não for eletrônico.”

(Lei n. 11.419, art. 20)

1. A Lei n. 11.419, de 19-12-2006, que dispõe sobre a informatização do processo judicial, acrescentou o parágrafo único ao art. 556, também ali com a finalidade de tornar o Código de Processo Civil contemporâneo das inovações inerentes ao processo eletrônico, para o qual caminha, a passos seguros e ligeiros, o processo judicial.

2. O parágrafo único é norma relativa ao processo nos tribunais, cuja preterição, entretanto, não gera nulidade, contanto que, por outro meio, alcance a sua finalidade. O art. 244 incide.

Esse parágrafo, como dele claramente se extrai, não se aplica apenas aos atos praticados durante a sessão de julgamento, porém a atos praticados enquanto o processo se desenrolar no tribunal. Votos, acórdão e demais atos processuais, aqui compreendidos todos os atos que no tribunal se praticam, podem ser registrados em arquivo eletrônico inviolável, isto é, inacessível a alterações. Violado o arquivo, o órgão julgador tomará as providências corretivas, como, por exemplo, recompor o texto alterado ou, desaparecendo este, fazendo substituir por outro, que seja a restauração possível do quanto, ilicitamente, se modificou.

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Medium 9788522489183

Parte I – 4 Entendendo o jogo e definindo estratégias

BERNARDI, Luiz Antonio Atlas PDF

4

Entendendo o jogo e definindo estratégias

E

stratégia define como a empresa vai concorrer e se diferenciar em relação a seus concorrentes, no sistema ou no ambiente. O conteúdo estratégico do modelo define basicamente se:

• a empresa vai jogar o jogo;

• a empresa vai extrapolar e transgredir o jogo;

• a empresa vai definir as regras do jogo;

• a empresa vai especializar-se;

• a empresa vai improvisar;

• a empresa vai inovar.

4.1 Teoria dos jogos

A teoria dos jogos surgiu em 1944 quando o matemático John Von Neumann e o economista Oskar Morgenstern publicaram seu livro Theory of games and economic behavior. A importância desta realização científica forneceu um arcabouço de conhecimento sistemático e de utilidade para entender o comportamento de jogadores em situações em que seus destinos ou sorte são interdependentes.

Jogo é um termo muito usado no cenário dos negócios, referindo-se a problemas típicos de comportamento econômico e empresarial que refletem uma realidade contida em qualquer modelo, na busca de um resultado.

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Medium 9788547208905

Capítulo VI - Processo Penal Eleitoral

PONTE, Antonio Carlos da Saraiva- Jur PDF

Capítulo

VI

Processo Penal Eleitoral

Os crimes eleitorais, por força do disposto nos arts. 355 a 364 do Código

Eleitoral, estariam submetidos a procedimento especial, com aplicação, em caráter subsidiário das regras contidas no Código de Processo Penal. Ocorre que o diploma processual penal, em face de inúmeras alterações sofridas, em especial as decorrentes da Lei n. 11.719, de 20 de junho de 2008, estabelece procedimento mais benéfico ao acusado, do que aquele preconizado pela lei eleitoral, o que justifica sua aplicação, atentando-se, contudo, para as regras destinadas aos procedimentos ordinário, sumário e sumaríssimo.

Nessa linha, não há dúvida alguma acerca da possibilidade de aplicação da

Lei n. 9.099, de 26 de setembro de 1995, aos crimes eleitorais que se encaixem em seu escopo. Com efeito, com o advento da Lei dos Juizados Especiais, foi trazido ao universo jurídico um novo sistema de natureza instrumental e obrigatório destinado à rápida solução dos litígios classificados como de pequeno potencial. Foram criadas algumas “medidas despenalizadoras”, que buscam evitar a aplicação da pena privativa de liberdade ou medida de segurança detentiva, tais como a transação penal e a suspensão condicional do processo.

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Medium 9788527729321

Capítulo 19 Análise da Genética Molecular e Biotecnologia

PIERCE, Benjamin A. Guanabara Koogan PDF

19

Análise da Genética Molecular e Biotecnologia

Como ajudar o cego a enxergar

A engenharia genética, a manipulação e transferência de genes de um organismo para outro, tem revolucionado o estudo da genética e conseguido criar uma vasta gama de novos produtos, incluindo bactérias que geram substâncias químicas, plantações resistentes a pragas e animais de fazenda que secretam produtos farmacêuticos no seu leite. Em sua principal aplicação, a engenharia genética está sendo usada para tratar doenças nos humanos, um processo conhecido como terapia gênica. Em um exemplo dramático de terapia gênica, em 2007, pesquisadores transferiram genes para quatro pessoas cegas, restaurando parcialmente sua visão.

A visão é um dos sentidos mais preciosos, a qual nos possibilita ler, contornar obstáculos físicos, reconhecer os amigos e desfrutar a estonteante beleza visual do mundo natural. Infelizmente, milhões de pessoas são cegas ou têm limitações visuais. A visão frequentemente deteriora com a idade, e a maioria dos casos de cegueira ocorre em idosos. Entretanto, algumas crianças nascem cegas, e outras perdem a visão cedo. A pesquisa sugere que a hereditariedade

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