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Medium 9788530965723

Capítulo 21 - Valor Presente Líquido e Viabilidade de um Projeto

MARIANO, Fabrício Método PDF

Capítulo 21

Valor Presente Líquido e

Viabilidade de um Projeto

Em regra uma empresa deve aceitar todo projeto cujo VPL > 0, de acordo com esta realidade deve-se estudar a relação de taxas com a TIR que torna o projeto viável.

21.1. Viabilidade de um Projeto

A viabilidade de um projeto consiste em obter um fluxo de caixa positivo

VPL > 0, como a taxa Interna de retorno é a taxa cujo VPL = 0 basta comparar uma taxa qualquer do projeto (K) para se obter a viabilidade ou não.

Viabilidade de um projeto:

Se TIR > k o projeto é viável.

Se TIR < k o projeto é inviável.

Se TIR = K Indiferente.

21.2. Exercícios Propostos

1.

(Cesgranrio/Administração/BR Distribuidora/2012) Seja o seguinte projeto de investimento simples representado pelo fluxo de caixa a seguir:

Matematica_Financeira_4ed.indb 271

Período

Valor (milhões de R$)

0

–200

1

50

2

60

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Medium 9788530945800

30. MODELO DE AÇÃO DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIO ASSISTENCIAL – DEFICIENTE

Kravchychyn, Jefferson Luis Grupo Gen - Editora Forense PDF

PARTE VI – MODELOS DE REQUERIMENTOS, PETIÇÕES E RECURSOS

30.

833

MODELO DE AÇÃO DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIO

ASSISTENCIAL – DEFICIENTE

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA/JUIZADO ESPECIAL

FEDERAL DA CIDADE – SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO

Beneficiário(a), nacionalidade, estado civil, residente e domiciliado(a) na Rua,

Bairro, Cidade, Estado, inscrito(a) no CPF sob o no, vem à presença de Vossa Excelência, por intermédio de seus procuradores constituídos, propor a presente AÇÃO

DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIO ASSISTENCIAL contra o INSTITUTO NACIONAL DO

SEGURO SOCIAL – INSS , pelos fatos e fundamentos que a seguir aduz:

1. BREVE RESENHA FÁTICA

A Parte Autora é incapaz, conforme comprovam laudos e documentos acostados a esta inicial. Devido à impossibilidade de se auto prover, a Parte Autora requereu ao INSS, em 00/00/0000, o benefício de Amparo Social ao Deficiente, tendo o mesmo sido indeferido pela Autarquia-Ré, sob a alegação .

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Medium 9788581142579

100 - Manifestações Esqueléticas na Síndrome de Marfan e Doenças Relacionadas do Tecido Conjuntivo

Rosen, Clifford J. Grupo Gen - AC Farmacêutica PDF

100

Manifestações Esqueléticas na

Síndrome de Marfan e Doenças

Relacionadas do Tecido Conjuntivo

Emilio Arteaga-Solis e Francesco Ramirez

Introdução, 670

Fibrilinopatias, 670

Patogênese, 672

Introdução

A síndrome de Marfan (SMF; OMIM 1547000) é uma doen­ça de herança dominante do tecido conjuntivo com uma incidência estimada de aproximadamente 1 por 5.000 nascidos vivos e manifestações principais sobre os sistemas ­musculoesquelético, cardiovascular e ­ocular.1 A SMF é causada por mutações que perturbam a estrutura ou a expressão do gene que codifica para a fibrilina-1

(FBN1), o principal componente estrutural das microfibrilas extracelulares.1,2 Microfibrilas da fibrilina conferem integridade estrutural a diferentes tecidos como componentes das fibras elásticas ou como unidades livres de elastina; além disso, elas instruem o comportamento celular interagindo com os receptores de integrina e com os complexos do fator transformador de crescimento

β (TGFβ) e da proteí­na morfogenética óssea [do inglês, Bone Morphogenetic Protein (BMP)].2,3 A SMF é considerada como parte de um grupo maior de doen­ças do tecido conjuntivo que apresentam, de forma semelhante, anomalias morfogenéticas e/ou funcionais em diferentes sistemas orgânicos (Tabela 100.1); critérios diagnósticos rigorosos diferenciam a SMF dessas doen­ças fenotipicamente relacionadas (Tabela 100.2).4–6 Algumas dessas doen­ças relacionadas com a SMF às vezes estão associadas a mutações no FBN1, enquanto outras são causadas por disfunções das proteí­nas que interagem com a fibrilina-1 e/ou regulam a sinalização do TGFβ.7–15

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Medium 9788502169111

Capítulo 2 - Princípios da Execução

Montans de Sá, Renato Editora Saraiva PDF

Capítulo

k

2

Princípios da Execução

Assim como o processo em geral é iluminado por princípios que norteiam a aplicação do direito, a execução também é alimentada por normas de ordem principiológica. Além dos princípios gerais, aplicáveis em toda esfera do processo (dispositivo, inércia, devido processo legal, publicidade, entre outros), há a incidência de determinados que decorrem da peculiaridade da própria execução.

1.

Princípio da autonomia da execução

O CPC/73 foi todo moldado para que a execução fosse considerada um processo autônomo. Seja pela estrutura estabelecida pelo legislador (afinal a execução é analisada em um livro autônomo “do processo de execução”), seja pela inspiração do Código em LIEBMAN, que propugnava a existência de processos “puros”; assim, cada processo produziria sua atividade específica (executiva, cognitiva ou assecuratória) sem que houvesse interferência de atividades exteriores (tanto que os embargos, para a maioria da doutrina, têm natureza de ação, já que a “porção cognitiva” da execução deveria se desenvolver em demanda autônoma).

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Medium 9788527721448

9 - Gestão da Atenção Básica

Galvão Barbosa, Maria Cristiane Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

9

Gestão da Atenção

Básica

Janise Braga Barros Ferreira e Daniela Cristina dos Santos

Atenção básica em saúde, 136

CCAtenção básica e saúde da família, 137

CCSaúde da família e princípio da coordenação da atenção à saúde, 138

CCCoordenação da atenção à saúde e prontuário, 139

CCProntuário e gestão na atenção básica e saúde da família, 141

CCConsiderações finais, 144

CCResumo, 145

CCReferências bibliográficas, 145

CC

Galvão 09.indd 135

19/5/2012 00:05:12

136

Prontuário do Paciente e Integralidade da Assistência

Cabe, a nota de que atenção básica à saúde (ABS) será empregada no desenvolvimento deste capítulo com o mesmo significado de atenção primária à saúde (APS), termo mais usado internacionalmente.

A discussão acerca da relação entre o prontuário e a gestão da ABS será abordada considerando-a como ordenadora do sistema de serviços de saúde.

Esta opção fundamenta-se na orientação adotada por diversos sistemas de saúde que propõem a organização do sistema, a partir da atenção básica, e a substituição do modelo assistencial exclusivamente centrado na doença, superespecializado, fragmentado em níveis assistenciais que pouco se comunicam, por um modelo de atenção integral que considere a centralidade no paciente, na comunidade e em suas necessidades e os determinantes sociais do processo saúde-doença como condições essenciais ao arranjo das práticas de saúde.

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Medium 9788577805594

5. TRABALHANDO COM NAVEGAÇÃO

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

120 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

Visualize seu arquivo final

Para ver a versão final do arquivo que será utilizado na primeira parte desta lição, vamos visualizar a página concluída no navegador.

1 Abra o Adobe Dreamweaver CS4.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB na lista de sites.

3 No painel Files, expanda a pasta lesson05.

4 Selecione o arquivo about-finished.html e pressione F12 (Windows) ou

Option+F12 (Mac).

5 Quando a página abrir no seu navegador principal, clique em Greece na barra de navegação da nota lateral. Quando o menu pop-up abrir, clique em

Santorini. Clique no botão Back do navegador para voltar a about-finished. html. Clique nos nomes nos painéis com abas para ver as informações sobre as pessoas. Se você tiver um cliente de correio instalado em seu sistema, clique em um dos links de email para os trabalhadores específicos. Quando a janela de mensagem de correio eletrônico abrir, feche-a.

A página inclui links para páginas dentro do mesmo site, bem como links externos e de email.

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Medium 9788597008197

8 - Aspectos Práticos da Defesa e Proteção Jurídica do Consumidor

FILOMENO, José Geraldo Brito Atlas PDF

8

Aspectos Práticos da Defesa e

Proteção Jurídica do Consumidor

8.1 Como se defender ou proteger

Como já ficou claro ao comentar-se a diretriz fixada pelo Código Brasileiro de Defesa do Consumidor (vide Capítulo 3, item 3.4 e item 3.5) a consolidação ora feita ainda que não exaustiva, como de resto não poderia ser, e consoante igualmente já destacado no mesmo Capítulo 3 – tem como um de seus temas mais relevantes exatamente o esclarecimento que diríamos até pedagógico, no sentido de apontar-se quais os instrumentos de que dispõe o consumidor para fazer valer seus direitos básicos, normas tais que se complementam indissociavelmente (vide arts. 5º e 6º do mesmo Código), sem se esquecer de sua inspiração, ou seja, sempre tendo em vista a preservação de uma política das relações de consumo, definida pelo art. 4º.

Desde logo se esclareça, no entretanto, que o consumidor há que ser encarado de duas maneiras fundamentais, ou seja individualmente, ou isoladamente, com vistas à resolução de um impasse bem definido surgido de uma relação de consumo, já que ora nos propomos a cuidar dos aspectos práticos da defesa ou proteção jurídica do consumidor, e coletivamente, ou seja, na forma como se analisou a problemática dos chamados interesses difusos, interesses coletivos e interesses individuais homogêneos de origem comum, mas sempre enquanto coletividade de consumidores de algum produto ou serviço (vide a respeito o Capítulo 7, itens 7.3 e 7.4).

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Medium 9788530936105

Capítulo 15 - TESTAMENTOS ESPECIAIS

Gomes, Orlando Grupo Gen - Editora Forense PDF

Capítulo 15

TESTAMENTOS ESPECIAIS

Sumário: 109. Classificação. 110. Testamento marítimo. (RA)

111. Testamento aeronáutico (RA). 112. Caducidade. 113. Testamento militar. 114. Testamento nuncupativo.

109. Classificação. Ao lado dos testamentos comuns, a lei disciplina formas especiais, autorizadas em determinadas circunstâncias, que se distinguem pela maior simplicidade.

No Direito contemporâneo, foram abolidas as modalidades que não se justificam, pela dificuldade em que se encontre excepcionalmente quem deseje, em certo momento, testar.

Sobreviveram, nessa linha de pensamento, o testamento marítimo, o militar e o que se permite em caso de calamidade pública. Acrescentou-se o testamento aeronáutico.

O Direito pátrio (RA) conhecia (RA) tão só o testamento marítimo e o militar. Realmente, há motivos de calamidade pública que inibem o indivíduo de valer-se de uma das formas comuns de testamento.

Assemelha-se a situação à de quem esteja em praça sitiada, não se compreendendo por que, nessa hipótese, se concede o uso de forma especial, e, na outra, se negue, por omissão da lei.

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Medium 9788502076006

5. Infração Tributária e Ilícito Penal Tributário

Tavares, Alexandre Macedo Editora Saraiva PDF

5

5.1

Infração Tributária e

Ilícito Penal Tributário

INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA: CONCEITO OPERACIONAL

Como aponta Zelmo Denari, “o Direito utiliza-se do termo ‘infração’ para designar a violação de uma norma de conduta prevista no ordenamento jurídico ou em simples cláusula contratual resultante de um acordo de vontades, quer se trate de matéria de direito público, quer de direito privado”281.

O comportamento que implica inobservância do dever jurídico, insculpido em uma lei fiscal, pode revestir o caráter de mera infração tributária, também denominado ilícito administrativo tributário, bem como tipificar um ilícito penal tributário (crimes fiscais).

Em nota do inigualável Rubens Gomes de Sousa, “a característica conceitual da infração tributária reside na circunstância de estar em conexão com a obrigação tributária, principal ou acessória (deveres)”282. Segundo Héctor Villegas,

“infração tributária é a violação das normas jurídicas que estabelecem as obrigações tributárias”283.

Atento à dimensão semântica do termo infração, Eduardo Marcial Ferreira

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Medium 9788541203562

17 Cardápios e Dietas Hospitalares

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

17  |  Cardápios e Dietas Hospitalares 

CC

255

Introdução

Os cardápios hospitalares, assim como os gerais, seguem as mes‑ mas regras especificadas no Capítulo 14, Cardápios Institucionais.

Deste modo, em sua elaboração, a adequação com relação à variação de cores, textura e sabor é tão importante quanto a consideração de outros aspectos que determinam a capacidade de produção e que são fundamentais para garantir a operacionalização, como mercados abas‑ tecedores, instalações, disponibilidade financeira, de equipamentos e utensílios.

A terapia nutricional pode ser administrada por vias oral, enteral e parenteral. Considerando a via oral, independentemente da situação do paciente, é importante haver alimentação adequada às necessida‑ des nutricionais, que devem ser estabelecidas em um plano de acom‑ panhamento. Esse deve considerar a condição clínica e as alterações fisiopatológicas existentes, assim como as condições da cavidade oral e a deglutição. Ao mesmo tempo, é necessário ter como base as leis fundamentais de alimentação de Escudero (quantidade, qualidade, harmonia e adequação), assim como as recomendações nutricionais mais atuais que levam em conta os guias alimentares, como a pirâ‑ mide alimentar (Ministério da Saúde, 2005). As mudanças devem ser realizadas somente perante ações que visem compensar ou atenuar as alterações fisiopatológicas. Por exemplo, a restrição proteica em caso de insuficiência renal não dialítica, visando diminuir a formação de amônia.

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Medium 9788527729604

Capítulo 27 - Aves

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Guanabara Koogan PDF

CAPÍT ULO

27

Aves

• FILO CHORDATA

• Classe Aves

Cegonhas durante migração noturna.

Aves

Chordata

Longa viagem até o lar de verão

Algumas aves, tendo dominado o voo, usam esse poder para fazer as longas migrações sazonais. O deslocamento entre regiões de invernada ao sul e de reprodução ao norte, com longos dias de verão e abundância de insetos, provê os pais de grande quantidade de alimento para criar seus filhotes. Os predadores de aves não são tão abundantes no extremo norte, e uma breve aparição, 1 vez por ano, de aves jovens vulneráveis não favorece o crescimento de populações de predadores.

A migração também aumenta imensamente o espaço disponível para a procriação e reduz o comportamento territorial agressivo. Finalmente, a migração favorece a homeostase – o equilíbrio de processos

Hickman 027.indd 607

fisiológicos que mantêm a estabilidade interna – permitindo às aves evitar os extremos climáticos.

O cenário migratório inspira admiração, e os mecanismos fisiológicos da migração são igualmente desafios aos pesquisadores. O que determina o momento da migração e como cada ave estoca energia suficiente para essa jornada? Como se originaram as eventuais difíceis rotas migratórias, e quais as pistas que as aves usam na navegação? Como o instinto dirige as ondas migratórias na primavera e no outono, levando com êxito a maioria das aves a seus ninhos no norte, enquanto outras incontáveis falham e morrem, carreadas por essa tarefa sempre desafiadora?

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Medium 9788521622918

8. Chaves Seccionadoras Primárias

MAMEDE FILHO, João LTC PDF

8

Chaves Seccionadoras

Primárias

8.1 INTRODUÇÃO

Segundo a NBR 6935, chave é um dispositivo mecânico de manobra que na posição aberta assegura uma distância de isolamento e na posição fechada mantém a continuidade do circuito elétrico nas condições especificadas.

A mesma norma define o seccionador como um dispositivo mecânico de manobra capaz de abrir e fechar um circuito, quando uma corrente de intensidade desprezível é interrompida ou restabelecida e quando não ocorre variação de tensão significativa através dos seus terminais. É também capaz de conduzir correntes sob condições normais do circuito e, durante um tempo especificado, correntes sob condições anormais, tais como curtos-circuitos.

Por interruptor se entende o dispositivo mecânico de manobra capaz de fechar e abrir, em carga, circuitos de uma instalação sem defeito, com capacidade adequada de resistir aos esforços decorrentes.

Já o seccionador interruptor é o dispositivo definido como interruptor e que, além de desempenhar essa função, é capaz de, na posição aberta, garantir a distância de isolamento requerida pelo nível de tensão do circuito. Ao longo deste capítulo, o seccionador também será chamado de chave seccionadora ou simplesmente chave, tendo em vista o uso já consagrado desses termos.

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Medium 9788502108035

2. Aplicação, interpretação e argumentação

Macedo Júnior, Ronaldo Porto Editora Saraiva PDF

34

Direito em Debate

Neil MacCormick

dades de um direito excessivo vão de encontro à boa consciência de um ser humano e, no entanto, também na sua consciência, ele pode considerar, muitas vezes, que a conformidade com o direito pelo bem da paz e da ordem é, dentre os males, o preferível. Independentemente de consciência, pode-se ter conhecimento da pressão exercida pela ameaça ou probabilidade de sanções legais no caso de não conformidade, e, considerando isso, obedecer a alguma regra de direito embora com ela não reconheça qualquer compromisso moral.

Para qualquer pessoa inclinada a sustentar que uma ideia kantiana ou pós-kantiana de autonomia ou autocomando seja um elemento basilar de qualquer código moral ou ordenamento moral verdadeiro, decorre que existe, de fato, uma diferença conceitual entre a lei do Estado (states-law) e a lei moral (moral law). Isso é verdadeiro ainda que o Estado deva ter algum compromisso com a justiça se pretender que suas normas sejam sequer consideradas como lei.

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Medium 9788521622055

Capítulo 11 - Estrutura de Armazenamento de Massa

Silberschatz, Abraham Grupo Gen - LTC PDF

11

Estrutura de

Armazenamento de Massa

O sistema de arquivos pode ser visto logicamente como constituído por três partes. No Capítulo 9, examinamos a interface do usuário e do programador para o sistema de arquivos. No Capítulo 10, descrevemos as estruturas de dados e algoritmos internos usados pelo sistema operacional na implementação dessa interface. Neste capítulo, discutimos o nível mais baixo do sistema de arquivos: as estruturas de armazenamento de massa. Primeiro, descrevemos a estrutura física dos discos e fitas magnéticos. Em seguida, descrevemos os algoritmos de scheduling de disco que organizam a ordem de I/Os de disco para melhorar o desempenho. Depois, discutimos a formatação do disco e o gerenciamento dos blocos de inicialização, blocos danificados e espaço de permuta. Examinamos então a estrutura

11.1

CAPÍTULO

de armazenamento de massa, abordando a confiabilidade do disco. Concluimos com a abordagem da arquitetura RAID.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Descrever a estrutura física dos dispositivos de armazenamento de massa e seus efeitos sobre o uso dos dispositivos.

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Medium 9788541201995

Capítulo 4. Outros Cuidados Pré e Pós‑operatórios

Maia, Daniel Eichemberg Fernandes e Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

4

Outros Cuidados

Pré e Pós‑operatórios

Orlando Contrucci Filho, Rafaela Cristina Coelho Muniz e

Raul Ramos

MAIA-CAP 04.indd 19

30/04/2013 18:49:44

Rev. Confirming Pages

20 

XX

Parte 1 Ù Aspectos Gerais

I� ntraoperatório | Preparação da sala cirúrgica e paramentação

Após rea­li­zar um bom pré‑operatório, é necessário garantir um intraoperatório seguro, diminuindo as chances de com‑ plicações no pós‑operatório. Para começar, o ideal é que, an‑ tes da cirurgia, o paciente tome um banho cuidadoso, de pre‑ ferência com produtos degermantes e esponja para fricção. A sala cirúrgica deve estar bem preparada e limpa, com ilumi‑ nação adequada, e todos os equipamentos necessários para o ato operatório devem estar disponíveis. O paciente deve ser corretamente posicionado na mesa cirúrgica e seguro na mesma, utilizando somente roupas estéreis, assim como toda a equipe cirúrgica, a qual deve estar devidamente paramen‑ tada, utilizando roupa estéril, propés, touca e máscara. To‑ das as barreiras devem ser impermeá­veis à água e a outros fluidos, para evitar contaminação. Durante toda a cirurgia, é essencial que a temperatura da sala seja mantida entre 20°C e 23,8°C, evitando expor o paciente à hipotermia. Alguns pa‑ cientes, por sua vez, necessitam de aquecimento ativo, além da manutenção da temperatura ­ideal da sala e do uso de co‑ bertores, meias, toucas e de limitação de exposição do pa‑ ciente.

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