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Parte 8 - Seção 16 | 56 - Glândula Suprarrenal

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

56

Se­ção 16 | ABDOME

Glândula Suprarrenal

Caso 56.1  Síndrome de Cushing

Mulher, 27 anos, procurou médico endocrinologista queixando-se de “excesso de peso”. Referiu índice de massa corporal satisfatório desde a adolescência, porém, nos últimos 6 meses vem apresentando ganho ponderal significativo, com acúmulo adiposo exclusivamente centrípeto (tronco e pescoço). Ao exame físico foram observados face “de lua cheia”, estrias violáceas nas coxas, acne em grande quantidade, diminuição do volume mamário e aumento dos pelos corporais (hirsutismo). Após a história clínica e exame físico, a paciente foi submetida a TC, a qual revelou imagem sugestiva de adenoma suprarrenal direito

(Figura 56.1.1). Os exames séricos e urinários detectaram elevados níveis de cortisol. O teste de supressão com dexametasona confirmou suspeita de síndrome de Cushing.

Figura 56.1.1 TC abdominal com meio de contraste oral, em secção transversal, evidenciando aumento de volume da região suprarrenal direita (círculo), de baixa densidade, sugestivo de adenoma suprarrenal.

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Parte 2 - Seção 1 | 2 Cabeça e Pescoço

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

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Se­ção 1 | OSTEOLOGIA

Cabeça e Pescoço

Caso 2.1  Traumatismo craniano

Homem, 24  anos, após ­queda de moto sem capacete, sofreu traumatismo em região lateral da cabeça.

Chegou inconsciente ao serviço de emergência, onde foi rea­li­zada tomografia computadorizada (TC) de crânio. O exame evidenciou hematoma epidural com efeito de mas­sa, e fratura craniana (Figura 2.1.1).

Encaminhado para cirurgia de emergência, foi rea­li­zada craniotomia, cauterização de vaso arterial local

(Figura 2.1.2) e drenagem do hematoma (Figura 2.1.3).

Músculo temporal

Dura-máter

Figura 2.1.1 TC de crânio, corte axial, evidenciando

­área hiperdensa cor­respondente ao hematoma epidural (linha tracejada).

Figura 2.1.2 Imagem do ato operatório após craniotomia, com v­ isua­lização da dura-máter e da artéria comprometida (setas).

Figura 2.1.3 Imagem de fragmento do os­so temporal (seta) durante ato operatório, em que se observa grande hematoma aderido ao osso.

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Parte 2 - Seção 3 | 10 - Cabeça e Pescoço

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

Se­ção 3 | MIOLOGIA

Cabeça e Pescoço

10

Caso 10.1  Torcicolo muscular anterior

Mulher, 42  anos, procurou ambulatório ortopédico com queixa de dor à movimentação da cabeça. À inspe­ção, sinalizou dor em topografia da região anterolateral do pescoço à es­querda (Figura 10.1.1). Ao exame físico foi observada piora da dor ­quando da inclinação ipsolateral e rotação contralateral da cabeça, confirmando ­quadro de torcicolo. Em razão da dor intensa, foi rea­li­zada imobilização com colar cervical

(Figura 10.1.2) e foram prescritos medicação anti-inflamatória e relaxante muscular, com melhora posterior do ­quadro clínico.

Figura 10.1.1 Imagem da inspe­ção da paciente, em que ela sinaliza a ­área de dor, em topografia de região anterolateral de pescoço es­querdo.

Figura 10.1.2 Imagem da imobilização em colar cervical da região do pescoço, em vista anterior e de perfil.

Questões

A) A paciente apresentou torcicolo. Descreva as camadas ­muscula­res do pescoço.

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2 - Investimentos

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Atlas PDF

2

I nvestimentos

2 .1   C O N C E I TO

2 .1.1  C onc ei to “a mp lo ”

De forma genérica, o termo “investimentos” se confunde com o conceito de ativo, designando todas as aplicações de recursos feitas pela empresa a fim de atingir os seus objetivos operacionais.

É nesse sentido que se fala em “retorno sobre o investimento” – que nada mais é do que a comparação do lucro operacional com o total aplicado pela empresa em seu ativo – ou, ainda, nos fluxos de caixa, quando é segregada a movimentação decorrente das atividades de “investimentos” – com base na variação dos valores do ativo.

2 .1. 2  C onc ei to “r est r i to ”

Abrange apenas as aplicações feitas pela empresa em valores que não estejam ligados diretamente às suas atividades operacionais, especialmente em títulos e valores mobiliários, seja em caráter temporário ou permanente.

2 .2   IN V E STIME N TOS T E MPORÁRIOS

2 . 2 .1   C onc ei to

Para a empresa que, por qualquer circunstância de mercado, passa a ter capital de giro que deverá ficar ocioso por certo período e não quer que esse capital fique parado sem lhe proporcionar rendimento, a única solução é aplicar essas disponibilidades em investimentos de natureza temporária, tais como: fundos e certificados de depósitos bancários, títulos públicos, ouro, dólar, ações ou quotas de outras sociedades etc.

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Parte 6 - Seção 12 | 48 - Intestinos

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

48

Intestinos

Caso 48.1  Obstrução intestinal

Criança, 6 anos, sexo masculino, residente em comunidade carente, foi encaminhado ao ambulatório pediátrico queixando-se de dores abdominais difusas, perda ponderal e icterícia. Ao exame físico foram observados abdome distendido, emagrecimento significativo, icterícia (+2/+4) e dor à palpação profunda de toda extensão abdominal. Exames de imagem sugeriram distensão intestinal e oclusão por verminose

(Figura 48.1.1). Em função do quadro ictérico o menino foi ainda submetido a endoscopia, que evidenciou verme Ascaris lumbricoides impactado na papila duodenal maior (Figura 48.1.2). O paciente foi submetido a cirurgia desobstrutiva (Figura 48.1.3) e tratamento vermífugo.

Figura 48.1.2 Imagem endoscópica revelando verme Ascaris lumbricoides

(setas) impactado em papila duodenal maior.

Figura 48.1.1 Imagem radiográfica abdominal,

AP, revelando imagens salpicadas (setas pretas) em topografia ileal e distensão intestinal (setas brancas) sugestivas de obstrução intestinal por verminose.

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Parte I - Capítulo 2 - Da revolução urbana à idade média

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Atlas PDF

2

Da revolução urbana

à idade média

objeTivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar os seguintes conceitos:

· Principais contribuições à formação do conhecimento administrativo, desde a

época das primeiras organizações até a Idade Média.

· Funcionamento dessas contribuições nas organizações da atualidade.

inTrodução

Neste capítulo e no próximo, você estudará a história das organizações e da administração, desde a Antiguidade até os dias de hoje. Antiguidade, neste livro, é o período que começa há cerca de seis mil anos, na região que hoje é o chamado Oriente

Médio. Antes dessa Antiguidade, estávamos na pré-história, que começa na “noite dos tempos”. Na pré-história, não havia cidades. Nossos antepassados viviam em grupos

AMARU.indb 19

5/5/17 8:30 AM

20

parte I

conceitos básicos

nômades de caçadores-coletores, num estilo de vida muito similar ao que os europeus encontraram no Brasil do século XVI.

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11 - Ajuste a valor presente

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Atlas PDF

11

Ajuste a Valor Presente

1 1 .1   IN T RODU ÇÃO

Uma das funções da contabilidade é ser um instrumento útil para a gestão das entidades, que possa indicar, com clareza, rumos a serem seguidos pelos gestores.

Para que consiga cumprir bem esse papel, os demonstrativos contábeis têm que representar com fidedignidade a situação econômica e financeira da entidade.

Uma das exigências da Lei no 11.941/2009 é que os ativos e passivos de longo prazo sejam ajustados ao seu valor presente, no momento do reconhecimento, na

Demonstração da Posição Financeira. Os ativos e passivos de curto prazo também devem ser trazidos a valor presente se os efeitos disso forem relevantes.

Isso corrige distorções nos demonstrativos causadas pela desconsideração do valor do dinheiro no tempo e traz a estes maior grau de relevância e confiabilidade, passíveis de verificação por terceiros, além de ficar em linha com a característica qualitativa da neutralidade. Dessa forma, em acordo com a estrutura conceitual para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis.

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13 - Subvenção e assistência governamentais

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Atlas PDF

13

S ubvenção e Assistência

Governamentais

1 3 .1   IN TRO D U ÇÃO

Por vezes, as entidades recebem assistências e subvenções governamentais. Isso pode ocorrer por diversas razões, desde incentivos que se queira dar a algum segmento até a atração de investimentos para fomento da economia local e geração de empregos.

Subvenções estão ligadas a contribuições pecuniárias do governo para a entidade, mas não só restritas a ela. Geralmente, ocorrem em troca do cumprimento de determinadas exigências relacionadas à operação da empresa, por exemplo, número mínimo de funcionários, tempo de permanência etc. São diversas as formas de subvenção, podem ser por meio de subsídios, incentivos fiscais, doações, prêmios etc.

Assistência governamental envolve o fornecimento, por ações do governo, de benefícios econômicos específicos a uma determinada entidade ou a um grupo de entidades que atendam a critérios específicos. O propósito da assistência governamental

é encorajar a entidade a seguir certo rumo que, normalmente, ela não teria tomado se não fosse pela assistência.

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Parte IV - Capítulo 12 - Pessoas e diferenças individuais

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Atlas PDF

12 pessoas e diferenças individuais1 objeTivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar os seguintes conceitos:

· Importância do estudo das características individuais para a administração das

·

·

organizações.

Diversidade e individualidade.

Atributos que diferenciam as pessoas – percepção, atitudes, inteligência, personalidade etc. – e seu impacto sobre a administração das organizações.

inTrodução

Como vimos no capítulo anterior, o entendimento das diferenças individuais é um dos focos principais de estudo do comportamento organizacional. As diferenças

1

AMARU.indb 201

O autor registra seus agradecimentos e sua dívida intelectual com Anna Mathilde Pacheco e Chaves Nagel

Schmidt, do Instituto de Psicologia da USP, pela inestimável colaboração na preparação deste capítulo.

5/5/17 8:31 AM

202

parte IV

Enfoque do comportamento humano

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12 - Ajuste de avaliação patrimonial

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Atlas PDF

12

Ajuste de Avaliação

Patrimonial

1 2 .1   IN TROD UÇÃO

Alguns ativos e passivos devem, de acordo com as novas normas, ser avaliados ao seu valor justo. Como exemplo, podemos citar os estoques de produtos agrícolas, reestruturações societárias, avaliações de instrumentos financeiros disponíveis para venda, ajuste de conversão em função de variação cambial de investimentos societários no exterior etc.

A medição a valor justo tem por objetivo fazer com que os ativos e passivos aproximem-se do seu real valor de troca ou de liquidação.

A Lei no 11.941/2009 alterou a Lei no 6.404/76, trazendo uma nova conta na estrutura do patrimônio líquido: a conta de ajuste de avaliação patrimonial. Vejamos o que diz o inciso III do § 2o do art. 178:

“§ 2o No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos:

(...)

III – patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados.” (Grifo nosso.)

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Parte IV - Capítulo 13 - Competências e aprendizagem

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Atlas PDF

13

Competências e aprendizagem objeTivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar os seguintes conceitos:

·

·

·

·

·

·

·

Conceito e principais tipos de competências.

Como graduar competências para refletir diferentes níveis de complexidade.

Que são referenciais ou modelos de competências.

Aprendizagem.

Principais teorias ou perspectivas sobre a aprendizagem.

Como as aptidões se transformam em competências.

Estilos de aprendizagem, que determinam as preferências pelos métodos educacionais.

inTrodução

Competência é um conceito intuitivo, que faz parte da linguagem comum. Expressões como “é uma pessoa competente”, “procuro alguém competente” ou “quem não tem competência não se estabelece” não precisam de explicações.1

1

AMARU.indb 229

MARBOT, É. Compétences: la référence de la gestion des emplois. In THÉVENET, M., DEJOUX, C., MARBOT, É, &

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Parte III - Capítulo 8 - Papel dos gerentes

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Atlas PDF

8 papel dos gerentes

objeTivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar os seguintes conceitos:

· Principais contribuições para o entendimento do papel dos gerentes nas

·

·

organizações.

Diferenças no trabalho de três níveis hierárquicos de gerência.

Principais habilidades que influenciam o desempenho dos gerentes.

inTrodução

A escola clássica – cujos protagonistas principais foram Taylor, Fayol, Weber e Ford

– é um estágio na evolução das ideias e práticas da administração, que se originou de contribuições que vieram do passado. Da mesma forma, as sementes plantadas pelos clássicos deixaram inúmeros descendentes.

Uma importante família de descendentes da escola clássica é representada pelos estudos sobre o papel e as habilidades dos gerentes. A semente desses estudos é a obra de Fayol. Quando ele fala de administração, está falando do trabalho do administrador.

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Parte 5 - Seção 8 | 27 - Organização Geral do Sistema Nervoso

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

27

Se­ção 8 | SISTEMA NERVOSO CENTRAL

Organização Geral do Sistema Nervoso

Caso 27.1  Encefalomielite aguda disseminada (ADEM)

Criança, 9 anos, sexo feminino, há alguns dias iniciou quadro de vômitos diários sem outros sintomas associados, sendo levada pela mãe ao pediatra. Na consulta, foi feito o diagnóstico de amigdalite e iniciada antibioticoterapia oral. Duas semanas após, os vômitos persistiram associados a visão turva, cefaleia holocraniana, convulsão, irritabilidade e marcha atáxica. Encaminhada a um serviço de emergência, apresentava-se afebril, desorientada, atáxica; observou-se a presença de nistagmo horizontal e hiporreflexia profunda bilateral. Solicitada ressonância magnética (RM) de crânio, observaram-se nas sequências

T2 e FLAIR múltiplas lesões hiperintensas da substância branca cerebelar; córtex frontoparietal, córtex temporal e medula cervical, todas com aspecto desmielinizante, mesmo tempo de evolução e com realce pelo contraste (Figura 27.1.1). O exame do líquido cefalorraquidiano (LCR) demonstrou pleocitose linfocítica e hiperproteinorraquia. Afastados diagnósticos diferenciais, foi levantada a hipótese de encefalomielite aguda disseminada, sendo indicado tratamento com corticoide em pulso. Ao 5o dia de tratamento, a paciente apresentava melhora significativa dos sintomas, evoluindo sem sequelas. Nova RM, 6 meses mais tarde, mostrou redução das lesões.

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Parte 5 - Seção 8 | 30 - Tronco Encefálico

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

30

Tronco Encefálico

Caso 30.1  Mielinólise pontina central (MPC)

Mulher, 24 anos, estudante, portadora de anorexia nervosa grave, deu entrada em hospital com sinais francos de desnutrição. Após exames laboratoriais, identificou-se hiponatremia intensa (Na: 105 mEq/l), sendo realizada reposição imediata. Cinco dias após a correção do sódio, a paciente apresenta-se com dificuldade progressiva para deglutir, odinofagia, sialorreia, disartria e fraqueza nas quatro extremidades, com dificuldade na marcha. Não apresentou antecedentes de doenças neurológicas. O exame revelou oftalmoparesia e paresia facial bilateral, diparalisia de palato e dificuldade para protrair a língua; quadriplegia, hiper-reflexia profunda global, com clônus esgotável em membros inferiores, sinal de Babinski e sinal de Hoffman presentes bilateralmente. A RM de crânio evidenciou área hipointensa, nas imagens pesadas em T1, e hiperintensa em T2 na região central da ponte (Figura 30.1.1). Apesar da intervenção terapêutica precoce a paciente evoluiu para a síndrome do encarceramento (locked-in), em decorrência da mielinólise pontina central (MPC).

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Parte 4 - Seção 7 | 24 - Traqueia e Brônquios

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

Se­ção 7 | VIAS RESPIRATÓRIAS INFERIORES

Traqueia e Brônquios

24

Caso 24.1  Obstrução de vias respiratórias

Criança, 4 anos, sexo feminino, é levada ao pediatra pela mãe com queixa de crises de chiado no peito há

2 meses. A mãe relata ter levado a criança a uma emergência há 1 mês, na qual foi diagnosticada crise de asma com prescrição de nebulização e broncodilatadores. Entretanto, a criança vem apresentando diariamente dificuldade para respirar associada ao chiado no peito, além de ter ficado cianótica na madrugada anterior. À ectoscopia a criança mostra-se cianótica (+/++++) e dispneica, com uso de musculatura acessória, e ao exame do aparelho respiratório observa-se hipertimpanismo em 2/3 inferiores do hemitórax direito com diminuição do murmúrio vesicular do mesmo lado, além de sibilos difusos. Foi realizada radiografia de tórax, que confirmou os achados do exame físico (Figura 24.1.1). A broncoscopia evidenciou a presença de caroço de feijão em brônquio-fonte direito. Após a retirada a criança evoluiu bem e teve a medicação suspensa.

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