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Medium 9788597008340

7. Formação do preço de venda, markup e margem de contribuição – mcu e mct

VEIGA, Windsor Espenser; SANTOS, Fernando de Almeida Atlas PDF

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FORMAÇÃO DO PREÇ O DE

VENDA, MARKUP E M A R GE M DE

CONTRIBUI ÇÃO – M CU E MCT

O objetivo da formação do preço é obter um valor de venda suficiente para cobrir todos os custos e despesas envolvidos, e poder direcionar o lucro desejado. Deve-se considerar também o retorno do investimento realizado, a competitividade, a missão empresarial, a sobrevivência da entidade, a elasticidade do mercado, bem como a fixação da marca, estágios do ciclo de vida do produto e a competitividade diante de seus principais concorrentes.

É relevante destacar a relação da área de custos com a formação do preço de venda. Neste capítulo são apresentados aspectos que devem ser considerados na formação do preço de venda. Aspectos relacionados à margem de contribuição serão abordados, também, no Ca-

pítulo 9.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda.

›› Conhecer e saber utilizar os conceitos relacionados a markup e margem de contribuição.

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Medium 9788577800148

CAPÍTULO 4 - DETERMINANTES E PROJEÇÕES DA DEMANDA TURÍSTICA

Cooper, Chris Grupo A - Bookman PDF

INTRODUÇÃO

Este capítulo enfoca os principais determinantes da demanda turística e prossegue mostrando como a compreensão dessas influências subjacentes nos permite prever essa demanda. É difícil fazer generalizações quanto aos determinantes da demanda. Há, por exemplo, um problema específico ao se relacionar diferentes níveis de generalização. Em um nível (no Capítulo 2) nós já consideramos o comportamento do consumidor individual em relação ao turismo e analisamos as várias influências sobre esse comportamento. Neste capítulo, iniciaremos considerando os determinantes específicos da demanda no nível individual e depois demonstraremos como eles podem ser agregados para explicar os padrões e ritmos da demanda turística em nível global. Assim, poderemos demonstrar que aqueles países com um alto nível de desenvolvimento econômico, e que têm uma população estável e urbana, são os maiores geradores da demanda turística.

A compreensão dos determinantes da demanda é fundamental para se prever a demanda futura. Por exemplo, podemos prever que a demanda efetiva para o turismo estará altamente concentrada nas nações industrializadas e ricas. Essa informação é importante para os gestores, e previsões de turismo precisas são essenciais para auxiliar na tomada de decisão tanto dos governos, quanto do mercado. A seção final do capitulo examina as diferentes abordagens disponíveis para as previsões da demanda turística e as razões pelas quais devemos manter as previsões. Uma dessas razões é que o turismo é um negócio perecível e seus ativos, como número de leitos ou de assentos em aeronaves, não podem ser estocados. Não restam dúvidas de que previsões são necessárias, apesar dos argumentos que, uma vez que o turismo é um negócio volátil operando em um mundo de mudanças rápidas e inesperadas, previsões seriam cada vez mais irrelevantes.

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Medium 9788536306155

9. Espaços Vetoriais Arbitrários

Anton, Howard Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

Os espaços vetoriais arbitrários e, em especial, os espaços vetoriais de funções, são utilizados na análise do formato de ondas e no novo campo de wavelets. As aplicações incluem, por exemplo, a predição de terremotos, a síntese musical, a dinâmica dos fluidos, o reconhecimento facial e vocal e a prospecção de petróleo.

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Espaços Vetoriais Arbitrários

Seção 9.1

Axiomas de Espaço Vetorial

O conceito de espaço vetorial foi generalizado várias vezes ao longo deste texto. Começamos vendo vetores como quantidades com comprimento, direção e sentido, depois como setas em duas ou três dimensões, daí como pares ou ternos ordenados de números reais e então como ênuplas de números reais. Várias vezes também indicamos que existem outras generalizações úteis do conceito de espaço vetorial. Nesta seção, vamos discutir essas generalizações. Em alguns exemplos, será necessário algum conhecimento de Cálculo.

AXIOMAS DE

ESPAÇO VETORIAL

Nosso objetivo primário nesta seção é especificar os requerimentos que nos permitirão ver um conjunto arbitrário de objetos munido de duas operações como um espaço vetorial. A idéia básica é impor restrições adequadas às operações para garantir que os teoremas familiares sobre vetores continuem valendo. A idéia não é complicada, n pois, se traçarmos a genealogia dos teoremas algébricos sobre R e seus subespaços (excluindo os que envolvem produto escalar), veremos que a maioria desses resultados segue de um número reduzido de propriedades centrais:

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Medium 9788502171749

4. MODIFICAÇÕES LEGISLATIVAS (REDAÇÃO)

Caminha, Uinie Editora Saraiva PDF

A Lei de Improbidade Administrativa (DIAS: 2012, p. 131) aplica-se, no que couber, ao agente responsável pela não transferência injustificada do programa de atendimento socioeducativo, no prazo estabelecido no art. 85 da Lei n. 12.594/2012.

O Poder Judiciário e o Poder Executivo Municipal não poderão realizar despesas para a manutenção dos programas de atendimento socioeducativo que indevidamente não foram transferidos, no prazo legal (arts.

83 e 84 da Lei 12.594/2012), para os devidos entes responsáveis.

Para além da possibilidade de interdição dos programas de atendimento socioeducativos, os agentes responsáveis pela não transferência também poderão ser sancionados administrativa, civil e criminalmente, haja vista que caracteriza tal comportamento um “ato de improbidade administrativa”.

4. MODIFICAÇÕES LEGISLATIVAS (REDAÇÃO)

O art. 86 da Lei n. 12.594/2012 descreve alterações aos dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente que se relacionam ao atendimento socioeducativo, bem como às providências judiciais a serem adotadas para realização da finalidade socioeducativa.

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Medium 9788530972943

Capítulo Primeiro - DAS OBRIGAÇÕES EMPRESARIAIS

MARTINS, Fran Forense PDF

Capítulo Primeiro

Das Obrigações Empresariais

I

DAS OBRIGAÇÕES EMPRESARIAIS

1. Noção – Muitas vezes, em virtude de um acordo de vontades, pela prática de um ato ilícito ou mesmo pela manifestação unilateral de sua própria vontade, a pessoa se obriga a dar, fazer ou não fazer alguma coisa. Essa obrigação, uma vez assumida, toma sentido jurídico e constitui, daí por diante, um ônus cujo cumprimento não deverá deixar de ser realizado. Se, por acaso, tal acontecer, o indivíduo que a assumiu será passível de medidas destinadas a ressarcir os danos ou prejuízos causados por ditos compromissos.

A parte do Direito que trata dessa matéria tem o nome de Direito das obrigações. Estuda ele o conteúdo do compromisso – obrigação, na terminologia jurídica – assumido pelo indivíduo, a sua formação, os modos como pode ser satisfeito, o tempo de sua duração. Penetrando em sua essência, põe em contato as pessoas que estão ligadas em virtude desse vínculo, procurando situar a posição de umas diante das outras.

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