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Medium 9788581140995

6 - Diabetes insipidus

Vencio, Sérgio Grupo Gen - AC Farmacêutica PDF

6

Diabetes insipidus

André Gustavo Daher Vianna

Cristina Spacki

Aspectos clínicos relevantes

O diabetes insipidus (DI) é uma condição na qual as principais características são a poliúria e a polidipsia. Define-se poliúria como sendo um débito urinário acima de 3L/ dia em adultos e 2L/m² em crianças.

Existe uma relação linear, a partir de certos níveis, entre a osmolalidade plasmática, a secreção de hormônio antidiurético (ADH) pela neuro-hipófise e o surgimento da sede.

Nota-se que o mecanismo de sede é desencadeado pouco depois do aumento da secreção de ADH (Figura 6.1).

ADH plasmático (pg/mL)

14

12

10

8

Surgimento da sede

6

4

2

0

270

275

280

285

290

295

300

305

310

Osmolalidade plasmática (mOsm/kg)

Figura 6.1  Relação entre a concentração plasmática de hormônico antidiurético (ADH) e a osmolalidade plasmática.

Quando se exclui a poliúria osmótica causada por diabetes mellitus, existem três causas importantes de poliúria em nível ambulatorial: DI central, DI nefrogênico e polidipsia primária. As três causas cursam com uma forma de poliúria na qual a urina

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Medium 9788570065803

15 - Ceratoconjuntivite Adenoviral

Alves, Milton Ruiz Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

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Ceratoconjuntivite Adenoviral

Milton Ruiz Alves

▌ ▌ DEFINIÇÃO

Inflamação da conjuntiva com resposta folicular, bilateral e altamente contagiosa.

■■ Fase aguda de infecção conjuntival e epitelial corneana, com replicação viral ativa.

■■ Fase tardia, menos comum, na forma de infiltrados corneanos de origem imunológica.

▌ ▌ EPIDEMIOLOGIA

■■ Sem predileção por sexo ou raça. Pode acometer pacientes de qualquer idade, sem predispo-

sição genética.

■■ Vinte a 70% das conjuntivites agudas são virais e o adenovírus é a causa mais comum de con-

juntivite aguda no mundo. O adenovírus pode viver em superfícies porosas secas, dedos, piscinas, etc., por até cinco semanas.

■■ Prevenção da infecção: evitar o contato com pacientes contaminados (infecção intrafamiliar

ocorre em 20% a 40% dos casos) e adotar medidas de higiene (uso de lenços de papel, restringir o uso de toalha de pano, não coçar os olhos, higienizar frequentemente as mãos com

álcool-gel a 70%, evitar cumprimentos com as mãos e beijos, etc.).

▌ ▌ FISIOPATOGENIA

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Medium 9788572889759

Capítulo 6 - Caso Clínico 5

Eduardo, Carlos de Paula Grupo Gen - Livraria Santos Editora PDF

Estética Dental – Como Fazer e Como Manter

mais interessante realizar o tratamento dos seis dentes anteriores, visto que o resultado estético seria mais satisfatório; porém, a paciente optou por não realizá-lo.

O tratamento iniciou-se com a moldagem das arcadas superior e inferior e a confecção de provisórios prensados pelo TPD

(Técnico em Prótese Dentária).

Fig. 6.2 – Vista frontal inicial do caso clínico. Comprometimento estético dos incisivos e caninos superiores.

Dente 12 bastante escurecido.

Fig. 6.3 – Vista frontal inicial do caso clínico. Comprometimento estético dos incisivos e caninos superiores.

Dente 23 completamente escurecido.

Fig. 6.4 – É importante observar o desgaste na borda incisal do dente 21, bem como a extrusão do dente 31 que apresenta retração gengival.

Fig. 6.5 – Notar o desgaste na borda incisal do dente 21.

Vistas palatina e vestibular dos provisórios prensados dos dentes 13, 12, 21 e 23

(Ivocron, IvoclarVivadent) (Figs. 6.6 a 6.9).

Forma e contorno dos dentes estabelecendo

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Medium 9788536327006

25. TRATAMENTO DA PERDA DE MEMÓRIA E DO DÉFICIT COGNITIVO

Caixeta, Leonardo Grupo A - Artmed PDF

C

C AS S I O M . C . B O T T I N O

T Í B O R R ILHO P E R R O C O

CAMILA MUNIZ DE SOUZA PEDRO

O crescente envelhecimento da população contribui para o aumento do número de pessoas com doença de Alzheimer (DA) e outros tipos de demência no Brasil e no mundo

(Bottino et al., 2008). Estimativas recentes preveem que mais de 80 milhões de indivíduos serão afetados pela doença em 2040, com consequente aumento dos custos diretos e indiretos com a saúde e do número de pacientes e familiares com necessidade de lidar com uma doença que causa grandes perdas e sofrimento (Brookmeyer et al.,

2007).

A DA é uma doença cerebral degenerativa progressiva na qual a perda de memória manifesta-se precocemente, sendo considerada uma das alterações mais proeminentes e impactantes. O tratamento farmacológico da perda de memória e do déficit cognitivo da DA surgiu a partir de estudos relacionados à fisiopatologia da doença.

Este capítulo tem como objetivo discorrer sobre os principais medicamentos atualmente usados para o tratamento da DA: os inibidores das colinesterases (IchEs) e os

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Medium 9788527714334

Captulo 15- Prpuras e Afeces Vasculares

Azulay, Rubem David Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Púrpuras e Afecções Vasculares

C AP ÍT U L O

Púrpuras e AfecçõesVasculares

193

15

Elisa Fontenelle de Oliveira, David R. Azulay e Rubem D. Azulay

PÚRPURAS

Karin Krause e David R. Azulay

A lesão purpúrica decorre de uma pequena hemorragia dos vasos da derme e/ou hipoderme, cujas hemácias extravasadas são fagocitadas pelos macrófagos que transformam o pigmento hemoglobínico em hemossiderina, resultando em coloração castanho-amarelada; as pequenas lesões puntiformes têm o nome de petéquias, e as maiores, de equimoses, enquanto hematoma seria uma coleção maior em geral de natureza traumática. As lesões purpúricas diferem das lesões eritematosas porque não desaparecem à vitropressão.

É muito comum a associação do eritema à púrpura (lesão eritematopurpúrica); nesse caso, a vitropressão faz desaparecer parcialmente a lesão. As lesões purpúricas surgem por alterações tanto plaquetárias quanto vasculares.

De um modo geral, as púrpuras podem ser divididas em dois grandes grupamentos: plaquetárias e não-plaquetárias; entretanto, por comodidade didática, classificamos as púrpuras em três grupos, conforme indicado a seguir.

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