8 capítulos
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SEÇÃO 2 - ANATOMIA E FISIOLOGIA DA MÃE E DO FETO

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CAPÍTULO 2

SEÇÃO 2

Anatomia da mãe

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .14

ÓRGÃOS REPRODUTORES EXTERNOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15

ÓRGÃOS REPRODUTORES INTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .21

ANATOMIA MUSCULOESQUELÉTICA DA PELVE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .29

O conhecimento sobre a anatomia da pelve e a da parede do abdome inferior femininas é essencial à prática obstétrica. É possível haver variações importantes nas estruturas anatômicas entre as mulheres, sendo este fato particularmente verdadeiro no que se refere aos principais vasos sanguíneos e nervos.

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME

A parede anterior do abdome contém as vísceras abdominais, sofre estiramento para acomodar o útero em expansão na gravidez e provê acesso cirúrgico aos órgãos reprodutores internos.

Assim, há necessidade de um conhecimento abrangente sobre sua estrutura disposta em camadas para que seja possível penetrar cirurgicamente a cavidade abdominal.

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SEÇÃO 7 - COMPLICAÇÕES OBSTÉTRICAS

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CAPÍTULO 34

SEÇÃO 7

Hipertensão na gravidez

TERMINOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .706

DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .706

os problemas sem solução mais significativos e intrigantes em obstetrícia.

INCIDÊNCIA E FATORES DE RISCO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .709

ETIOPATOGENIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .709

FISIOPATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .714

PREDIÇÃO E PREVENÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .725

TRATAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .728

CONSEQUÊNCIAS A LONGO PRAZO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .747

Os distúrbios hipertensivos complicam 5 a 10% das gestações, formando, em conjunto, um membro da tríade mortal, juntamente com a hemorragia e infecção, que contribui muito para as taxas de morbidade e mortalidade maternas. Com a hipertensão, a pré-eclâmpsia — quer isoladamente, quer superposta à hipertensão crônica — é a mais perigosa. Conforme discutido mais adiante, a hipertensão não proteinúrica de início recente durante a gravidez — denominada hipertensão gestacional — é seguida por sinais e sintomas de pré-eclâmpsia em quase 50% das ocasiões, sendo a pré-eclâmpsia identificada em 3,9% das gestações (Martin e cols., 2009). De forma sistemática, a Organização Mundial da Saúde revê a mortalidade materna em nível mundial (Khan e cols., 2006). Nos países desenvolvidos, 16% das mortes maternas decorrem de distúrbios hipertensivos. Este percentual é maior que os das três outras causas principais: hemorragia — 13%, aborto — 8% e sepse — 2%. Nos EUA, de 1991 a 1997, Berg e colaboradores (2003) reportaram que quase 16% de 3.201 mortes maternas resultaram de complicações da hipertensão relacionada com a gravidez. De maneira importante, Berg e colaboradores (2005) reportaram, mais adiante, que mais da metade destas mortes relacionadas com a hipertensão era passível de prevenção.

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SEÇÃO 5 - FETO E RECÉM-NASCIDO

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CAPÍTULO 28

SEÇÃO 5

O recém-nascido

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

CONDUÇÃO DO NASCIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

MÉTODOS USADOS PARA AVALIAR O ESTADO DO RECÉM-NASCIDO . .594

CUIDADOS PREVENTIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

CUIDADOS ROTINEIROS AO RECÉM-NASCIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

Imediatamente após o nascimento, a sobrevida do recémnascido depende de uma transição imediata e adequada para a respiração pulmonar. Os alvéolos repletos de líquidos devem se expandir com o ar, a perfusão deve ser iniciada assim como a troca entre oxigênio e dióxido de carbono.

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR

 Estímulos à respiração pulmonar

O recém-nascido começa a inalar e chorar quase imediatamente após nascer, indicando o início da respiração ativa. Entre os fatores que parecem influenciar a primeira inalação de ar estão:

1. A estimulação física, como manusear o recém-nato durante o nascimento.

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SEÇÃO 1 - VISÃO GERAL

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CAPÍTULO 1

SEÇÃO 1

Visão geral da obstetrícia

ESTATÍSTICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2

GESTAÇÃO NOS EUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4

MEDIDAS PARA AVALIAR OS CUIDADOS OBSTÉTRICOS . . . . . . . . . . . . . .4

TÓPICOS OPORTUNOS EM OBSTETRÍCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7

A palavra obstetra é derivada do latim obstetrix, que significa parteira; de ob-sto — estar de pé diante de —, referindo-se à posição assumida em frente à parturiente. Petraglia (2008) encontrou evidências da atividade das parteiras em registros do

Egito antigo e do Império Romano. O papiro egípcio de Ebers

(1900 a 1550 AC) reconhece a ocupação de parteira como sendo da mulher e relacionada com a obstetrícia e ginecologia, particularmente com a aceleração do processo do parto e do nascimento. Petraglia também relata que serviços de parteiras foram descritos em toda a Idade Média e até o século XVIII, quando o cirurgião as substituiu em tal atividade. Nesta época, a medicina começava a comprovar que os processos científicos modernos eram melhores para as parturientes e seus lactentes do que aqueles praticados por parteiras leigas.

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SEÇÃO 3 - ANTEPARTO

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CAPÍTULO 7

SEÇÃO 3

Aconselhamento pré-concepcional

BENEFÍCIOS DO ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL . . . . . . . . . .174

BENEFÍCIOS DO ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL

DISTÚRBIOS CLÍNICOS CRÔNICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .175

DOENÇAS GENÉTICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .177

CONSELHEIROS PRÉ-CONCEPCIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .180

CONSULTA DE ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL . . . . . . . . . . .180

Em 2006, os Centers for Disease Control and Prevention

(CDCs) definiram o cuidado pré-concepcional como “um conjunto de intervenções que visam identificar e modificar riscos biomédicos, comportamentais e sociais para a saúde ou o resultado da gestação de uma mulher através da prevenção e do tratamento”. Além disso, estabeleceu as seguintes metas para melhorar o cuidado pré-concepcional:

1. Melhorar o conhecimento, as atitudes e os comportamentos de homens e mulheres com relação a saúde préconcepção;

2. Garantir que todas as mulheres em idade reprodutiva recebam os serviços de cuidado pré-concepção — como a triagem de risco baseada em evidências, a promoção da saúde e as intervenções — que possibilitarão a elas entrar na gravidez com saúde ótima;

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