8 capítulos
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SEÇÃO 6 - PUERPÉRIO

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CAPÍTULO 30

SEÇÃO 6

O puerpério

ASPECTOS ANATÔMICOS, FISIOLÓGICOS E CLÍNICOS . . . . . . . . . . . . . .646

MAMAS E LACTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .649

CUIDADOS MATERNOS DURANTE O PUERPÉRIO . . . . . . . . . . . . . . . . .654

CUIDADOS DOMICILIARES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .658

O puerpério é o intervalo que engloba as primeiras semanas subsequentes ao parto. Como esperado, a duração desse “período” não é exata, mas a maioria considera que varie de 4 a 6 semanas.

Embora seja uma fase relativamente simples quando comparada com a gravidez, o puerpério caracteriza-se por muitas alterações fisiológicas, podendo algumas delas serem simplesmente incômodas para a mãe que acabou de dar à luz, mas também podendo ocorrer complicações graves.

Certas mães se sentem abandonadas depois do parto porque o foco das atenções agora está voltado para o bebê. Desse modo, o puerpério pode ser um período de intensa ansiedade para muitas mães. Para ilustrar tal afirmação, os dados reunidos pelo Pregnancy Risk Assessment Monitoring System

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SEÇÃO 8 - COMPLICAÇÕES CLÍNICAS E CIRÚRGICAS

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CAPÍTULO 41

SEÇÃO 8

Considerações gerais e avaliação maternal

FISIOLOGIA MATERNA E ALTERAÇÕES NOS VALORES

LABORATORIAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .912

MEDICAÇÕES DURANTE A GRAVIDEZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .912

CIRURGIA DURANTE A GRAVIDEZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .913

TÉCNICAS DE IMAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .915

ULTRASSONOGRAFIA (US) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .921

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (RM) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .921

DIRETRIZES PARA AS IMAGENS DIAGNÓSTICAS DURANTE

A GRAVIDEZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .923

É difícil quantificar com exatidão a incidência e os tipos de enfermidades clínica e cirúrgica que complicam a gravidez. As estimativas foram obtidas de outros índices de hospitalização assim como de dados contidos nas certidões de nascimento

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SEÇÃO 3 - ANTEPARTO

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CAPÍTULO 7

SEÇÃO 3

Aconselhamento pré-concepcional

BENEFÍCIOS DO ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL . . . . . . . . . .174

BENEFÍCIOS DO ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL

DISTÚRBIOS CLÍNICOS CRÔNICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .175

DOENÇAS GENÉTICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .177

CONSELHEIROS PRÉ-CONCEPCIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .180

CONSULTA DE ACONSELHAMENTO PRÉ-CONCEPCIONAL . . . . . . . . . . .180

Em 2006, os Centers for Disease Control and Prevention

(CDCs) definiram o cuidado pré-concepcional como “um conjunto de intervenções que visam identificar e modificar riscos biomédicos, comportamentais e sociais para a saúde ou o resultado da gestação de uma mulher através da prevenção e do tratamento”. Além disso, estabeleceu as seguintes metas para melhorar o cuidado pré-concepcional:

1. Melhorar o conhecimento, as atitudes e os comportamentos de homens e mulheres com relação a saúde préconcepção;

2. Garantir que todas as mulheres em idade reprodutiva recebam os serviços de cuidado pré-concepção — como a triagem de risco baseada em evidências, a promoção da saúde e as intervenções — que possibilitarão a elas entrar na gravidez com saúde ótima;

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SEÇÃO 4 - TRABALHO DE PARTO E PARTO

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CAPÍTULO 17

SEÇÃO 4

Trabalho de parto e parto normais

CONDUTA NO TRABALHO DE PARTO E PARTO NORMAIS. . . . . . . . . . .390

 Situação fetal, apresentação, atitude e posição

A orientação do feto em relação à pelve materna é descrita em termos da situação fetal, apresentação, atitude e posição.

PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . .405

Situação fetal

MECANISMOS DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .374

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DE PARTO NORMAL . . . . . . . . . . . .384

O parto é o período que vai do início das contrações uterinas regulares até a expulsão da placenta. O processo pelo qual isto normalmente acontece é chamado trabalho de parto ⎯ um termo que, no contexto obstétrico, comporta várias conotações na língua inglesa.

De acordo com o New Shorter Oxford English Dictionary (1993), o esforço corporal fatigante, intenso e sofrido, principalmente quando doloroso, é característico do trabalho de parto, sendo desta maneira, implicado no processo do parto. Estas conotações parecem, sem exceção, apropriadas para nós e enfatizam a necessidade de que os atendentes assumam uma posição de suporte às necessidades das mulheres em trabalho de parto, principalmente no tocante ao efetivo alívio da dor.

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SEÇÃO 5 - FETO E RECÉM-NASCIDO

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CAPÍTULO 28

SEÇÃO 5

O recém-nascido

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

CONDUÇÃO DO NASCIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

MÉTODOS USADOS PARA AVALIAR O ESTADO DO RECÉM-NASCIDO . .594

CUIDADOS PREVENTIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

CUIDADOS ROTINEIROS AO RECÉM-NASCIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

Imediatamente após o nascimento, a sobrevida do recémnascido depende de uma transição imediata e adequada para a respiração pulmonar. Os alvéolos repletos de líquidos devem se expandir com o ar, a perfusão deve ser iniciada assim como a troca entre oxigênio e dióxido de carbono.

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR

 Estímulos à respiração pulmonar

O recém-nascido começa a inalar e chorar quase imediatamente após nascer, indicando o início da respiração ativa. Entre os fatores que parecem influenciar a primeira inalação de ar estão:

1. A estimulação física, como manusear o recém-nato durante o nascimento.

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