10 capítulos
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Capítulo 2 - Componentes de Superestrutura

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Capítulo

2

Componentes de Superestrutura

 2.1 

 2.2 

 2.3 

 2.4 

 2.5 

 2.6 

 2.7 

 2.8 

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Dormentes

Trilhos

Soldas

AMVs (Aparelhos de Mudança de Via)

Fixações

Outros Materiais Metálicos

Lastro Ferroviário

Plataforma

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10

Capítulo 2

2.1 DORMENTES

Dormentes são as vigas transversais responsáveis por oferecer suporte ao trilho e pela transmissão dos esforços para o lastro. Existem vários tipos de dormentes e cada um deles possui características diferentes quanto à durabilidade, ao custo, ao desempenho e à resistência mecânica. O tipo de dormente que deve ser escolhido em uma ferrovia a ser construída depende de fatores como volume de tráfego, velocidade da linha, carga por eixo máxima operacional, custos de manutenção e visão estratégica da empresa.

No passado, o dormente de madeira de lei era o material preferido e mais utilizado para aplicação em ferrovias. As propriedades mecânicas e a vida útil deste material atenderam perfeitamente as exigências iniciais necessárias para o transporte ferroviário. A baixa carga por eixo, o pouco volume de tráfego das linhas e a velocidade reduzida faziam com que as espécies escolhidas suprissem suficientemente bem, e com uma vida útil adequada, qualquer ferrovia de tráfego de passageiros e cargas. Aliado a isso, a legislação ambiental mais permissiva permitia a extração de madeira sem controle, fazendo com que espécies nobres fossem aplicadas na construção civil, inclusive ferrovias, em escalas hoje inadmissíveis.

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Capítulo 9 - Contato Roda-Trilho

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Capítulo

9

Contato Roda-Trilho

 9.1  ESFORÇOS DE L/V

 9.2  CONTATOS RODA-TRILHO

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14/11/2012 16:45:34

260 Capítulo 9

O contato roda-trilho compreende o conjunto de estudos que analisam a interação entre esses dois componentes. Apesar de já ser tópico entre os estudiosos há décadas, seu estudo somente foi encarado como prioridade à medida que as cargas por eixos e as velocidades das composições atingiram altos valores. Nessas circunstâncias, mesmo pequenos defeitos na superfície do rolamento do trilho ou da roda podem ser cruciais para a determinação da sua vida útil, trazendo grandes ganhos de segurança e disponibilidade ou enormes perdas, principalmente em custos.

A seguir trataremos cada um dos principais tópicos envolvendo a base dessa interação, cujo conhecimento, sobretudo devido ao desenvolvimento tecnológico, já foi bastante aprofundado.

9.1 ESFORÇOS DE L/V

Diz-se que o francês M. J. Nadal, mesmo não tendo estudado diretamente a interação roda-trilho em ferrovias, foi um dos pioneiros no assunto quando, em 1908, realizou os primeiros estudos de esforços laterais e verticais em um corpo. Sua conclusão foi uma das fórmulas mais importantes para a engenharia de contato ferroviário e serviu de base para todos os estudos de interação roda-trilho feitos a partir daquele momento.

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Capítulo 8 - Dinâmicas de Movimento

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Capítulo

8

Dinâmicas de Movimento

 8.1 

 8.2 

 8.3 

 8.4 

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EFEITO CORDA

EFEITO CANIVETE

Balanço Harmônico (Rock and Roll)

Galope (Bounce)

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252 Capítulo 8

Chamaremos de dinâmicas de movimento os aspectos inerentes à operação de trens que, quando aplicadas a circunstâncias especiais de condições da via permanente, geram esforços que desencadeiam dinâmicas anômalas de movimento. Neste capítulo estudaremos os efeitos das seguintes dinâmicas:

1. efeito corda (Seção 8.1);

2. efeito canivete (Seção 8.2);

3. efeito rock and roll (Seção 8.3);

4. efeito galope (Seção 8.4).

8.1 EFEITO CORDA

O efeito corda é o conjunto de esforços que podem ocasionar o tombamento da composição para o lado de dentro da curva. Essa dinâmica acontece em trechos de linhas em que os raios são apertados, com altas superelevações, vagões leves normalmente vazios e um alto esforço trator de locomotivas que proporcionam um forte efeito de aceleração. A dinâmica assim é nomeada pela similaridade do efeito quando comparado a uma corda comum tracionada em ambas extremidades.

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Capítulo 3 - Principais Ferramentas Manuais de Manutenção

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Capítulo

3

Principais Ferramentas

Manuais de Manutenção

 3.1  Chave de Tirefond

 3.2  Chave de Cavilha

 3.3  Macaco de LINHA

 3.4  PICARETA

 3.5  SOCA

 3.6  MARRETA

 3.7  ARCO DE PUA

 3.8  TENAZ PARA DORMENTES

 3.9  TENAZ PARA TRILHOS

 3.10  SARGENTO DE TRILHOS

 3.11  ENCARRILADEIRAS

 3.12  TERMÔMETROS DE TRILHO

 3.13  RÉGUA DE SUPERELEVAÇÃO

 3.14  GABARITO DE TRILHOS

 3.15  GABARITO DE CORTE E FURAÇÃO

 3.16  TENSOR HIDRÁULICO

 3.17  ROLETES

 3.18  TRACIONADOR DE JUNTAS/PONÇÃO

 3.19  LIMA TRIANGULAR

 3.20  BROCA DE TRILHOS

 3.21  BROCA DE DORMENTES

 3.22  ALAVANCA

 3.23  GABARITO DE FOLGA DE JUNTAS

 3.24  ALDRAVA E ZAMPADIM DE AMVS

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124 Capítulo 3

As ferramentas a seguir descritas, apesar de terem seu uso cada vez mais reduzido, em função da entrada cada vez maior da mecanização, são indispensáveis para manutenção da via. Ainda existem circunstâncias em que são insubstituíveis e quem as opera de forma profissional é de grande valia no meio prático ferroviário. No caso de uma liberação de acidente, existem situações em que uma chave bem colocada ou uma marreta bem aplicada resolve mais do que qualquer equipamento.

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Capítulo 7 - Principais Serviços Mecanizados de Manutenção

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Capítulo

7

Principais Serviços

Mecanizados de

Manutenção

 7.1  EQUIPAMENTOS DE PEQUENO PORTE

 7.2  EQUIPAMENTOS DE GRANDE PORTE

 7.3  EQUIPAMENTOS DE GRANDE PORTE

PARA DETECÇÃO DE DEFEITOS

 7.4  ESTALEIROS DE SOLDAGEM

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222 Capítulo 7

Para abordarmos os serviços realizados com o uso de máquinas e equipamentos, vamos subdividir sua aplicação em máquinas leves (de pequeno porte) e pesadas (de grande porte).

7.1 EQUIPAMENTOS DE PEQUENO PORTE

As máquinas leves são equipamentos utilizados no apoio a serviços manuais. Sua aplicação facilita e agiliza os trabalhos das equipes, sendo hoje muito difícil qualquer tipo de intervenção na via sem a sua utilização.

Sua aplicação é bastante variada e, dependendo da configuração da linha, existem equipamentos para me­ lhorar o trabalho em todas as situações possíveis. A seguir faremos uma apresentação mais detalhada de cada uma delas, mostrando suas funcionalidades e aplicações para os serviços mais relevantes.

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