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13 - COLOCAÇÃO PRONOMINAL

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

COLEÇÃO CONCURSOS PÚBLICOS – NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR – PORTUGUÊS

Alguém me disse que você fará sucesso.

Todos se mostraram confiantes naqueles versos interpretados. d) Conjunções subordinativas:

Quando se comemorará seu aniversário mesmo?

Só quero que se estabeleça um bom prazo para a compra dos discos. e) Advérbios:

Amanhã se julgará o novo réu.

Talvez se promova outra discussão em nosso condomínio.

Observação: é importante entender que, havendo infinitivo, o pronome oblíquo átono pode vir antes ou depois do verbo.

Fizemos de tudo para não o receber.

Fizemos de tudo para não recebê-lo.

Observação: bancas examinadoras modernas, como CESPE e

ESAF, já admitem a supremacia da próclise (mesmo não havendo partícula atrativa):

Fulano se foi.

Eu te amo.

O presidente me disse boas palavras.

Deus o abençoe. f) Demonstrativos:

Isto me pertence sim, senhor!

Isso se faz com um fiel humano!

2. CASOS

DE MESÓCLISE

São fatores mesoclíticos os tempos de futuro do indicativo – futuro do presente e futuro do pretérito.

Chamar-te-ei, quando o querido Douglas chegar.

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PARTE I - 2. Que gramática você aprenderá aqui?

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 2

Que Gramática você aprenderá aqui?

J

á que gramática normativa atrapalha, então que tipo de gramática você deve aprender? E mais importante que isso: como aprender?

Falei antes que, além da gramática normativa, há ainda outro tipo conhecido como gramática de uso, ou ainda gramática natural ou gramática funcional. Prefiro chamá-la de gramática de uso, pois é assim que a maioria dos gramáticos e demais estudiosos referem-se a ela. Portanto, neste livro esse é o tipo de gramática que você encontrará.

A diferença entre a gramática de uso e a gramática normativa é que a primeira se ocupa da língua como ela é falada pelos nativos. Significa que por meio dela você aprenderá a usar a língua e não a analisá-la mecanicamente.

Quando analisamos a língua (lembrando de regras e tecnicismos), estamos lidando com a gramática normativa. Por outro lado, quando nos preocupamos em simplesmente aprender como as coisas são usadas e o que significam, estamos lidando com a gramática de uso.

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PARTE II - 14. Como usar o Present Perfect I

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 14

Como usar o

Present Perfect I

N

ão sei qual o seu nível de inglês, mas acredito que você já deve ter ouvido falar no Present Perfect, um dos tempos verbais mais chatinhos da língua inglesa. Ele é chato porque os modos como é usado na prática são bem diferentes dos modos como usamos alguns tempos verbais em português. Ou seja, não temos como comparar o Present Perfect com apenas um tempo verbal em português. Por conta disso, o melhor a fazer é aprendê-lo pela observação e com muita paciência.

A partir de agora você encontrará informações sobre o famoso Present Perfect e seus usos mais comuns. Como são vários e para não ficar muito longo e cansativo, decidi dividir esse assunto em duas partes. Há ainda uma terceira contendo dicas específicas para você compreender as diferenças entre o Present Perfect e o Past Simple.

Para início de conversa, é bom você saber que para formar o Present

Perfect é preciso usar have como verbo auxiliar. Ou seja, o verbo have ajuda

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Capítulo 6 - As três conjugações

PETERLE, Patricia; SANTURBANO, Andrea GEN PDF

CAPÍTULO

6

As três conjugações

O sistema verbal da língua italiana possui três conjugações, cujas desinências são:

�are (primeira);

�ere (segunda);

�ire (terceira).

Os verbos que pertencem à primeira conjugação, normalmente, são regulares. Já o grupo que compõe a segunda conjugação tem uma grande parte de verbos irregulares. A terceira e última conjugação tem tanto verbos regulares como irregulares.

22

AS TRÊS CONJUGAÇÕES

O

6.1 VERBOS DO 1 GRUPO (–ARE)

6.1.1 Regulares

> AMARE

INDICATIVO

io tu egli noi voi essi

io tu egli noi voi essi

PRESENTE

IMPERFETTO

PASSATO REMOTO

FUTURO

amo ami ama amiamo amate amano

amavo amavi amava amavamo amavate amavano

amai amasti amò amammo amaste amarono

amerò amerai amerà ameremo amerete ameranno

PASSATO

PROSSIMO

TRAPASSATO

PROSSIMO

TRAPASSATO

REMOTO

FUTURO

ANTERIORE

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Apêndice - C’è / Ci sono

PETERLE, Patricia; SANTURBANO, Andrea GEN PDF

APÊNDICE

C’è / Ci sono

As expressões c�è e ci sono fazem parte da forma verbal esserci (essere + ci) e correspondem em português ao verbo haver quando usado no sentido de existir.

Só se encontram na terceira pessoa, singular e plural.

Exemplos:

Nel giardino c�è una statua.

No jardim há (tem) uma estátua.

Nel giardino ci sono molti fiori.

No jardim há (tem) muitas flores.

Al bar c�era una sola persona.

No bar havia (tinha) uma só pessoa.

Al bar c�erano dieci persone.

No bar havia (tinha) dez pessoas.

La prossima settimana ci sarà una festa.

Na próxima semana haverá (terá) uma festa.

La prossima settimana ci saranno tante feste.

Na próxima semana haverá (terá) tantas festas.

186

C’È / CI SONO

INDICATIVO

Presente

Imperfetto

Passato remoto

Futuro

singular

c�è

c�era

ci fu

ci sarà

plural

ci sono

c�erano

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PARTE II - 7. Quando usar the corretamente em inglês? (Definite Article)

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 7

Quando usar the corretamente em inglês?

(Definite article)

N

a lista das palavras mais usadas em inglês, the é a que ocupa o topo.

Isso significa que the é, sem dúvida, a palavra mais usada na língua inglesa. Portanto, é importante saber usá-la corretamente.

The equivale a quatro palavras na língua portuguesa, são elas: o, a, os, as. Em termos gramaticais, trata-se do famoso artigo definido (definite article). Veja os exemplos: exemplos

the car (o carro) the house (a casa) the boys (os garotos, os meninos) the girls (as garotas, as meninas)

Em termos de significado, acredito não haver muitas complicações.

A coisa, porém, muda de figura na hora de usar essa palavrinha. Afinal, muitas vezes usamos o, a, os e as em situações nas quais, em inglês, não usaremos o equivalente the. Um exemplo clássico disso é com relação a nomes próprios.

Em português, dizemos: exemplos

O João foi pro shopping.

Ele falou com a Maria.

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14 - TÓPICOS ESPECIAIS

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

CAP. 14 – TÓPICOS ESPECIAIS

f) Substantivo:

Gomes Vergueiro trouxe um quê positivo para o samba nacional. g) Partícula expletiva (acessória):

É que o grande Garrincha fez um gol na final.

Note que a frase acima funcionaria da mesma forma sem os termos “É” e “que”. h) Advérbio:

Responsável pela intensificação – modificação – de um termo.

Que distante aquele teatro do Travesso! i) Outras possíveis funções do QUE como conjunção:

O QUE pode funcionar como conjunção subordinativa (várias classificações) e também como conjunção coordenativa.

Fala que fala que fala... (conjunção coordenativa aditiva)

Os governos, que não os outros, já desprezam o povo. (conjunção coordenativa adversativa)

Tamanho foi o susto, que desmaiei. (conjunção subordinativa consecutiva)

Não tenha tanta pressa, que o socorro chegará. (conjunção coordenativa explicativa)

Para outras prováveis classificações do termo QUE, tenha em mente o valor de cada oração subordinada ou coordenada representada. Caso o termo QUE inicie uma ideia temporal, será o termo classificado como conjunção subordinativa temporal, e assim por diante.

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PARTE II - 9. Some e any: quando usar?

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 9

Some e Any : quando usar?

E

nquanto eu escrevia este livro, perguntei-me várias vezes se deveria incluir as palavras some e any aqui ou se as deixaria para o livro de vocabulário. Afinal, nunca vi essas duas palavrinhas como gramática; apenas como duas palavras com significados e usos distintos.

No entanto, após trocar ideias com algumas pessoas, eu me senti na obrigação de incluí-las. Isso porque a maioria das pessoas as encara como gramática e espera encontrá-las em um livro de gramática. Portanto, vamos falar delas.

E começo falando que, em minha opinião, um dos erros clássicos no ensino de língua inglesa está relacionado justamente ao ensino de some e any. Para a maioria das pessoas, o uso dessas palavras tem a ver com sentenças afirmativas, setenças negativas e sentenças interrogativas. Ou seja, use some para sentenças afirmativas e any para sentenças negativas e interrogativas.

Durante muitos anos, acreditei piamente nessa lógica. Ensinei essa lógica. Eu defendia essa “explicação” a todo custo. Era tão simples! Tão claro! Até que um dia me deparei com as seguintes sentenças:

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PARTE II - 12. Past Simple: o passado em inglês

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 12

Past Simple: o passado em inglês

F

alar sobre o Past Simple não é tão complicado assim. Eu só o estou colocando aqui porque, mais à frente, vou ter de falar sobre a diferença entre esse tempo verbal e o famoso Present Perfect. Portanto, não há como fugir dele antes.

A primeira coisa que você tem de entender sobre o Past Simple é que a maioria dos verbos em inglês sempre recebe um -ed ao final para indicar que estão no passado. Portanto, é muito importante que você aprenda a colocar (acrescentar) esse tal -ed aos verbos. De modo bem rápido e sem complicação, a coisa se resume a: dica

exemplos

Praticamente todos os verbos recebem o tal -ed. Essa é a tal regra geral.

walked, talked, fixed, washed, opened, closed, worked, cleaned, needed, started, lived, changed, painted, treated, played, rained, etc.

Verbos que terminam em uma sequência de consoante e y perdem o y e ganham

-ied.

study > studied, try > tried, fry > fried, cry > cried

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PARTE I - 5. O uso do português no ensino de inglês

LIMA, Denilso de GEN PDF

Capítulo 5

O Uso do Português no Ensino de Inglês

A

ntes da publicação deste livro, algumas páginas passaram pela avaliação de várias pessoas. Muitas eram (e ainda são) professores de inglês. A maioria, assim como muitos por aí, acredita que não podemos nunca (nem mesmo em sonho) usar a língua portuguesa para ensinarmos inglês.

Um desses professores, ao ler as explicações e dicas que dou neste livro, disse: “O livro é muito bom, contém muitas dicas interessantes para professores e alunos. A única coisa chata é que você incentiva a tradução para que o aluno aprenda. Acredito que seja bom rever isso!” Foi por conta desse comentário que decidi incluir este capítulo no livro.

Muitas pessoas (professores, coordenadores etc.) não fazem ideia de que, atualmente, vários autores consagrados e renomados no mundo de ensino da língua inglesa são favoráveis e incentivam o uso da língua materna dos alunos no ensino de outro idioma. Em nosso caso, é o português no ensino de língua inglesa.

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PARTE II - 18. Modal Verbs: May e Might

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Capítulo 18

modal verbs: may e might

M

ay e might são dois modal verbs que costumam causar dor de cabeça também aos estudantes de inglês. O problema está no fato de que, aparentemente, eles significam o mesmo que can e could. Isso pode até ser verdadeiro; no entanto, em matéria de usos, são diferentes.

Além dos usos, há também a questão do grau de formalidade. Veja as sentenças a seguir e observe como esse grau de formalidade diminui: sentença com modal verb

Might I use your cell phone?

(Eu poderia usar o seu celular?)

May I use your cell phone?

(Eu poderia usar o seu celular?)

Could I use your cell phone?

(Eu poderia usar o seu celular?)

Can I use your cell phone?

(Eu posso usar o seu celular?)

grau de formalidade

O uso de might I...? demonstra que a pessoa está sendo extremamente delicada e formal no pedido.

O uso de may I...? demonstra que a pessoa está sendo delicada e formal no pedido, mas não ao extremo.

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PARTE II - 16. Past Simple x Present Perfect

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Capítulo 16

past simple x present perfect

C

hegamos a um ponto crucial no aprendizado de inglês: a diferença de uso entre o Past Simple e o Present Perfect. Todo estudante de inglês se depara com esse tema em algum momento. Com você não será diferente! Afinal, você já aprendeu várias formas de usar esses tempos verbais. Portanto, chegou a hora de aprender a compará-los e de entender quando usar um ou outro.

Acredite, não é difícil. Repito pela enésima vez que o segredo é observar os usos (padrões), comparar com a língua portuguesa, criar exemplos e usar o padrão quando tiver oportunidade. Dito isso, vamos colocar essa ideia em prática mais uma vez.

A primeira coisa a ser dita aqui é que ao usarmos palavras (ou expressões) que se referem a algo que já aconteceu sempre utilizaremos o

Past Simple. Ou seja, ao usarmos palavras (ou expressões) como yesterday

(ontem), yesterday morning (ontem de manhã), last night (ontem à noite, noite passada) last week (semana passada), last month (mês passado), last year (ano passado), then (na época, naquela época), five months ago (cinco meses atrás), two years ago (dois anos atrás), in 1976 (em 1976) etc., temos de usar o Past

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10 - REGÊNCIA VERBAL

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

COLEÇÃO CONCURSOS PÚBLICOS – NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR – PORTUGUÊS

Pede objeto indireto no sentido de “pretender, desejar”:

Leandro Melo sempre aspirou ao cargo de auditor da Receita.

Observação: neste caso, não se admite o pronome átono “lhe”, que deve ser substituído pelas formas “a ele, a ela”.

4. ASSISTIR

Pede objeto direto no sentido de “prestar assistência, ajudar, servir”:

O médico assiste aquele paciente todos os dias.

Pede objeto indireto quando significa “prestar atenção, visualizar, presenciar”:

Assista aos jogos do Brasileirão 2012.

Observação: neste caso, também é exigida a forma “a ele/a ela”, quando da substituição do complemento por uma forma pronominal:

Quanto ao último jogo, assistimos a ele preocupados.

Também pede objeto indireto no sentido de “pertencer, caber direito”:

Não lhe assiste o direito de reclamar neste momento.

Observação: nesta acepção, é aceito como objeto indireto o pronome oblíquo “lhe”.

5.VERBO ATENDER

Relacionando-se com COISAS, pede objeto indireto e preposição A:

Atendi ao seu telefonema.

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7 - ESTUDO DO PERÍODO COMPOSTO

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

7

ESTUDO DO PERÍODO COMPOSTO

1. ORAÇÕES

COORDENADAS – ORAÇÕES INDEPENDENTES

Suj.-Verbo-Compl. ------ CONJ. ------- Suj.-Verbo-Compl.

1) Orações coordenadas assindéticas:

As orações coordenadas assindéticas são as não iniciadas por conjunção coordenativa.

Pensamos, agimos, lemos, vivemos, morremos.

2) Orações coordenadas sindéticas: a) Aditivas: iniciadas, normalmente, pelas conjunções e, nem, mas também, mas ainda.

Lemos e resolvemos vários exercícios. b) Adversativas: iniciadas, normalmente, pelas conjunções mas, porém, todavia, no entanto, entretanto, contudo.

Lemos, mas não entendemos o livro. c) Alternativas: iniciadas, normalmente, pelas conjunções ou, ou

... ou, ora ... ora, quer ... quer.

Ora líamos, ora gritávamos. d) Conclusivas: iniciadas, normalmente, pelas conjunções logo, portanto, por isso, por conseguinte, pois.

A conjunção pois será conclusiva quando estiver após o verbo ou entre vírgulas.

Bebel lê muito; tem, pois, várias canções interessantes.

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6 - SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

CAP. 6 – SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES

SUJEITO

PREDICADO

OBJETOS

PREDICATIVOS

AGENTE DA PASSIVA

COMPLEMENTO NOMINAL

ADJUNTOS

APOSTO

VOCATIVO

Vejamos também em grupos (como na conhecida Nomenclatura Gramatical Brasileira):

Termos essenciais da oração: a) sujeito (simples, composto, elíptico ou desinencial, indeterminado, oração sem sujeito); b) predicado (verbal, nominal, verbo-nominal);

*Predicação verbal (verbo intransitivo, transitivo indireto, transitivo direto, transitivo direto e indireto, verbo de ligação);

* Predicativo (do sujeito e do objeto).

Termos integrantes da oração: a) complementos verbais (objeto direto e objeto indireto); b) complemento nominal; c) agente da passiva.

Termos acessórios da oração: a) adjunto adnominal; b) adjunto adverbial; c) aposto.

*VOCATIVO (não recebeu numeração específica, pois os chamamentos, as invocações estão fora de sujeito e de predicado):

Fulano, sua carreira artística morreu.

Voc. -------- Sujeito --------- Verbo Intrans.

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