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Parte 1 | Capítulo 1 - Mudanças Alimentares: Implicações Práticas, Teóricas e Metodológicas

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Capítulo

1

Mudanças Alimentares:

Implicações Práticas, Teóricas e Metodológicas

Rosa Wanda Diez-Garcia

A proposta deste texto é focalizar as mudanças alimentares como objeto de estudo em si, buscando propor elementos para se considerar implicações teórico-metodológicas envolvidas na análise do tema, para compreensão dos mecanismos de mudanças alimentares em suas diversas expressões e para subsidiar intervenções na área.

Mudar o foco do que originariamente seria uma discussão localizada apenas na área educação nutricional é um desafio porque remete à limitação do conhecimento produzido por essa disciplina, para explicar suficientemente o processo de mudança alimentar, tarefa essencial para uma intervenção.

Os problemas alimentares ao longo da história orientaram diferentes abordagens da educação nutricional. No Brasil, ela surge na década de 1940, como parte do projeto político governamental orientado para a proteção do trabalhador. Dadas as precárias condições sociais e econômicas da população, nas décadas subsequentes, o foco das intervenções nutricionais se voltaram para garantir recursos alimentares mínimos, com políticas voltadas para as doenças carenciais e também para o enfrentamento dos problemas sociais (Boog, 1988). Contudo, diante dos novos contornos dos problemas alimentares, os modelos até então existentes tornaram-se insuficientes.

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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Parte 5 | Capítulo 3 - Programa de Educação Nutricional para Idosos com Constipação Intestinal Funcional

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Capítulo

3

Programa de Educação Nutricional para Idosos com Constipação Intestinal Funcional

Márcia Maria Hernandez de Abreu Oliveira Salgueiro

Ana Maria Cervato-Mancuso

A pesquisa intitulada “Intervenção nutricional educativa: promovendo a saúde de idosos com constipação intestinal funcional” foi desenvolvida no Ambulatório de Geriatria do Instituto Central do

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O estudo foi de intervenção do tipo ensaio clínico aleatorizado, destinado a estudar a comparação de uma variável em dois grupos de pessoas, o grupo controle e o intervenção. Neste capítulo será apresentado o programa educativo planejado e executado para o grupo intervenção.

PARTICIPANTES

Participaram do programa indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos com hipótese diagnóstica de constipação intestinal funcional. Na entrevista inicial, a constipação intestinal funcional era confirmada verificando-se a presença das queixas que caracterizam o quadro. Os idosos foram encaminhados pela equipe médica e não apresentavam doenças neurológica, endócrina ou gastrintestinal orgânica que justificassem a constipação intestinal. Dos sujeitos entrevistados inicialmente,

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Parte 5 | Capítulo 2 - Programa de Educação Nutricional com Grupo de Adolescentes: Problematização como Estratégia para Análise e Mudanças do Comportamento Alimentar

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Capítulo

2

Programa de Educação Nutricional com

Grupo de Adolescentes: Problematização como

Estratégia para Análise e Mudanças do Comportamento Alimentar

Érika Marafon Rodrigues-Ciacchi

Silvia Henrique de Campos

Este capítulo convida para uma reflexão sobre estratégias voltadas à Educação em Saúde, em especial à Educação Nutricional, bem como sobre as escolhas metodológicas que podem delinear o atendimento ao adolescente obeso, em duplo viés: o coletivo e o individual.

Para tanto, apresentaremos em destaque uma experiência de programa educativo1,2 que, por lidar com os conceitos de “aconselhamento dietético” e “problematização”, articulando-os entre si, priorizou as situações e os temas expostos pelos próprios adolescentes, que foram atendidos nos dois diferentes modelos de intervenção nutricional, dando origem à reflexão que será aqui apresentada, ao lado dos desdobramentos conceituais dessas categorias. O interesse pelo método da problematização, que supõe a ação transformadora por meio da construção autônoma e crítica do sujeito para o alcance de mudanças com elementos da própria realidade,3,4 veio ao encontro da necessidade de conhecer como os adolescentes se posicionam quando lhes é oferecida a oportunidade para expressarem suas percepções e experiências, e também pela urgência de estratégias do setor saúde que desvelem e compreendam práticas e valores que facilitam ou dificultam um comportamento alimentar seguro e prazeroso.

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5 - Prevenção de Acidentes

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5

Prevenção de

Acidentes

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128  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Conceitos

A respeito de acidentes de trabalho, iniciaremos o assunto por meio de um breve contexto histórico.

Durante o século 19, os acidentes de trabalho eram considerados acontecimentos inesperados e traumáticos, quase decorrentes de uma obra do destino dentro do ambiente de trabalho e o trabalhador, carregava a culpa pelo acidente que ele próprio sofrera.

No Brasil, o conceito de acidente do trabalho é definido pela Lei no

8.213/1991, que dispõe sobre os planos de benefícios da Previdência Social.

Em seu Art. 19, define acidente de trabalho da seguinte maneira:

Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

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Parte 5 | Capítulo 5 - Educação Nutricional na Comunidade: Projeto de Hortas como Veículo de Educação Nutricional

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Capítulo

5

Educação Nutricional na Comunidade: Projeto de Hortas como Veículo de Educação Nutricional

Marlene Trigo

Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva

O Projeto Unir foi “uma iniciativa em desenvolvimento rural cujo objetivo era conseguir o engajamento da universidade, das instituições locais, das famílias de pequenos produtores e trabalhadores rurais dos municípios de Vera Cruz (VC) e Espírito Santo do Turvo (EST), na compreensão e na superação de problemas sociais e desafios culturais enfrentados por essas populações”.1

Segundo Mattos,2 o Unir deveria orientar suas ações para amenizar os efeitos da pobreza. “A pobreza

é o principal problema da sociedade brasileira. Famílias que vivem na zona rural são partes significantes da população mais pobre deste país”.3

O convênio firmado entre a Fundação W.K. Kellogg foi de 3 anos, permitindo que a Universidade de São Paulo (USP), por meio de docentes e alunos de três unidades da USP (ESALQ – Escola de

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Parte 4 | Capítulo 4 - Desafios do Campo da Alimentação e Nutrição na Atenção Básica

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Capítulo

Desafios do Campo da Alimentação e

Nutrição na Atenção Básica

4

Maria Angélica Tavares de Medeiros

As ações de alimentação e nutrição relativas à saúde coletiva vêm ganhando terreno no complexo cenário epidemiológico dos anos 2000, sobretudo no que se refere às medidas de promoção da saúde.

Nesse sentido, a Atenção Básica, como porta de entrada dos serviços públicos, é o local por excelência para a realização dessas ações.

A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988, regulamentado em 1990 (Lei n.o 8.080/90 e Lei n.o 8.142/90), momento em que o Estado assume a responsabilidade de assegurar o direito à saúde, é o ponto de partida para a definição de políticas de promoção da saúde no Brasil. A regionalização, a hierarquização, a descentralização das ações e o controle social da gestão figuram entre os princípios e as diretrizes do sistema que operacionalizam essa assistência nos distintos níveis de atenção: básica, de média e de alta complexidade. O trabalho em equipe multiprofissional e a interdisciplinaridade se põem como condição sine qua non para a equidade e a integralidade da atenção.1

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Parte 4 | Capítulo 1 - Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma Nova Diagnose

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Capítulo

1

Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma

Nova Diagnose

Fernando Lefevre

Ana Maria Cavalcanti Lefevre

Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Rachelle Balbinot

PLANO SIMBÓLICO DAS SOCIEDADES E DIAGNOSE NO CAMPO

DA SAÚDE E DA DOENÇA

A sociedade (toda sociedade) é constituída por um plano simbólico que pode ser configurado como um sistema de crenças ou representações compartilhadas1 que permitem a comunicação ou a troca de sentidos entre seus membros, conferindo-lhe coesão.

A comunicação como sustentáculo das formações sociais pressupõe, portanto, dois tipos de códigos compartilhados: um código linguístico e, a partir dele, um código ideológico, que é o sistema compartilhado de crenças aludido anteriormente.

Os membros de uma formação social determinada costumam falar (aproximadamente) a mesma língua (no caso da não existência de formas dialetais), mas não compartilham necessariamente as mesmas ideias, possuindo, contudo, em comum um determinado nível de compartilhamento que permite que ideias, mesmo divergentes, possam ser trocadas.

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Parte 1 | Capítulo 4 - Contribuições das Ciências Sociais e da Filosofia para a Construção de Recomendações Nutricionais

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Capítulo

Contribuições das Ciências Sociais e da

Filosofia para a Construção de

Recomendações Nutricionais

4

Fabio da Silva Gomes

Recomendações e prescrições de metas à população, muitas vezes, são construídas apenas com base em definições técnico-científicas, ignorando processos socioconstrutivos dos riscos que envolvem valores, percepções e experiências. Dessa forma, barreiras importantes podem dificultar o avanço de políticas de implementação dessas recomendações.

Adotando como escopo as recomendações voltadas ao aumento do consumo de frutas, legumes e verduras, este capítulo apresenta algumas contribuições multidisciplinares à construção de recomendações e prescrição de metas, discutindo sobre algumas barreiras psicossociais e macroestruturais para o consumo desses alimentos e suas implicações para as intervenções.

EVIDÊNCIA E RECOMENDAÇÕES SOBRE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

O crescente aumento de problemas de saúde relacionados com o comportamento tem direcionado diversas instituições governamentais, não governamentais, científicas e acadêmicas – de instâncias que vão desde o nível local até o internacional – ao desenvolvimento de ações de promoção de modos de vida mais saudáveis. A Estratégia Global para Alimentação, Atividade Física e Saúde endossada pela Assembleia Mundial da Saúde 20041 pode ser descrita como a concretização ou formalização dessa preocupação no campo da nutrição e da atividade física.

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Parte 5 | Capítulo 7 - Programa de Educação Nutricional em Grupo para Crianças e Adolescentes com Obesidade em Ambulatório

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Capítulo

Programa de Educação Nutricional em

Grupo para Crianças e Adolescentes com

Obesidade Ambulatorial

7

Marta Neves Campanelli Marçal Vieira

Jacqueline Pontes Monteiro

Cristina Maria Mendes Resende

ADOLESCÊNCIA E OBESIDADE

Para a Organização Mundial de Saúde, a adolescência corresponde ao período da vida entre os 10 e 19 anos 11 meses e 29 dias,¹ classificação que não é adotada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que considera criança, para efeitos da Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990, a pessoa até 12 anos de idade incompletos, e adolescentes, aquela entre 12 e 18 anos.2

Durante a adolescência, ocorrem profundas mudanças decorrentes das alterações morfológicas, fisiológicas, psicológicas e sociais intensas e complexas, que se caracterizam pelo rápido crescimento, surgimento das características sexuais secundárias, conscientização da sexualidade, estruturação da personalidade, adaptação ambiental e integração social.3 O crescimento acelerado, acompanhado de todas as alterações características dessa faixa etária, torna as necessidades de energia e nutrientes de elevadas, e na maioria das vezes são inadequadamente atendidas.4

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3 - Principais Conceitos e Noções Aplicáveis à Segurança do Trabalho

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3

Principais Conceitos e Noções Aplicáveis à

Segurança do Trabalho

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40  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Riscos ocupacionais

Em nosso dia a dia, nos deparamos com diversas situações nas quais o conceito de risco é facilmente perceptível. Ao aguardarmos, por exemplo, a chegada do metrô em uma plataforma, temos o sentimento de que, se nos aproximarmos muito do limite da plataforma, indo além da linha amarela de segurança demarcada no chão, estaremos expostos ao perigo. Trata-se da conhecida sensação de risco iminente.

Sabemos, por exemplo, que devemos ter cautela ao manusear uma faca na cozinha. É muito fácil perceber que qualquer descuido poderá provocar um ferimento potencialmente grave.

Os casos citados são exemplos de riscos a que podemos nos expor em nossas residências e em nosso cotidiano. No trabalho, ao exercer uma profissão, não é diferente; esses riscos em específico – aqueles relacionados ao exercício das atividades profissionais – serão denominados riscos ocupacionais ou riscos ambientais.

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Parte 6 | Capítulo 3 - Qualidade no Atendimento Nutricional Ambulatorial

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Capítulo

Qualidade no Atendimento

Nutricional Ambulatorial

3

Camila Cremonezi Japur

Rosa Wanda Diez-Garcia

Fernanda Rodrigues de Oliveira Penaforte

O tratamento que envolve mudanças alimentares é particularmente complexo, e seus resultados, exceto que se meça com indicadores antropométricos, são dificilmente avaliados, uma vez que as melhoras na alimentação não necessariamente têm um impacto na composição e nas medidas corporais.

Avaliar a eficácia do tratamento e mesmo decidir quando e quais os critérios devem ser considerados para a alta ambulatorial é um grande entrave em ambulatórios de nutrição. De um lado, ambulatórios com entradas de pacientes novos e pouca saída acabam sendo ineficientes, pois os períodos de retorno passam a ser mais prolongados, comprometendo a qualidade do acompanhamento. Também é difícil definir qual é o momento da alta e até que ponto o paciente conseguiu implementar mudanças alimentares e melhorar a qualidade de sua alimentação. Qual o período que seria suficiente para que o paciente ganhe autonomia para o seu autocuidado na alimentação? Essas questões geraram a necessidade de constituir um mecanismo de monitoramento dos pacientes em acompanhamento nutricional ambulatorial com o objetivo de construir critérios de qualidade para esse tipo de atendimento.

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Parte 6 | Capítulo 4 - Indicadores Antropométricos para Acompanhamento Nutricional em Ambulatórios

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Capítulo

4

Indicadores Antropométricos para

Acompanhamento Nutricional em Ambulatórios

Fernanda Rodrigues Oliveira Penaforte

Camila Cremonezi Japur

Paula Garcia Chiarello

O planejamento de programas de educação nutricional individualizados requer o conhecimento prévio da condição nutricional de indivíduos, identificada por meio da associação da avaliação de parâmetros antropométricos, bioquímicos e alimentares.

Monitorar as mudanças alimentares e corporais provenientes da intervenção nutricional é uma forma de avaliar a adesão do indivíduo ao tratamento proposto. Avaliações antropométricas seriadas permitem a construção de indicadores objetivos necessários para esse monitoramento.

Diversos indicadores antropométricos podem ser utilizados no acompanhamento nutricional ambulatorial, e a escolha das melhores opções deve considerar as vantagens e os limites de cada método e os fatores que podem interferir na sua avaliação e interpretação.

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Parte 2 | Capítulo 1 - Políticas Públicas como Norteadoras das Ações em Nutrição

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Capítulo

Políticas Públicas como Norteadoras das Ações em Nutrição

1

Ana Beatriz Pinto de Almeida Vasconcellos

POR QUE OS GUIAS ALIMENTARES SERVEM PARA ORIENTAR PROGRAMAS

E AÇÕES EDUCATIVAS DESCENTRALIZADOS?

A saúde é reconhecida como um direito humano fundamental e essencial para o desenvolvimento social e econômico. A alimentação e nutrição são requisitos básicos para a promoção e proteção à saúde das pessoas e para a segurança alimentar e nutricional dos países. O Estado brasileiro, ao optar por um modelo de segurança alimentar e nutricional, incluiu a alimentação adequada como direito humano fundamental e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, estabelecendo como uma de suas diretrizes a promoção da intersetorialidade das ações e políticas públicas (Brasil, 2006).

A Política Nacional de Alimentação e Nutrição, integrante do conjunto de políticas que conformam o Sistema Único de Saúde, e implementada de forma articulada ao Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional, tem como propósito a garantia da qualidade dos alimentos colocados para consumo no país, a promoção de práticas alimentares saudáveis e a prevenção dos distúrbios nutricionais, bem como o estímulo às ações intersetoriais voltadas ao acesso universal aos alimentos (Brasil, 2003). O componente de intersetorialidade garante o potencial de universalidade das ações e a coerência com o cenário nutricional.

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6 - Noções Gerais de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho

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6

Noções Gerais de Gestão em Segurança e

Saúde no Trabalho

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138  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Responsabilidade jurídica civil e criminal de empresários, prepostos e gestores

A extensa legislação trabalhista, em conjunto com as normas do código civil e penal, forma densa camada de proteção ao trabalhador, com consequente responsabilização daqueles que, por obrigação contratual ou legal, devem preservar a saúde e a integridade física de seus trabalhadores. cc

Responsabilidade civil

Segundo regra constante do Art. no 189 do Código Civil, a responsabilidade civil surge quando o gestor viola o direito do trabalhador, nascendo para seu titular a possibilidade de requerer indenização. Dessa maneira, o trabalhador que for lesado em sua saúde ou integridade física por motivo relacionado à atividade laborativa terá o direito de ser indenizado proporcionalmente ao dano sofrido.

A apreciação e a mensuração dos parâmetros para essa indenização são de incumbência do Poder Judiciário, na figura dos juízes do trabalho.

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