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Medium 9788527718295

Parte 2 | Capítulo 3 - Alimentação e Nutrição no Contexto das Políticas de Educação em Saúde

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

Alimentação e Nutrição no Contexto das

Políticas de Educação em Saúde

3

Marina Marcos Valadão

Acredito poder pensar a educação em saúde, permitam-me a imagem, como uma espécie de “tecido básico”, sobre o qual outras competências, igualmente imprescindíveis para a Saúde Coletiva e a construção do SUS, trarão as cores de suas estamparias, construirão novos desenhos e arabescos, tudo isso resultando em uma nova e bela composição. (...) Quem sabe, dos fios assim tramados resulte um tecido em que não haja tantas divisões entre saberes e competências, mas infindáveis processos de mediação entre saber e querer, entre querer e poder, entre reconstruir e construir. Quem sabe, ao final, não se possa mais distinguir o lugar em que começa um conhecimento e onde termina outro, tais os pontos de interseção entre eles? E, ao mesmo tempo, quem sabe se possa fazer tal integração sem ocultar o que cada traço tem de singular? Não é o que se deseja com um sistema de saúde que tenha por princípio a defesa da vida? Afinal, a vida é individual e coletiva; é singular e plural; é frágil e forte; é definitiva e efêmera... (L’Abbate, 2004)

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Medium 9788527709736

42 - Cesariana

Enkin, Murray Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

CAPÍTULO

42

Cesariana

1

2

3

4

Introdução

Anestesia para cesariana

Técnica cirúrgica

Conclusões

1 Introdução

O termo “cesariana” refere-se à operação de retirada do feto através de incisões na parede abdominal e no útero. Possui um enorme potencial de preservação da vida e da saúde, provavelmente maior que o de qualquer outra cirurgia de grande porte.

A taxa de cesariana varia muito entre os países, de cerca de

5% a mais de 25% de todos os partos. Não se sabe qual a taxa ideal, mas parece haver pequena melhora do resultado quando as taxas ultrapassam um nível mínimo. Apesar disso, em muitas partes do mundo ainda há altas taxas de cesariana.

Muitas cesarianas são realizadas por indicações inquestionáveis, como placenta prévia ou situação transversa. Entretanto, a maioria das cirurgias é realizada por indicações bastante ambíguas. Os critérios para diagnóstico de distocia (trabalho de parto prolongado) e sofrimento fetal, duas das razões mais comuns para a realização de cesariana, não são claros. Ainda não há dados disponíveis para indicar que percentagem dos fetos em apresentação pélvica seria beneficiada pela cesariana.

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Medium 9788527725132

Capítulo 46 - Neuroanatomia Periférica e Neuropatias Focais

Campbell, William Wesley Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

518  Seção I  |  Sistemas Nervosos Autônomo e Periférico s neuropatias focais podem ser causadas por com­ pressão, encarceramento, isquemia, estiramento, trau­ matismo direto, como lacerações e feridas por pro­ jéteis de arma de fogo, acometimento em fraturas ou luxações e outros processos. Embora a síndrome do túnel do carpo

(STC), a neuropatia ulnar no cotovelo (NUC), a neuropatia fibular no joelho, a neuropatia radial retroumeral e a neuropa­ tia facial constituam a maioria das neuropatias focais, pratica­ mente qualquer nervo do corpo pode ser comprimido ou en­ carcerado. Este capítulo aborda a anatomia do sistema nervoso periférico e algumas das neuropatias focais mais comuns.

A

CC

Neuroanatomia periférica

■■ Plexo cervical

O plexo cervical é formado pelos ramos anteriores primá­ rios de C1-C4. Eles se dividem em ramos ou divisões anterio­ res e posteriores que se unem e formam três circuitos anas­ tomóticos. O plexo cervical está si­tua­do na região lateral do pescoço, adjacente às quatro vértebras cervicais superiores, profundamente ao ­músculo esternocleidomastói­deo. O nervo frênico é o nervo mais importante originado do plexo cervi­ cal; origina-se de C3, C4 e, às vezes, C5 e inerva o diafragma.

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Medium 9788581141190

Epidemiologia

SBPT Grupo Gen - AC Farmacêutica PDF
Medium 9788527725132

Capítulo 24 - Nível da Medula Espinal

Campbell, William Wesley Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 24  |  Nível da Medula Espinal  293 cima da unidade motora, o próximo nível de integração do sistema motor é a medula espinal, que começa na junção cervicobulbar, termina no cone medular e

é levemente achatada em sentido anteroposterior. A superfície externa da medula espinal é marcada por fissuras e sulcos que, em sua maioria, têm pouca importância clínica. Uma fissura mediana anterior profunda e um sulco mediano posterior dividem parcialmente a medula em duas metades simétricas. As raízes anteriores e posteriores formam os nervos espinais, que estão organizados de maneira segmentar em 31 pares. Há oito pares de nervos cervicais, doze torácicos, cinco lombares, cinco sacros e um coccígeo (Figura 24.1). Em cada raiz posterior há um gânglio sensorial de nervo espinal (GSNE).

Em recém-nascidos, a medula espinal pode estender-se até

L3. Durante a maturação, a coluna vertebral alonga-se mais do que a medula espinal, e a medula espinal do adulto é cerca de

25 cm mais curta do que a coluna vertebral. A variabilidade do nível inferior tem alguma correlação com o comprimento do tronco, sobretudo nas mulheres. Ao exame radiológico, geralmente o cone é observado no espaço entre L1 e L2 em adultos; o cone é considerado baixo se a sua extremidade estiver abaixo do meio do corpo da vértebra L2. Como a medula espinal normalmente termina na altura do espaço entre L1 e L2, as punções lombares são feitas bem abaixo desse nível.

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Medium 9788541203166

Capítulo 1 – Antropologia da Alimentação: Cultura e a Unidade de Alimentação e Nutrição

Balchiunas, Denise Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

1

Antropologia da Alimentação: Cultura e

Unidade de Alimentação e Nutrição

Sonia Maria Soares Rodrigues Pereira

A

alimentação é imprescindível para a sobrevivência humana, e, como é básica e vital, ela é também modelada, segundo Canesqui e Garcia,1 pela cultura e sofre os efeitos da organização da sociedade. Desse modo, o ser humano, ao viver em grupo, organiza-se socialmente e constrói uma cultura carregada de simbologias, crenças, mitos e costumes alimentares.1

Isso indica que a maneira como comemos tem função estruturante para a organização social do grupo humano a que pertencemos e que somente o ser humano, de acordo com as suas necessidades de nutrientes encontrados nos produtos naturais, pode colocá-los na forma de alimento, culturalmente construídos com a sua história, no seu meio e com as suas crenças, mitos e tabus.

A cultura torna-se, então, responsável pela seleção alimentar e pela imposição das normas que prescreve, proíbe ou permite o que comer, de acordo com Canesqui e Garcia.1

Para Gallian, em torno do ato de comer, os seres humanos, em inúmeras culturas e em todas as épocas, constituíram alguns dos procedimentos, rituais, imagens e símbolos mais fortes e

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Medium 9788527718295

Parte 3 | Capítulo 3 - Publicidade e as Práticas Alimentares

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

3

A Publicidade e as Práticas Alimentares

Rosa Wanda Diez-Garcia

O interesse pela influência da publicidade nas práticas alimentares está voltado para dois aspectos: como difusora de recomendações sobre saúde, alimentação e nutrição e pelo atributo simbólico associado ao alimento como adjetivo ponderado nas escolhas alimentares.

Como difusora de recomendações, a publicidade apropria-se de fatos científicos para legitimar seus produtos e dar a eles um status que permite categorizá-los como saudáveis e, assim, recomendáveis. Repercute nas práticas alimentares porque, através de apelos, incute noções sobre saúde e alimentação, sobre o que “faz bem” e o que “faz mal”; enfim, funciona, de certo modo, como propagadora de recomendações dietéticas, sem entrar aqui no mérito da qualidade da informação.

A publicidade adensa a premissa acerca da existência de mecanismos homogeneizadores da alimentação (Contreras, 2005), nesse caso, pela difusão de produtos alimentares da indústria alimentícia e de informações técnico-científicas associadas aos produtos alimentícios, nos meios de comunicação.

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Medium 9788527725132

Capítulo 7 - Funções do Córtex Cerebral e Diagnóstico Cerebral Regional

Campbell, William Wesley Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 7  |  Funções do Córtex Cerebral e Diagnóstico Cerebral Regional  55 em sempre se aceitou o fato de partes do encéfalo te­ rem funções específicas. Flourens (1823) acreditava que todo tecido cerebral fosse equipotencial e que a lo­ calização fosse impossível; suas opiniões influentes imperaram durante a maior parte do ­século. Um paciente com afasia de

Broca (1861) demonstrou que as funções da fala estavam locali­ zadas no giro frontal inferior esquerdo. Outros pioneiros da lo­ calização cerebral foram Gall, Spurzheim, Horsley, Sherrington,

Hughlings Jackson, Jasper e Penfield. Com base em seus estu­ dos sobre epilepsia, Hughlings Jackson foi o primeiro a ressaltar a existência de um córtex motor. Bartholow foi o primeiro de muitos a estimular diretamente o encéfalo com uma corrente elétrica. Muitos experimentos subsequentes mostraram sem dificuldade que determinadas áreas do córtex cerebral têm fun­

ções específicas. Brodmann criou mapas com base em diferen­

ças histológicas regionais (ver Figura  6.3). A correlação entre histologia e função é imprecisa e muitas ­áreas com histologia idêntica têm funções diferentes. Doenças que acometem ­áreas específicas podem causar manifestações clínicas muito distin­ tas. A destruição de uma ­área inibitória pode resultar em qua­ dro clínico idêntico ao da hiperatividade da ­área inibida. Em vista da plasticidade do sistema nervoso, outras estruturas ou

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Medium 9788527718295

Parte 1 | Capítulo 1 - Mudanças Alimentares: Implicações Práticas, Teóricas e Metodológicas

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

1

Mudanças Alimentares:

Implicações Práticas, Teóricas e Metodológicas

Rosa Wanda Diez-Garcia

A proposta deste texto é focalizar as mudanças alimentares como objeto de estudo em si, buscando propor elementos para se considerar implicações teórico-metodológicas envolvidas na análise do tema, para compreensão dos mecanismos de mudanças alimentares em suas diversas expressões e para subsidiar intervenções na área.

Mudar o foco do que originariamente seria uma discussão localizada apenas na área educação nutricional é um desafio porque remete à limitação do conhecimento produzido por essa disciplina, para explicar suficientemente o processo de mudança alimentar, tarefa essencial para uma intervenção.

Os problemas alimentares ao longo da história orientaram diferentes abordagens da educação nutricional. No Brasil, ela surge na década de 1940, como parte do projeto político governamental orientado para a proteção do trabalhador. Dadas as precárias condições sociais e econômicas da população, nas décadas subsequentes, o foco das intervenções nutricionais se voltaram para garantir recursos alimentares mínimos, com políticas voltadas para as doenças carenciais e também para o enfrentamento dos problemas sociais (Boog, 1988). Contudo, diante dos novos contornos dos problemas alimentares, os modelos até então existentes tornaram-se insuficientes.

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Medium 9788527718295

Parte 1 | Capítulo 2 - Ações Educativas, Programas e Políticas Envolvidos nas Mudanças Alimentares

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

Ações Educativas, Programas e Políticas

Envolvidos nas Mudanças Alimentares

2

Inês Rugani Ribeiro de Castro

Luciana Maria Cerqueira Castro

Silvia Angela Gugelmim

Neste capítulo apresentamos alguns referenciais teóricos com o intuito de ampliar o entendimento não só da questão alimentar no contexto atual, mas também do escopo de ações que se faz necessário para a promoção de mudanças alimentares efetivas no âmbito das políticas públicas. Comentamos, em seguida, alguns aspectos da questão alimentar na atualidade e, por fim, sistematizamos algumas experiências de promoção de alimentação saudável acumuladas em diferentes realidades à luz das vertentes de ação apresentadas em um dos referenciais teóricos.

Partimos da nossa experiência como pesquisadoras, docentes e profissionais do campo da alimentação e nutrição em saúde coletiva, que tem apontado para a urgência de repensarmos e ampliarmos nossa forma de ver e agir em relação à questão alimentar. Nossa intenção é, em última instância, contribuir para uma reflexão sobre as possibilidades e os desafios das políticas públicas de alimentação e nutrição na perspectiva tanto da construção de um sistema alimentar comprometido com a sustentabilidade ambiental e com a justiça social quanto do reposicionamento da alimentação como uma prática plena de sentido no âmbito da vida cotidiana.

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Medium 9788527718295

Parte 5 | Capítulo 3 - Programa de Educação Nutricional para Idosos com Constipação Intestinal Funcional

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

3

Programa de Educação Nutricional para Idosos com Constipação Intestinal Funcional

Márcia Maria Hernandez de Abreu Oliveira Salgueiro

Ana Maria Cervato-Mancuso

A pesquisa intitulada “Intervenção nutricional educativa: promovendo a saúde de idosos com constipação intestinal funcional” foi desenvolvida no Ambulatório de Geriatria do Instituto Central do

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O estudo foi de intervenção do tipo ensaio clínico aleatorizado, destinado a estudar a comparação de uma variável em dois grupos de pessoas, o grupo controle e o intervenção. Neste capítulo será apresentado o programa educativo planejado e executado para o grupo intervenção.

PARTICIPANTES

Participaram do programa indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos com hipótese diagnóstica de constipação intestinal funcional. Na entrevista inicial, a constipação intestinal funcional era confirmada verificando-se a presença das queixas que caracterizam o quadro. Os idosos foram encaminhados pela equipe médica e não apresentavam doenças neurológica, endócrina ou gastrintestinal orgânica que justificassem a constipação intestinal. Dos sujeitos entrevistados inicialmente,

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Medium 9788527725132

Capítulo 11 - Visão Geral da Anatomia do Tronco Encefálico e dos Nervos Cranianos

Campbell, William Wesley Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

100  Seção D  |  Nervos Cranianos xceto pela anatomia do nervo craniano (NC) I (olfatório) e do NC II (óptico), a anatomia dos NC está ligada de maneira inextricável à do tronco encefálico.

Este capítulo apresenta uma visão geral da organização e das características do tronco encefálico. Os capítulos subsequentes contêm análise detalhada sobre cada NC. Gates criou um mnemônico, a regra de 4 do tronco encefálico, para lembrar a anatomia básica e as síndromes vascula­res (Boxe 11.1).

E

Boxe 11.1

Regra de 4 do tronco encefálico

De maneira sucinta, a regra de 4 indica que há quatro estruturas medianas ou mediais, quatro estruturas laterais, quatro nervos cranianos (NC) na medula oblonga (bulbo), quatro na ponte e quatro acima da ponte. As quatro estruturas mediais são a via motora (trato corticoespinal), o lemnisco medial, o fascículo longitudinal medial e os núcleos e nervos motores. As quatro estruturas laterais são os tratos espinocerebelares, o trato espinotalâmico, o núcleo sensorial do NC V e as vias simpáticas. Os quatro NC na medula oblonga são IX, X, XI e XII, os quatro na ponte são V, VI, VII e VIII, e os demais estão acima da ponte.

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Medium 9788527709736

37 - Parto pré-termo

Enkin, Murray Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

CAPÍTULO

37

Parto pré-termo

1 Introdução

2 Estimativa do peso ou da idade gestacional como base para opções de assistência

3 Tipos de parto pré-termo

3.1 Morte pré-parto e malformações letais

3.2 Gravidez múltipla

3.3 Parto eletivo

3.4 Patologia materna e fetal

4 Local e preparações para o parto

4.1 Local do parto

4.2 Preparações para o parto

4.3 Prevenção de hemorragia intraventricular

5 Via de parto

5.1 Cesariana

5.2 Parto vaginal

5.2.1 Analgesia peridural e de outros tipos

5.2.2 Parto a fórceps eletivo

5.2.3 Uso rotineiro de episiotomia precoce

6 Assistência imediata no parto

7 Conclusões

balho de parto, gravidez múltipla, placenta prévia, descolamento prematuro da placenta, malformações congênitas fetais, situação fetal anormal e doença grave da mãe, todos os quais acrescentam seus próprios riscos para o bebê.

Há apenas algumas décadas o prognóstico de sobrevida de lactentes muito prematuros era considerado pequeno demais para indicar assistência especial ao seu nascimento. Isso não é mais verdade, pois a assistência neonatal moderna melhorou o prognóstico para esses pequenos lactentes em muitas partes do mundo. Agora, as decisões de assistência ao parto são dominadas por avaliação da probabilidade de sobrevivência e de sobrevivência sem incapacidade, em idades gestacionais específicas.

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Medium 9788541203562

14 Cardápios Institucionais

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

14  |  Cardápios Institucionais 

193

O planejamento e a composição de um cardápio envolvem não apenas aspectos de ordem culinária, mas também aspectos da combinação de alimentos, da alimentação equilibrada, dos mercados abastecedores, do gênero da clientela, disponibilidades financeiras e capacidade de produção.

A quantidade e a qualidade dos equipamentos e dos utensílios à disposição, assim como instalações deficientes, podem limitar a capacidade de produção na cozinha.

Para planejar um cardápio institucional, é necessário dedicação, conhecimento e sensibilidade por parte do profissional responsável pelo serviço. Os cardápios devem ser claros e explícitos para que o usuário tenha a noção correta das preparações. Para isso, é importante que se utilize uma planilha que permita a visualização global do perío­do vigente desse cardápio e a análise das repetições e frequências dos pratos e alimentos usados.

Outro item facilitador é ter o receituário-padrão atualizado e uma relação de preparações que poderão ser usadas no local, considerando‑se a mão de obra, as instalações e os custos disponíveis.

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Medium 9788527730594

6 - Noções Gerais de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Guanabara Koogan PDF

6

Noções Gerais de Gestão em Segurança e

Saúde no Trabalho

Chirmici 06.indd 137

29/08/16 09:48

138  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Responsabilidade jurídica civil e criminal de empresários, prepostos e gestores

A extensa legislação trabalhista, em conjunto com as normas do código civil e penal, forma densa camada de proteção ao trabalhador, com consequente responsabilização daqueles que, por obrigação contratual ou legal, devem preservar a saúde e a integridade física de seus trabalhadores. cc

Responsabilidade civil

Segundo regra constante do Art. no 189 do Código Civil, a responsabilidade civil surge quando o gestor viola o direito do trabalhador, nascendo para seu titular a possibilidade de requerer indenização. Dessa maneira, o trabalhador que for lesado em sua saúde ou integridade física por motivo relacionado à atividade laborativa terá o direito de ser indenizado proporcionalmente ao dano sofrido.

A apreciação e a mensuração dos parâmetros para essa indenização são de incumbência do Poder Judiciário, na figura dos juízes do trabalho.

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