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Parte 4 | Capítulo 1 - Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma Nova Diagnose

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Capítulo

1

Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma

Nova Diagnose

Fernando Lefevre

Ana Maria Cavalcanti Lefevre

Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Rachelle Balbinot

PLANO SIMBÓLICO DAS SOCIEDADES E DIAGNOSE NO CAMPO

DA SAÚDE E DA DOENÇA

A sociedade (toda sociedade) é constituída por um plano simbólico que pode ser configurado como um sistema de crenças ou representações compartilhadas1 que permitem a comunicação ou a troca de sentidos entre seus membros, conferindo-lhe coesão.

A comunicação como sustentáculo das formações sociais pressupõe, portanto, dois tipos de códigos compartilhados: um código linguístico e, a partir dele, um código ideológico, que é o sistema compartilhado de crenças aludido anteriormente.

Os membros de uma formação social determinada costumam falar (aproximadamente) a mesma língua (no caso da não existência de formas dialetais), mas não compartilham necessariamente as mesmas ideias, possuindo, contudo, em comum um determinado nível de compartilhamento que permite que ideias, mesmo divergentes, possam ser trocadas.

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Parte 5 | Capítulo 8 - A Centralidade da Pessoa na Intervenção em Nutrição e Saúde

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

A Centralidade da Pessoa na Intervenção em Nutrição e Saúde

8

Gisela Maria Bernardes Solymos

A assistência em saúde tem vivido um enorme avanço tecnológico nos últimos 50 anos, permitindo a cura e revertendo o prognóstico de inúmeras doenças sobre as quais os médicos costumavam desenganar os pacientes. Assim, não obstante as pesquisas seguirem avançando e os desafios nessa área estarem longe de ser resolvidos, a preocupação com a tecnologia parece estar abrindo espaço à preocupação com um outro fator não menos importante para o processo de cura: o chamado fator humano.

Muito se tem falado sobre o problema do atendimento em saúde e da necessidade de oferecer melhores condições de tratamento do paciente. O tema da humanização hospitalar vem sendo debatido há mais de uma década, trazendo mudanças em termos de instalações e até de procedimentos em determinadas áreas. Exemplos disso, entre outros, são as brinquedotecas nos vários hospitais infantis, a atenção ao aprendizado e ao acompanhamento escolar de crianças com nefropatias e dependentes de hemodiálise, ou o método canguru para crianças nascidas a pré-termo.

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Parte 5 | Capítulo 7 - Programa de Educação Nutricional em Grupo para Crianças e Adolescentes com Obesidade em Ambulatório

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Capítulo

Programa de Educação Nutricional em

Grupo para Crianças e Adolescentes com

Obesidade Ambulatorial

7

Marta Neves Campanelli Marçal Vieira

Jacqueline Pontes Monteiro

Cristina Maria Mendes Resende

ADOLESCÊNCIA E OBESIDADE

Para a Organização Mundial de Saúde, a adolescência corresponde ao período da vida entre os 10 e 19 anos 11 meses e 29 dias,¹ classificação que não é adotada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que considera criança, para efeitos da Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990, a pessoa até 12 anos de idade incompletos, e adolescentes, aquela entre 12 e 18 anos.2

Durante a adolescência, ocorrem profundas mudanças decorrentes das alterações morfológicas, fisiológicas, psicológicas e sociais intensas e complexas, que se caracterizam pelo rápido crescimento, surgimento das características sexuais secundárias, conscientização da sexualidade, estruturação da personalidade, adaptação ambiental e integração social.3 O crescimento acelerado, acompanhado de todas as alterações características dessa faixa etária, torna as necessidades de energia e nutrientes de elevadas, e na maioria das vezes são inadequadamente atendidas.4

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Parte 6 | Capítulo 4 - Indicadores Antropométricos para Acompanhamento Nutricional em Ambulatórios

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Capítulo

4

Indicadores Antropométricos para

Acompanhamento Nutricional em Ambulatórios

Fernanda Rodrigues Oliveira Penaforte

Camila Cremonezi Japur

Paula Garcia Chiarello

O planejamento de programas de educação nutricional individualizados requer o conhecimento prévio da condição nutricional de indivíduos, identificada por meio da associação da avaliação de parâmetros antropométricos, bioquímicos e alimentares.

Monitorar as mudanças alimentares e corporais provenientes da intervenção nutricional é uma forma de avaliar a adesão do indivíduo ao tratamento proposto. Avaliações antropométricas seriadas permitem a construção de indicadores objetivos necessários para esse monitoramento.

Diversos indicadores antropométricos podem ser utilizados no acompanhamento nutricional ambulatorial, e a escolha das melhores opções deve considerar as vantagens e os limites de cada método e os fatores que podem interferir na sua avaliação e interpretação.

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Parte 1 | Capítulo 2 - Ações Educativas, Programas e Políticas Envolvidos nas Mudanças Alimentares

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Capítulo

Ações Educativas, Programas e Políticas

Envolvidos nas Mudanças Alimentares

2

Inês Rugani Ribeiro de Castro

Luciana Maria Cerqueira Castro

Silvia Angela Gugelmim

Neste capítulo apresentamos alguns referenciais teóricos com o intuito de ampliar o entendimento não só da questão alimentar no contexto atual, mas também do escopo de ações que se faz necessário para a promoção de mudanças alimentares efetivas no âmbito das políticas públicas. Comentamos, em seguida, alguns aspectos da questão alimentar na atualidade e, por fim, sistematizamos algumas experiências de promoção de alimentação saudável acumuladas em diferentes realidades à luz das vertentes de ação apresentadas em um dos referenciais teóricos.

Partimos da nossa experiência como pesquisadoras, docentes e profissionais do campo da alimentação e nutrição em saúde coletiva, que tem apontado para a urgência de repensarmos e ampliarmos nossa forma de ver e agir em relação à questão alimentar. Nossa intenção é, em última instância, contribuir para uma reflexão sobre as possibilidades e os desafios das políticas públicas de alimentação e nutrição na perspectiva tanto da construção de um sistema alimentar comprometido com a sustentabilidade ambiental e com a justiça social quanto do reposicionamento da alimentação como uma prática plena de sentido no âmbito da vida cotidiana.

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