43 capítulos
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Parte 5 | Capítulo 5 - Educação Nutricional na Comunidade: Projeto de Hortas como Veículo de Educação Nutricional

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Capítulo

5

Educação Nutricional na Comunidade: Projeto de Hortas como Veículo de Educação Nutricional

Marlene Trigo

Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva

O Projeto Unir foi “uma iniciativa em desenvolvimento rural cujo objetivo era conseguir o engajamento da universidade, das instituições locais, das famílias de pequenos produtores e trabalhadores rurais dos municípios de Vera Cruz (VC) e Espírito Santo do Turvo (EST), na compreensão e na superação de problemas sociais e desafios culturais enfrentados por essas populações”.1

Segundo Mattos,2 o Unir deveria orientar suas ações para amenizar os efeitos da pobreza. “A pobreza

é o principal problema da sociedade brasileira. Famílias que vivem na zona rural são partes significantes da população mais pobre deste país”.3

O convênio firmado entre a Fundação W.K. Kellogg foi de 3 anos, permitindo que a Universidade de São Paulo (USP), por meio de docentes e alunos de três unidades da USP (ESALQ – Escola de

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Guanabara Koogan PDF

Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

Chirmici 07.indd 165

29/08/16 09:57

166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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Parte 1 | Capítulo 6 - Histórico da Educação Alimentar e Nutricional no Brasil

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

Histórico da Educação Alimentar e

Nutricional no Brasil

6

Maria Cristina Faber Boog

No momento em que este livro está sendo escrito, existe um esforço, em âmbito mundial, para a erradicação da fome, o controle de carências nutricionais, a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis e a promoção da saúde. Foge ao escopo deste capítulo tratar o histórico das ações relativas à garantia dos direitos humanos, da erradicação da fome, da construção da segurança alimentar e nutricional, mas, antes de se adentrar ao tema específico da educação nutricional ao longo do século passado, é necessário inscrever a leitura que se fará dessa trajetória em seu próprio momento histórico. O interesse que se observa hoje por incentivar pessoas, grupos e populações a se alimentarem de forma mais saudável guarda estreita relação com o movimento em prol da promoção da saúde e da qualidade de vida.

Ao se iniciar uma busca para a reconstrução dessa história, percebe-se que as iniciativas nesse sentido, empreendidas no Brasil, ao longo de mais de meio século, não tiveram continuidade, foram pouco documentadas ou se desconhece o seu real impacto. A descrição da trajetória talvez revele mais lacunas do que fatos e mais perguntas do que afirmações. A educação nutricional atravessa compromissos assumidos por diversos países, neles incluído o Brasil, que alavancaram políticas e estratégias voltadas à construção da segurança alimentar e nutricional da população, nas quais a educação detém um espaço e tem uma função. Lembramos, nesse sentido, a Declaração de Roma sobre a Segurança Alimentar Mundial e o Plano de Ação da Cúpula Mundial sobre a Alimentação, emanados da Conferência Mundial sobre Alimentação de 1996, promovida pela Food and Agricultural Organization – FAO (Declaração de Roma sobre a Segurança Alimentar Mundial e Plano de

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Parte 1 | Capítulo 7 - Educação Nutricional como Disciplina Acadêmica

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Capítulo

Educação Nutricional como

Disciplina Acadêmica

7

Maria Cristina Faber Boog

No ensino da nutrição voltado à formação de nutricionistas, desde as suas origens no ano de 1939 em São Paulo e 1943 no Rio de Janeiro, sempre esteve presente uma disciplina com foco pedagógico.

No primeiro currículo mínimo, fixado pela Portaria 514/64 do Ministério da Educação e Cultura, constava Pedagogia Aplicada à Nutrição.1 Em 1966, foi realizada, na Venezuela, a I Conferência sobre

Treinamento de Nutricionistas-Dietistas de Saúde Pública – Cepandal, de cujas conclusões emanou a recomendação para que as disciplinas fossem agrupadas por áreas gerais, sendo que uma das áreas era Ciências Pedagógicas, pois nessa conferência foi dada ênfase ao desenvolvimento de programas junto à comunidade e se considerou a necessidade de formar profissionais com visão social. Essa área deveria ocupar um quinto da carga horária do curso.2

A segunda Cepandal foi realizada em São Paulo, em 1973, e nessa reunião foram feitas propostas que visavam a articulação entre as áreas biológica e social. Essas recomendações foram enviadas pela

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Parte 4 | Capítulo 2 - Diagnóstico das Práticas e Comportamento Alimentares: Aspectos Metodológicos

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Capítulo

2

Diagnóstico das Práticas e Comportamento

Alimentares: Aspectos Metodológicos

Jean-Pierre Poulain

Rossana Pacheco da Costa Proença

Rosa Wanda Diez-Garcia

Considerando que a alimentação humana é um fenômeno de grande complexidade, aspectos psicológicos, fisiológicos e socioculturais estão profundamente envolvidos e interligados nas práticas alimentares. O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir elementos metodológicos, fundamentados no interior de várias disciplinas, envolvidos no diagnóstico das práticas e comportamentos alimentares, etapa necessária para o desenvolvimento de programas e intervenções na área de educação nutricional. Este capítulo foi fundamentado no texto de Poulain e Proença (2003) adaptado para os objetivos do livro, incluindo a parte conceitual do trabalho desenvolvido por Garcia (1999).

CONSIDERAÇÕES CONCEITUAIS SOBRE PRÁTICAS E

COMPORTAMENTO ALIMENTARES

Fischler (1995) critica tanto o termo “hábitos alimentares” como “comportamento alimentar”, preferindo referir-se às “práticas alimentares”. Considera que a noção de hábito pressupõe um comportamento puro, apreendido mecânica e inconscientemente, perfeitamente plástico e lábil. Sua crítica ao uso do termo “comportamento alimentar” deve-se ao fato de este ser frequentemente usado de forma reducionista, tentando encontrar determinismos e funcionalidades biológicas, genéticas e fisiológicas para cada prática ou característica cultural. Contudo, ter como inadequado o uso desses termos devido à recorrência com que são usados por uma visão reducionista não é suficiente para suprimir seu uso.

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