64 capítulos
Medium 9788502051485

Capítulo XI - I — SILA. II — POMPEU E CÉSAR

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

178

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XI

I — SILA. II — POMPEU E CÉSAR298

1. Sila e Mário299

Desviemos os olhos dos horrores das guerras de Mário e

Sila. Sua história pavorosa encontra-se em Apiano300: além do

298. O título do Capítulo está como no original. Montesquieu, como sempre, não dividiu o Capítulo. Dividimo-lo em itens, com respectivos subtítulos, para maior clareza. Linhas pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Expostos nos Capítulos IX e X os fatores do declínio político de

Roma, agora Montesquieu passa a tratar das próprias lutas caracterizadoras já da decadência e que culminaram com a queda da República.

A esse respeito reportamo-nos à nota 282 retro, síntese da Introd.,

Cap. 6, referente ao assunto.

Nesta fase estão Mário contra Sila. Depois Pompeu contra Júlio

César. Nada de Povo contra Aristocracia, note-se. O punctus prurens era a concentração do Poder nas mãos de alguns grandes.

299. Mário (156 a 86 a.C.) e Sila (136 a 78 a.C.) lutaram encarniçadamente liderando partidos, ou melhor, facções adversas. V. nota 264.

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Medium 9788530935887

A IDEIA DA ALMA E O SENTIMENTO DA VIDA: BUDISMO, ESTOICISMO, SOCIALISMO

SPENGLER, Oswald Forense Universitária PDF

A IDEIA DA ALMA E O SENTIMENTO DA VIDA:

BUDISMO, ESTOICISMO, SOCIALISMO

Cada Cultura tem sua Própria Forma de Moral

No que se refere à Moral, os homens ocidentais, sem exceção, acham-se sob a influência de uma enorme ilusão ótica. Todos exigem alguma coisa dos seus semelhantes. Pronuncia-se um imperativo: “Tu deves”, na convicção de que realmente haja algo que possa e careça ser modificado, plasmado, organizado uniformemente. A fé nessa possibilidade e no direito de realizá-la é inabalável. Nesse ponto, manda-se e exige-se obediência. Na ética do Ocidente, tudo é direção, desejo de poder, atuação proposital à distância. Quanto a isso, estão de perfeito acordo Lutero e Nietzsche, os papas e os darwinistas, os socialistas e os jesuítas. Sua moral apresenta-se com pretensão de validez geral, perene. Essa pretensão faz parte das necessidades do ser faustiano. Quem se afastar desse pensamento, desse dogma, desse desejo, será considerado pecador, herege, inimigo, e terá de ser combatido sem quartel. O Homem deve. O Estado deve. A Sociedade deve. Essa forma de moral é para nós evidente. Representa, aos nossos olhos, o sentido próprio e único de toda moral. Não era, porém, assim nem na Índia, nem na China, nem tampouco na Antiguidade.

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Medium 9788580550023

6. A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ E A ARQUITETURA BIZANTINA

Fazio, Michael Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 6

A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ

E A ARQUITETURA BIZANTINA

O

cristianismo, religião desenvolvida pelos seguidores de Jesus de Nazaré, surgiu como uma seita reformista do judaísmo, cujos membros acreditavam que Jesus era o messias prometido. Durante os três séculos seguintes à morte de Jesus, a religião desenvolveu-se em uma igreja organizada por uma hierarquia de bispos e clero. A primeira manifestação de suas crenças

é encontrada no Concílio de Niceia (325 d.C., com revisões posteriores), ainda utilizado pela Igreja Ortodoxa do

Oriente, pela Igreja Católica Romana e por algumas denominações protestantes:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso; Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os mundos; Deus de Deus, Luz da

Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus; Gerado, não feito; Tendo a mesma substância do Pai, por quem todas as coisas foram feitas; Ele, por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus; Se encarnou pelo Espírito

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Medium 9788580550023

16. OS MODERNISMOS DE MEADOS E DO FIM DO SÉCULO XX E ALÉM

Fazio, Michael Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 16

OS MODERNISMOS DE MEADOS E

DO FIM DO SÉCULO XX E ALÉM

E

ste capítulo final ainda trata do Modernismo, mas também aborda as respostas a favor e contra ele e acompanha a arquitetura no início do século XXI. Em função da pouca distância histórica, é mais um relato de eventos correntes do que uma história propriamente dita, pois o cânone ainda não foi definido com firmeza. Existem categorizações para a arquitetura contemporânea discutida neste capítulo, mas devem ser vistas como conveniências momentâneas, uma vez que estarão sujeitas à revisão, assim como os méritos de alguns indivíduos e edificações.

Em 1928, uma organização conhecida pelo acrônimo

CIAM (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna) começou a promover a arquitetura moderna e a abordar questões urgentes de projeto de edificações e planejamento urbano. Le Corbusier era a figura de destaque, mas a maioria dos astros modernistas, incluindo Walter Gropius e o jovem

Alvar Aalto, cuja obra será discutida neste capítulo, participou do CIAM. Depois da Segunda Guerra Mundial, a organização tentou reformular suas metas, mas logo ficou claro que a nova geração de projetistas via a doutrina modernista como uma camisa de força. Em 1953, durante uma reunião realizada no sul da França, um grupo mal organizado que se chamava de Team-X (o “X” representava o número romano dez) ficou encarregado de planejar a próxima conferência – o que seus membros fizeram e resultou no término dos CIAMs.

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Medium 9788502051485

Capítulo XIX - I — GRANDEZA DE ÁTILA. II — CAUSA DO ASSENTAMENTO DOS BÁRBAROS. III — RAZÕES POR QUE O IMPÉRIO DO OCIDENTE FOI ABATIDO PRIMEIRO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

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Capítulo XIX

I — GRANDEZA DE ÁTILA. II — CAUSA DO

ASSENTAMENTO DOS BÁRBAROS.

III — RAZÕES POR QUE O IMPÉRIO DO

OCIDENTE FOI ABATIDO PRIMEIRO475

1. A desgraça de Roma: segundo Pagãos e Cristãos476

Como, ao tempo em que o Império se enfraquecia, a Religião Cristã se afirmava, os Cristãos exprobavam aquela decadência aos pagãos, e estes pediam contas dela à Religião

Cristã.

475. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, subdividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos.

Nesses atendemos ao título do próprio Capítulo. Linhas pontilhadas: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Neste Capítulo e nas passagens de notas 13a, 108 e 241, Montesquieu exalta quatro inimigos dos Romanos: Tarqüínio, Aníbal,

Mitridates e Átila. Assim como exaltou ou ferreteou muitos Romanos.

No Capítulo XVIII, expôs Montesquieu já certo o aniquilamento de Roma, mercê da desestruturação interna. V. nota 454. No presente

Capítulo ele focaliza a contribuição das invasões dos Bárbaros, porém ressalta que o golpe de misericórdia estes o desfecharam foi por via interna, infiltrados no Estado romano (nota 487).

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