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Medium 9788502191006

4 SINTAXE

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

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SINTAXE

SIN.TA.XE

[ss ou cs]

Gram. sf.

1. Conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase

2. Essa ordem e as relações das palavras na frase

3. Estudo da estrutura gramatical das frases

4. Conjunto de regras sintáticas que caracterizam uma época, escola, autor etc.:

A obra aborda a sintaxe do modernismo.

5. P.ext. Fig. Livro que apresenta essa parte da gramática

6. Conjunto de regras que ordenam qualquer tipo de linguagem:

Estudava a sintaxe da linguagem computacional.

[F.: Do lat. syntaxis, deriv. do gr. sýntaxis.]

Caldas Aulete

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4.1.

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4.1.1.

FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO

Frase

É todo enunciado que tem sentido completo. A frase pode ou não ter verbo.

Quando não tem, denomina-se FRASE NOMINAL.

“Eta, vida besta, meu Deus.” (Carlos Drummond de Andrade)

Fogo!

Embora as frases nominais não tenham verbo, conseguem comunicar ideias completas, pois pressupõem a presença de verbos ocultos subentendidos. Equivalem a:

Meu Deus, como essa vida é besta.

Está pegando fogo!

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4.1.2. Oração

É todo enunciado que contenha verbo:

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Medium 9788502085206

POSTURA, COMPORTAMENTOE COMUNICAÇÃO NA PROVA

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 106

P O S T U R A , C O M P O RTA M E N T O

E C O M U N I C A Ç Ã O N A P R O VA

1) Devo cumprimentar a banca com aperto de mãos?

Normalmente não. Na forma tradicional que as provas são realizadas, você será chamado pelo presidente da banca, apresenta seu documento de identificação (RG) e já é convidado a se sentar.

Se a prova que você for fazer acontecer com vários candidatos que serão arguidos ao mesmo tempo, você terá momentos individuais com cada examinador. É melhor esperar a iniciativa dele para o cumprimento. Se isto acontecer, retribua no aperto de mão a pressão que receber. Esta orientação é válida para ambos os gêneros, em todas as situações.

Outra situação em que você pode ser cumprimentado é na avaliação psicossocial. A orientação é a mesma: retribua no aperto de mão a pressão que receber, deixando o outro decidir quando terminar o cumprimento.

Nunca, em hipótese alguma toque de leve na mão do seu interlocutor ou nas pontas de seus dedos, como se estivesse com nojo de tocar-lhe as mãos ou aperte tão firmemente a ponto de machucá-lo.

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Medium 9788521625971

10 - Fonética acústica

MASIP, Vicente E.P.U. PDF

CAPÍTULO

10

Fonética acústica

A grande mudança no estudo e na classificação do som se deu com a introdução da metodologia acústica, graças a avanços tecnológicos definitivamente consoli­ dados no fim da década de 1940 com o advento do Sonagraph, um instrumento de pesquisa que permitiu estabelecer a correspondência entre as dimensões ar­ ticulatória e acústica, conseguindo que a fonética acústica ocupasse o lugar que lhe correspondia. Jakobson realizou as pesquisas definitivas para consolidar o bi­ narismo – que já vinha amadurecendo desde 1938, quando conseguiu decompor as consoantes em oposições fundamentais – no Massachusetts Institute of Tech­ nology (MIT) e no laboratório psíquico-acústico da Universidade de Harvard junto com G. Fant e M. Halle, e publicou, em 1963, Preliminaries to speech analysis.

O extraordinário avanço tecnológico acontecido nos últimos anos permite-nos analisar a dimensão física do som e conferir as descobertas de Jakobson em qual­ quer computador portátil.

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Medium 9788502191006

6 SEMÂNTICA

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

6

SEMÂNTICA

sem(a), semato- elem. comp., do gr. sema- atos “sinal, marca, significação”, que se documenta em vocs. formados no próprio grego, como semiótica, e em muitos outros introduzidos na linguagem científica internacional, a partir do séc. XIX.

(...) semÂNT.ICA XX. Do fr. sémantique, voc. introduzido por Bréal, em 1883, na linguagem internacional da linguística.

Antonio Geraldo da Cunha

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6.1.

SINÔNIMO

Palavra que tem com outra uma semelhança de significação que permite que uma seja escolhida pela outra em alguns contextos, sem alterar a significação literal da sentença. alegre — feliz diminuto — pequeno falar — dizer branco — alvo

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6.2. ANTÔNIMO

Unidade significativa da língua (morfema, palavra, locução, frase) cujo sentido

é contrário ou incompatível com o de outra. in- / exgrande / pequeno bonito / feio

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6.3. HOMÔNIMOS

Vocábulos que possuem o mesmo som e/ou a mesma grafia, mas com sentidos díspares. Eles se dividem em: homográficos — mesma grafia: sede (lugar) sede (vontade de beber)

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Medium 9788577803750

10 Tolerâncias

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

320

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A manufatura intercambiável permite que peças feitas em diferentes lugares se ajustem quando montadas. É essencial para a produção em massa que todas as peças se ajustem adequadamente, e esta intercambialidade requer controle efetivo das dimensões por parte do engenheiro.

Por exemplo, um fabricante de automóveis subcontrata a fabricação de peças a outras companhias – tanto peças para automóveis novos como peças de reposição para reparos.

Todas as peças devem ser suficientemente parecidas para que qualquer uma possa ajustar-se adequadamente em qualquer montagem. As peças podem ser feitas com dimensões muito precisas, até alguns milionésimos de polegada ou milésimos de milímetro – como nos blocos de aferição –, mas peças muito precisas são extremamente caras e ainda haverá alguma variação entre as dimensões exatas e o tamanho real da peça.

Felizmente, não são necessários tamanhos exatos. A precisão necessária de uma peça depende de sua função. Um fabricante de triciclos para crianças sairia rapidamente dos negócios se as peças fossem feitas com a precisão de uma turbina a jato – ninguém estaria disposto a pagar o preço. Fornecer uma tolerância junto com uma cota permite que esta seja especificada com qualquer nível de precisão requerido.

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Medium 9788522474660

Parte 3 - 13 Viabilidade Econômica

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

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Viabilidade Econômica

Nenhuma campanha é boa o suficiente se não for viável

Não se pode dar o passo maior do que as pernas.

Conteúdo deste capítulo:

�� O que é viabilidade econômica?

�� Onde indicar os descontos?

�� Como fazer para mostrar para o cliente o valor e o custo da campanha?

Viabilidade econômica nada mais é do que o casamento perfeito entre a verba disponibilizada pelo anunciante – o budget – e o orçamento proposto pela agência, desde que a campanha proposta tenha uma probabilidade alta de resolver o problema do cliente. Caso contrário, estaremos diante de uma campanha viável economicamente, mas sem nenhum efeito do ponto de vista mercadológico.

O estudo da viabilidade econômica por parte da agência é de vital importância para passar tranquilidade ao anunciante na hora de investir na campanha. Este estudo apresenta exatamente como a campanha deverá ser financiada e como funcionará o fluxo de caixa, pois numa campanha de quatro meses a um custo de um milhão de reais, dificilmente o cliente terá verba para financiar a campanha toda logo no primeiro mês. Essa verba provavelmente será dividida ao longo de todo o tempo de duração da campanha.

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Medium 9788577803750

8 Vistas auxiliares, desenvolvimento de superfícies e interseções

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

218

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Planos inclinados e linhas oblíquas não aparecem com suas dimensões reais em nenhum dos planos principais de projeção. Para mostrar a verdadeira grandeza de um segmento de uma linha oblíqua ou uma face em um plano inclinado, deve ser criada uma vista auxiliar. Os princípios para a criação de vistas auxiliares são os mesmos independentemente de se estar utilizando o desenho tradicional, esboço ou em sistema

CAD: devem ser definidos uma linha de visada e um plano de referência. Com o desenho tradicional, a vista é manualmente criada ao longo das projetantes da linha de visada. Com o desenho em CAD, o computador gera a vista automaticamente, se originalmente foi criado uma forma em 3-D.

INTRODUÇÃO

Muitos objetos são criados sem que suas faces principais sejam paralelas aos principais planos de projeção. Por exemplo, na Figura 8.1a, a base do projeto para o mancal é mostrada em sua verdadeira grandeza, mas a parte superior arredondada é situada em ângulo que não aparece em verdadeira grandeza e forma em nenhuma das três vistas regulares. Para mostrar a verdadeira grandeza dos círculos, use uma direção de visada perpendicular aos planos dessas curvas, como mostrado na Figura 8.1b. O resultado é conhecido como vista auxiliar. Esta vista, e a vista superior, descrevem completamente o objeto. A vista frontal e a lateral direita não são necessárias.

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 8 Objetivos e Estratégias de Comunicação

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

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Objetivos e Estratégias de Comunicação

O que você pretende comunicar, a quem e quais meios utilizar?

O homem é um ser comunicativo por excelência. E a cada dia inventa um novo meio para se comunicar.

Conteúdo deste capítulo:

�� A comunicação vista como estratégia de marketing à parte

�� Os principais elementos do mix de comunicação

�� Comunicação não é só propaganda

�� O crescimento da área de promoção de vendas e marketing promocional

�� A diversidade das estratégias de comunicação

�� Sinergia da comunicação

�� Comunicação integrada de marketing

Depois de descrita a missão da empresa, seus objetivos e estratégias de marketing, chega-se finalmente à comunicação.

Os resultados esperados da comunicação dividem-se em quatro fases principais: conhecimento, compreensão, convicção, ação. Alguns autores chamam esse processo de esquema AIDA (atenção, interesse, desejo e ação). Não se pode esperar da comunicação nada além do que uma reação – geralmente positiva – do receptor. É dentro desse espectro que deve-se formular o objetivo da comunicação.

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Medium 9788522475063

4 - Instrumentos de comunicação pública

DUARTE, Jorge (org.) Atlas PDF

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Instrumentos de comunicação pública

Jorge Duarte

“O que faz andar a estrada? É o sonho. Enquanto a gente sonhar, a estrada permanecerá viva. É para isso que servem os caminhos, para nos fazerem parentes do futuro.”

Tuahir, personagem do romance Terra sonâmbula, de Mia Couto

Neste texto, pretendemos discutir que a atuação em Comunicação Pública (CP)

exige: (a) compromisso em privilegiar o interesse público em relação ao interesse individual ou corporativo; (b) centralizar o processo no cidadão; (c) tratar comunicação como um processo mais amplo do que informação; (d) adaptação dos instrumentos às necessidades, possibilidades e interesses dos públicos; (e) assumir a complexidade da comunicação, tratando-a como um todo uno.

Tema de debates na academia e na imprensa, nome de cursos de pós-graduação, fonte de incipiente e estimulante literatura, a expressão comunicação pública tem sido fomentadora de interesse a respeito de suas diferentes interpretações, implicações e potencial de adoção. Embora quase toda comunicação possa ser considerada pública, o esforço de caracterizar a expressão com um significado específico faz com que às vezes seja usada para referir-se aos veículos públicos, tratada como a estrutura técnica das redes de tv e rádio, em alguns casos como comunicação governamental, ou ainda como sinônimo do conjunto de instrumentos originários da Administração Pública.1

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Medium 9788530951009

Capítulo 6 - ROBERT ALEXY: A ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA COMO DISCURSO RACIONAL

Atienza, Manuel Grupo Gen - Editora Forense PDF

CAPÍTULO 6

Robert Alexy: A Argumentação

Jurídica como Discurso Racional

1. INTRODUÇÃO

1.1. Proposição geral: argumentação prático-geral e argumentação jurídica

Como já se indicou várias vezes, e agora haverá ocasião de se comprovar que a teoria da argumentação jurídica, formulada por Alexy em sua Theorie der juristischen Argumentation. Die Theorie des rationalen Diskurses als Theorie der juristischen Begründung (Alexy, 1978a), desenvolvida e precisada

– mas não modificada – depois, em vários artigos,1 coincide substancialmente com a de MacCormick. Ambos percorreram, cabe dizer, o mesmo caminho, mas em sentidos opostos. MacCormick – como se viu – parte das argumentações ou justificações das decisões tal e como, de fato, elas ocorrem nas instâncias judiciais e, a partir daí, elabora uma teoria da argumentação jurídica que ele acaba por considerar como fazendo parte de uma teoria geral da argumentação prática.

Alexy, pelo contrário, parte de uma teoria da argumentação prática geral que ele projeta, depois, para o campo do Direito

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Medium 9788530956325

PARTE II | Capítulo II - A Injustiça Extrema e o Conceito de Direito

Alexy, Robert Grupo Gen - Editora Forense PDF

CAPÍTULO II

A INJUSTIÇA EXTREMA E O

CONCEITO DE DIREITO1

Júlio Aguiar de Oliveira

2.1. Introdução

Há duas possíveis abordagens para a Fórmula de

Radbruch (sintetizada por Robert Alexy na expressão: a injustiça extrema não é direito). A Fórmula de Radbruch pode ser tomada como uma proposição conceitual acerca da natureza do direito (mais especificamente como um elemento do conceito de direito), e ela pode ser tomada como uma prescrição para a decisão judicial. Dadas essas duas abordagens como pontos de partida, é possível então a apresentação de quatro teses diferentes. Primeira: a Fórmula de Radbruch

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Uma primeira versão deste ensaio foi escrita durante estágio pósdoutoral realizado na Universidade de Kiel (Alemanha) e apresentada no Seminário Superior da Cátedra de Filosofia do Direito e Direito Público da Universidade de Kiel, em julho de 2013. Agradeço ao Prof. Robert Alexy pela supervisão da pesquisa, ao Prof. Stanley

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 4 - O HOMEM COM SUA PERSONALIDADE: REALIDADE BASE

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A - Artmed PDF

A Linguagem Oral na Educação de Adultos

CAPÍTULO

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4

O Homem com sua Personalidade,

Realidade Base

A personalidade do homem é a soma de suas emoções, temores, interesses, estado de ânimo, estado psicofísico, passado e presente, seus desejos e expectativas, suas motivações, sua cultura e seus costumes, sua raça, sua situação socioeconômica, sua profissão e ocupação, sua sensibilidade e sentimentos, seus gostos, seus complexos, sua herança, suas ambições e seus bens, o dia, o clima, etc.

O todo, que torna essa pessoa única e irrepetível, com dignidade, liberdade e com capacidade de ser. Isso é o que nos torna, fundamentalmente, pessoas.

As estimulações e impressões que recebe da realidade e a expressão de seu eu interior encontram-se condicionadas por ela e são mostradas por meio da expressão dos aspectos genuínos desse eu ou bem, em seu agir disfarçado e encoberto como autodefesa ou repressor da expressão dos outros, se atua num papel mais ofensivo.

Ao considerar a realidade base, há uma que é a fundamental: o grande desejo de capacitação do participante. Problemática pessoal que, por outro lado, o leva a participar num curso de educação de adultos.

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Medium 9788522476084

4.1 Artigo científico

Brasileiro, Ada Magaly Matias Editora Atlas S.A. PDF

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Manual de Produção de Textos Acadêmicos e Científicos  •  Matias Brasileiro

• Artigo original – o autor (pesquisador) pretende responder a uma pergunta (problema). Para isso, ele parte da pesquisa bibliográfica para a de campo, a fim de elaborar uma publicação que apresente temas ou abordagens originais.

• Artigo de revisão – é uma produção que resume, analisa e discute informações já publicadas. O autor delimita um assunto amplo e procura dialogar com alguns autores tidos como referências teóricas. Nesse diálogo, a voz do pesquisador aparece apresentando, confirmando, refutando, sintetizando o que os outros disseram.

4.1.2 A estrutura do artigo

Os elementos estruturais do artigo são:

Parte pré-textual: a) no alto da página, escreve-se o título do artigo; b) alinhado à direita, registra(m)-se o(s) nome(s) do(s) autor(es) com respectivas credenciais em nota de rodapé, indicando formação, instituição

à qual está vinculado e endereço eletrônico, usando fonte 10, entrelinha

1 e alinhamento do texto à 1a linha da nota; c) após espaço duplo, escreve-se “RESUMO”, mais um espaço duplo e o registro do resumo homotópico na língua do texto (máximo de 250 palavras); d) abaixo do resumo, registram-se as palavras-chave na língua do texto (máximo de 5 palavras ou expressões iniciadas por letra maiúscula, separadas e finalizadas por ponto final).

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Medium 9788502081413

Anexo II Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)

Mello, Jônatas Junqueira de Editora Saraiva PDF

Anexo II

Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da

Língua Portuguesa (1990)

1. Memória breve dos acordos ortográficos

A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como largamente prejudicial para a unidade intercontinental do português e para o seu prestígio no Mundo.

não importa agora mencionar, este acordo não produziu, afinal, a tão desejada unificação dos dois sistemas ortográficos, fato que levou mais tarde à convenção ortográfica de 1943. Perante as divergências persistentes nos Vocabulários entretanto publicados pelas duas Academias, que punham em evidência os parcos resultados

Tal situação remonta, como é sabido, a 1911,

práticos do acordo de 1943, realizou-se, em 1945,

ano em que foi adotada em Portugal a primeira

em Lisboa, novo encontro entre representantes

grande reforma ortográfica, mas que não foi

daquelas duas agremiações, o qual conduziu à

extensiva ao Brasil.

chamada Convenção Ortográfica Luso-Brasilei-

Por iniciativa da Academia Brasileira de

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Medium 9788502085206

ENTREVISTA COM DR. EMERSON GARCIA

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 11

comunicação formal e adequada, nos termos em que essa fase está concebida na legislação atual.

5) E para a profissão? A boa comunicação faz diferença?

Para a profissão, a comunicação faz a grande diferença, seja a comunicação escrita, seja a verbal, cada uma no seu momento certo. Sem dúvida, há grandes comunicadores por escrito que se comunicam mal verbalmente; também há o contrário. Mas o ideal

é um equilíbrio entre essas duas áreas tão importantes da comunicação, especialmente nas carreiras como as do Advogado,

Juiz ou Promotor, pois seu trabalho se baseia no convencimento dos tribunais.

E N T R E V I S TA C O M D R . E M E R S O N G A R C I A

Consultor Jurídico da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Presidente da Banca de Direito Constitucional do I Concurso de Acesso à Carreira do Ministério Público Especial junto ao Tribunal de

Contas do Estado do Rio de Janeiro. Titular da Banca Examinadora de

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