138 capítulos
Medium 9788577803750

5 Esboço de vistas ortográficas e projeções

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 5 • ESBOÇO DE VISTAS ORTOGRÁFICAS E PROJEÇÕES

A projeção de um objeto em um plano é chamada de vista.

Projetando múltiplas vistas de direções diferentes de forma sistemática, você pode descrever completamente a forma de objetos 3-D. Há muitas convenções que você deve aprender para criar esboços e desenhos que podem ser interpretados por outros. A norma publicada em ANSI/ASME Y14.3M-1994 é comum nos Estados Unidos, onde a projeção no terceiro diedro é usada. Europa, Ásia e muitos outros lugares usam o sistema de projeção no primeiro diedro.

Para criar e interpretar desenhos, você precisa saber como criar projeções e entender o posicionamento-padrão das vistas. Você também deve entender a geometria de objetos sólidos e como visualizar um objeto através de um esboço ou desenho. Entender quando as superfícies têm posição normal, inclinada ou oblíqua pode ajudar a visualizar objetos. Detalhes comuns como vértices, arestas, contornos, furos e arredondamentos são mostrados de forma padronizada. Esses detalhes devem ser mostrados claramente escolhendo-se uma escala apropriada.

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Medium 9788522474660

Parte 3 - 13 Viabilidade Econômica

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

13

Viabilidade Econômica

Nenhuma campanha é boa o suficiente se não for viável

Não se pode dar o passo maior do que as pernas.

Conteúdo deste capítulo:

�� O que é viabilidade econômica?

�� Onde indicar os descontos?

�� Como fazer para mostrar para o cliente o valor e o custo da campanha?

Viabilidade econômica nada mais é do que o casamento perfeito entre a verba disponibilizada pelo anunciante – o budget – e o orçamento proposto pela agência, desde que a campanha proposta tenha uma probabilidade alta de resolver o problema do cliente. Caso contrário, estaremos diante de uma campanha viável economicamente, mas sem nenhum efeito do ponto de vista mercadológico.

O estudo da viabilidade econômica por parte da agência é de vital importância para passar tranquilidade ao anunciante na hora de investir na campanha. Este estudo apresenta exatamente como a campanha deverá ser financiada e como funcionará o fluxo de caixa, pois numa campanha de quatro meses a um custo de um milhão de reais, dificilmente o cliente terá verba para financiar a campanha toda logo no primeiro mês. Essa verba provavelmente será dividida ao longo de todo o tempo de duração da campanha.

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Medium 9788502085206

COMO FAZER NA HORA DA PROVA

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 129

C O M O FA Z E R N A H O R A D A P R O VA

1) O que fazer com os “brancos”?

A primeira coisa a fazer é não se preocupar com eles. O “branco” pode acontecer e pode estragar a sua prova se você der mais importância do que ele merece. Como exemplo, podemos citar aquela palavra que está “na ponta da língua”, que você sabe o significado, mas que naquele momento ela simplesmente decidiu não sair.

O melhor a fazer é pedir licença para a banca e explicar o que você quer dizer, mas que não está se lembrando naquele momento.

Se você se esquecer não só da palavra, mas de uma definição toda, tente se acalmar e responder de alguma forma, mesmo que não seja a que você considera a ideal.

O mais importante é você não se deixar levar pelo desespero no momento e se prejudicar nas perguntas subsequentes.

Aqui vale uma orientação preciosa para você que não tem alguém por perto com experiência em concurso e procura um profissional que trabalha somente com apresentações em público, por exemplo.

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Medium 9788530951009

Capítulo 5 - NEIL MACCORMICK: UMA TEORIA INTEGRADORA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

Atienza, Manuel Grupo Gen - Editora Forense PDF

CAPÍTULO 5

Neil MacCormick: Uma Teoria

Integradora da Argumentação

Jurídica

1. INTRODUÇÃO

1.1. A teoria padrão da argumentação jurídica

Como o leitor (que começou a ler este livro no início e sem muitas interrupções) seguramente se lembrará, no primeiro capítulo procurei oferecer uma introdução à teoria da argumentação jurídica, centrada basicamente em dois aspectos lógico-dedutivos e, sobretudo, em seus limites. Depois, nos três capítulos seguintes, examinei diversas concepções surgidas nos anos 1950 (a tópica de Viehweg, a nova retórica de Perelman e a lógica informal de Toulmin), que, embora diferindo entre si em diversos aspectos importantes

(como, p. ex., quanto ao seu alcance, ao aparato analítico etc.), têm, contudo, algo em comum – a rejeição do modelo da lógica dedutiva: como vimos, esses autores não tratam simplesmente de mostrar que a concepção lógico-dedutiva tem seus limites (o que, sem dúvida, deve ter ficado claro depois do primeiro capítulo); eles também afirmam que pretender reconstruir a argumentação jurídica a partir disso é um equívoco ou, pelo menos, tem valor muito reduzido.

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Medium 9788522474660

Parte 3 - 10 Criação: como Comunicar

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

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Criação: como Comunicar

O que significa e como chegar ao conceito criativo?

“Não há nada mais maçante do que um comercial mostrando a verdade de maneira óbvia” (Bill Bernbach).

Conteúdo deste capítulo:

�� Como defender a criação?

�� Qual é a estrutura lógica da defesa de criação?

�� O que é problema de comunicação?

�� O que é objetivo de comunicação?

�� Qual é a diferença entre tema e abordagem?

�� Onde entra o posicionamento definido no item anterior?

�� A diferença entre público-alvo e mercado-alvo

�� Qual é a diferença entre slogan e assinatura?

Este é o tópico que mais chama atenção em todo plano de comunicação, pois ele é extensamente ilustrado e colorido. É o momento de encantar o anunciante, fazer com que seus olhos brilhem, é o momento da sedução.

Para que a sedução funcione eficientemente, existe um protocolo a ser seguido, que também funciona como defesa da criação. Algumas pessoas pulam a defesa

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