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Capítulo X - A CORRUPÇÃO DOS ROMANOS

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

173

Capítulo X

A CORRUPÇÃO DOS ROMANOS 285

1. A religiosidade dos Romanos286

..........................................................................................

Políbio286b diz que, no seu tempo, os juramentos não autorizavam confiar num Grego, enquanto que um Romano, a bem dizer, ficava por eles acorrentadob.

Há um fato nas cartas de Cícero287 a Áticoc que mostra o quanto os Romanos tinham mudado a esse respeito desde o tempo de Políbio.

285. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. Linha pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Sobre a correlação deste Capítulo com o precedente e com o Capítulo XVIII, ver nota 282.

286. Os Romanos eram muito religiosos e sacralizaram suas instituições, como expõe aqui Montesquieu. Acrescentaremos a propósito: a sacralização do juramento, base da disciplina militar (nota 18, e nota “b” de Montesquieu neste Capítulo); sacralização das fronteiras, inclusive R. Rubicom (notas 3a, 14a e 310a); sacralização de penas como o homo sacer e a crucifixão (notas 3a e 310a); e a sacralização da própria autoridade imperial (notas 346 e 371).

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Parte I - 2 Comunicação

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

2

Comunicação

1 Teorias da comunicação

Para Maria Schuler, em Comunicação estratégica (2004, p. 11),

“a comunicação está presente em todas as formas de organização conhecidas na natureza, tanto que se pode afirmar que a única maneira de haver organização é através da comunicação”.

Putnam, Phillips e Chapman (In: CLEGG; HARDY; NORD, 2004, p. 110), por sua vez, afirmam que “comunicação e organização são coisas equivalentes”.

Não há executivo de grande empresa que desconsidere a importância da comunicação. Talvez, porém, nada receba tão pouca atenção e reconhecimento como os profissionais que a ela se dedicam. As empresas ocupam-se de seu patrimônio, gastam fortunas contabilizando seus haveres, compram frotas de automóveis, imóveis, armazéns, investem milhares de reais em computadores, convenções, reuniões, viagens, mas pouco interesse têm com a comunicação externa e interna que circula em seu ambiente. Qualquer soma, por mais ínfima que seja, é considerada desperdício se estiver relacionada à área de comunicação. Se é preciso veicular uma informação:

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G

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

G

Gaiato

A palavra do alto alemão gāhi, impetuoso, originou o inglês gay e o francês gai.

No inglês, gay teve o sentido inicial de alegre, vistoso. A partir do século XVII, passou para o terreno sexual para designar uma prostituta (a gay woman), um namorador (a gay man) ou um bordel (a gay house). Somente no século XIX, virou sinônimo de homossexual.

O francês gai também teve o sentido inicial de alegre e, depois, por influência do inglês, o de homossexual masculino.

Gai é a origem do português gaio, alegre, esperto. Gaio recebeu a terminação diminutiva -ato e ficou gaiato.

Ou seja, gay, com o sentido de homossexual masculino, em português é gaio.

E ainda temos, segundo o nosso Vocabulário Ortográfico, a palavra guei, como aportuguesamento de gay. Mas tanto gaio como guei não pegaram; o povo preferiu ficar mesmo com a forma do inglês, que é língua de gente rica e evoluída.1

Gajo

O cigano espanhol gachó – significava senhor, o que não é cigano – deu no português gajão, com o mesmo significado. Depois, o povo achou que gajão era um aumentativo e a palavra ficou gajo, com o sentido de um indivíduo qualquer.

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Parte I - 5 Como Escrever Relatórios

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

5

Como Escrever Relatórios

1 Comunicações internas e externas

A organização de uma empresa depende basicamente do fluxo de informações relacionadas com as pessoas, interna e externamente, e sobre ela. A comunicação interna permite à empresa ter consciência de si mesma, adaptar-se ao ambiente. A comunicação externa permite a realização de negócios.

Uma empresa, para ser eficaz, depende de seus padrões de comunicação atuais ou passados, tanto internos como externos.

A comunicação externa é realizada da empresa para fora e vice-versa.

O sucesso de uma empresa depende em grande parte das transações de comunicação que deve haver entre seus membros e dos membros com o ambiente externo.

O administrador que não transmite informações, que não comunica seus objetivos a seus subordinados, que não avalia a efetividade de sua comunicação não pode esperar desempenho positivo de sua empresa. A secretária deve auxiliá-lo nesta tarefa de busca e transmissão de informações. E a ela compete manifestar sempre interesse pela compreensão dos objetivos da empresa. Quando estes não forem explícitos, deverá procurar, através do diálogo, descobrir para onde a empresa está indo e ajudar seu executivo a manifestar-se claramente.

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Parte I - 13 Formulários

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

13

Formulários

1 Condições para que uma mensagem se torne informativa

As organizações só se tornam viáveis quando possuem meios apropriados para adquirir informações a respeito de si mesmas e de seu ambiente. E subsistem quando há comunicação interna e externa bem estabelecida. Suas finalidades e seus regulamentos são cumpridos à medida que processos eficazes de comunicação impulsionam-lhes o movimento na direção de metas específicas.

Para que uma mensagem se torne informativa, são necessários alguns requisitos: estar fisicamente ao alcance do receptor; ser compreensível para ele; poder ser por ele comprovada; ser de alguma utilidade para o receptor.

A informação é indispensável ao administrador como base para atingir metas e para que possa descobrir e definir áreas problemáticas que impedem a organização de atingir seus objetivos.

É por meio da informação que o administrador avalia desempenhos individuais ou coletivos, pois a eficiência do trabalho em grupo depende de informações que permitam fazer os ajustamentos necessários.

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M

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

M

Maçã — Maçaneta — Pomo

No latim clássico, malum significava (a) qualquer fruto com caroço e (b) maçã.

Depois a palavra foi substituída por pomum; posteriormente, pluralizou-se e ficou poma. Daí vieram o francês pomme e o português pomo, fruto.

O pomo de adão é aquela saliência na parte frontal do pescoço masculino.

É conhecido popularmente como gogó (forma alterada de goela). Adão, quando comeu a maçã do pecado, engasgou-se e ficou com um pedaço da fruta parado no meio da garganta. A partir daí, todo ser humano do sexo masculino passou a carregar consigo essa herança. Por isso, mulher não tem pomo de adão nem muito menos pomo de eva. Veja só, mal a mulher nasceu, já saiu deformando o primeiro homem que apareceu na sua frente. Tudo bem, ele era o único à vista. Mas Eva sabia disso? Resultado: para o resto da vida, Adão e seus descendentes ficaram com a mulher atravessada na garganta. O pomo de adão é a explicação freudiana do machismo, como forma de vingança.

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Capítulo XIII - AUGUSTO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

204

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XIII

AUGUSTO358

1. Otávio toma o Poder359

A) Sexto Pompeu360 tinha a Sicília e a Sardenha. Era senhor do mar, e tinha consigo uma infinidade de fugitivos e

358. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. Linha pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto com letras, e acham-se no Anexo.

Otávio (63 a.C. até 14 d.C.), sobrinho-neto e filho adotivo de Júlio

César, foi Imperador de 31 a.C. até 14 d.C. (nota 367), fundando o

Império. Nessa condição, assumiu ele vários títulos, inclusive esse de Augusto, pelo qual é mais conhecido.

Júlio César e os onze primeiros Imperadores tiveram o título de

César. Os cinco primeiros eram da família de Júlio César por via de consangüinidade, de afinidade, ou de adoção (notas 304, 389, 391,

396 e 399). Os outros seis, não.

Não confundir esse título com os Césares, que mais tarde auxiliavam e sucediam aos Imperadores (notas 415a e 437).

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O

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

O

O diabo a quatro

A expressão é de origem francesa (faire le diable à quatre) e provém de representações teatrais medievais, em que o diabo frequentemente aparecia. Para diabrurinhas, lá vinha um ou dois diabos; para diabruras de porte, o autor da representação usava quatro diabos, que faziam um grande barulho e confusão. Daí o diabo a quatro significar coisas espantosas, grande confusão. Popularmente, a expressão ganhou uma variação grosseira: o caralho a quatro.

Obrigado

Do latim obligatus, particípio de obligare (ob + ligare), ligar, amarrar, em volta de.

O agradecimento é uma forma reduzida do seguinte: “Eu fico obrigado a lhe retribuir esse favor.”

Por isso, a mulher deve agradecer dizendo “obrigada”.

Obtuso

Do latim obtusu, particípio do verbo obtundere, bater com força, enfraquecer, formado de ob-, contra + tundere, bater, origem do português tunda, surra.

O ângulo obtuso (maior que o reto) é aquele cuja ponta angular foi, de certa forma, enfraquecida, atenuada.

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Capítulo XII - A SITUAÇÃO DE ROMA APÓS A MORTE DE CÉSAR

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

195

Capítulo XII

A SITUAÇÃO DE ROMA APÓS

A MORTE DE CÉSAR331

1. Os primeiros momentos

Era de tal forma impossível pudesse a República restabelecer- se que aconteceu o que nunca se vira antes: já não havia mais tirano, e não havia liberdade. É que as causas que a tinham destruído subsistiam ainda332.

Os conjurados tinham elaborado planos apenas para a conjuração e não planos para sustentá-la.

331. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, subdividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Morto Júlio César, agora Otávio e Marco Antônio, seus parentes

(nota 358), lutam entre si. Em seguida buscam, ou fingem buscar, vingança contra os conjurados. Liqüidados estes, os dois voltam a lutar entre si. Em suma, prossegue a luta pelo Poder, e a respeito reportamo-nos à Introd., Cap. 6, e seu resumo em nota 282.

A segunda luta entre Otávio e Marco Antônio, marcando o desfecho da disputa do Poder, Montesquieu a remete para o Capítulo XIII seg., conforme sua técnica expositiva (nota 1).

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Capítulo XVI - A SITUAÇÃO DO IMPÉRIO DESDE ANTONINO ATÉ PROBO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

234

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XVI

A SITUAÇÃO DO IMPÉRIO

DESDE ANTONINO ATÉ PROBO413

1. Os Antoninos414

Naquela época, a seita dos Estóicos415 se estendia e acreditava no Império. A natureza humana parecia ter feito um esforço para produzir aquela seita admirável, semelhante às plantas que a Terra faz nascer em lugares que o Céu nunca viu.

413. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimo-lo em itens, com respectivos subtítulos. Linhas pontilhadas: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente e acham-se no Anexo.

Aqui, trata-se do seleto grupo dos Antoninos, uma espécie de dinastia. Também sob eles permaneceram intactos os problemas estruturais de Roma, todos ligados à crônica concentração do Poder. É que continuou o imobilismo político do Império. V. Introd., Cap. 7, em especial item 3.

414. Os Antoninos foram sete Imperadores, que governaram Roma de 96 d.C. até 192 d.C., cada qual nomeado pelo antecessor: Nerva,

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Parte I - 1 Relações Humanas

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

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Relações Humanas

1 Conceito

Relações Humanas é uma disciplina que tem por objetivo a investigação de fatos relativos ao estabelecimento de normas em vista de uma convivência melhor dos seres humanos na empresa, no lar, na escola. Vale-se sobretudo da Psicologia Humana para determinar as normas do bom relacionamento (DORIN, 1978, p. 246-247). Para

Agostinho Minicucci (1984, p. 18), “o termo Relações Humanas tem sido empregado, com frequência, para referir-se a relações interpessoais’’.

Relações Humanas é o estudo do comportamento humano e não de normas de boas maneiras (como portar-se à mesa, como viver em comunidade).

Da secretária moderna exigem-se não só conhecimentos econômicos e técnicofinanceiros, como também de comportamento interpessoal e compreensão das pessoas com quem se relaciona. Para bem compreender as pessoas, é necessário colocar-se dentro do mundo psicológico delas.

Para Williams (1972, p. 37),

“a menos que façamos uma tentativa sistemática para compreender o comportamento humano, as ações das pessoas com as quais entramos em contato não terão frequentemente nenhum significado para nós. É importante conservar em mente, no entanto, que mesmo uma extensa experiência de relações humanas e um profundo conhecimento da mecânica do comportamento não possibilitarão a um indivíduo compreender a si mesmo e/ou seus companheiros, além de certo limite’’.

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Z

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

Z

Zagueiro

Em espanhol, a palavra zaga (do árabe sâqa, retaguarda de um exército) significa a parte de trás de algo e, por extensão, a linha de defesa de uma equipe de futebol.

Zaguero (formado de zaga), além do jogador, é um adjetivo, que significa de trás.

As duas palavras vieram para o português zagueiro e zaga, apenas com aplicação no futebol.

Zangão

A palavra tem origem onomatopaica, com base no zumbido produzido pelo inseto. Em razão das características negativas do macho da abelha — não tem ferrão, não trabalha e é sustentado pelas colegas de colmeia —, zangão ganhou o sentido de indivíduo explorador, parasita, inútil e, por extensão, maçante, inconveniente.

Provavelmente zanga e zangar vieram de zangão. Quer dizer, além de indolente e chato, mal-humorado. Quem é que aguenta um sujeito desses na sua colmeia?

Zelo

Os romanos chamavam de zelu um sentimento que poderia ser de inveja, ciúmes, zelo, amor, ardor. Daí vieram, em português, zelo, ciúme e cio. As palavras têm de fato uma proximidade semântica, o que não garante à mulher que um homem ciumento esteja no cio e que despir-se rapidamente é o melhor remédio para acalmar a fera. Muitas vezes o que ele pretende mesmo é uma propriedade exclusiva.

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Parte III - 3 O LÉXICO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Atlas PDF

3

O LÉXICO

Vocabulário e contexto

Denotação e conotação: o sentido das palavras Polissemia e homonímia

Sinônimos e parônimos

Campos semânticos e campos léxicos

Exemplário de textos para análise e discussão

Livro 1.indb 50

3/11/2009 18:12:00

O Léxico

51

Vocabulário e Contexto

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção – conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso.

O Dicionário de linguística (Dubois et al., 1978, p. 364) esclarece que “o termo léxico é reservado à língua, o termo vocabulário ao discurso. (...) O vocabulário de um texto, de um enunciado qualquer da performance é, desde então, apenas uma amostra do léxico do locutor ou, conforme a perspectiva adotada, do léxico da comunidade linguística considerada”.

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Capítulo XI - I — SILA. II — POMPEU E CÉSAR

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

178

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XI

I — SILA. II — POMPEU E CÉSAR298

1. Sila e Mário299

Desviemos os olhos dos horrores das guerras de Mário e

Sila. Sua história pavorosa encontra-se em Apiano300: além do

298. O título do Capítulo está como no original. Montesquieu, como sempre, não dividiu o Capítulo. Dividimo-lo em itens, com respectivos subtítulos, para maior clareza. Linhas pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Expostos nos Capítulos IX e X os fatores do declínio político de

Roma, agora Montesquieu passa a tratar das próprias lutas caracterizadoras já da decadência e que culminaram com a queda da República.

A esse respeito reportamo-nos à nota 282 retro, síntese da Introd.,

Cap. 6, referente ao assunto.

Nesta fase estão Mário contra Sila. Depois Pompeu contra Júlio

César. Nada de Povo contra Aristocracia, note-se. O punctus prurens era a concentração do Poder nas mãos de alguns grandes.

299. Mário (156 a 86 a.C.) e Sila (136 a 78 a.C.) lutaram encarniçadamente liderando partidos, ou melhor, facções adversas. V. nota 264.

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5 Circular

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

5

Circular

1 Redação

1.1 Circular

A circular caracteriza-se como uma comunicação (carta, manifesto ou ofício) que, reproduzida em muitos exemplares, é dirigida a muitas pessoas ou a um órgão. Serve para transmitir avisos, ordens ou instruções. Em geral, contém assunto de caráter ou interesse geral.

Tratando-se de carta-circular, o redator deve escrever de maneira que o receptor tenha a impressão de que ela foi redigida especialmente para ele.

CIRCULAR

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(a)  Fulano de Tal

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