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S

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

S

Sabotar

Do francês saboter.

A palavra francesa sabot, no início do século XIV, significava pião (o brinquedo). No começo do século seguinte, ganhou o sentido de tamanco, que, depois de velho, era matéria-prima do pião.

De sabot, o francês fez, no século XVIII, o verbo saboter, chocar-se, agitar, por associação com o destino de todo pião. Posteriormente, o verbo ficou com o sentido de pisar ruidosamente com tamancos e, daí, destruir. No início do século XIX, a combinação dos sentidos de agitar e de destruir deu a saboter o significado de fazer mal e rapidamente qualquer coisa e, depois, estragar um trabalho.

Somente no final do século XIX é que saboter ganharia o significado atual, com que passaria para o português (prejudicar clandestinamente).

Safado

Do particípio do verbo safar, que provavelmente veio do espanhol zafar, desembaraçar.

Safar, além de livrar (safar-se = livrar-se), significa gastar pelo uso constante.

Daí safado ter os sentidos de gasto pelo uso (roupa safada), apagado (desenho safado, moeda safada). Popularmente no Brasil, o significado de safado se estendeu para o de desavergonhado, devasso, imoral.

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Medium 9788522481590

Parte I - 2 Comunicação

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

2

Comunicação

1 Teorias da comunicação

Para Maria Schuler, em Comunicação estratégica (2004, p. 11),

“a comunicação está presente em todas as formas de organização conhecidas na natureza, tanto que se pode afirmar que a única maneira de haver organização é através da comunicação”.

Putnam, Phillips e Chapman (In: CLEGG; HARDY; NORD, 2004, p. 110), por sua vez, afirmam que “comunicação e organização são coisas equivalentes”.

Não há executivo de grande empresa que desconsidere a importância da comunicação. Talvez, porém, nada receba tão pouca atenção e reconhecimento como os profissionais que a ela se dedicam. As empresas ocupam-se de seu patrimônio, gastam fortunas contabilizando seus haveres, compram frotas de automóveis, imóveis, armazéns, investem milhares de reais em computadores, convenções, reuniões, viagens, mas pouco interesse têm com a comunicação externa e interna que circula em seu ambiente. Qualquer soma, por mais ínfima que seja, é considerada desperdício se estiver relacionada à área de comunicação. Se é preciso veicular uma informação:

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Medium 9788521630821

J

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

J

Jacuzzi

No início do século XX, o sr. e a sra. Jacuzzi moravam na Itália e já tinham gerado sete filhos e seis filhas. Decididos a partir para outra atividade, emigraram para os Estados Unidos e se estabeleceram na Califórnia. Ali os rapazes começaram a trabalhar em engenharia de aviação. O fracasso não demorou a chegar: em

1921, o primeiro monoplano Jacuzzi se espatifou em seu voo inaugural. “Mama

Jacuzzi” fez um escândalo à italiana e proibiu os filhos de continuarem a fazer seus aviõezinhos. Foram tão obedientes à “mama” – e ai do italiano que não o seja – que partiram para outra novidade bem afastada da aviação: inventaram e patentearam uma bomba de água para regar jardins.

Mais tarde, um dos Jacuzzinhos começou a padecer de artrite reumatoide (inflamações, deformações e dores nas articulações). Cândido Jacuzzi, um dos irmãos, desenvolveu então uma bomba portátil que provocava torvelinhos na água de uma banheira, gerando uma hidromassagem de efeito terapêutico para a doença do irmão.

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Medium 9788502051485

Capítulo XXIII - I — MOTIVO DA DURAÇÃO DO IMPÉRIO DO ORIENTE. II — SUA DESTRUIÇÃO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

305

Capítulo XXIII

I — MOTIVO DA DURAÇÃO DO

IMPÉRIO DO ORIENTE.

II — SUA DESTRUIÇÃO543

1. Por que durou tanto

Depois do que se disse do Império Grego, é natural se pergunte como pôde ele durar tanto tempo. Creio poder dar as razões.

— Os Árabes, tendo-o atacado e conquistado algumas províncias, os chefes disputaram entre si o califado544, e o calor do primitivo zelo deles gerou apenas discórdias civis.

Ademais, havendo os Árabes conquistado a Pérsia e ali se dividido ou enfraquecido, os Gregos não precisaram mais manter no Eufrates as principais forças do Império.

— Um arquiteto chamado Calínico, que viera da Síria para

Constantinopla, descobriu a composição de um fogo que se expelia por um tubo e cuja violência ainda aumentava com a água e tudo que normalmente extingue o fogo. E assim os Gregos,

543. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza subdividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. Linha pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas alfabeticamente no texto, e acham-se no Anexo. Este, o último capítulo. V. Introd., Caps. 10 a 21.

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Medium 9788522481590

Parte I - 10 Pontuação – Acentuação – Crase

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

10

Pontuação – Acentuação – Crase

1 Introdução

A falta de observância das regras de pontuação prejudica o estabelecimento de uma comunicação rápida e eficaz. O comércio exige mensagens claras, de fácil compreensão. Cartas comerciais, relatórios administrativos que não observam com rigor os sinais de pontuação correm o risco de incompreensão.

Um leitor que não atenta para as vírgulas, pontos finais, ponto-e-vírgula, doispontos, exclamações, interrogações, reticências, parênteses acaba por fazer uma leitura malfeita, que não gera o entendimento do texto. Esse mesmo tipo de leitura, se feito em voz alta, frustra qualquer ouvinte.

Os sinais de pontuação indicam pausas e, para quem sabe ler, indicam a entonação da voz. Os sinais de pontuação ajudam a dividir o pensamento, aclarando-o, facilitando a compreensão. Embora sejam orientadores de leitura, sua razão de ser não se reduz a isto; eles são resultado da sintaxe. Assim, é possível dizer que aprende a pontuar quem conhece sintaxe gramatical. Por exemplo, as orações subordinadas são separadas das orações principais por vírgula.

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Medium 9788522481576

Parte III - 3 O LÉXICO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Atlas PDF

3

O LÉXICO

Vocabulário e contexto

Denotação e conotação: o sentido das palavras Polissemia e homonímia

Sinônimos e parônimos

Campos semânticos e campos léxicos

Exemplário de textos para análise e discussão

Livro 1.indb 50

3/11/2009 18:12:00

O Léxico

51

Vocabulário e Contexto

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção – conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso.

O Dicionário de linguística (Dubois et al., 1978, p. 364) esclarece que “o termo léxico é reservado à língua, o termo vocabulário ao discurso. (...) O vocabulário de um texto, de um enunciado qualquer da performance é, desde então, apenas uma amostra do léxico do locutor ou, conforme a perspectiva adotada, do léxico da comunidade linguística considerada”.

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Medium 9788522485598

1 Redação Técnica, Científica e Literária

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

1

Redação Técnica,

Científica e Literária

1 Redação

1.1 Introdução

A prosa, de modo geral, é estudada segundo três modalidades: a narração, a descrição e a dissertação.

Quem não se lembra das sugestões de produção textual, como “minhas férias”, “o último domingo”, “o passeio”, “meu dia inesquecível”, “a fazenda”, “a rua da minha casa”, “a vida”, “a infância”, “a escola” e outras? São os primeiros exercícios realizados para a aprendizagem de técnicas de redação. Exercícios necessários para o aprimoramento do vocabulário, da ortografia, da concordância verbal e nominal, da pontuação, da colocação pronominal, da distribuição dos elementos na frase.

Passados os primeiros anos de estudo, sente-se necessidade da prática de outros tipos de texto, muito mais ligados ao desempenho de trabalhos monográficos, à redação comercial e administrativa. Assim, na faculdade o aluno precisa escrever relatórios de curso, monografias de final de semestre ou de curso

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Medium 9788522485598

6 Memorando

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

6

Memorando

1 Redação

1.1 Memorando

A comunicação interna utiliza-se de linguagem que se aproxima de níveis informais. Não se devem, portanto, usar preciosismos e tampouco terminologia excessivamente técnica em memorandos (memo), ou CI (Comunicado Interno). Deles devem constar:

RR Para: nome ou cargo do destinatário.

RR De: nome ou cargo do emissor.

RR Assunto ou referência: o título que resume o teor da comunicação.

RR Data.

RR Mensagem.

RR Fecho.

RR Assinatura.

Por se tratar de comunicação rotineira e corriqueira, evita-se explicar siglas e apresentar personagens envolvidos na comunicação.

Quando o memorando é distribuído em diversos departamentos, deve-se evitar colocar apenas as siglas do departamento emissor ou somente o primeiro nome do receptor das cópias. Outros procedimentos desejáveis: evitar chavões, frases feitas, adjetivações inúteis.

Memorando 

123

MEMORANDO

PARA: DEPARTAMENTO

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Medium 9788502051485

Capítulo XIV - TIBÉRIO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

215

Capítulo XIV

TIBÉRIO379

1. Os governos de Augusto e de Tibério

Tal como um rio, que se vê minar lentamente e sem ruído os diques opostos a ele, e afinal derrubá-los num momento e cobrir os campos que eles conservavam, pois assim o poder soberano: sob Augusto agiu insensivelmente, e, sob Tibério, derrubou com violência.

2. Crime de lesa-majestade e perseguição judicial380

Havia uma Lei de Majestade contra os que atentassem contra o povo romano. Tibério apoderou-se daquela lei e aplicou-a

379. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, subdividimos o Capítulo em itens com respectivos subtítulos. Linhas pontilhadas v. Anexo. As notas de Montesquieu, indicadas no texto alfabeticamente, acham-se no Anexo.

Tibério (42 a.C./37 d.C.) foi o segundo Imperador. Filho adotivo de Augusto. Sua mãe era mulher de Augusto. V. notas 383 e 389.

O tanto que Júlio César desprezou e achincalhou o Senado é o quanto este foi detestado e perseguido pelos Imperadores parentes dele. Tibério, com longo tirocínio governamental ao lado de Augusto, moveu ao Senado perseguição judicial e econômica, fingindo estimá-lo (notas 381 e 383). Como Augusto.

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Medium 9788502051485

Capítulo XXII - FRAQUEZA DO IMPÉRIO DO ORIENTE

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

294

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XXII

FRAQUEZA DO IMPÉRIO DO ORIENTE519

1. Expansão Árabe

Achando-se Focas inseguro naquela confusão, Heráclio520 veio da África e o mandou matar. Encontrou as províncias invadidas e as legiões destruídas.

Mal ele remediou esses males, os Árabes saíram da sua terra para estender a religião e o império fundados, à uma, por Maomé.

Nunca se viu progresso tão rápido: eles conquistaram logo a Síria, Palestina, o Egito, a África e invadiram a Pérsia.

Deus permitiu que a sua religião cessasse de prevalecer em tantos lugares521.

..........................................................................................

Para explicar a ocorrência de tantas conquistas pelos Árabes, é preciso não recorrer só ao entusiasmo. Os Sarracenos distinguiam-se desde muito entre as tropas auxiliares dos Romanos e dos Persas. Eles e os Osroenianos eram os melhores

519. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimos o Capítulo em itens. As linhas pontilhadas indicam trechos omitidos, por conterem digressões estranhas à obra. Linhas pontilhadas: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente e acham-se no Anexo. Importante: v. nota 540.

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Medium 9788522481576

Parte III - 7 ASPECTOS DA REDAÇÃO TÉCNICA

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Atlas PDF

7

ASPECTOS DA

REDAÇÃO

TÉCNICA

Carta comercial

Requerimento

Memorando

Ofício

Relatório

Curriculum vitae

Procuração

Livro 1.indb 129

3/11/2009 18:12:02

130

Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Carta Comercial

EXEMPLO DE CARTA COMERCIAL

1. São Paulo, 19 de julho de 1994.

(5 espaços)

2. Prezados Senhores:

(3 espaços)

3. Com referência à sua reclamação, na carta do dia 15 do mês em curso, levamos ao conhecimento de V. Sas. os necessários esclarecimentos.

(2 espaços)

O atraso na entrega da mercadoria solicitada ocorreu não por falha de nossos funcionários, mas por incúria da empresa entregadora.

Estamos tomando as devidas providências a fim de que as mercadorias sejam entregues rapidamente.

(2 espaços)

4. Escusamo-nos pelo ocorrido e continuamos à disposição de V. Sas.

(3 espaços)

5. Benevenuto Cascadura

Gerente de Vendas.

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Medium 9788522485598

21 Dissertações Científicas: Guia para Elaboração e Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

21

Dissertações Científicas:

Guia para Elaboração e

Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

1 Redação

1.1 Introdução

Escrever não é uma prerrogativa dos literatos, mas uma atividade social imprescindível (CAMARA JR., 1978b, p. 58). Para o autor citado, só é capaz de escrever bem aquele que sabe bem o que vai escrever. E isso implica aprender a pensar. Sem ter antes refletido sobre um assunto, o ato de escrever transforma-se num tormento. Por isso, o pesquisador só iniciará a redação de seu texto depois que estiver de posse de fichamentos (de citações diretas, ou transcrições, de resumo, de comentários) e resenhas que elaborou. Nesse momento, talvez disponha de alguma informação ou conhecimento útil à comunidade e deseje transmiti-los. Portanto, um texto começa com a leitura de outros textos, e não se deve iniciá-lo apenas com as ideias que se tem sobre o assunto.

O TCC deve originar-se de cursos realizados, de problemas de interesse do aluno, da revisão da literatura, da atualização de teorias e da metodologia empregada na aquisição de conhecimentos, tendo em vista a construção de um trabalho científico. Ao orientador cabe planejar, juntamente com o aluno, o desenvolvimento da pesquisa para a consecução do TCC. Sem a participação do professor, sem sua orientação, o aluno não obterá grandes progressos nem seu

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R

PIMENTA, Reinaldo LTC PDF

R

Rabisco

O latim tem duas palavras para designar o nabo: napu (daí nabo) e rapu, daí rabo (pode olhar, o nabo parece um rabo e, para os romanos, vice-versa).

A terminação diminutiva -isco, que já existia no grego, aparece em várias palavras portuguesas. Essa noção de diminutivo:

1. Em poucos casos, é claramente percebida: chuvisco.

2. Em outros poucos casos, percebe-se com alguma dificuldade: asterisco (astrinho).

3. Na maioria dos casos, só é identificada por pesquisa da etimologia da palavra: menisco (do grego menískos, pequena lua crescente, que é a forma do menisco), marisco (pequeno animal do mar), obelisco (do grego obelískos, espeto pequeno).

No último grupo, está rabisco. Isso mesmo, o rabisco é um rabinho, mas ficou só com o sentido de garatuja, risco mal traçado, letra ilegível. Não se pode dizer que quem se conforma põe o rabisco entre as pernas.

Radar

Do inglês radar, palavra formada das iniciais de radio detecting and ranging, detecção e determinação da distância por (ondas de) rádio.

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18 Narração Comercial

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

18

Narração Comercial

1 Redação

1.1 Conceito de narração

A narração comercial caracteriza-se como um relato organizado de acontecimentos empresariais reais ou possíveis. Em primeiro lugar, torna-se imperioso dar movimento aos fatos, manter aceso o interesse do leitor, expor os acontecimentos com rapidez, relatando-se apenas o que é significativo. A narração envolve:

RR Quem? Personagens.

RR Quê? Fatos.

RR Quando? A época em que ocorreram os acontecimentos.

RR Onde? O lugar da ocorrência dos fatos.

RR Como? O modo como se desenvolveram os acontecimentos.

RR Por quê? A causa dos acontecimentos.

Onde, quando e quem pertencem à introdução. O quê consta em geral do desenvolvimento e o como aparece sobretudo no clímax da narrativa. Reserva-se o porquê para a conclusão.

Estruturalmente, em uma narrativa temos um sujeito que quer (não quer), que deve (não deve), que sabe (não sabe) e que pode (não pode) fazer alguma coisa (ação). Para entrar em conjunção ou em disjunção com um valor investido em algum objeto, ele depara-se com um antissujeito, que são os obstáculos que precisa vencer. Nem sempre uma narrativa se explica por um simples fazer, visto que as próprias emoções do sujeito (estado de alma) podem constituir-se numa narrativa. Para aprofundamento desse estudo, consultar Diana Luz Pessoa de Barros (1990) e José Luiz Fiorin (1989).

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Parte I - 8 Mensagens Eletrônicas

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Atlas PDF

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Mensagens Eletrônicas1

1 Mensagens eletrônicas

A mensagem eletrônica é como outra qualquer mensagem escrita. Requer os mesmos cuidados de clareza, simplicidade, coerência, coesão entre as ideias, precisão. Se, ao redigir um e-mail, o redator ocupa-se em dar resposta aos seguintes elementos: o que (o objeto do texto, da comunicação), para quem (quem receberá a mensagem), para que (objetivo da comunicação), quando ocorreu o fato, ou a data em que deve ficar pronto um produto, por exemplo, como o leitor deve proceder, como foram realizados os trabalhos, por exemplo, e por que se está comunicando, por que ocorreu determinado fato, por exemplo.

Além dessa preocupação com a precisão da informação, o redator deve considerar aspectos relativos à persuasão: com gentileza poderá alcançar melhores resultados do que com rispidez. Assim, nunca é demais um por favor, por gentileza, queira por gentileza, muito obrigado, obrigado por sua atenção, desculpe-nos por..., queira nos desculpar por...

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