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Medium 9788570065391

54 - Topo e Tomografia de Córnea para Cálculo de LIO

Ambrósio Jr., Ambrosio Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

54

Topo e Tomografia de Córnea para

Cálculo de LIO

Jaime Aramberri

Traduzido por Fernando Faria-Correia

INTRODUÇÃO

No cálculo da potência de lentes intraoculares (LIOs), a tomografia de córnea tem superado o desempenho dos topógrafos baseados no princípio de Plácido. Isso deve-se ao fato de que os tomógrafos corneanos adicionam informações relevantes, considerando também a espessura e a superfície posterior da córnea. Atualmente, o sistema de fotografia de Scheimpflug pode ser considerado o método mais preciso e acurado, com medidas da superfície posterior mais consistentes em relação aos tomógrafos com o sistema de escaneamento em fenda (Orbscan, B&L)1. Os novos aparelhos baseados na tomografia de coerência óptica (OCT) são promissores, mas ainda precisam de validação clínica.

Alguns aparelhos combinam a informação da topografia da superfície anterior com os dados da elevação obtidos pelo sistema de Scheimpflug, como o Galilei (Ziemer), Sirius (CSO) e TMS-5 (Tomey), enquanto outros utilizam apenas dados da imagem de

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Medium 9788541200097

Capítulo 15 - Desordens do Orgasmo

Cavalcanti, Ricardo Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

Capítulo 

15

Desordens do Orgasmo

Conceito e definição

Existe uma íntima correlação entre a apetência se­ xual e o orgasmo. O prazer sexual e o desejo estão intimamente associados. O orgasmo é o maior refor­

çador do desejo erótico, tanto que as pessoas anor­ gásmicas tendem a diminuir, gradualmente, a ape­ tência sexual, tornando-se portadoras de transtornos do desejo. Nesse particular, os comportamentalistas são bastante explícitos: o “não reforço” determina a extinção da apetência sexual; a anorgasmia é irmã gêmea da inapetência. Afinal, o prazer é tão insepa­ rável do desejo quanto a dor é inseparável da aversão.

Para conceituar o que denominamos desordens do orgasmo, é necessário partir da ideia do que chamamos de orgasmo. Do ponto de vista psicofí­ sico, durante a resposta sexual, o individuo é sub­ metido a um estado de crescente excitação, chegan­ do a um ponto em que ela é tão intensa que detona um reflexo de alívio acompanhado por agradável sensação de prazer psicofísico. É essa sensação que se chama orgasmo. Se algum fator físico ou psíqui­ co a inibe, a tensão crescente chega a um ponto em que se converte em sensação desagradável e, às vezes, até dolorosa.

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Medium 9788541200585

Capítulo 8 – Shiatsu Expresso

Martins, Ednéa Iara Souza Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

Shiatsu Expresso

8

Introdução

Segundo Kauffmann27, essa modalidade, em posição sentada, com remota origem na massagem chinesa, designada como “Anma”*, comportaria aproximadamente 5.000 anos de existência, época em torno da qual teria vivido o Huang Ti ou o Imperador Amarelo, mítico patriarca da MTC e de sua concepção filosófica e espiritual, proveniente do Taoísmo. Ainda conforme este mesmo autor “Embora seja atribuída uma origem tão antiga, ela também é chamada de ‘Massagem

Energética Japonesa’, ‘Massagem Sentada’ [...] ou ‘Quick Massage’, pois é muito utilizada em sessões de cerca de 15min, com o paciente vestido e na posição sentada. Sua prática envolve movimentos de pressão e alongamento executados com os polegares, dedos, braços, cotovelos, joelhos e pés em pontos de acupressura, sem utilização de qualquer tipo de óleo, podendo ser aplicada em qualquer ocasião e lugar, inclusive locais públicos.”

Similarmente, conforme Neuman28 (p. 23), essa técnica foi denominada como “Anmo”** na China “há cerca de 4.000 anos, atravessou a Coreia para chegar ao Japão há 1.300 anos, onde ficou conhecida pelo nome de ‘Amma’ (às vezes se escreve Anma). Depois, prosseguiu sua viagem para o oeste, onde foi designada pelo nome de Shiatsu.”

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Medium 9788536310442

7. Paciente Deprimido

Buckley; Peter J. Grupo A - Artmed PDF

CAPÍTULO 7

PACIENTE DEPRIMIDO

A

palavra depressão é sinônimo de tristeza para o público em geral. Esse não é o caso dos profissionais em saúde mental, que vêem a tristeza como uma resposta afetiva normal à perda e a depressão como sintoma ou síndrome maladaptativa que freqüentemente, mas nem sempre, inclui a experiência subjetiva da tristeza como um dos seus componentes. As síndromes depressivas foram descritas por Hipócrates e estão entre as condições mais consistentes, estáveis e seguramente reconhecidas da medicina.

As queixas mais comuns dos pacientes psiquiátricos relacionam-se às emoções dolorosas da ansiedade e da depressão. Alguns desenvolvem síndromes ou transtornos que apresentam essas emoções como seu tema central. Os transtornos depressivos estão entre os mais prevalentes na psiquiatria. O risco de ocorrência do transtorno depressivo durante vida é de 8%. Alguns indivíduos apresentam um único episódio que pode durar de algumas semanas a alguns meses, mas um número maior de pessoas apresenta episódios depressivos crônicos e/ou recorrentes. Há um subgrupo que apresenta doença bipolar – um transtorno marcado por episódios alternados de depressão e mania. O suicídio é uma complicação da depressão e a maior causa de mortalidade entre os pacientes psiquiátricos. Além disso, a depressão está associada a um certo núme-

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Medium 9788527715591

44 Secrees do Sistema Gastrintestinal

Curi, Rui Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

44

C A P Í T U L O

SECREÇÕES DO SISTEMA

GASTRINTESTINAL

Sonia Malheiros Lopes Sanioto

Sistema gastrintestinal

Secreção salivar

Secreção gástrica

Secreção exócrina do pâncreas

Secreção biliar

SISTEMA GASTRINTESTINAL

O sistema gastrintestinal (SGI) é constituído pelo trato gastrintestinal (TGI) e pelas glândulas e órgãos anexos ao trato.

As secreções das glândulas salivares e gástricas, do pâncreas, e a secreção biliar dos hepatócitos são lançadas na luz do TGI. Com exceção da secreção biliar, as outras secreções contêm enzimas que hidrolisam carboidratos, gorduras e proteínas e soluções eletrolíticas importantes para a ação enzimática e para a regulação do pH e da tonicidade do conteúdo da luz do TGI. As enzimas salivares e gástricas iniciam a hidrólise dos alimentos que é finalizada nas porções proximais do delgado (duodeno e 100 cm iniciais do jejuno) pelas enzimas pancreáticas e pelas enzimas da borda em escova dos enterócitos. Nesses segmentos intestinais ocorrem, também, os principais processos absortivos dos metabólitos, vitaminas, água e eletrólitos.

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Medium 9788527726436

138 - Dirofilariose Canina

Jericó, Márcia Marques Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

138

Dirofilariose Canina

Maria Helena Matiko Akao Larsson

JJ

Introdução

A dirofilariose canina, também conhecida como cardio‑ patia parasitária, é uma doen­ça cosmopolita, mais prevalente em re­giões tropicais e subtropicais, cujo hospedeiro defini‑ tivo é o cão. Canídeos selvagens, como raposa, coiote e lobo, gato doméstico, felídeos selvagens e homem constituem‑se em hospedeiros acidentais do agente etiológico, o nematoide

Dirofilaria immitis.1 Além disso, as espécies não domésticas servem de reservatório da doen­ça.2

Merece ser destacado que o primeiro caso de dirofila‑ riose humana foi descrito no Brasil por Magalhães, no Rio de

Janeiro, em 1887.3

Conforme dito anteriormente, a dirofilariose é uma doen­ça cosmopolita, sendo conhecida e estudada em vários paí­ses:

EUA, Japão, Itália, Austrália, Espanha, China, Grécia, entre outros.2 No Brasil, os primeiros trabalhos datam da década de

60. Em São Paulo, o primorrelato coube a Mello et al.,4 seguido por Larsson et  al.5 Até o final dos anos 1990, a dirofilariose constituí­ a‑se em diagnóstico relativamente frequente na rotina clínica; entretanto o uso de lactonas macrocíclicas, com ações endo e ectoparasiticidas, bem como a eficácia do diclori‑ drato de melarsomina, no tratamento adulticida da parasitose, resultaram em diminuição significativa de casos de dirofila‑ riose, especialmente no estado de São Paulo.

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Medium 9788541200103

Capítulo 9 - ESPONDILOARTRITES

Falcão, Luiz Fernando dos Reis Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

Capítulo 9

ESPONDILOARTRITES

Suellen Narimatsu

Introdução

• As doen­ças classificadas como espondiloartrites são espondilite ancilo­ sante, artrite psoriá­sica, artropatias enteropáticas, artrite reativa e ar­ tropatias indiferenciadas. As características comuns a essas doenças são

––Dor axial inflamatória (dor e rigidez em repouso, melhora com ati­ vidades)

––Artrite periférica assimétrica, geralmente nas grandes ar­ticulações dos membros inferiores

––Entesites (inflamação na inserção do tendão ao osso)

––Sacroiliite

––Manifestações extra-ar­ticulares

––Associação com o HLA-B27

––Recentemente, membros da ASAS avaliaram 71 pacientes com essas doen­ças e desenvolveram novos critérios classificatórios

Critérios de classificação ASAS para espondiloartrite axial.

Pacientes com lombalgia ≥ 3 meses e < 45 anos

• Sacroiliite na radiografia e ao menos um critério clínico ou HLA-B27 e ao menos dois critérios clínicos

–– Critérios clínicos

–– Critérios radiográficos

NN Inflamação ativa/aguda na

NN Lombalgia inflamatória

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Medium 9788527720779

1 - Funcionamento do Sistema Venoso

Borges, Eline Lima Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

1

Funcionamento do

Sistema Venoso

Eline Lima Borges e Maria Helena Larcher Caliri

Para compreender as condições que desencadeiam a insuficiência venosa e a formação da úlcera e os princípios para o manejo desses distúrbios é necessário um claro entendimento da fisiologia e da anatomia do sistema venoso normal.

Funcionamento venoso normal

A circulação venosa do membro inferior pode ser dividida em dois compartimentos funcionais. O primeiro envolve a região plantar, denominada “esponja” ou “sola de Lejars”, acoplada ao sistema venoso infrapatelar e associada à região da panturrilha, representa o sistema propulsor sanguíneo do membro. O segundo compartimento, que envolve o seguimento da coxa e da bacia, é responsável quase que exclusivamente pela condução ou escoamento do sangue. Danos ocorridos no primeiro compartimento normalmente tendem a ser mais lesivos para o equilíbrio circulatório do membro.1

As veias dos membros inferiores pertencem a três sistemas: superficial ou subcutâneo, profundo ou subfacial e comunicante ou

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Medium 9788570065803

18 - Ceratoconjuntivite Límbica Superior

Alves, Milton Ruiz Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

▌ ▌ DIAGNÓSTICO

477

da conjuntiva bulbar superior; queratinização das conjuntivas bulbar, tarsal e límbica superiores; hipertrofia do limbo superior; coloração com corantes fluoresceína e rosa bengala na conjuntiva bulbar superior acima do limbo e córnea abaixo do limbo; ceratite ponteada superior; ceratopatia filamentar da córnea superior.

■■ Sintomas: irritação e vermelhidão oculares, sensação de corpo estranho.

■■ Diagnóstico é clínico: pedir para o paciente olhar para baixo e erguer a pálpebra superior

Parte IV – Córnea

■■ Sinais: reação papilar fina da conjuntiva tarsal superior; injeção e espessamento/redundância

para avaliação da área setorial superior acometida. Avaliação da conjuntiva bulbar superior redundante: após instilação de colírio anestésico, deslizar a conjuntiva com o auxílio de uma ponta de cotonete sobre a córnea superior. Em olhos normais isso não ocorre.

■■ Citologia de impressão da conjuntiva bulbar superior mostra quadro de metaplasia escamosa.

■■ Teste de Schirmer: diminuído. Coloração com corantes verde de lissamina e rosa bengala:

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Medium 9788572415828

FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DOS ÓVULOS E FERTILIZAÇÃO

Ley, William B. Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

a foliculogênese, folículos de Graaf (ou em maturação) se movem em direção à fossa, onde a ovulação ocorre em todos os casos.

✓ As fibras nervosas simpáticas para ovários, tubas uterinas e útero originam-se dos plexos nas regiões renal, aórtica, uterina e pélvica. Essas fibras acompanham os ramos arteriais para as respectivas áreas. O nervo espermático interno acompanha a artéria ovariana e inerva o ovário, as tubas uterinas e a porção cranial do corno uterino.

Anexos

FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DOS

ÓVULOS E FERTILIZAÇÃO

A fêmea eqüina inicia a vida com de cerca de 40.000 folículos primordiais.

Foliculogênese

✓ A foliculogênese na égua é um evento fisiológico que pode ser dividido em três fases: recrutamento, seleção e dominância.

Após a puberdade, ou com o início de cada estação reprodutiva fisiológica depois do anestro, quando uma quantidade adequada de gonadotrofinas circulantes está disponível na circulação, os folículos são recrutados de um pool dinâmico de pequenos folículos (isto é, < 10mm).

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Medium 9788581140483

28 - Indicações de iodoterapia no carcinoma diferenciado da tireoide

Volpi, Erivelto Grupo Gen - AC Farmacêutica PDF

28

Indicações de iodoterapia no carcinoma diferenciado da tireoide

Ana O. Hoff � Antonio Marcondes Lerario

INTRODUÇÃO

O conceito de destruir tecido tireoidiano com iodo radioativo surgiu em 1936, quando físicos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) proferiram uma palestra a médicos do Massachusetts General

Hospital da Universidade de Harvard.1 Após alguns anos de investigação, o iodo radioativo (I131) se estabeleceu como um tratamento eficaz do hipertireoidismo e do carcinoma diferenciado da tireoide.1 A utilidade do I131 no diagnóstico e tratamento destas patologias se baseia na capacidade única da célula tireoidiana de captar iodo.

O carcinoma diferenciado da tireoide compreende um grupo de tumores que se originam da célula folicular e inclui o carcinoma papilífero e o carcinoma folicular da tireoide. Apesar do alto índice de cura após o tratamento cirúrgico inicial, uma fração dos pacientes persiste com o risco de recidiva local e de metástases a distância.2-4 O risco de recorrência ou de morte pela doença é determinado por vários fatores prognósticos que podem ser identificados ao diagnóstico (Tabela 28.1).5 A terapia com I131 é indicada como adjuvante à cirurgia para reduzir o risco de recidiva da doença, e como o tratamento principal daqueles pacientes que se apresentam com doença metastática. Além disso, até recentemente, grande parte dos pacientes com carcinoma diferenciado da tireoide, independente do risco de recidiva da doença, eram submetidos à iodoterapia após a tiroidectomia para ablação do resto tireoidiano. Entretanto, a experiência acumulada nas últimas décadas tem demonstrado que a redução do risco de recorrência e de mortali-

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Medium 9788581140377

37. Qual é a importância e como avaliar o estágio de motivação em que se encontra o paciente?

Marcolin, Marco Antonio Grupo Gen - AC Farmacêutica PDF

SEÇÃO VI

AVALIAÇÃO MOTIVACIONAL E COMPORTAMENTAL

37. Qual é a importância e como avaliar o estágio de motivação em que se encontra o paciente?

Maristela Rodrigues Sestelo

INTRODUÇÃO

A motivação não é um problema de personalidade nem um traço que a pessoa carrega consigo quando procura um terapeuta. Ao contrário, a motivação é um “estado” de prontidão ou de avidez para a mudança que pode oscilar de tempos em tempos ou de uma situação para outra.

Esse também é um estado que pode ser influenciado. Van Bilsen, em 1991, já definia de forma bem clara o que é a motivação:

“As pessoas são motivadas a mudar seu estilo de vida na seguinte situação: elas sabem que problemas são causados por seu comportamento e preocupam-se; ao mesmo tempo, sentem-se bem a respeito de si mesmas e capazes de operar uma mudança. Em suma, uma combinação de aspectos ‘positivos’ (autoestima e competência) e ‘negativos’ (conhecimento do problema e preocupação) é necessária.”

Se estivermos bem atentos, poderemos perceber o comportamento de reconhecimento dos pro-

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Medium 9788527716451

Cncer do tero

Porto, Celmo Celeno Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

C

CÂNCER DO ÚTERO CID 10: C54

NEOPLASIA MALIGNA DO ÚTERO • CARCINOMA DO ÚTERO • SARCOMAS

A DOENÇA

As principais neoplasias malignas do corpo do útero são o adenocarcinoma, constituído de células do revestimento endometrial, e os sarcomas.

A incidência do câncer do endométrio varia de 30 a 40 por 100.000 mulheres.

Ocorre, em geral, após os 50 anos de idade, sendo raro antes da 4a década.

▼ TIPOS HISTOLÓGICOS

• Carcinomas – Adenocarcinoma (endometrioide, papilífero, de células claras); adenoacantomas.

• Sarcomas (3 e 5% das neoplasias malignas do corpo uterino).

▼ CAUSAS E FATORES DE RISCO

Etiologia desconhecida

Síndrome dos ovários policísticos

Obesidade (aumenta o risco em 3 a 10 vezes).

Anovulação crônica

História familiar de câncer de mama ou do ovário.

Radioterapia pélvica

Terapia de reposição com estrogênio sem administração concomitante de progesterona aumenta o risco em 70 vezes.

▼ SINAIS E SINTOMAS

• Sangramento uterino (menorragia e metrorragia na menacme, metrorragia na pós-menopausa).

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Medium 9788527725743

22 Educação Alimentar e Nutricional na Escola

GALISA, Mônica Santiago Roca PDF

22

Educação Alimentar e Nutricional na Escola

Marize Melo dos Santos

CC

Introdução

A educação alimentar e nutricional vivenciou distintos momentos ao longo de sua história. Seus propósitos diversificaram-se, desde a correção de hábitos alimentares inadequados e o enfoque em problemas nutricionais específicos até as informações sobre alimentação e prevenção de problemas nutricionais em busca da autonomia alimentar dos in­di­ví­duos. Boog (2011) descreve com bastante propriedade essa longa trajetória no Brasil.

As políticas públicas voltadas para a promoção da saú­de, como a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), têm se fortalecido quanto ao monitoramento e à avaliação da situação alimentar e nutricional da população. Dentre as diretrizes dessa política, destaca-se a promoção da alimentação adequada e saudável (PAAS) como estratégia importante para a melhora do perfil alimentar e nutricional da população

(Brasil, 2012). Para tanto, o desenvolvimento de ações educativas exige do nutricionista

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Medium 9788527722483

73 - Tumores Malignos do Encéfalo

Melo-Souza, Sebastião Eurico de Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

73

Tumores Malignos do Encéfalo

José Marcus Rotta e Fernando Campos Gomes Pinto

Dados estatísticos indicam que há aproximadamente

30.000 casos novos por ano de tumores do sistema nervoso central (SNC), sendo 5.000 benignos e 25.000 malignos, com

6.000 de baixo grau e 19.000 de alto grau de malignidade. Esses tumores correspondem à segunda causa de morte por câncer pediá­trico e quarta causa de morte por câncer em adultos jovens. O glioblastoma multiforme (GBM) apresenta sobrevida média de 1 ano e o astrocitoma anaplásico, de 2 a 3 anos. Tratase, portanto, de um problema de saú­de de incidência pequena, porém com alta mortalidade, justificando investimento em avanços técnico-científicos do tratamento.

Por intermédio da sofisticação dos exames de neuroimagem

(tomografia computadorizada de crânio [TCC], ressonância magnética de encéfalo [RM], angiorressonância encefálica [angioRM], angiografia cerebral digital [angiodigital]) é possível obter a localização exata das lesões intracranianas, permitindo estabelecer relações importantes do tumor com estruturas neuroanatômicas referenciais, predizer o grau de dificuldade cirúrgica, o risco de déficits neurológicos, além de estabelecer critérios para a escolha da via de acesso adequada.

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