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Medium 9788527731195

25 - Microcefalia

VARELLIS, Maria Lucia Zarvos Guanabara Koogan PDF

25

Microcefalia

Cristine Nobre Leite

Conceito

Etimologicamente, o termo “microcefalia” origi‑ na‑se do grego mikrós (pequeno) + kephalé (cabe‑

ça). Trata-se de uma condição neurológica em que o cérebro é subdesenvolvido (Figura 25.1) e as mo‑ leiras ou fontanelas (espaços abertos entre os ossos, que possibilitarão que o cérebro cresça sem haver compressão das estruturas) se fecham com prema‑ turidade (Figura 25.2), resultando em uma cabeça pequena, menor que as de outras crianças da mesma idade e sexo (Figura 25.3). Há, nesses casos, um pe‑ rímetro cefálico occipitofrontal (OFC) entre dois ou mais desvios-padrão abaixo da média para a idade e o sexo, comprometendo todo o desenvolvimento neurológico da criança. Dessa maneira, o padrão de referência pode variar, como mostra a Tabela 25.1.

A medida que define microcefalia é controversa.

Normalmente, é estabelecida quando o perímetro cefálico está abaixo do terceiro percentil para a ida‑ de e o sexo, ou seja, 32 cm nos recém‑nascidos (RN) de mais de 39 semanas de gestação. Para os RN com menos semanas de gestação (prematuros), existem dados específicos. Para os RN a termo, com 37 a 42 semanas de gestação, de acordo com a Organização

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Medium 9788527725040

14 Avaliações da Aptidão dos Clientes

ACSM Guanabara Koogan PDF

Capítulo

14

Avaliações da

Aptidão dos Clientes

OBJETIVOS

• Compreender a escolha da sequência apropriada de avaliações da aptidão

• Apresentar informação acerca da maneira de realizar as avaliações básicas da aptidão física relacionada à saúde comuns no campo do treinamento personalizado

• Frequência cardíaca e pressão arterial em repouso

• Composição corporal: altura, peso, índice de massa corporal, circunferências (da cintura e do quadril), pregas cutâneas e impedância bioelétrica

• Cardiovascular: testes de campo, testes do degrau (step) e testes submáximos no cicloergômetro

• Aptidão muscular (força muscular, endurance muscular e flexibilidade): testes de pressão de tórax para 1-RM, rosca parcial e sentar-e-alcançar

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Avaliações da Aptidão dos Clientes

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O

processo de avaliação pode ser extremamente intimidativo para os clientes, especialmente aqueles que estão constrangidos em relação ao seu aspecto e intimidados pela ideia de ingressarem em uma instituição de aptidão. Como seu Personal Trainer, é importante que você faça com que seus clientes se sintam extremamente confortáveis no processo de avaliação. Durante esse processo, compartilhe com seus clientes o que você irá fazer e como isso será executado. Os clientes podem sentir-se pouco confortáveis durante certas partes da avaliação, como determinação do peso, mensuração da circunferência da cintura e avaliação das pregas cutâneas. Por exemplo, se um cliente tem sobrepeso e a mensuração da prega cutânea ao nível do abdome poderia ser malsucedida, não se deve tentar obter a mensuração na área abdominal. Se o cliente estiver apreensivo com relação a qualquer parte do processo de avaliação, explique a importância de registrar as mensurações com o máximo de exatidão. Se essa explicação não elimina a ansiedade do paciente, registre quaisquer modificações no processo de mensuração/avaliação para consulta futura. O sucesso da relação Personal Trainercliente é construído sobre um alicerce de respeito pelo cliente.

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Medium 9788527731003

Capítulo 7 - Ligação, Crossing Over e Mapeamento Cromossômico em Eucariotos

SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J. Guanabara Koogan PDF

Ligação, Crossing

Over e Mapeamento

Cromossômico em

Eucariotos

7

pan orama

A imagem moderna da organização dos cromossomos surgiu de uma combinação de estudos genéticos e citológicos. T. H.

Morgan alicerçou tais estudos ao demonstrar que o gene para os olhos brancos em Drosophila localizava-se no cromossomo

X. Pouco depois, alunos de Morgan demonstraram que outros genes eram ligados ao X e conseguiram, por fim, localizar cada um desses genes em um mapa do cromossomo. Esse mapa era uma linha reta, na qual cada gene estava situado em determinado ponto, ou locus (Figura 7.1). Portanto, a estrutura do mapa indicava que um cromossomo era um simples arranjo linear de genes.

O método de mapeamento dos cromossomos foi inventado por Alfred H. Sturtevant, aluno de graduação que trabalhava no laboratório de Morgan. Uma noite, em 1911, Sturtevant pôs de lado o dever de álgebra para avaliar alguns dados experimentais. Antes que o sol nascesse no dia seguinte, ele havia construído o primeiro mapa cromossômico do mundo. Como

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Medium 9788527718028

36 - Fasciola hepatica e Fasciolíase

REY, Luís Guanabara Koogan PDF

36

Fasciola hepatica e Fasciolíase

INTRODUÇÃO

O PARASITO

Fasciola hepatica

Morfologia

Ciclo evolutivo e biologia

Fasciola gigantica

RELAÇÕES PARASITO-HOSPEDEIRO

Patologia

Sintomatologia

INTRODUÇÃO

Certo número de trematódeos parasitos de outros mamíferos infectam eventualmente o homem, que se comporta então como um hospedeiro ocasional. Dependendo do país e da região, isso pode ocorrer com alguma freqüência, mas, em geral, os casos são esporádicos. Em vista da raridade com que tais infecções aparecem, não são suspeitados pelos clínicos ou são diagnosticados com dificuldade por laboratoristas não familiarizados com sua presença.

Nas Américas, a zoonose por trematódeos mais encontradiça

é a fasciolíase (ou fasciolose, ou distomatose hepática) devida a Fasciola hepatica, um parasito de herbívoros freqüente em certas zonas de pecuária.

Ainda que encontrados em muitos países do mundo, os casos humanos têm sido assinalados principalmente na América

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Medium 9788527728256

58 Orthomyxoviridae

McVEY, Scott; KENNEDY, Melissa; CHENGAPPA, M.M. Guanabara Koogan PDF

58

Orthomyxoviridae

Wenjun Ma

Orthomyxoviridae é uma família de vírus RNA que inclui cinco gêneros: Influenzavirus A, Influenzavirus B, Influenzavirus C, Isavirus e Thogotovirus. Recentemente, foi identificado um novo gênero dessa família, o qual inclui os vírus

Quaranfil, Johnston Atoll e Lake Chad. Os vírus dos três primeiros gêneros são identificados pelas diferenças antigênicas em sua nucleoproteína (NP) e na proteína da matriz

(M) e provocam influenza em vertebrados, inclusive aves, humanos e outras espécies de mamíferos. Isavírus infecta salmões; o thogotovírus infecta ambos, vertebrados e invertebrados, bem como mosquitos e piolhos-do-mar.

Influenza

Os vírus que causam influenza são classificados como membros do gênero Orthomyxovirus, família Orthomyxoviridae, e nomeados de acordo com: seu tipo, as espécies de onde foram isolados (exceto humanos), os locais onde foram isolados, o sucessivo número isolado daquele local e o ano de isolamento. Os vírus da influenza são divididos em 3 tipos, incluindo os vírus da influenza A, B e C, com base nas diferenças antigênicas entre suas proteínas NP e M. Todas as pandemias da história humana foram provocadas pelo vírus da influenza A (1918-19, 1957-58, 1968-69, 1977 e

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Medium 9788527731584

PARTE 6: 80 - Ressecção Local de Tumor Hepático (Não Anatômica)

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Guanabara Koogan PDF

CAPÍTULO

80

Ressecção Local de Tumor Hepático

(Não Anatômica)

INDICAÇÕES A elevação persistente no nível de antígeno carcinoem‑ brionário (CEA), determinado a cada 2 a 3 meses durante os anos de pós‑ operatório, após ressecção de neoplasia maligna colorretal, constitui uma indicação para uma pesquisa minuciosa à procura de possível recidiva. Pro‑ cede‑se a uma revisão da operação original e laudo patológico, visto que podem fornecer uma pista quanto à localização da recidiva. Realiza‑se um exame completo do cólon e do reto, e efetua‑se uma avaliação completa do fígado com provas de função hepática e exames de imagem (TC, RM,

PET‑TC), visto que ele constitui o principal local de doença metastática.

A existência de sinais de metástases para os pulmões ou de comprometi‑ mento difuso do abdome ou do osso geralmente contraindica uma inter‑ venção cirúrgica, porém a excisão local é habitualmente considerada em um paciente de baixo risco com aumento contínuo e definido do nível de

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Medium 9788527732024

Parte 5 - Seção 8 | 29 - Diencéfalo e Núcleos da Base

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Guanabara Koogan PDF

Diencéfalo e Núcleos da Base

29

Caso 29.1  Tumor de hipófise

Homem, 59 anos, procurou ambulatório de neurologia apresentando visão dupla e dor à movimentação ocular à direita que se instalaram de forma insidiosa, progredindo nos últimos dias. Ao exame neurológico, pupilas anisocóricas, déficit na elevação e adução do olho direito e ausência de convergência. A campimetria estava alterada nos dois olhos apresentando hemianopsia bitemporal; a acuidade visual era de 20/40 no OD e 20/30 no OE. A RM cerebral mostrou processo expansivo intrasselar alargando a sela turca, comprimindo o quiasma óptico cranialmente e a haste hipofisária (Figura 29.1.1), com invasão do seio cavernoso direito (Figura 29.1.2). Foi realizada cirurgia para exérese do tumor e radioterapia. O estudo anatomopatológico confirmou o diagnóstico de macroadenoma hipofisário.

Tumor

Tumor

Figura 29.1.1 RM de crânio, em T1, com corte sagital evidenciando grande tumor hipofisário.

Figura 29.1.2 RM de crânio, em T1, com corte coronal evidenciando tumor hipofisário invadindo o seio cavernoso direito (seta).

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Medium 9788536313320

22 - A personalidade e suas alterações

Dalgalarrondo, Paulo Grupo A - Artmed PDF

Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais

257

22

A personalidade e suas alterações

[...] o menino é o pai do homem.

Machado de Assis (Memórias póstumas de Brás Cubas, 1881)

DEFINIÇÕES BÁSICAS

Bastos (1997b) apresenta uma definição de personalidade bastante elucidativa. Para ele, a personalidade é o conjunto integrado de traços psíquicos, consistindo

Conjunto integrado no total das caracde traços psíquicos, terísticas indiviconsistindo no total das características duais, em sua relaindividuais, em sua

ção com o meio, inrelação com o meio, cluindo todos os faincluindo todos os fatores físicos, biológitores físicos, biológicos, psíquicos e socos, psíquicos e socioculturais de sua cioculturais de sua formação, conjuganformação, conjugando tendências inatas do tendências inatas e experiências adquirie experiências addas no curso de sua quiridas no curso de existência”. sua existência. Ele ressalta ainda uma dimensão essencial do conceito de personalidade, que é o seu duplo aspecto: relativamente estável ao longo da vida do indivíduo e relativamente dinâmico, sujeito a determinadas modificações, dependendo de mudanças existenciais ou alterações neurobiológicas; a estrutura da personali-

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Medium 9788527731447

15 - Emergências Cardiocirculatórias

TOBASE, Lucia; TOMAZINI, Edenir Aparecida Sartorelli Guanabara Koogan PDF

15

Emergências

Cardiocirculatórias

Magda Bandouk, Lucia Tobase, Edenir Aparecida Sartorelli

Tomazini, Maria Elisa Diniz Nassar, Luciana Vannucci,

Elaine Cristina Rodrigues Gesteira e Miriam de Araujo Campos

Emergências não traumáticas

Emergências não traumáticas constituem parte importante dos atendimentos nos serviços de emergência, em função da própria diversidade de agravos e de suas relações com as condições socioeconômicas e culturais da população. Em geral, são condições associadas a emergências clínicas ou cirúrgicas, influenciadas pelo controle de doen­ças infecciosas e aumento de doen­ças crônicas não transmissíveis, aumento da expectativa de vida e envelhecimento populacional. Entretanto, em condições agudizadas, alguns agravos, como os de origem cardía­ca, respiratória, metabólica e neurológica, configuram-se como situações de urgência e requerem intervenções imediatas para á manutenção da vida e prevenção de complicações e

óbitos precoces.

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Medium 9788541204545

Capítulo 14 Semiologia do Sistema Auditivo

FEITOSA, Francisco Leydson F. Roca PDF

14

Semiologia do

Sistema Auditivo

Luis Artur Giuffrida, Ronaldo Lucas

Introdução

O aparelho auditivo é, sem dúvida, um dos sistemas que assumem notoriedade no estudo semiológico dos car‑ nívoros domésticos, não só por suas par­ticularidades ana‑ tomofisiológicas, mas também pela fre­quência com que as afecções otológicas se manifestam nessas espécies.

Os percentuais de diagnóstico das afecções otológicas na rotina clínica de atendimento dos cães atinge números entre 10 e 20% do total de casos atendidos, o que justifica a necessidade de o clínico conhecer amplamente as bases anatômicas, semiológicas e a fisiopatogenia das alterações desse sistema.

A fim de abordar de maneira didática e sistematizada a semiologia do aparelho auditivo, não podemos nos furtar

à sua rápida revisão anatômica.

Revisão anatômica

Uma das funções primordiais da ciência é a de libertar as pessoas das superstições.

(Steven Weinberg)

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Medium 9788527731584

PARTE 5: 43 - Intussuscepção e Diverticulectomia de Meckel

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Guanabara Koogan PDF

CAPÍTULO

43

Intussuscepção e Diverticulectomia de Meckel

A. INTUSSUSCEPÇÃO

INDICAÇÕES  A intussuscepção é mais comum em lactentes com idade de alguns meses até 2 anos. É preciso reservar tempo para corrigir a desidratação ou a debilidade com administração de soluções por via parenteral. Deve-se inserir um tubo nasogástrico para esvaziar o estômago e reduzir ao mínimo o risco de aspiração de vômito. Se a duração da intussuscepção foi considerável e houver sinais de sangramento, tais como fezes castanho-avermelhadas características em lactentes, devem ser administrados hemoderivados, com a sala de operação reservada e hidratação satisfatória para a operação. A criança é levada para a sala de radiologia e procura-se fazer uma redução hidrostática com enema baritado, com pressão máxima de 3 pés de água (999,972 kg/cm3).

Pode-se levar até 1 hora nesse procedimento, desde que se evite manipulação do abdome, e a exposição à fluoroscopia seja limitada o máximo possível. Se a intussuscepção for suscetível à redução (figura 1), isso ocorrerá aos poucos.

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Medium 9788536327006

19. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Caixeta, Leonardo Grupo A - Artmed PDF

C

LEONARDO CAIXETA

VICTOR DE MELO CAIXETA

MARCELO CAIXETA

A doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência em idosos no Ocidente.

Essa doença neurodegenerativa progressiva afeta cerca de 26 milhões de pessoas no mundo. Os novos casos aumentam gradativamente 0,5% por ano aos 65 anos, até 8% por ano após os 85 anos. Como uma sobrevida maior que 12 anos não é incomum para a DA, a prevalência aumenta de 3%, aos 65 anos, para aproximadamente 50% após os

85 anos (Caixeta, 2011). O sintoma mais precoce de DA é um comprometimento insidioso da memória episódica. Conforme a doença progride, há um aumento do comprometimento de outros aspectos da cognição e do comportamento. Funções de linguagem também são prejudicadas: dificuldades na nomeação e na busca de palavras são proeminentes nas fases precoces, havendo declínio mais tardio da compreensão e expressão verbal e escrita. Habilidades visuoespaciais, analíticas e sintéticas, julgamento e insight são todos afetados com a progressão da doença. Alterações comportamentais podem incluir irritabilidade, agitação psicomotora, agressividade física ou

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Medium 9788527727013

5 Sistema Respiratório

MARCHIORI, Edson; SANTOS, Maria Lúcia Guanabara Koogan PDF

5

Sistema Respiratório

Edson Marchiori, Felipe von Ranke, Flávio Azeredo, Gláu­cia Zanetti,

Maria Lúcia Santos, Rosana Rodrigues e Alberto Vianna

Seção A | Estudo Radiológico cc

Introdução

O estudo radiológico do tórax é amplamente uti‑ lizado e recomendado em função de sua importância no diagnóstico de doen­ças pulmonares, pleurais, me‑ diastinais e do arcabouço ósseo. A boa relação custo/ benefício o torna o exame mais utilizado em muitos de‑ partamentos. A radiografia do tórax também é útil para futuras comparações com exames subsequentes, ao for‑ necer dados sobre a evolução da doen­ça. Embora não substitua a boa história clínica e o minucioso exame fí‑ sico, esta radiografia pode demonstrar lesões não supei‑ tadas ao exame clínico ou em pacientes assintomáticos.

A

cc

Incidências

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Rotina mínima | Posteroanterior e perfil

A rotina mínima para avaliação do tórax consiste na incidência em posteroanterior (PA) (Figura  5.1 A) em conjunto com a incidência em perfil esquerdo (Figu‑ ra 5.1 B), ambas rea­li­zadas em posição ortostática.

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Medium 9788527723299

19 - Exame Clínico

Porto, Celmo Celeno Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

19

Exame Clínico

Adalmir Morterá Dantas, André Luiz Patrão, Antonio Luiz Zangalli e Márcio Penha Morterá Rodrigues

CC

Introdução

Todo médico deve saber fazer um exame oftalmológico básico, obtendo e interpretando corretamente os dados fun‑ damentais.

Os olhos não devem ser examinados como órgãos isolados, como se nada tivessem a ver com o restante do organismo.

Doenças ­oculares podem refletir‑se em outros setores, da mesma maneira que as de outros sistemas podem ter impor‑ tantes manifestações nos olhos. Exemplos: o exoftalmo sugere sempre hipertireoidismo e a blefaroptose pode ser uma mani‑ festação de miastenia gravis.

CC

Anamnese

Algumas afecções o

­ culares ocorrem com mais fre­quência em determinadas idades, como, a oftalmia gonocócica neo‑ natal, que se apresenta como conjuntivite purulenta, quase

­ culares quando sempre bilateral, com graves complicações o não tratada a tempo, e o glaucoma congênito, que se manifesta com epífora, fotofobia, opacidade corneana e aumento do diâ­ me­tro da córnea, devendo ser diagnosticado precocemente para que haja um tratamento efetivo. Ambas as enfermidades ocorrem no recém‑nascido.

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Medium 9788527731195

7 - Anamnese

VARELLIS, Maria Lucia Zarvos Guanabara Koogan PDF

7

Anamnese

Maria Lucia Zarvos Varellis

Introdução

Ao longo do tempo, muito se pesquisou para encontrar soluções e cura para os problemas relacionados com a saúde física e mental dos indivíduos.

As pesquisas levaram a grandes descobertas, como a da penicilina, que, após o extermínio devastador da tuberculose, transformou-a em uma doença curável.

A preocupação com o ser humano e o seu bem-estar foi tão grande que se criaram especialidades a fim de possibilitar um estudo mais aprofundado a respeito de cada segmento. Isso também ocorreu com a Odontologia, que foi subdividida em especialidades, possibilitando ao profissional aprimorar-se na área pela qual optasse. Isso levou o cirurgião-dentista a adquirir mais conhecimento.

A área de atuação do cirurgião-dentista é na região de cabeça e pescoço; na boca e no dente, mais especificamente na cavidade dentária; e, de acordo com a especialidade, em uma cavidade dentro desta. Contudo, em algum momento da evolução, perdeu-se a noção do todo. O real significado da palavra “indivíduo” foi esquecido.

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