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Medium 9788527718028

25 - Leishmania e Leishmaníases:Os Parasitos

REY, Luís Guanabara Koogan PDF

25

Leishmania e Leishmaníases:

Os Parasitos

INTRODUÇÃO

SISTEMÁTICA E PRINCIPAIS ESPÉCIES

Subgênero Viannia

Complexo “Leishmania braziliensis”

Subgênero Leishmania

Complexo “Leishmania mexicana”

Complexo “Leishmania donovani”

Leishmaníases cutâneas do Velho Mundo

CICLO BIOLÓGICO E FORMAS EVOLUTIVAS

Nos hospedeiros vertebrados

Nos hospedeiros invertebrados

INTRODUÇÃO

A leishmaníase tegumentar constitui problema de saúde pública em 88 países de quatro continentes (Américas, Europa,

África e Ásia) com registro anual de 1 a 1,5 milhão de casos.

Os parasitos do gênero Leishmania são agentes de zoonoses que infectam eventualmente a espécie humana nas regiões tropicais e subtropicais do Velho e do Novo Mundo, determinando doenças do sistema fagocítico mononuclear (SFM). Mas em vista dessas doenças apresentarem características clínicas e epidemiológicas tão diversas, em cada área geográfica, foram consideradas entidades nosológicas distintas. Podemos reunilas em quatro grupos:

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Medium 9788527726207

Capítulo 8 - Interpretação e Manejo de Arritmias

FONTAINE, Dorrie K.; MORTON, Patricia Gonce Guanabara Koogan PDF

Ca p ít u l o

Interpretação e

Manejo de Arritmias

8

Objetivos

Com base no conteú­do deste capítulo, o leitor deve ser capaz de:

• Descrever os principais usos clínicos do eletrocardiograma de 12 derivações

(ECG) e interpretar uma tira de ritmo

• Explicar as principais características de um sistema de monitoramento cardía­co

• Descrever causas, significado clínico, aparência do ECG e manejo dos principais tipos de arritmias

• Descrever as considerações de enfermagem específicas para os agentes antiarrítmicos

• Descrever as indicações para a cardioversão elétrica

• Descrever o papel da enfermeira da unidade de terapia intensiva no atendimento ao cliente submetido a ablação por radiofre­quência

• Descrever o papel da enfermeira da unidade de terapia intensiva no atendimento do cliente submetido a estimulação cardía­ca

• Explicar as principais características de um cardioversor-desfibrilador implantável (CDI).

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Medium 9788527715379

4 Regulamentação da Profissão

Pinheiro, Gisele Braga Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

4

Regulamentação da Profissão

Gisele Braga Pinheiro

X

Objetivos, 16

X

Introdução, 16

X

Profissão de nível superior, 16

X

Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia

Ocupacional e Conselho Regional de

Fisioterapia e Terapia Ocupacional, 16

Pinheiro.indd 15

X

Código de Ética, 17

X

Sindicato dos fisioterapeutas, 17

X

Associações, federações e sociedades, 18

X

Estudo dirigido, 18

2/12/2008 15:32:01

16

X

Objetivos

Fornecer informações sobre a regulamentação da profissão do fisioterapeuta, no que se refere aos seus direitos e deveres, normatizados, fiscalizados e supervisionados pelos órgãos de classe definidos como Conselho Federal, Conselho Regional e Sindicato.

X

Introdução

A fisioterapia foi regulamentada como profissão de nível superior no dia 13 de outubro de

1969, por meio de Decreto-lei no 938. Antes desse decreto, um dos primeiros documentos a definir a ocupação do fisioterapeuta e os limites do seu trabalho foi o Parecer no 388/63 do Conselho Federal de Educação (CFE). Acompanhando o processo de regulamentação da profissão houve o decreto pelo Congresso Nacional e a sanção do presidente da República da Lei no 6.316, a qual criava o

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Medium 9788580551310

24. Efeitos Tóxicos de Solventes e Vapores

Klaassen, Curtis Grupo A - AMGH PDF

338

CAPÍTULO 24: Efeitos Tóxicos de Solventes e Vapores

P O N T O S  C H AV E

O termo solvente refere-se a uma classe de líquidos orgânicos com variável lipofilicidade e volatilidade, pequeno tamanho molecular e ausência de carga.

A absorção de compostos orgânicos voláteis inalados ocorre no alvéolo, com equilíbrio quase instantâneo com o sangue nos capilares pulmonares.

INTRODUÇÃO

O termo solvente refere-se a uma classe de líquidos orgânicos de variável lipofilicidade e volatilidade, pequeno tamanho molecular e ausência de carga. Solventes são facilmente absorvidos pelos pulmões, pela pele e pelo sistema digestório. Em geral, a lipofilicidade dos solventes aumenta com o aumento do peso molecular, enquanto a volatilidade diminui. Solventes são frequentemente utilizados para dissolver, diluir ou dispersar materiais que são insolúveis em água. A maioria dos solventes é obtida a partir do refino do petróleo. Muitos, como naftas e gasolina, são misturas complexas consistindo de centenas de compostos.

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Medium 9788527721820

17 - Medicina Baseada em Evidências

GALVÃO, Maria Cristiane Barbosa; RICARTE, Ivan Luiz Marques GBK PDF

17

Medicina Baseada em Evidências

Carlos Alberto Cuello García­

Processo da medicina ba­sea­da em evidência, 230

CCTranslação do conhecimento, 230

CCDiminuindo a brecha do conhecimento, 232

CCSobrecarga de informação, 233

CCProntuá­rio do paciente e prática ba­sea­da em evidência, 235

CCConsiderações finais, 237

CCResumo, 237

CCReferências bibliográficas, 237

CCLeitura recomendada, 237

CC

Galvão 17.indd 229

19/5/2012 00:38:48

230

Prontuário do Paciente e Equipe Multiprofissional

A prática ba­sea­da em evidência consiste na aplicação da melhor constatação científica encontrada para emitir uma recomendação em conjunto com a experiência clínica e as preferências ou situações in­di­vi­duais dos pacientes.

Toda recomendação clínica final atribuí­da a um paciente ou problema de saú­de idealmente deve basear-se na melhor informação científica disponível.

Não é uma tarefa fácil, porém, demonstrou-se que seu efeito benéfico ultrapassa as vicissitudes de não se levar em consideração essa análise.

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Medium 9788527731218

1 - Bases Legais para o Exercício da Enfermagem

OGUISSO, Taka; SCHIMIDT, Maria José Guanabara Koogan PDF

1

Bases Legais para o Exercício da Enfermagem

Taka Oguisso e Maria José Schmidt

Introdução

A vida em sociedade exige um complexo de normas disciplinadoras que estabeleçam regras indispensáveis ao convívio entre os indivíduos que a compõem. Em nível nacional, o conjunto dessas regras, denominado Direito Positivo, deve ser cumprido por todos, pois, do contrário, sanções podem ser aplicadas para os que violarem tais preceitos. Na esfera internacional, órgãos como a Organização das Nações Unidas (ONU) ou a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre outros, podem apenas proclamar, como ocorreu no caso da Declaração Universal dos Direitos

Humanos; ou os representantes/delegados das nações ou dos países podem propor e decidir, por meio de resoluções, fazer algo que se comprometam a cumprir.

São inúmeras as resoluções tomadas pela ONU e pela OMS; entretanto, convenções internacionais precisam ser ratificadas em cada país para serem cumpridas, por meio de leis ou normas nacionais. Outro modo de ação internacional é a recomendação, pois cada nação, sendo soberana,

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Medium 9788527724227

112 - Cateterização Vesical: Autocateterismo Intermitente

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Guanabara Koogan PDF

CapÍTULO

112

Cateterização Vesical: Autocateterismo

Intermitente

Diretrizes clínicas

• É necessária a prescrição médica para a rea­li­zação de autocateterismo

• O procedimento pode ser ensinado à criança/família por um médico, enfermeira ou técnica de enfermagem. O procedimento deve ser rea­li­zado pela própria criança ou pelos pais que tenham recebido instruções e treinamento para rea­li­zar o autocateterismo

• O autocateterismo intermitente pode ser necessário por diversas razões que incluem o seguinte, mas não estão limitadas a elas:

° A criança tem bexiga neurogênica

° A criança é incapaz de urinar es­pon­ta­nea­men­te

° A criança apresenta uma incapacidade que não possibilita o esvaziamento adequado da bexiga

° A criança não tem controle sobre a perda de urina

° A criança necessita de treinamento para a bexiga

• O objetivo do autocateterismo intermitente é a prevenção de infecções do trato urinário enquanto proporciona o esvaziamento total da bexiga

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Medium 9788527730648

36 - Necropsia Odontolegal

DARUGE, Eduardo; DARUGE Jr., Eduardo; FRANCESQUINI Jr., Luiz Santos PDF

36

Necropsia Odontolegal

Silas Henrique Rabelo de Lima, Isamara Geandra Cavalcanti, Andréia Cristina Güther Sgarbi,

Eduardo Daruge e Eduardo Daruge Júnior

®® Introdução

É muito comum a utilização dos termos autopsia e necropsia para descrever um mesmo procedimento. A palavra autopsia é de origem grega e significa autos = uno mismo (o mesmo) + opsis = vista (Cortada, 1970a).

Não significa ver a si mesmo, e sim ver ou examinar um semelhante da mesma espécie. Esse termo só pode ser empregado no cadáver humano. O termo necropsia, do grego nekrós = muerto (morto) + opsis = vista (ver), também é conceituado como exame cadavérico (Cortada, 1970b). Em Odontologia Legal e

Medicina Legal, os dois termos têm o mesmo significado, sendo usados corretamente. Neste capítulo, será usado o termo necropsia.

A necropsia pode ser rea­li­zada também em casos nos quais não ocorreu morte violenta. França (2008) aponta como fatores que justificam uma necropsia: finalidade médico-sanitária, clínica e anatomopatológica; e o esclarecimento de problemas de interesse judicial, como definir se a morte ocorreu por acidente, suicídio ou homicídio. Há necropsias rea­ li­zadas também com a finalidade de ensino, estudos de doen­ças pouco conhecidas, avaliação do controle de qualidade em diagnósticos e elucidação de mortes naturais sem o devido diagnóstico (Prestes Jr. e

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Medium 9788541201711

Capítulo 11 - Alterações dos Tecidos Dentários e do Periápice

SPERANDIO, Felipe F.; GIUDICE, Fernanda S. Santos PDF

Capítulo 11

Alterações dos Tecidos

Dentários e do Periápice

■ Calcificações pulpares

■ Granuloma dentário

■ Reabsorção interna e externa

■ Parúlide

■ Pulpite e necrose pulpar

■ Hipercementose

■ Dentina terciária

■ Dentinogênese imperfeita

■ Abscesso periapical

■ Odontodisplasia regional

189

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Atlas de Histopatologia Oral Básica

Calcificações pulpares

As calcificações pulpares são divididas em três tipos: dentículos, nódulos pulpares e calcificações lineares difusas. Os dentículos são representados histologicamente por calcificações ou dentina tubular preen­ chidas de remanescentes epiteliais circundados por odontoblastos. A maioria dos dentículos encontra-se aderida ou inserida à estrutura dentinária.

Os nódulos pulpares usualmente apresentam-se aderidos (raramente inseridos) à estrutura dentinária ou livres (Fig. 11.1) na câmara pulpar. Eles são massas de tecido calcificado, compacto e degenerado, e são divididos em verdadeiros, quando compostos por dentina circundada de odontoblastos, ou falsos, se formados por células degeneradas da polpa que sofrem processo de mineralização. São também notados em pacientes com doenças sistêmicas ou genéticas, como displasia dentinária e dentinogênese imperfeita. As calcificações lineares difusas são caracterizadas histologicamente por calcificações irregulares e fibrilares depositadas de maneira linear no tecido pulpar (Fig. 11.2).

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Medium 9788536321806

6. A Conceituação Cognitiva do Transtorno do Pensamento Formal

Beck, Aaron T. Grupo A - Artmed PDF

6

A Conceituação Cognitiva do Transtorno do

Pensamento Formal

Bill é um ex-estudante universitário de 23 anos, solteiro e desempregado, que tem delírios de que escreveu novelas que foram publicadas, mas pelas quais não foi pago. Ele apresenta fala desorganizada, de modo que uma em cada três de suas frases não são compreensíveis em termos do significado pretendido.

As sentenças fazem sentido gramaticalmente, mas usam palavras de maneiras peculiares.

Um exemplo de uma resposta que foi pelo menos parcialmente compreensível é:

TERAPEUTA: O que você diria que quer da vida?

P ACIENTE : Estruturalmente falando, quero me manter firme.

Questionado pelo terapeuta sobre o que achou da última sessão:

PACIENTE: Eu estava falando com um cara de cabelo castanho.

Outro exemplo, quando foi interrompido por um familiar:

PACIENTE: Você está pisando no meu pé.

O terapeuta entendeu que essa última afirmação queria dizer que ele estava incomodado por seu familiar o interromper, e perguntou se era esse o caso. Ele respondeu que estava incomodado, e o familiar o deixou continuar.

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Medium 9788527727440

67 - Treinamento Auditivo Acusticamente Controlado nos Distúrbios de Processamento Auditivo

BOÉCHAT, Edilene Marchini Santos PDF

67

Treinamento Auditivo

Acusticamente Controlado nos Distúrbios de

Processamento Auditivo

Karin Ziliotto Dias  Daniela Gil

CC

Introdução

O distúrbio do processamento auditivo (DPA) manifestase primariamente no sistema auditivo e queixas auditivas são mais predominantes, no entanto, devido à organização cerebral (compartilhamento de substrato neuroanatômico, processamento em paralelo e sequencial), o distúrbio do processamento auditivo frequentemente coexiste com prejuízos em outras áreas tais como atenção, memória e linguagem1,2.

O diagnóstico das alterações de processamento auditivo é feito com base em testes comportamentais e eletrofisiológicos.

Recomenda-se que o paciente seja submetido a uma avaliação do processamento auditivo completa para a obtenção de dados sobre as habilidades auditivas e mecanismos fisiológicos auditivos que se encontram alterados e aqueles que estão preservados. Uma vez realizado o diagnóstico de alteração de processamento auditivo, o próximo passo a ser considerado é a intervenção. Nesta etapa, questionamentos sobre o que fazer e qual a melhor maneira de ajudar indivíduos com alteração de processamento auditivo, independentemente da idade, surgem com muita frequência.

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Medium 9788527726665

97 - Calicivírus

JERICÓ, Márcia Marques GBK PDF

97

Calicivírus

Archivaldo Reche Junior, Marcela Valle Caetano Albino

JJ

Introdução

A calicivirose felina (FCV) é um patógeno comum e altamente contagioso da população felina, conhecido por sua grande capacidade de mutação. O calicivírus é um das principais causas de doen­ça aguda do trato respiratório anterior e da cavidade oral em gatos. Animais infectados também podem apresentar claudicação e pneumonia. Na última década, surtos de doen­ça sistêmica com alta mortalidade provocados por cepas mais virulentas do FCV foram relatados nos EUA e na

Europa.

Embora a vacinação contra o calicivírus felino seja comumente rea­li­zada, essas vacinas, apesar de minimizarem as manifestações, não previnem a infecção.

JJ

Etiologia

O calicivírus felino é um RNA-vírus de fita simples e polaridade positiva que pertence à família Caliciviridae, uma grande família de vírus que inclui importantes patógenos do homem e de animais. Diferentemente dos organismos que têm DNA e cujo material genético é copiado com relativa acurácia, os genomas de RNA frequentemente sofrem erros durante sua cópia. Isso torna os vírus de RNA, como o calicivírus, altamente va­riá­veis e em constante mutação, aumentando a diversidade das cepas.1–4

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Medium 9788530975883

1 - Fontes e Escopo

NUTTON, Vivian Forense Universitária PDF

1

Fontes e Escopo

A história é a arte de esquecer e lembrar ao mesmo tempo. Muitas das vozes do passado, em especial os derrotados em qualquer conflito, na melhor das hipóteses têm um eco distante, e quanto mais nos distanciamos no tempo maiores são as lacunas de nosso conhecimento. Os dois milênios ou mais que nos separam dos gregos antigos e dos romanos significam que qualquer reconstrução abrangente de suas ideias sobre saúde e cura é repleta de problemas. As vicissitudes da palavra escrita ao longo dos séculos reduziram radicalmente a abrangência do material de pesquisa a uma fração do que antes existia. Em consequência, o mero fato da preservação desse material deu relevância a determinados documentos e impôs uma maneira de pensar em relação a eles, que algumas vezes distorcem a realidade histórica. Meu objetivo, ao analisar neste capítulo o processo de destruição, e ao definir em geral algumas consequências das lacunas históricas que afetam a compreensão do passado, é enfatizar a fragilidade da informação histórica e a necessidade de estarmos abertos a interpretações alternativas do que ainda existe.1

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Medium 9788541201995

Capítulo 22. Síndrome Compartimental Abdominal

Maia, Daniel Eichemberg Fernandes e Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

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Síndrome

Compartimental

Abdominal

Daniel Eichemberg Fernandes e Maia,

Ana Carolina Mühlberger e Fernanda Antunes Oliveira

MAIA-CAP 22.indd 130

30/04/2013 19:37:14

Rev. Confirming Pages

Capítulo 22 Ù Síndrome Compartimental Abdominal 131

XX

Introdução

Define‑se síndrome compartimental abdominal (SCA) como a elevação da pressão intra‑abdominal (PIA) decorrente de qual‑ quer contexto que aumente o volume do conteú­do abdominal ou diminua sua elasticidade. Geralmente, essa pressão oscila entre 0 e 5 mmHg nas pessoas com respiração espontânea, sen‑ do um pouco maior nos pacientes submetidos à ventilação me‑ cânica e naqueles em estado pós‑operatório. Como resultado, uma série de disfunções orgânicas se instala, com distúrbios cardiovasculares (choque), respiratórios (aumento das pressões de pico, hipoxemia), renais (oligúria, anúria), esplâncnicos (hi‑ poperfusão) e do SNC (aumento da PIC). Embora se acredite que apenas pacientes vítimas de trauma pudessem desenvol‑ ver SCA, hoje se sabe que há inúmeras condições envolvidas.

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Medium 9788536327013

18. TRANSTORNOS PSICÓTICOS

Taborda, José G. V. Grupo A - Artmed PDF

IMPLICAÇÕES FORENSES DE ALGUNS TRANSTORNOS MENTAIS

355

VINHETA

Gustavo iniciou sintomatologia psicótica durante sua adolescência, tendo sido internado em três hospitais psiquiátricos diferentes.

Descrevia as hospitalizações dizendo que todos os pacientes, incluindo ele, eram “sãos”, e que havia pessoas do quartel e de uma importante rede de televisão lá “infiltrados”, que ficavam rindo dele, ameaçando-o de morte, com o objetivo de “enlouquecê-lo”. Também afirmava que nos hospitais eram colocadas pessoas

“feias e machucadas”, só para amedrontá-lo. Dizia que isso acontecia porque ele “sabia muito”. Após as altas hospitalares, não aceitava seguir acompanhamento psiquiátrico ambulatorial, nem usar medicação. Dois dias após sua última alta hospitalar, requerida pelo pai, cometeu o crime de parricídio, por asfixia mecânica (esganadura). Dois meses antes do delito, havia tentado degolar sua irmã. Nessa época, tinha 24 anos. No mesmo dia do delito, foi preso e encaminhado a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico. O laudo de avaliação de responsabilidade penal firmou o diagnóstico de esquizofrenia paranoide, considerando-o sem capacidade de entendimento e determinação à época dos fatos e afirmando o nexo causal entre a doença e o delito. A autoridade judicial aplicou medida de segurança de tratamento em regime de internação hospitalar pelo período mínimo de três anos.

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