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Medium 9788536326313

8. FARMACOLOGIA DO CONSUMO DE CRACK

Ribeiro, Marcelo Grupo A - Artmed PDF

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NEUROCIÊNCIA APLICADA AO

TRATAMENTO DO CONSUMO DE CRACK

C A P Í T U L O

8

FARMACOLOGIA DO

CONSUMO DE CRACK

MARCELO RIBEIRO / ELAINE DONATO NUDELMAN /

ELTON PEREIRA REZENDE / RODOLFO YAMAUCHI

O crack é uma apresentação da cocaína para ser fumada ou inalada com o propósito de produzir efeitos mais rápidos e intensos.1

Seu modo de comercialização barato e sua rápida expansão entre os grupos socialmente excluídos e/ou minorias étnicas chamaram a atenção das autoridades sanitárias de diversos países desde o início de seu consumo.2 A relação entre a via de administração pulmonar e modos mais graves de consumo, dependência e complicações sociais tornou-se igualmente relevante em pouco tempo.3

Assim, as particularidades farmacológicas do consumo de crack vêm sendo pesquisadas e publicadas e serão descritas sucintamente ao longo deste capítulo.

O crack é uma apresentação da cocaína para ser fumada ou inalada com o propósito de produzir efeitos mais rápidos e intensos.1

ORIGEM VEGETAL

A coca é um arbusto originário da América do Sul, cujo nome deriva do quéchua (kuka) e significa “planta”.4 Há cerca de 250 espécies de coca,5 distribuídas nas terras altas e na floresta equatorial da Colômbia, do Peru e da Bolívia.6-8 Duas dessas espécies, a Erythroxylon coca e a Erythroxylon novagranatense, crescem naturalmente nas encostas dos altiplanos andinos desde tempos imemoriais.5,7 Outras foram domesticadas posteriormente para o cultivo nas terras baixas da Região Amazônica, como a Erythroxylon coca var. ipandu.5

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Medium 9788527730372

18 - ARTÉRIAS DA CABEÇA E DO PESCOÇO

ALVES, Nilton; CÂNDIDO, Paulo L. Guanabara Koogan PDF

18

Artérias da Cabeça e do Pescoço

Generalidades

A aorta, maior artéria do corpo, sai do ventrículo esquerdo do coração tendo inicialmente trajeto ascendente, que corresponde à parte ascendente da aorta, depois se arqueia em direção posterior e para a esquerda, formando o arco da aorta, seguindo então um trajeto descendente, que corresponde à parte descendente da aorta.

A partir do arco da aorta, originam-se os seguintes troncos arteriais, da direita para a esquerda: tronco braquiocefálico, artéria carótida comum esquerda e artéria subclávia esquerda. O tronco braquiocefálico, por sua vez, emite a artéria carótida comum direita e a artéria subclávia direita (Figura 18.1).

Sistema Carótico

A artéria carótida comum tem origem no lado direito a partir do tronco braquiocefálico e no lado esquerdo diretamente no arco da aorta. Tem trajeto ascendente no pescoço e, quando atinge a margem superior da cartilagem tireóidea da laringe, emite dois ramos terminais em ambos os lados, as artérias carótidas externa e interna (Figura 18.2).

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Medium 9788527716451

Abscesso Mamrio

Porto, Celmo Celeno Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

A

ABSCESSO MAMÁRIO (CID 10: N61)

A DOENÇA

Mário Approbato

▼ SINAIS E SINTOMAS

O abscesso mamário é uma coleção purulenta localizada no tecido subcutâneo, subareolar, ou no parênquima mamário e nas estruturas retromamárias. Cinco a 10% das mastites puerperais evoluem para abscesso (ver Cap. Mastites).

▼ FORMAS CLÍNICAS

▼ DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

• Carcinoma inflamatório da mama.

• Cisto sebáceo

Agudo puerperal (mais comum) e crônico, não puerperal.

▼ CAUSAS

Durante a amamentação, os germes da orofaringe do feto (estreptococos), penetram pelos ductos lactíferos e podem causar mastite parenquimatosa, ou os germes originários da pele da paciente penetram por fissuras e causam mastite intersticial.

▼ FATORES DE RISCO

• A fissura mamária constitui a principal porta de entrada de bactérias.

• Falta de higiene do mamilo e aréola mamária antes e após as mamadas.

• A retração do mamilo pode ser fator adjuvante.

• A formação do abscesso mamário depende do desequilíbrio entre produção de leite e sua sucção pelo recém-nascido, ou seja, acúmulo de leite provoca inicialmente apenas ingurgitamento mamário. Se não for feito esvaziamento do excesso de leite surgem condições para aparecimento de mastite com febre e, eventualmente, formação de abscesso mamário.

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Medium 9788570065759

CAPÍTULO| 4 A Lâmpada de Fenda e seus Recursos

CBO Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

FERNANDO ORÉFICE • CLOVIS FREITAS

FRANCISCO IROCHIMA • JULIANA LAMBERT ORÉFICE

C A P Í T U L O | 4

A Lâmpada de Fenda e seus Recursos

A LÂMPADA DE FENDA

A lâmpada de fenda é composta da associação de três sistemas:

1. Sistema de Iluminação

2. Sistema do Microscópio

3. Sistema de Focalização

SISTEMA DE ILUMINAÇÃO

O sistema de iluminação atual é constituído por uma lâmpada de tungstênio ou halógena, lentes condensadoras posicionadas próximo a fonte de luz, um sistema diafragmático, espelho e diversos filtros para absorção de calor, luz e cores (Fig. 1).

O sistema de iluminação tem como objetivo projetar no olho um feixe luminoso homogêneo e ajustável de acordo com a necessidade do observador. Descreveremos a seguir os componentes do sistema de iluminação: fonte de iluminação, diafragma, filtros e espelhos.

Fontes de iluminação: as lâmpadas incandescentes convencionais são as mais conhecidas e utilizadas. Consiste de um bulbo de vidro com um filamento de tungstênio e uma mistura de gases inertes como argônio e nitrogênio. Alguns equipamentos utilizam lâmpadas halógenas.

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Medium 9788527714099

Choque séptico

Sônia Regina de Souza Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

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Enfermagem Médico-Cirúrgica

Choque séptico

O choque séptico caracteriza-se por redução da resistência vascular sistêmica e aumento do débito cardíaco. Esse distúrbio parece ser devido a infecções, que liberam microrganismos ou um dos mediadores imunes.

Em geral, o choque séptico é uma complicação de outra doença ou procedimento invasivo e sua taxa de mortalidade pode chegar a 25%.*

Causas

Qualquer microrganismo patogênico pode causar choque séptico. As bactérias Gram-negativas como Escherichia coli,

Klebsiella pneumoniae, Serratia, Enterobacter e Pseudomonas estão entre as causas mais comuns e são responsáveis por até

70% de todos os casos. Os fungos oportunistas causam cerca de

3% dos casos. Agentes etiológicos raros são micobactérias e alguns vírus e protozoários.

Muitos microrganismos que fazem parte da flora normal da pele e dos intestinos são benéficos e não são perigosos. Contudo, quando se disseminam para todo o organismo pela corrente sanguínea (tendo acesso por qualquer alteração das defesas normais do corpo, ou por dispositivos artificiais que penetram no corpo, tais como cateteres IV, intra-arteriais e urinários, e ferimentos por arma branca ou por projetis de armas de fogo), esses microrganismos podem causar infecção disseminada, a menos que as defesas do organismo consigam erradicá-los.

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