5328 capítulos
Medium 9788527723947

9 - Cerebelo | Citoarquitetura e Conexões

Martinez, Ana Grupo Gen - LTC PDF

9

Cerebelo |

Citoarquitetura e Conexões

Objetivos de estudo, 154

Conceitos-chave, 154

Introdução, 154

Anatomia macroscópica, 154

Divisão anatômica do cerebelo, 158

Divisão funcional do cerebelo, 158

Aferências cerebelares, 160

Organização histológica, 161

Circuitos cerebelares, 163

Eferências cerebelares, 164

Resumo, 164

Autoavaliação, 165

Martinez 09.indd 153

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154

Neuroanatomia Essencial

Objetivos de estudo

��

Caracterizar a anatomia macroscópica e microscópica do cerebelo

Estudar as aferências cerebelares

Entender os circuitos cerebelares intrínseco

Estudar as eferências cerebelares

Conceitos-chave

��

Córtex cerebelar

Fibras musgosas

Fibras trepadeiras

Hemisférios cerebelares

Núcleos cerebelares profundos

Pedúnculos cerebelares

Substância branca

Verme cerebelar

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Medium 9788536702247

Capítulo 10 - Cimentação Adesiva

Carlos Pereira, José Grupo A - Artmed PDF

10

CIMENTAÇÃO ADESIVA

Rubens Côrte Real de Carvalho

Angela Mayumi Shimaoka

Alessandra Pereira de Andrade

Marcio Vivan Cardoso

ooINTRODUÇÃO

No campo da reabilitação oral, as restaurações indiretas estéticas estão consagradas como procedimentos restauradores que possibilitam a recuperação de forma e função e a preservação do remanescente dental com segurança e longevidade. Entre esses procedimentos, podem ser citados as coroas totais, facetas, inlays, onlays e os retentores intrarradiculares.

Reabilitações com a utilização de restaurações indiretas envolvem várias etapas de um protocolo clínico que, quando cuidadosamente realizado, com diagnóstico, indicação, planejamento e execução adequados, resulta no sucesso clínico do tratamento. Para isso, uma das etapas determinantes é a cimentação das peças protéticas.

A cimentação é responsável por conferir fixação e retenção das peças protéticas ao remanescente dental, pelo preenchimento e selamento da interface formada entre a superfície interna da peça protética e a superfície do elemento dental preparado, restabelecendo parte da resistência mecânica do dente perdida por lesões cariosas, fraturas e pela redução estrutural durante o preparo protético.1,2

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Medium 9788541200042

Capítulo 10 - Biologia Molecular

Otto, Priscila Guimarães Grupo Gen - Editora Roca Ltda. PDF

Capítulo 10

Biologia Molecular

*

Introdução

Ao terminar de estudar os conceitos discutidos neste capítulo, você deverá estar apto a resolver problemas, por exemplo, do tipo que se segue:

Ao estudar o DNA de uma cadela e de seus pais, normais, e de seu irmão, hemofílico, com a enzima de restrição Hind III, obteve-se o padrão de Southern esquematizado a seguir:

1 kb

3 kb

4 kb

Com base nesses resultados, pode-se concluir se a cadela é ou não portadora do gene para hemofilia? Por quê?

A informação genética contida em código no DNA pode ser transcrita para uma molécula de RNAm, traduzida do RNAm em uma proteí­na específica e, ainda, duplicada e transmitida de geração celular para geração celular.

Toda informação genética necessária para a formação de um novo organismo está contida em código na se­quência de timinas, adeninas, citosinas e guaninas que compõem as moléculas de DNA, o qual transporta essa informação de célula para célula e dos pais para os filhos.

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Medium 9788527723169

Capítulo 23 - Transtornos Diagnosticados no Período de Lactação, Infância ou Adolescência

Townsend, Mary C. Grupo Gen - LTC PDF

Capítulo

23

Conceitos fundamentais

Transtorno do espectro autístico

Distúrbios de comportamento disruptivo

Hiperatividade

Impulsividade

Temperamento

Transtornos Diagnosticados no Perío­do de Lactação,

Infância ou Adolescência

JJ Tópicos

do capítulo

Objetivos

Exercícios

Retardo mental

Transtorno autista

Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

Transtorno de conduta

Transtorno desafiador de oposição

Síndrome de Tourette

Transtorno de ansiedade de separação

Abordagens terapêuticas gerais

Resumo e pontos fundamentais

Questões de revisão

JJ Termos-chave

Agressão

Transtorno autístico

Apego obsessivo (clinging)

Ecolalia

Impulsividade

Negativismo

Palilalia

JJ Objetivos

Ao término da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de:

1. Identificar as desordens psiquiá­tricas que, em geral, são diagnosticadas pela primeira vez durante o perío­do de lactação, infância ou adolescência.

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Medium 9788527725897

Capítulo 17 - Sistema Nervoso

BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G. Guanabara Koogan PDF

Sistema Nervoso

A avaliação do sistema nervoso demanda o domínio das complexas ha‑ bilidades de exame físico e raciocínio clínico, além do compromisso com o aprendizado por toda a vida. O exame do sistema nervoso inicia‑se com uma estimativa formal do estado mental, com avaliação da cognição e da memória

(veja o Capítulo 5). A seguir, são avaliados os nervos cranianos, o sistema motor, o sistema sensorial e os reflexos, que são o foco deste capítulo. Du‑ rante o aprendizado das técnicas para rea­li­zar o exame do sistema nervoso, que é importante sobretudo para a população mais velha, é essencial fazer as três perguntas orientadoras apresentadas adiante para organizar os achados.

Compare suas conclusões com as de seus preceptores, colegas e neurologistas para aprimorar seus conhecimentos.

17

Veja no Capítulo 5, Comportamento e Estado Mental, os princípios e as técnicas do exame do estado mental.

Questões orientadoras do exame do sistema nervoso

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