376 capítulos
Medium 9788536320106

6. Recursos

Saunders, Clare Grupo A - Artmed PDF

6

Recursos

O aluno de uma universidade tem acesso a uma grande variedade de recursos. Neste capítulo, analisaremos os tipos de recursos que você poderá usar e mostraremos como obter o máximo deles.

Os dois lugares mais comuns quando pensamos em recursos são a biblioteca e a Internet. Além deles, há vários tipos de sistemas de apoio nas universidades, os quais o ajudarão a aproveitar ao máximo seu tempo de estudo.

Este capítulo finaliza com uma breve seção sobre termos filosóficos úteis que você provavelmente encontrará durante o curso.

Recursos da biblioteca

As bibliotecas de sua universidade dispõem de uma ampla variedade de recursos, tanto livros e revistas científicas quanto textos em forma eletrônica, como CD-ROMs, banco de dados para assinantes e material on-line. O site da biblioteca provavelmente lhe oferecerá uma boa ideia do que está disponível.

Também certamente haverá bibliotecários especializados em sua matéria, que poderão apontar os recursos mais adequados para o assunto que você estiver pesquisando e ajudá-lo a economizar tempo no processo de pesquisa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530939205

Parte II. Capítulo 6. O Cálculo com Igualdade

HEGENBERG, Leônidas Forense PDF

Capítulo 6

^

O Cálculo com Igualdade

Sumário

Depois de breve comentário acerca da ambiguidade que cerca o uso de “é”, fixa-se atenção no “é” entendido como “equivale a”.

As leis da identidade são formuladas. Em apresentação preliminar, o cálculo com igualdade é introduzido a seguir, fazendo-se uso de axiomas intuitivamente adequados para deduzir consequências em argumentos formulados na linguagem comum. A questão da igualdade e das classes de equivalência (determinadas por qualquer relação de equivalência) é examinada. Todo o assunto é retomado, enfim, de modo mais minucioso e sistemático, fazendo-se alusão aos principais teoremas do cálculo com igualdade.

6.1. “É”

O vocábulo “é”, em português, pode ser utilizado de várias maneiras, como os exemplos seguintes ilustram

Deus é.

A baleia é um mamífero.

A rosa é bonita.

Dormir é sonhar.

Edson A. do Nascimento é Pelé.

Na primeira sentença, “é” tem o sentido de “existe”. Na segunda, indica pertença a uma classe. Na terceira, predicação. Na quarta, assemelha-se a uma espécie de relação causal. Na quinta, enfim, in-

Ver todos os capítulos
Medium 9788502108035

2. Raz, autoridade e análise conceitual

Macedo Júnior, Ronaldo Porto Editora Saraiva PDF

196

Direito em Debate

Dennis Patterson

tenha coisas severas a dizer sobre o ceticismo em relação às regras

(rule-skepticism), ele admite que “uma área grande e importante é deixada aberta à discricionariedade por parte dos tribunais e outras autoridades...” (Hart, 1994, p. 132). Obviamente, o papel da discricionariedade na posição de Hart tornou-se um foco central do debate. Em O conceito, Hart limita essa discussão sobre a discricionariedade em dois aspectos: implicações políticas e as particularidades dos casos individuais. Do ponto de vista da atualidade, a discussão de Hart acerca da discricionariedade é simples e sem sofisticação.

De fato, toda a discussão de Hart sobre decisão jurídica é em grande medida de interesse histórico.

Retomemos a questão formulada anteriormente; isto é, como caracterizar o projeto de Hart em O conceito. Ao descrever os contornos de um sistema jurídico local, Hart claramente se via executando um trabalho abstrato. Em verdade, ele de fato afirmou que O conceito poderia ser descrito como um trabalho em “sociologia descritiva” (Hart, 1994, p. vii). Seja lá o que se faça desse comentário, está claro que a preocupação primária de Hart era com aquilo que ele denominou “análise”. Hart veio à teoria do direito apenas com a Teoria do Comando em vista. Havia algo profundamente errado com essa visão e Hart despendeu uma considerável quantia de tempo em O conceito esclarecendo os defeitos da Teoria do Comando e como deveria ser uma visão adequada dos traços essenciais do direito.

Ver todos os capítulos
Medium 9788502108035

Referências

Macedo Júnior, Ronaldo Porto Editora Saraiva PDF

62

Direito em Debate

Zenon Bankowski

´

REFERÊNCIAS

ANDERSON, B. Discovery. In: Legal reasoning, Dordrecht: Kluwer, 1996.

´

BANKOWSKI,

Z.; DAVIS, C. Living in and out of the law. In: Oliver, D.; Scott,

T. (ed.). Faith in law. Oxford: Hart, p. 33-52, 2000.

´

BANKOWSKI,

Z. Living lawfully. Dordrecht: Kluwer, 2001.

COLLINS, H. Artificial experts. Cambridge London: MIT Press, 1990.

DETMOLD, M. The unity of law and morality. London: Routledge and Kegan Paul, 1984.

______. Law as practical reason, Cambridge Law Journal, v. 48, p. 436-71,

1989.

DIETZ, M. Between the human and the divine. New Jersey: Rowan and

Littlefield, 1988.

DREYFUS, H.; DREYFUS, M. Mind over Machine. New York: Free Press,

1986.

EAGLETON, T. The ideology of the aesthetic. Oxford: Blackwell, 1990.

FULLER, L. The morality of law. New Haven: Yale University Press, 1969.

HENDERSON DAVIS, C. Love/beloved: dancing the divine encounter. Faith and the Arts: Hugh Price Hughes Lectures, 2005.

LANGTON, R. Maria von Herbert’s challenge to Kant. In: Singer, P. (ed.)

Ver todos os capítulos
Medium 9788530939205

Parte II. Capítulo 4. A Dedução

HEGENBERG, Leônidas Forense PDF

Capítulo 4

^

A Dedução

Sumário

A dedução e a demonstração, no cálculo de predicados, podem ser definidas de modo semelhante ao adotado no cálculo sentencial.

A novidade está em que existem novos axiomas e novas regras de inferência, destinados a tratar dos quantificadores. Os novos axiomas e as novas regras exigem certo cuidado, motivo por que são apresentados com minúcia. São lembradas as propriedades do símbolo

‘|–’ e o teorema da dedução é discutido (embora sem chegar aos detalhes). Faz-se alusão ao teorema da completude (que não é, porém, demonstrado) e as técnicas dedutivas são amplamente ilustradas. É absolutamente indispensável que o leitor domine o uso das regras de inferência do cálculo sentencial, sem o que muitas passagens ficarão ininteligíveis.

4.1. Introito

Argumentos simples, como:

Todos os homens são mortais

Sócrates é homem

Sócrates é mortal e

Todos os bons são sábios

Alguns homens são bons

Alguns homens são sábios

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos