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Medium 9788521618799

Capítulo 10 - Medição de Força

Balbinot, Alexandre Grupo Gen - LTC PDF

C

0

ul a pít o 1

Medição de Força

Alexandre Balbinot, Luiz Carlos Gertz e Valner João Brusamarello

 10.1  Introdução

Força é uma grandeza física da qual dependem outras quantidades, tais como torque e pressão. Medidas precisas de força são necessárias em uma série de aplicações, como na determinação de forças de tração e ruptura de materiais, no controle de qualidade durante a produção, na pesagem, entre muitos outros processos. Na indústria aeronáutica, por exemplo, medidas de força são necessárias para testar a integridade estrutural da aeronave, assim como os componentes de modo geral.

Medidas precisas de força também são necessárias para determinar o peso de veículos, tanques, reservatórios etc. Ainda são necessárias em processos de automação como conformação de metais, bem como no controle da pressão. Outras aplicações incluem medição de torque, dinamômetros, tensão de cabos em sistemas como elevadores, checagem de estruturas em relação a deslocamento e forças de cisalhamento, pesagem de alimentos em supermercados, pesagem de caminhões em autoestradas, entre muitas outras.

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Medium 9788527705219

22. Seqüenciamento de genomas inteiros

Brown, Terence A. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

22

Seqüenciamento de genomas inteiros

Por que seqüenciar um genoma? • Estratégias para o seqüenciamento de genomas – pequenos genomas bacterianos – o genoma de S. cerevisiae – o genoma humano • Além dos projetos de genomas

• A genética no século 21

Os avanços mais significativos na genética durante a década de 1990 vieram da publicação de seqüências completas para cromossomos e genomas inteiros. O primeiro cromossomo eucariótico a ser totalmente seqüenciado foi o cromossomo III de Saccharomyces cerevisiae, publicado em 1992. Isto foi seguido, em

1995, pela primeira seqüência genômica completa de um organismo de vida livre, a bactéria Haemophilus influenzae, e a primeira seqüência completa de um genoma eucariótico, novamente S. cerevisiae, em

1996. Uma variedade de outros projetos genômicos estão a caminho (por exemplo, o Projeto do Genoma

Humano, outros mais de Drosophila, do arroz, e de camundongo), e o número de seqüências completas deverá aumentar muito na próxima década. De fato, no ano 2010 é possível que uma seqüência genômica completa seja considerada um pré-requisito para qualquer estudo genético sério com um organismo, e os biólogos moleculares do futuro talvez se espantem e se questionem como fizemos progressos na compreensão dos genes na época antecedente ao seqüenciamento do genoma.

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Medium 9788527716345

8 Pescoço

Gould, Douglas J. Grupo Gen - LTC PDF

8

Pescoço

INTRODUÇÃO

O pescoço sustenta a cabeça e a conecta com o tronco. O pescoço apresenta estruturas próprias em seu interior, mas também atua como passagem para estruturas que saem da cabeça para o tronco e vice-versa.

PESCOÇO

Esqueleto do pescoço

O esqueleto do pescoço consiste em sete vértebras cervicais (ver capítulo sobre o dorso), esterno (ver capítulo sobre tórax), clavículas (ver capítulo sobre membro superior) e osso hioide.

O osso hioide não se articula com outros ossos. Funciona basicamente como inserção para os músculos da língua e da laringe.

Importância clínica

Fratura do hioide

As fraturas do hioide são comuns em pessoas que sofreram estrangulamento. O resultado é a incapacidade de elevar o hioide, provocando dificuldade de deglutição e dificultando a prevenção de refluxo das substâncias ingeridas para as vias respiratórias.

Fáscia e espaços do pescoço

(Figura 8.1)

O pescoço é circundado por uma camada adiposa de tela subcutânea; a fáscia cervical divide-o em compartimentos, facilita os movimentos e determina a velocidade de propagação das infecções.

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Medium 9788521616788

Cap.16 Aldedos e Cetonas I

Solomons, T.W Graham Grupo Gen - LTC PDF

ALDEÍDOS E CETONAS I

Adição Nucleofílica ao Grupo

Carbonila

16

Fosfato piridoxal (vitamina B6).

Uma Vitamina Muito Versátil, Piridoxina (Vitamina B6 )

O fosfato piridoxal (PLP) está no âmago da química regida por diversas enzimas. Muitos de nós conhecemos a coenzima fosfato piridoxal pela vitamina intimamente relacionada a ela, a partir da qual ela é derivada na nossa alimentação — a piridoxina, ou vitamina B6. O trigo é uma boa fonte alimentar de vitamina

B6. Apesar de o fosfato piridoxal (veja adiante e o modelo na abertura do capítulo) ser um membro da família dos aldeídos, quando ele está envolvido na química biológica ele normalmente contém um grupo funcional relacionado que tem uma ligação dupla carbono–nitrogênio, chamado imina. Estudaremos os aldeídos, as iminas e os grupos relacionados no decorrer deste capítulo.

Algumas reações enzimáticas que envolvem o PLP incluem transaminações, as quais convertem aminoácidos em cetonas para utilização no ciclo do ácido cítrico e em outras rotas; a descarboxilação de aminoácidos para a biossíntese de neurotransmissores tais como a histamina, a dopamina e a serotonina; e a inversão de centros de quiralidade de aminoácidos, como aqueles necessários para a biossíntese de paredes celulares nas bactérias.

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Medium 9788536327402

21. A Regulação Transcricional da Expressão Gênica em Eucariotos

Cox, Michael M. Grupo A - Artmed PDF

A Regulação Transcricional da Expressão Gênica em

Eucariotos

21

Momento de descoberta

Nosso laboratório tem tentado compreender como o mecanismo de corte e junção do pré-mRNA pode ocorrer de forma cotranscricional, processo que claramente acopla as etapas envolvidas na produção de mRNAs funcionais e fornece às células muitas possibilidades interessantes para a regulação gênica. Iniciando com um rastreio genético em levedura no qual fatores de transcrição que não são essenciais foram mutados, procuraTracy Johnson [Fonte: Cortesia de Tracy mos em um segundo gene por mutações que

Johnson.] causariam morte celular, um efeito referido como sintético-letal. Por muito tempo, não encontramos absolutamente nada interessante. Contudo, seguimos trabalhando. Pelo menos descobrimos que a deleção do gene que codifica a proteína Gcn5 era sintético-letal quando combinada com mutações em genes que codificam partes do componente U2 snRNP dos espliceossomos. Gcn5 é uma histona acetiltransferase (HAT), uma enzima bem caracterizada que adiciona grupamentos acetila às histonas dentro dos nucleossomos, mas que não tinha nenhuma conexão conhecida com o mecanismo de corte e junção de pré-mRNAs.

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Medium 9788521626886

Capítulo 10 - Física do Estado Sólido

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. LTC PDF

CAPÍTULO 10

Física do Estado Sólido

10-1

10-2

10-3

10-4

10-5

10-6

10-7

10-8

10-9

Estrutura dos Sólidos

Teoria Clássica da Condução de Eletricidade

Gás de Elétrons Livres nos Metais

Teoria Quântica da Condução de Eletricidade

Magnetismo em Sólidos

Bandas de Energia em Sólidos

Semicondutores Dopados

Junções e Dispositivos Semicondutores

Supercondutividade

A

s substâncias sólidas, em sua imensa variedade, vêm fascinando a humanidade há muitos séculos. Inovações tecnológicas na preparação e uso de metais e ligas metálicas mudaram o curso da história; a simetria e beleza dos cristais naturais sempre foram uma fonte de deslumbramento. Por outro lado, a explicação das propriedades dos sólidos a partir de primeiros princípios teve que aguardar o advento da mecânica quântica. Grande parte do progresso tecnológico ocorrido nos últimos cem anos resultou da aplicação da mecânica quântica ao estudo dos sólidos. Vamos examinar rapidamente alguns aspectos da estrutura dos sólidos na Seção 10-1 e, em seguida, concentraremos nossa atenção nas propriedades elétricas e magnéticas dos materiais.

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Medium 9788527720786

15 - Mecanismos de Regulação das Atividades Celulares: Como se Originam Algumas Doenças

Junqueira, Luiz Carlos Uchoa Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

15  |  Mecanismos de Regulação das Atividades Celulares: Como se Originam Algumas Doenças

15

■■ Alterações qualitativas e quantitativas do DNA regulam atividades fisiológicas, mas podem causar doen­ças, 309

■■ O processo de replicação do DNA é muito preciso, mas pode gerar doen­ças se os poucos erros cometidos não forem corrigidos, 311

■■ Alterações na tradução são pouco conhecidas, 311

■■ Muitas proteí­nas passam por inúmeras modificações pós-traducionais após a síntese das cadeias de aminoá­cidos, 311

Junqueira 15.indd 307

307

Mecanismos de Regulação das Atividades

Celulares: Como se Originam

Algumas Doenças

■■ Os processos de regulação das atividades gênicas e enzimáticas são de grande importância para a homeostase, 311

■■ Defeitos nas proteí­nas estruturais também podem causar doen­ças, 312

■■ Doenças podem ser causadas por defeitos na síntese ou na degradação de componentes celulares, 312

■■ Resumo, 312

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Medium 9788527729680

CAPÍTULO 11 - Sistema Respiratório

KARDONG, Kenneth V. Guanabara Koogan PDF

c a p í t u l o

11

Sistema Respiratório

Introdução, 413

Órgãos respiratórios, 416

Brânquias, 416

Bexigas de gás, 416

Pulmões, 416

Bexigas natatórias, 417

Órgãos respiratórios cutâneos, 417

Órgãos acessórios da respiração aérea, 418

Respiração e embriões, 420

Mecanismos de ventilação, 421

Cílios, 421

Mecanismos musculares, 421

Ventilação na água | Bomba dupla, 422

Ventilação no ar | Bomba bucal, 422

Ventilação no ar | Bomba de aspiração, 424

Filogenia, 424

Agnatos, 424

Elasmobrânquios, 425

Peixes ósseos, 427

Resumo da respiração dos peixes, 427

Brânquias, 427

Pulmões e bexigas natatórias, 428

Anfíbios, 430

Larvas dos anfíbios, 432

Anfíbios adultos, 432

Introdução

Para manter seu metabolismo efetivo e sua sobrevivência, as células do corpo dos vertebrados precisam repor o oxigênio utilizado e se livrar dos subprodutos acumulados durante o metabolismo. Essas tarefas competem principalmente a dois sistemas de transporte: os sistemas circulatório e respiratório.

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Medium 9788536327402

11. Replicação do DNA

Cox, Michael M. Grupo A - Artmed PDF

11

Replicação do DNA

Momento de descoberta

Iniciei meu laboratório em Stanford para estudar a recombinação de DNA utilizando os métodos bioquímicos estabelecidos por Arthur Kornberg para o trabalho com a DNA-polimerase. O laboratório de Matt

Meselson em Harvard apresentou evidência de que a recombinação de DNA envolvia a quebra e junção de suas fitas. Partimos, então, para a tentativa de descobrir uma enzima que selasse a quebra do DNA pela formação de uma ponte fosfodiéster.

Usando extratos celulares de E. coli e um substrato de duplex de DNA contendo quebras de fita simples

Robert Lehman [Fonte: marcadas com 32P nas porções 5'-terminais, medimos

Cortesia da American Society for Biochemistry and Molecular a conversão de 5'-32P para uma forma que fosse proBiology.] tegida da remoção por uma enzima, presumivelmente devido à incorporação em uma nova ponte fosfodiéster. Esse ensaio funcionou, e as fitas de DNA foram unidas após incubação do extrato!

No entanto, eu queria obter uma prova definitiva de que as fitas eram unidas por uma ponte fosfodiéster. Apesar de parecer óbvio agora, à época pensamos na possibilidade de que uma proteína ligante fosse a causa da união das fitas de DNA.

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Medium 9788527723831

25 - Sistema Caulinar | Estrutura Primária e Desenvolvimento

EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Guanabara Koogan PDF

Capítulo 25 | Sistema Caulinar | Estrutura Primária e Desenvolvimento   579

CAPÍTULO

25

Sistema Caulinar |

Estrutura Primária e

Desenvolvimento

Sistema caulinar em expansão.  Durante o inverno, este

sistema caulinar de cária (Carya ovata) estava com os entrenós muito comprimidos e tinha a aparência de uma gema terminal apenas. A expansão da gema fez com que as escamas protetoras marrons se separassem e dobrassem para fora. Quando o sistema caulinar está totalmente expandido, uma nova gema terminal se forma e passa por um perío­do de dormência antes que seja também capaz de se expandir e repetir o ciclo.

SUMÁRIO

Origem e crescimento dos tecidos primários do caule

Estrutura primária do caule

Relação entre os tecidos vascula­res do caule e da folha

Morfologia e estrutura da folha

Folhas de gramíneas

Desenvolvimento da folha

Abscisão foliar

Transição entre o sistema v

­ ascular da raiz e do sistema caulinar

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 8 - SERINGAS, AGULHAS E SEPTOS

ZUBRICK, James W. LTC PDF

SERINGAS, AGULHAS E SEPTOS

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Não brinque com essas coisas e não fure nem a si mesmo nem seu colega.

■ �

Não use a técnica de injeção médica; não se trata de dardos.

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Muitas vezes, você tem de manusear amostras com seringa. Existem cerca de 25 regras para manusear seringas. As cinco primeiras são:

1. Elas são perigosas — atenção.

2. Atenção — não se fure.

3. Não fure ninguém.

4. Seja cuidadoso.

5. Não brinque com essas coisas.

As outras 20 regras — bem, você pegou a ideia. Caso isso não seja suficiente, seria necessária a implantação de um controle extremamente rígido de seringas e agulhas. Elas deveriam ser guardadas a sete chaves em um armário trancado, em uma sala trancada e seriam exigidos longos procedimentos de entrada e saída. E se você se furar, deveria apresentar-se imediatamente ao seu professor levando a seringa.

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Medium 9788527721103

Capítulo 10 - Glicólise, descarboxilação do piruvato e ciclo de Krebs

Sanches, José A. Garcia Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

10

Glicólise, descarboxilação do piruvato e ciclo de Krebs glicóliSe ou via de embden-meyerHoFF-ParnaSvia

Foi visto, a oxidação da glicose a piruvato chama-se glicólise e a sequência de reações que a viabilizam é a via glicolítica ou via de Embden–Meyerhoff–Parnasvia, cujo objetivo principal é a produção de ATP. sangue

G

citosol da célula

G–6-P

ácido pirúvico via glicolítica

A ocorrência desta via está condicionada à necessidade de produção de energia (ATP/ADP menor que o normal) e só será possível se houver disponibilidade de glicose e da coenzima nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD+) na forma oxidada. É claro que, se não houver disponibilidade de glicose, a produção da energia terá de ser feita por meio da oxidação de substratos lipídicos.

A glicólise representa uma forma parcial de oxidação da glicose, uma vez que, na maioria dos tecidos, o piruvato formado continua a ser processado até que todos os carbonos da glicose sejam transformados em CO2 e os hidrogênios, em H2O.

G–6-P

ácido pirúvico

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Medium 9788527720786

6 - Comunicações Celulares por meio de Sinais Químicos

Junqueira, Luiz Carlos Uchoa Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

6 | Comunicações Celulares por meio de Sinais Químicos

6

■ A resposta a um sinal químico pode variar conforme as características do receptor, 107

■ Os hormônios geralmente são produzidos pelas glândulas endócrinas, 107

■ As células neuroendócrinas do hipotálamo são importantes para a coordenação do sistema endócrino, 108

■ Algumas respostas a hormônios são imediatas; porém, duram pouco , 109

■ Hormônios lipossolúveis têm ação mais prolongada, 109

■ Mecanismo de ação dos hormônios que atuam por intermédio de receptores da membrana, 111

■ Receptores catalíticos são glicoproteínas transmembrana com atividade enzimática, 112

■ Receptores que atuam na proteína G aumentam a concentração de Ca2+ ou de cAMP, 113

Junqueira 06.indd 105

105

Comunicações

Celulares por meio de Sinais

Químicos

■ As proteínas G atuam por meio de duas vias: uma dependente de cAMP e a outra dependente de íons Ca2+ liberados do REL pela ação de trifosfato de inositol, 113

■ Modificações adaptativas nas células-alvo, 114

■ Hormônios lipossolúveis atuam sobre receptores intracelulares, 114

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Medium 9788527722582

Capítulo 9. Biomecânica da Coluna Vertebral

Hall, Susan Jean Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

230 

Biomecânica Básica

A

coluna vertebral é um segmento complexo e funcionalmente signi­ ficativo do corpo humano. Fornecendo a ligação mecânica entre os membros superior e inferior, a coluna vertebral permite o movimento em todos os três planos e ainda funciona como um protetor ósseo da delicada medula espinal. Para muitos pesquisadores e médicos, a região lombar da coluna vertebral é de interesse par­ticular porque a lombalgia é um grande problema clínico e socioeconômico nos tempos modernos.

Estrutura da coluna vertebral

Coluna vertebral

Segmento móvel

Duas vértebras adjacentes e os tecidos moles associados; a unidade funcional da coluna vertebral.

Figura 9.1 A. Vista lateral esquerda e

B. posterior das re­giões da coluna ver­ tebral. De Shier, Butler e Lewis, Hole’s Human Anatomy and Physiology, © 1996. Reim­ presso com a permissão de The McGraw-Hill

Companies, Inc.

A coluna vertebral consiste em uma pilha sinuosa de 33 vértebras divi­ didas estruturalmente em cinco re­giões (Figura 9.1). Da porção superior para a inferior, existem 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras lombares, 5 vértebras sacrais fundidas e 4 pequenas vértebras coccígeas fundidas. Pode haver uma vértebra extra ou uma a menos, par­ ticular­mente na região lombar.

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Medium 9788521625797

18 - Espectroscopia vibracional

VOGEL, Arthur Israel; MENDHAM, J.; DENNEY, R.C.; BARNES, J.D.; THOMAS, M. LTC PDF

18

Espectroscopia vibracional

Usa-se o termo “espectroscopia vibracional” para descrever as técnicas da espectroscopia de infravermelho e da espectroscopia de Raman. Estes dois tipos de espectroscopia dão o mesmo tipo de informação molecular e um método pode ser usado para complementar o outro.

É costume, entretanto, caracterizar as bandas de absorção em unidades de números de ondas (␯) que são expressas em centímetros recíprocos (cmϪ1). Às vezes, comprimentos de onda (␭) medidos em micrômetros (␮m) são utilizados. A relação entre estas duas quantidades é

18.1 Espectroscopia de infravermelho

A região do infravermelho do espectro eletromagnético pode ser dividida em três partes principais [1]:

Infravermelho próximo (região das harmônicas) 0,8–2,5

␮m (12 500–4000 cmϪ1)

Infravermelho médio (região de vibração–rotação) 2,5–

50 ␮m (4000–200 cmϪ1)

Infravermelho distante (região de rotação) 50–1000 ␮m

(200–10 cmϪ1)

A região mais interessante para fins analíticos está entre

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