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Medium 9788527721103

Capítulo 15 - Via das pentoses e lipogênese

NARDY, Mariane B. Compri; SANCHES, José A. Garcia; STELLA, Mercia Breda Guanabara Koogan PDF

15

Via das pentoses e lipogênese a inTeração da via daS PenToSeS com a liPogêneSe

A lipogênese é definida como a produção endógena de lipídeos (biossíntese de lipídeos, síntese de

ácidos graxos e triglicerídeos), principalmente a partir da glicose, que ocorre no citosol e garante uma reserva energética para o organismo, que depois é armazenada no tecido adiposo.

Para que a via ocorra, é preciso haver disponibilidade de glicose, concentração de ATP normal, excesso de acetil~SCoA e disponibilidade de NADPH + H+ (NADP reduzido). Essas condições justificam o estudo da lipogênese em conjunto com a via das pentoses, já que nesta são produzidos intermediários usados na lipogênese.

A via das pentoses, ou via oxidativa do fosfogliconato, ocorre no citosol de certos tecidos, como o fígado, os eritrócitos, a glândula mamária em lactação, a adrenal, os testículos, a tireoide e o tecido adiposo. Esse caminho metabólico atende à produção de pentoses e NADPH + H+, coenzima empregada na lipogênese, na manutenção dos eritrócitos e na síntese de colesterol e bases nitrogenadas. Na Figura 15.1 serão apresentadas as condições metabólicas que relacionam a lipogênese à via das pentoses.

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Medium 9788527729604

Capítulo 31 - Homeostase | Fluidos Internos e Respiração

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Guanabara Koogan PDF

CAPÍT ULO

31

Homeostase |

Fluidos Internos e Respiração

Micrografia eletrônica de varredura colorida de células sanguíneas.

A descoberta de William Harvey

Incessantemente, durante toda a vida de um ser humano, o coração bombeia sangue pelas artérias, capilares e veias: cerca de 5 C/min, até que, no fim de uma vida natural, o coração se contraiu cerca de 2,5 bilhões de vezes e bombeou 300.000 toneladas de sangue. Quando o coração cessa suas contrações, a vida também termina.

O papel crucial das contrações cardíacas para a vida humana é conhecido desde a Antiguidade; no entanto, o circuito do fluxo sanguíneo, a noção de que o coração bombeia sangue para o interior das artérias através da circulação, recebendo-o de volta pelas veias, tornou-se conhecido apenas algumas centenas de anos atrás. A primeira descrição correta do fluxo sanguíneo pelo médico inglês William Harvey teve uma oposição vigorosa quando publicada pela primeira vez em 1628.

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Medium 9788573076295

Capítulo 8 - Biodiversidade: Padrões Biogeográficos

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A - Artmed PDF

c a p í t u l o

8

Biodiversidade: Padrões

Biogeográficos

DIVERSIDADE E LATITUDE

Um dos padrões mais notáveis observados na riqueza de espécies em diferentes ecossistemas refere-se ao aumento do número de espécies em regiões tropicais e equatoriais. Segundo Krebs (1972), um quadrado de quatro hectares em uma floresta da Malásia tem cerca de 375 espécies de plantas. Um mesmo quadrado em área florestal de Michigan (EUA) tem cerca de 10 a 15 espécies. Esse padrão tem sido observado para diferentes tipos de organismos. A mirmecofauna (formigas) também pode ser usada para evidenciar o padrão

TABELA 8.1 Riqueza em espécies de formigas em diferentes faixas latitudinais

de aumento da riqueza em espécies à medida que se diminuem as latitudes (Tabela 8.1).

O aumento do número de espécies em direção ao Equador não se restringe somente aos ecossistemas terrestres. Nos oceanos, esse padrão pode também ser evidenciado. O número de copépodes calanóides no Oceano Pacífico aumenta em direção ao Equador (Tabela 8.2).

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Medium 9788527731461

8 - Matriz Extracelular

PINTO, Wagner de Jesus Guanabara Koogan PDF

Matriz Extracelular

Introdução

A grande maioria das células encontra-se imersa em um ambiente formado por macromoléculas, no qual predominam proteínas, como o colágeno. Esse ambiente é chamado de matriz extracelular (MEC) ou, mais comumente, de tecido conjuntivo. A MEC interage com as células que nela estão imersas de modo que influencia em seus processos de diferenciação, proliferação, migração e interações intercelulares. Ela é formada por três classes principais de macromoléculas:

• Proteínas estruturais, colágenos, elastina e fibrina

• Proteínas especializadas, fibrilina, fibronectina e laminina

• Proteoglicanos.

Os componentes da MEC estão em íntima interação com suas células de origem e formam uma matriz-gel. As proteí­ nas da MEC também estão ligadas à superfície das células que formam esse ambiente, de modo que forças mecânicas de tracionamento e compressão tecidual são transmitidas às células, que, por sua vez, reagem de maneira adequada. Alterações na MEC estão relacionadas com processos fisiológicos e patológicos, e de fato a MEC tem importante participação em estados inflamatórios, em doenças crônicas (p. ex., a artrite) e também em processos que envolvem a disseminação de células tumorais.

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Medium 9788521632009

18 - Forças Elétricas e Campos Elétricos

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. LTC PDF

Capítulo

18

Forças Elétricas e

Campos Elétricos

18.1 Origem da Eletricidade

A natureza elétrica da matéria é inerente à estrutura atômica. Um átomo é formado por um núcleo pequeno e relativamente denso que contém partículas chamadas de prótons e nêutrons. Um próton possui uma massa de 1,673 3 10227 kg, enquanto um nêutron possui uma massa ligeiramente maior de 1,675 3 10227 kg. Ao redor do núcleo, existe uma nuvem difusa de partículas em órbita chamadas de elétrons, como sugerido pela Figura 18.1. Um elétron possui uma massa de 9,11 3 10231 kg. Como a massa, a carga elétrica é uma propriedade intrínseca dos prótons e dos elétrons, e só dois tipos de carga foram descobertos, a carga positiva e a negativa. Um próton possui uma carga positiva, enquanto um elétron possui uma carga negativa. Um nêutron não possui carga elétrica resultante.

Experimentos revelam que o módulo da carga no próton é exatamente igual ao módulo da carga do elétron; o próton traz consigo uma carga 1e, enquanto o elétron traz uma carga –e.

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Medium 9788536320663

Capítulo 8 Manipulação de Proteínas, DNA e RNA

Alberts, Bruce Grupo A - Artmed PDF

8

Manipulação de Proteínas,

DNA e RNA

O progresso na ciência muitas vezes é dirigido pelos avanços na tecnologia. O amplo campo da biologia celular, por exemplo, surgiu quando artesãos ópticos aprenderam a confeccionar pequenas lentes de qualidade suficientemente alta para observar células e suas subestruturas. Inovações na confecção de lentes, ao invés de qualquer avanço conceitual ou filosófico, permitiram a Hooke e van Leeuwenhoek descobrir um mundo celular antes jamais visto, onde pequenas criaturas giravam e rodopiavam em uma pequena gotícula de

água (Figura 8-1).

O século XXI promete ser particularmente excitante para a biologia. Novos métodos para analisar proteínas, DNA e RNA estão fornecendo uma explosão de informações e permitindo aos cientistas estudar células e suas macromoléculas por meios nunca imaginados anteriormente. Agora temos acesso a sequências de vários bilhões de nucleotídeos, provendo mapas moleculares completos de dúzias de organismos – de micróbios e sementes de mostarda até vermes, moscas, camundongos, cães, chimpanzés e humanos. Novas técnicas potentes estão nos auxiliando a decifrar esta informação, permitindo não somente que compilemos catálogos detalhados enormes de genes e proteínas, mas iniciar a desemaranhar como esses componentes trabalham juntos para formar células e organismos funcionais. O objetivo de se obter um completo entendimento do que acontece dentro de uma célula, enquanto ela responde ao seu meio e interage com suas vizinhas, ainda é distante.

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Medium 9788522474400

2 - A elaboração do projeto de pesquisa

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Atlas PDF

!

Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

A elaboração do projeto de pesquisa

Antonio Teixeira de Barros

Rogério Diniz Junqueira

�...sem dúvida, os cânones metodológicos são muitas vezes expedientes técnicos e, ao mesmo tempo, obrigações morais...�

(Merton, 1970, p. 652)

A

elaboração do projeto de pesquisa, por mais pragmática que seja, é uma atividade acadêmica como qualquer outra e, portanto, requer reflexão e conhecimento teórico. Assim, além de apresentarmos um roteiro para a construção do projeto, propomos, antes, uma breve, porém necessária, reflexão acerca do papel da teoria para a pesquisa social.

1

Teoria e pesquisa social: elementos para compreender essa relação

Contrariando uma crença muito difusa entre profissionais de comunicação

(e, infelizmente, não apenas entre eles), é preciso, antes de mais nada, afirmar: os fatos não existem.

A crença na existência de uma realidade objetiva, passível de ser percebida sem filtros, é fortemente tributária da tradição positivista. Tal tradição defendia a possibilidade do conhecimento, desde que o cientista soubesse despir-se das pré-noções (os preconceitos, os valores etc.) de sua cultura, da sua sociedade e de seu tempo e, simultaneamente, procurasse entender e explicar o mundo valendo-se, exclusivamente, dos pressupostos de uma ciência positiva (objetividade, neutralidade, imparcialidade). Em tal caso, segundo aquela tradição, o cientista positivista (e somente ele) conseguiria perceber a �realidade dos fatos�, inacessível aos homens comuns, presos às visões e armadilhas do senso co-

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Medium 9788527726979

Capítulo 3 Petromyzontiformes

BENEDITO, Evanilde (org.) Roca PDF

Capítulo 3

Petromyzontiformes

Fabio Di Dario e Michael Maia Mincarone

▪▪

Introdução, 22

▪▪

Morfologia externa, 22

▪▪

Morfologia interna e funcionamento geral, 23

▪▪

Sistemática e filogenia, 29

▪▪

Sugestão de aulas práticas, 29

▪▪

Sugestão de leitura, 29

▪▪

Referências bibliográficas, 29

Benedito - cap 3 - gráfica.indd 21

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22 Biologia e Ecologia dos Vertebrados

XX

Introdução

Os representantes de Petromyzontiformes são popular‑ mente conhecidos como lampreias. O grupo inclui 10 gê‑ neros e 40 espécies de animais anádromos ou de água doce, com corpo anguiliforme, sem escamas e sem nadadeiras pares.

As lampreias são relativamente comuns e abundantes no he‑ misfério norte. A lampreia marinha (Petromyzon marinus) foi acidentalmente introduzida nos Grandes Lagos, na Amé‑ rica do Norte, no início do ­século 20, onde rapidamente tornou‑se abundante. Devido ao seu hábito predatório/ parasita, a introdução da lampreia marinha nesses lagos causou prejuí­zo considerável à pesca na região. Por isso, medidas para o controle de sua população são implemen‑ tadas com regularidade. Em contrapartida, não existem lampreias na maior parte do hemisfério sul, e apenas quatro espécies são conhecidas das re­giões temperadas do Chile, da Argentina e da Oceania.1

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Medium 9788521617839

Parte I - Capítulo 5. Cinética de Reações Químicas da Atmosfera

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti LTC PDF

CAPÍTULO 5

CINÉTICA DE REAÇÕES QUÍMICAS DA ATMOSFERA

5.1

5.2

5.1

Introdução

Termos, Definições e Princípios da Cinética Química

5.2.1

Cinética química e reações químicas

5.2.2

Velocidade de reação

5.2.3

Velocidade de reação e concentração dos reagentes

5.3

5.4

5.5

5.2.4

Tempo de meia-vida e tempo de vida

5.2.5

Derivação do tempo de vida

Estados de Equilíbrio de Reações Químicas na

Fase Gasosa na Atmosfera

Fatores que Influenciam a Velocidade de Reação

Referências Bibliográficas e Sugestões para Leitura

Introdução

O

universo é um sistema dinâmico que tende a um “estado de equilíbrio” também dinâmico. Para a idéia de movimento, de mover, a maioria dos idiomas, entre eles a língua portuguesa, muitas vezes utiliza o termo grego kinein, kinesis (ação de mover-se) que gera o prefixo cine, do qual, chega-se ao adjetivo “cinético(a)”. Portanto, o termo “cinético” traz, no seu bojo, a idéia de “movimento”. Assim, a teoria cinética dos gases trata das propriedades resultantes do movimento das moléculas que os compõem.

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Medium 9788527731461

33 - Bioquímica Clínica Básica

PINTO, Wagner de Jesus Guanabara Koogan PDF

Bioquímica Clínica Básica

Introdução

Para o profissional da área da saúde, os exames laboratoriais compõem uma ferramenta diagnóstica importante e de grande valor clínico. Os exames laboratoriais bioquímicos têm a função de corroborar ou refutar uma hipótese diagnóstica previamente elaborada pelo clínico, além de proporcionar importantes subsídios no acompanhamento e na evolução do tratamento. São, portanto, elementos complementadores do raciocínio clínico fornecendo importantes dados para que o médico possa elaborar com precisão uma conduta adequada e individualizada. Os resultados dos exames laboratoriais não devem ser avaliados isoladamente, mas sim considerados em conjunto com a observação clínica, anamnese precisa, história do paciente e, sobretudo, levando em conta as particularidades de cada organismo. Embora os valores de referência dos exames laboratoriais possam fornecer um bom indicativo sobre determinadas doenças e seus estados patológicos, deve-se considerar sempre as influências de diversas variáveis, como frascos inadequados para a coleta de amostras biológicas, utilização incorreta dos frascos de coleta, identificação incorreta da amostra, volume insuficiente da amostra, coleta da amostra em momento inadequado, condições inapropriadas de transporte e armazenamento das amostras. Esse repertório de fatores compõe o que se denomina variáveis pré-analíticas, e devem ser sempre minimizadas. Já as variáveis fisiológicas, como idade, sexo, etnia, gravidez, altitude e estilo de vida, também podem contribuir para a alteração dos resultados de exames laboratoriais. Além das variáveis fisiológicas e préanalíticas, deve-se considerar as variações intraindividuais, como dieta, horário de coleta das amostras, exercícios físicos, ciclo menstrual, utilização de fármacos, postura e tempo de estase. Os laboratórios de análises clínicas buscam constantemente reduzir as variáveis que podem interferir nos resultados dos exames, no entanto há de se considerar as que são passíveis de ocorrência (variações intraindividuais), de modo que os resultados devem ser avaliados de maneira ampla, e não só com base em seus valores de referência.

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Medium 9788527731171

17 - INSETOS EM UM MUNDO EM MUDANÇA

GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Guanabara Koogan PDF

Capítulo 17

Insetos em um

Mundo em Mudança

Os insetos podem tirar proveito dos nossos meios de transporte.

Gullan 017.indd 343

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Insetos | Fundamentos da Entomologia

Nós vivemos com mudança em nossos ambientes e clima, e na demografia humana (especialmente o crescimento populacional).

As consequências da dominância de nossa espécie, com sua demanda desproporcional e cada vez maior pelos recursos da

Terra, continuam a aumentar. Igualmente, desde de sua origem, há cerca de 400 milhões de anos, os insetos têm sido expostos a mudanças extraordinárias devido a eventos geológicos e climáticos, e interações bióticas diversas. Grandes extinções foram causadas por impactos de bólidos (material extraterrestre), atividade vulcânica maciça, e aquecimentos e resfriamentos globais.

Ao longo de dezenas de milhões de anos, continentes se uniram e se dividiram, oceanos se formaram e desapareceram, e as proporções de gases atmosféricos flutuaram. Indiscutivelmente, as quantidades de gases “estufa” (dióxido de carbono [CO2], metano e

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Medium 9788521620631

18 - Aplicações da Espectrofotometria

HARRIS, Daniel C. LTC PDF

18

Aplicações da Espectrofotometria

BIOSSENSORES DE TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA DE RESSONÂNCIA DE FLUORESCÊNCIA

Transferência de energia de ressonância de fluorescência

Análogo do analito ligado ao braço flexível

600 nm

510 nm

Distância muito grande para a transferência de energia

510 nm

Analito

Elemento de biorreconhecimento tal como um anticorpo

Sem fluorescência

Braço flexível

Substrato

Absorvedor de energia radiante (doador)

Diminuição da fluorescência

Emissor de energia radiante (receptor)

0

10

20

30

40

50

60

Concentração de analito (TNT, mg/L)

A resposta do biossensor para o TNT

é um decréscimo na fluorescência em função do aumento da concentração do analito. [De I. L. Medintz, E. R. Goldman, M.

E. Lassman, A. Hayhurst, A. W. Kusterbeck e J. R. Deschamps, “Self-Assembled TNT

Biosensor Based on Modular Multifunctional Surface- Tethered Components”, Anal.

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Medium 9788536314389

8. Desenhos metodológicos (II). Métodos de procedimentos nomotéticos e controle experimental

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

117

8

Desenhos metodológicos II

Métodos de procedimento predominantemente nomotéticos

Controle experimental

Adroaldo Gaya

As abordagens metodológicas predominantemente quantitativas ou nomotéticas assumem, nas ciências do movimento humano, um papel relevante e indispensável. Os estudos que tratam as relações entre variáveis, sejam correlações, comparações, descrições ou predições, evidentemente atingem seu maior grau de controle e cientificidade ao tratarem seus dados a partir de técnicas estatísticas adequadas. Aspectos tão importantes, como a possibilidade de generalização de resultados de um pequeno grupo para populações maiores e o fato de podermos garantir índices sobre a probabilidade dos erros de medida, afirmam a relevância dessa metodologia na produção do conhecimento científico em nossa área de investigação.

Neste e nos próximos capítulos, vamos discorrer sobre os mais importantes aspectos da abordagem nomotética. Vamos iniciar com uma introdução genérica, identificando e classificando as técnicas em grupos conforme suas características principais e, posteriormente, vamos nos dedicar a analisar mais profundamente cada uma das técnicas mais freqüentes nas ciências do movimento humano.

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Medium 9788521620433

11 - Álcoois e Éteres - Sínteses e Reações

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton LTC PDF

11

Álcoois e Éteres

Sínteses e Reações

Os sabores e aromas encontrados na natureza incluem muitos exemplos de álcoois e éteres. O mentol, encontrado no óleo de menta, é um álcool utilizado tanto como flavorizante quanto para fins medicinais. A vanilina, isolada dos grãos da baunilha, contém um grupo funcional éter, como o anetol, o sabor de alcaçuz associado ao funcho. O etanol, o álcool produzido pela fermentação, é, obviamente, outro sabor natural. O borneol, que pode ser isolado da artemísia, é um álcool com uma fascinante arquitetura molecular. E o eucaliptol, que compartilha a terminação do seu nome com outros álcoois, mas que é na verdade um éter, origina-se das folhas do eucalipto (mostradas no início na foto da esquerda) e é utilizado como flavorizante, aromatizante e agente medicinal. A natureza é uma fonte abundante de álcoois e éteres, e estudaremos a química destes importantes grupos funcionais neste capítulo.

O

OH

H3CO

OCH3

H

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Medium 9788527723831

18 - Gimnospermas

EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Guanabara Koogan PDF

430   Biologia Vegetal

CAPÍTULO

Gimnospermas

18

Um pinheiro ameaçado.  Crescendo em grandes

altitudes, nas encostas varridas pelo vento, Pinus albicaulis, o pinheiro‑de‑casca‑branca, tem um importante papel ecológico por prover alimentos essenciais para uma ampla variedade de espécies, incluindo ursos, esquilos e aves. Embora alguns pinheiros apresentem resistência, as ferrugens causadas pelo fungo Cronartium ribicola têm matado muitas árvores. Também as mudanças climáticas associadas a anos de ausência de queimadas têm contribuído para uma nova ameaça – Dendroctonus ponderosae, o besouro‑do‑pinheiro‑da‑montanha.

SUMÁRIO

Evolução da semente

Progimnospermas

Gimnospermas extintas

Gimnospermas atuais

Filo Coniferophyta

Outros filos de gimnospermas atuais | Cycadophyta,

Ginkgophyta e Gnetophyta

Uma das mais espetaculares inovações que surgiram durante a evolução das plantas vasculares foi a semente. As sementes são um dos principais fatores responsáveis pela dominância das plantas com sementes nas floras atuais – uma dominân‑ cia que se tornou progressivamente maior durante um período de centenas de milhões de anos. A razão é simples: a semente apresenta um grande valor de sobrevivência. A proteção que uma semente proporciona ao embrião bem como a reserva de nutrientes que lhe está disponível nos estágios críticos de sua germinação e do seu estabelecimento dão uma grande vanta‑ gem seletiva às plantas com sementes em relação a seus ances‑ trais e parentes com esporos livres, ou seja, plantas que liberam seus esporos.

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