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Medium 9788521632061

14 Fluidos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF

C

A

P

Í

T

U

L

O

1

4

Fluidos

14‑1

MASSA ESPECÍFICA E PRESSÃO DOS FLUIDOS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

14.01 Saber a diferença entre fluidos e sólidos.

14.02 Conhecer a relação entre massa específica, massa e volume

14.03 Conhecer a relação entre pressão hidrostática, força e a área em que a força é aplicada.

para um material homogêneo.

Ideias‑Chave zz A massa específica  de um material homogêneo é definida

como a massa m de uma amostra do material dividida pelo volume

V do material:

5

m

.

V

zz Um fluido é uma substância que pode escoar. Os fluidos assumem

a forma do recipiente que os contém e exercem sobre uma parede

plana do recipiente de área A uma pressão dada por

F

,

A em que F é o módulo da força normal que o fluido exerce sobre a parede. zz A força associada à pressão de um fluido em um dado ponto tem o mesmo módulo em todas as direções.

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Medium 9788521625834

CAPÍTULO 9 - ESCOAMENTO VISCOSO, INCOMPRESSÍVEL, EXTERNO

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. LTC PDF

9

Escoamento Viscoso, Incompressível, Externo

419

Escoamento Viscoso,

Incompressível, Externo

Parte A

Camadas-Limite

9.1

O Conceito de Camada-Limite

9.2

Espessuras de Camada-Limite

9.3

Camada-Limite Laminar sobre uma Placa Plana: Solução Exata (no Site da LTC Editora)

9.4

Equação Integral da Quantidade de Movimento

9.5

Uso da Equação Integral da Quantidade de Movimento para Escoamento com Gradiente de

Pressão Zero

9.6

Gradientes de Pressão no Escoamento da Camada-Limite

Parte B

Escoamento Fluido em Torno de Corpos Submersos

9.7

Arrasto

9.8

Sustentação

9.9

Resumo e Equações Úteis

419

009-pritchard 419

28.10.13 12:18:21

420

Capítulo 9

Estudo de Caso em Energia e Meio Ambiente

Energia Eólica: O Sistema Rotativo a Ar Magenn (MARS)

No Estudo de Caso em Energia e Meio

Ambiente do Capítulo 8, focamos em uma alternativa para as fazendas de turbinas eólicas com três pás que estão surgindo em todo o mundo. Neste Estudo de Caso, focamos em uma segunda ideia original para energia eólica, o Sistema Rotativo a Ar Magenn (MARS).

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Medium 9788521620457

Apêndices

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. LTC PDF

Apêndice

A

Fórmulas Empírica e Molecular

No início e até meados do século XIX, métodos para a determinação de fórmulas para compostos orgânicos foram desenvolvidos por J. J. Berzelius, J. B. A. Dumas, Justus Liebig e Stanislao Cannizzaro. Apesar de os procedimentos experimentais para essas análises terem sido aperfeiçoados, os métodos básicos para a determinação da composição elementar de um composto orgânico na atualidade não são substancialmente diferentes daqueles utilizados no século XIX. Uma quantidade cuidadosamente pesada do composto a ser analisado é oxidada completamente em dióxido de carbono e água. As massas de dióxido de carbono e água são cuidadosamente medidas e utilizadas para encontrar as porcentagens de carbono e hidrogênio no composto. A porcentagem de nitrogênio normalmente é determinada medindo-se o volume de nitrogênio (N2) produzido em um procedimento separado.

Técnicas especiais para a determinação da composição percentual de outros elementos tipicamente encontrados em compostos orgânicos foram também desenvolvidas, mas a determinação direta da porcentagem de oxigênio é difícil. No entanto, se a composição percentual de todos os outros elementos é conhecida, então a porcentagem de oxigênio pode ser determinada por diferença. Os exemplos a seguir ilustrarão como esses cálculos podem ser realizados.

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Medium 9788522478392

Parte I - 1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Atlas PDF

1

A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Medium 9788521632023

30 - A Natureza do Átomo

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. LTC PDF

50  ■  Capítulo 30

Capítulo

30

A tomografia axial computadorizada1 é uma técnica não invasiva importante que utiliza raios X para fornecer imagens de “fatias” do interior do corpo humano. Essa tomografia em

3D da mandíbula e de parte do crânio de um adulto ilustra o nível de detalhes que se consegue alcançar atualmente. Um computador com um software de imagens adequado monta as “fatias” formando tais imagens 3D. Cirurgiões podem até mesmo navegar pelo corpo utilizando rápidas animações a partir de dados da tomografia.

A produção dos raios X está relacionada com a estrutura do

átomo, e essa estrutura é o principal tópico deste capítulo.

(© Antoine Rosset/Photo Researchers)

Figura 30.1  No átomo nuclear, um pequeno núcleo carregado positivamente está envolto por alguns elétrons localizados a uma distância relativamente grande.

O desenho está fora de escala.

A Natureza do Átomo

30.1 O Espalhamento de Rutherford e o Átomo Nuclear

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Medium 9788527729604

Capítulo 27 - Aves

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Guanabara Koogan PDF

CAPÍT ULO

27

Aves

• FILO CHORDATA

• Classe Aves

Cegonhas durante migração noturna.

Aves

Chordata

Longa viagem até o lar de verão

Algumas aves, tendo dominado o voo, usam esse poder para fazer as longas migrações sazonais. O deslocamento entre regiões de invernada ao sul e de reprodução ao norte, com longos dias de verão e abundância de insetos, provê os pais de grande quantidade de alimento para criar seus filhotes. Os predadores de aves não são tão abundantes no extremo norte, e uma breve aparição, 1 vez por ano, de aves jovens vulneráveis não favorece o crescimento de populações de predadores.

A migração também aumenta imensamente o espaço disponível para a procriação e reduz o comportamento territorial agressivo. Finalmente, a migração favorece a homeostase – o equilíbrio de processos

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fisiológicos que mantêm a estabilidade interna – permitindo às aves evitar os extremos climáticos.

O cenário migratório inspira admiração, e os mecanismos fisiológicos da migração são igualmente desafios aos pesquisadores. O que determina o momento da migração e como cada ave estoca energia suficiente para essa jornada? Como se originaram as eventuais difíceis rotas migratórias, e quais as pistas que as aves usam na navegação? Como o instinto dirige as ondas migratórias na primavera e no outono, levando com êxito a maioria das aves a seus ninhos no norte, enquanto outras incontáveis falham e morrem, carreadas por essa tarefa sempre desafiadora?

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Medium 9788536324999

3. Ciclo celular

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 3

Mariana Severiano Dias

Sharbel Weidner Maluf

Ciclo celular

Introdução

Em organismos unicelulares, existe uma pressão seletiva para que cada célula cresça e se divida o mais rápido possível, porque a reprodução celular é responsável pelo aumento do número de indivíduos. De um modo geral, podemos identificar em organismos multicelulares a presença de dois tipos de células: as somáticas e as reprodutoras. As primeiras se dividem através de um processo chamado de mitose, no qual a célula­‑mãe dá origem a duas células­‑filhas, com o número idêntico de cromossomos da célula­‑mãe. Já as reprodutivas formam­‑se através da meiose, que é um processo de divisão celular em que a célula de origem forma quatro outras, com a metade dos cromossomos da célula inicial. Tais processos serão mais profundamente abordados a seguir.

Nos humanos, a carga genética das células somáticas é de 46 cromossomos, sendo, portanto, diploides (2n). As células gaméticas são chamadas de haploides, uma vez que possuem 23 cromossomos, pois na meiose os homólogos se separam e somente no momento da fecundação, onde um óvulo une­‑se a um espermatozoide, é restabelecido o número de cromossomos normal da espécie (46 – 23 cromossomos autossômicos e dois sexuais).

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Medium 9788521623496

Capítulo 1 - Introdução aos Sistemas de Abastecimento de Água

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. LTC PDF

Capítulo

1

Introdução aos Sistemas de

Abastecimento de Água

O direito à água está implícito no direito a um padrão de vida adequado e no direito ao maior padrão alcançável de saúde física e mental, ambos protegidos pelo Pacto Internacional pelos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da Organização das Nações Unidas estabelecido em 1976. No entanto, alguns países continuam a negar a legitimidade deste direito. À luz desse fato, e em decorrência do descumprimento generalizado dos estados com suas obrigações pertinentes ao direito à água, a

Comissão sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da Organização das Nações Unidas confirmou e definiu melhor o direito à água no seu Comentário Geral No 15, em 2002. O comentário afirma claramente que o direito à água emana de um padrão de vida adequado, sendo indispensável para este padrão de vida e uma das condições fundamentais para a sobrevivência:

O direito humano à água dá a todos o direito à água suficiente, potável, aceitável, física e financeiramente acessível para uso pessoal e doméstico. Uma quantidade adequada de água potável é necessária para evitar a morte por desidratação, reduzir o risco de doenças relacionadas com a água e atender os requisitos de consumo, preparo de alimentos e higiene pessoal e doméstica.

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Medium 9788527723855

2 - Componentes Químicos da Célula

De ROBERTIS, Edward M.; HIB, José Guanabara Koogan PDF

Componentes Químicos da Célula

2

Introdução

2.1 Os componentes químicos da célula são classificados em inorgânicos e orgânicos

A estrutura da célula provém da combinação de moléculas organizadas de modo bastante preciso.

Embora ainda haja muito a ser descoberto, já são conhecidos os princípios gerais da organização molecular de todas as estruturas celulares, como os cromossomos, as membranas, os ribossomos, as mitocôndrias e os cloroplastos. A biologia da célula é inseparável da biologia das moléculas; do mesmo modo que as células são os blocos com os quais se formam os tecidos e os organismos, as moléculas são os blocos com os quais se constroem as células.

A princípio, o estudo da composição química da célula foi realizado por meio de análise bioquímica de órgãos e tecidos inteiros, como o fígado, o cérebro, a pele ou o meristema vegetal. Esses estudos somente têm valor citológico relativo, pois o material analisado geralmente consiste em uma mistura de diferentes tipos celulares e material extracelular. Nos últimos anos, o desenvolvimento de novos métodos de estudo dos componentes químicos da célula (ver Capítulo 23) possibilitou o isolamento dos elementos subcelulares e a coleta de informações bem precisas sobre as estruturas moleculares destes.

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Medium 9788527720960

12 - Biologia da Interação Célula-Matriz Extracelular

REZEK, Ângelo José Junqueira Guanabara Koogan PDF

12  |  Biologia da Interação Célula-Matriz Extracelular

12

■■ A matriz é constituí­da basicamente por proteí­nas fibrosas

(colágeno e elastina) embebidas em um gel hidrofílico de polissacarídios associados ou não a proteí­nas, 248

■■ Glicosaminoglicanas e proteoglicanas constituem famílias de compostos altamente hidrofílicos, com múltiplas funções, 248

■■ Fibronectina e laminina são glicoproteínas alongadas, multiadesivas e extracelulares que têm em suas moléculas re­giões que as prendem a células e a componentes da matriz, 249

Junqueira 12.indd 245

245

Biologia da

Interação

Célula-Matriz

Extracelular

■■ As integrinas constituem um complexo de receptores celulares que prendem as células à matriz, 249

■■ A lâmina basal tem papel relevante na biologia e na patologia dos tecidos, 251

■■ Os componentes fibrilares e fibrosos (colágenos e elastina) da matriz desempenham várias funções nos tecidos, 252

■■ Resumo, 255

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Medium 9788521625872

APÊNDICE G - Uma Solução Integral da Camada-Limite Laminar para o Escoamento Paralelo sobre uma Placa Plana

BERGMAN, Theodore L.; LAVINE, Adrienne S.; INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. LTC PDF

APÊNDICE

G

Uma Solução Integral da

Camada-Limite Laminar para o

Escoamento Paralelo sobre uma

Placa Plana

Uma abordagem alternativa para a solução das equações de camada-limite envolve o uso de um método integral aproximado. A abordagem foi proposta originalmente por von Kárman [1] em 1921 e aplicada pela primeira vez por

Pohlhausen [2]. Ela não possui as complicações matemáticas inerentes do método exato (similaridade) da Seção 7.2.1, porém ela pode ser utilizada para obter resultados razoavelmente precisos para os principais parâmetros da camada-limite

(␦, ␦t, ␦c, Cf, h e hm). Embora o método tenha sido utilizado com algum sucesso para uma variedade de condições de escoamento, nós restringimos nossa atenção ao escoamento paralelo sobre uma placa plana, submetido às mesmas restrições enumeradas na Seção 7.2.1, isto é, escoamento laminar incompressível com propriedades constantes do fluido e dissipação viscosa desprezível.

Para usar o método, as equações de camada-limite, Equações 7.4 a 7.7, devem ser colocadas na forma integral. Essas formas são obtidas pela integração das equações na direção y cruzando a camada-limite. Por exemplo, integrando a Equação

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Medium 9788527729628

Capítulo 7 - Evolução e Adaptação

RICKLEFS, Robert; RELYEA, Rick Guanabara Koogan PDF

Capítulo 7

Evolução e

Adaptação

007Ricklefs.indd 160

04/12/15sexta-feira 14:56

Os Tentilhões de Darwin

Como parte de sua viagem ao redor do mundo, Charles Darwin explorou por um tempo as Ilhas Galápagos, onde coletou aves com diferentes tamanhos e formatos. Darwin, originalmente, acreditou que havia coletado diferentes famílias de aves, uma vez que se assemelhavam a tentilhões, melros e pintassilgos. Ele as enviou para a Inglaterra, onde o ornitologista

John Gould determinou que todas essas aves eram tentilhões, mas com aspectos bem diferentes uns dos outros. Algumas espécies comiam insetos; outras se alimentavam de frutos e flores de cactos; outras, ainda, de sementes grandes ou pequenas. Darwin formulou a hipótese de que esses tentilhões, provavelmente, compartilhavam um ancestral comum vindo originalmente da América do Sul para as ilhas. A hipótese de Darwin – de que múltiplas espécies poderiam descender de um ancestral comum – o auxiliou a desenvolver sua teoria de evolução por seleção natural.

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Medium 9788521614463

CAPÍTULO 8 - SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR E DE REFRIGERAÇÃO

MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N.; MUNSON, Bruce R.; DEWITT, David P. LTC PDF

Capítulo 8

termodinâmica

SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR

E DE REFRIGERAÇÃO

Introdução…

Uma meta importante em engenharia é conceber sistemas que efetuem tipos de conversão de energia desejados. O objetivo do presente capítulo é estudar sistemas de potência e de refrigeração a vapor, nos quais o fluido de trabalho é vaporizado e condensado alternativamente. Na primeira parte do capítulo serão considerados os sistemas de potência a vapor. Os sistemas de refrigeração a vapor, incluindo as bombas de calor, serão discutidos na segunda parte do capítulo.

SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR

Esta parte do capítulo é dedicada a sistemas de potência a vapor que produzem uma saída de potência líquida resultante da queima de um combustível fóssil ou nuclear, ou proveniente do aproveitamento da energia solar. Descreveremos alguns dos esquemas práticos empregados na produção de potência e ilustraremos como essas instalações de potência podem ser modeladas como sistemas térmicos. No Cap. 9, estudaremos os motores de combustão interna e as turbinas a gás nos quais o fluido de trabalho permanece um gás.

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Medium 9788527731171

17 - INSETOS EM UM MUNDO EM MUDANÇA

GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Guanabara Koogan PDF

Capítulo 17

Insetos em um

Mundo em Mudança

Os insetos podem tirar proveito dos nossos meios de transporte.

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07/12/16 20:45

344

Insetos | Fundamentos da Entomologia

Nós vivemos com mudança em nossos ambientes e clima, e na demografia humana (especialmente o crescimento populacional).

As consequências da dominância de nossa espécie, com sua demanda desproporcional e cada vez maior pelos recursos da

Terra, continuam a aumentar. Igualmente, desde de sua origem, há cerca de 400 milhões de anos, os insetos têm sido expostos a mudanças extraordinárias devido a eventos geológicos e climáticos, e interações bióticas diversas. Grandes extinções foram causadas por impactos de bólidos (material extraterrestre), atividade vulcânica maciça, e aquecimentos e resfriamentos globais.

Ao longo de dezenas de milhões de anos, continentes se uniram e se dividiram, oceanos se formaram e desapareceram, e as proporções de gases atmosféricos flutuaram. Indiscutivelmente, as quantidades de gases “estufa” (dióxido de carbono [CO2], metano e

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Medium 9788521632726

CAPÍTULO 1 - ESPECTROSCOPIA NO IV

KLEIN, David LTC PDF

CAPÍTULO

1

ESPECTROSCOPIA NO IV

Você alguma vez se perguntou como os químicos podem determinar se uma reação formou ou não o produto desejado? No seu livro-texto, você vai aprender muitas reações. E uma pergunta óbvia deve ser: “como os químicos sabem que aqueles são os produtos da reação?”

Até uns 50 anos atrás, era realmente MUITO difícil determinar as estruturas dos produtos de uma reação. Os químicos frequentemente perdiam muitos meses, e até anos, elucidando a estrutura de um composto simples. Porém, as coisas ficaram muito mais simples com o advento da espectroscopia. Hoje em dia, a estrutura de um composto pode ser determinada em minutos. A espectroscopia é, sem dúvida, uma das mais importantes ferramentas disponíveis para a determinação da estrutura de um composto. Foram ganhos muitos prêmios Nobel nas últimas décadas por químicos que foram os pioneiros na aplicação da espectroscopia.

A ideia básica por trás de todas as formas de espectroscopia é que a radiação eletromagnética (luz) pode interagir com a matéria de maneiras previsíveis. Considere a analogia simples vista a seguir: imagine que você tenha 10 amigos e sabe os tipos de produtos de padaria que cada um deles gosta de comer todas as manhãs. O João sempre come um bolinho de chocolate, o Pedro sempre come um pãozinho francês, a Maria sempre come um docinho de amora etc. Agora imagine que você entra na padaria logo depois de ela abrir e alguém diz que alguns dos seus amigos já estiveram na padaria. Examinando o que está faltando na padaria, você poderia imaginar qual dos seus amigos acabou de estar ali. Se você vir que falta um bolinho de chocolate, então, deduzirá que o João esteve na padaria antes de você.

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