2169 capítulos
Medium 9788521618799

Agradecimentos de Ambos os Autores

Balbinot, Alexandre Grupo Gen - LTC PDF

Agradecimentos de Ambos os Autores

À equipe da LTC, em especial ao Prof. Bernardo Severo e Carla

Caldas Nery, pela atenção especial aos autores. Aos colegas Luiz

Carlos Gertz e Rafael Comparsi Laranja pela coautoria nos capítulos sobre força e vibrações. Aos estudantes de engenharia (muitos atualmente formados), em especial Alceu Ziglio, Carlos

Radtke, Diogo Koenig, Fábio Bairros, Fernando César Morellato, Gerson Figueiró da Silva, Jairo Rodrigo Tomaszewski, Leandro Fernandes, Márcio Wentz, Maximiliano Ribeiro Côrrea e

Tiago Fernandes Borth, Davenir Fernando Kohlrausch, Éverson

Magioni, Ismael Bordignon, Juliano Rossler, Márcio de Oliveira

Dal Bosco, Rafael Luis Turcatel, Leandro Corrêa, Irineu Rodrigues, César Leandro Agostini, Cássio Susin, Igor Costela, Irineu

Rodrigues, Carlos Frassini Júnior, Francisco Martins, Gustavo

Rech, Luciano Rosa, entre outros – pela ajuda e participação em muitos dos projetos apresentados nesta obra. Aos Profs. Dr. Marcelo Martins Werneck (UFRJ) e Dr. Renato Machado de Brito

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Medium 9788521616795

CAPÍTULO 8 - EQUILÍBRIO DE OXIDAÇÃO E REDUÇÃO EM ÁGUAS NATURAIS

Lenzi, Ervim Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO 8

EQUILÍBRIO DE OXIDAÇÃO E REDUÇÃO

EM ÁGUAS NATURAIS

8.1

8.2

8.1

Introdução

Fundamentos da Oxidação e Redução

8.2.1

Reação de oxidação e redução

8.2.2

Estado de oxidação e número de oxidação

8.2.3

Agentes oxidantes e agentes redutores

8.2.4

Eletrodo e potencial de eletrodo

8.2.5

Células ou pilhas elétricas (galvânicas)

8.2.6

Eletrodo-padrão de hidrogênio, potenciais-padrão e formais de eletrodo

8.2.7

Diferença de potencial de uma pilha (E) e energia livre (G)

8.2.8

Energia e a equação de Nernst

8.2.9

Cálculo do potencial elétrico de um eletrodo e/ou de uma reação

8.3

8.4

8.5

8.6

8.7

8.8

8.9

Função pe

Relação entre pe e o Potencial de Eletrodo (EH)

Relação de pe (pe0) com as Constantes

Termodinâmicas

Atividade Eletrônica do Meio e Estabilidade da

Água

Cálculos e Diagramas em Equilíbrios de

Oxirredução

8.7.1

Semelhanças matemáticas de equilíbrios

ácido-base com equilíbrios de oxirredução

8.7.2

Soluções gráficas — diagrama de log Ci

8.7.3

Soluções gráficas — diagramas de pe-pH

Corrosão

Referências Bibliográficas e Sugestões para Leitura

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Medium 9788527729628

Capítulo 1 - Introdução | Ecologia, Evolução e o Método Científico

RICKLEFS, Robert; RELYEA, Rick Guanabara Koogan PDF

Capítulo 1

Introdução |

Ecologia,

Evolução e o Método

Científico

001Ricklefs.indd 2

13/01/16quarta-feira 20:33

A Procura pela Vida no Fundo do Oceano

No início do ­século 19, os cientistas criaram a hipótese de que as águas profundas dos oceanos eram desprovidas de vida. Embora, naquela época, não fosse possível explorar as re­giões mais profundas do oceano, eles sabiam que a luz solar não poderia penetrar em profundidades superiores a 275 m. Sem luz solar não pode haver fotossíntese; sem fotossíntese, não pode haver plantas ou algas, que servem de alimento para outros organismos. Pensava-se que as baixas temperaturas e pressões extremas das águas do oceano profundo contribuiriam para a ausência de vida no fundo do mar. Considerando que as profundezas do oceano podem exceder 10.000 m, era razoá­vel a hipótese de que as ­áreas mais profundas do oceano não poderiam sustentar a vida.

Como a exploração continuou ao longo do ­século 19, os cientistas começaram a coletar organismos de profundidades cada vez maiores do oceano, e as suas ideias sobre os limites da vida começaram a mudar.

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Medium 9788521626886

Capítulo 10 - Física do Estado Sólido

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. LTC PDF

CAPÍTULO 10

Física do Estado Sólido

10-1

10-2

10-3

10-4

10-5

10-6

10-7

10-8

10-9

Estrutura dos Sólidos

Teoria Clássica da Condução de Eletricidade

Gás de Elétrons Livres nos Metais

Teoria Quântica da Condução de Eletricidade

Magnetismo em Sólidos

Bandas de Energia em Sólidos

Semicondutores Dopados

Junções e Dispositivos Semicondutores

Supercondutividade

A

s substâncias sólidas, em sua imensa variedade, vêm fascinando a humanidade há muitos séculos. Inovações tecnológicas na preparação e uso de metais e ligas metálicas mudaram o curso da história; a simetria e beleza dos cristais naturais sempre foram uma fonte de deslumbramento. Por outro lado, a explicação das propriedades dos sólidos a partir de primeiros princípios teve que aguardar o advento da mecânica quântica. Grande parte do progresso tecnológico ocorrido nos últimos cem anos resultou da aplicação da mecânica quântica ao estudo dos sólidos. Vamos examinar rapidamente alguns aspectos da estrutura dos sólidos na Seção 10-1 e, em seguida, concentraremos nossa atenção nas propriedades elétricas e magnéticas dos materiais.

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Medium 9788527723879

30 - Síntese de Proteínas

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Guanabara Koogan PDF

30

Síntese de Proteí­nas

Polipeptídio

50S

E

P

A

30S

59 mRNA

39

O ribossomo, mostrado à direita, é uma fábrica de produção de polipeptídios. Os aminoá­cidos são transportados até o ribossomo, um de cada vez, conectados a moléculas de RNA transportador.

Cada aminoá­cido é unido à cadeia polipeptídica em crescimento, que só se desprende do ribossomo após o polipeptídio estar completo. Essa abordagem de linha de montagem possibilita a rápida montagem de cadeias polipeptídicas muito longas, com impressionante acurácia. [Imagem à esquerda, de Birmingham Premium/Alamy.]

A

informação genética é de suma importância pelas proteí­nas que codi­ fica, já que estas desempenham a maioria dos papéis funcionais nas células. Nos Capítulos  28 e 29, examinamos como o DNA é replicado e transcrito em RNA. Passaremos agora ao mecanismo de síntese de proteí­ nas, um processo denominado tradução, visto que o alfabeto de quatro letras dos ácidos nucleicos é traduzido no alfabeto totalmente diferente, de vinte letras, das proteí­nas. A tradução é um processo conceitualmente mais complexo do que a replicação ou a transcrição, ambos os quais ocorrem dentro da estrutura de uma linguagem comum de pareamento de bases.

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