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Medium 9788521621737

PARTE II - CAPÍTULO 4 - Conceitos Básicos de Escoamento de Fluidos

TERRON, L.R. LTC PDF

CAPÍTULO 

4

Conceitos Básicos de

Escoamento de Fluidos

Definition of flow: To move with a continual change of place among the particles or parts, as a fluid; to change place or circulate, as a liquid; as rivers flow from springs and lakes; tears flow from the eyes

(Disponível em: . Acesso em: mar./2011).1

 4.1  �Introdução

 4.2  C

� lassificação dos Materiais e

Propriedades dos Fluidos

 4.3  I� nformações Adicionais sobre

Propriedades dos Fluidos

 4.4  T

� ipos de Escoamento

 4.5  R

� egimes de Escoamento

 4.6  P

� erfil de Velocidade, Velocidade Média,

Definições de Fluxos e Camada-limite

 4.7  E

� quações de Balanço ou de Conservação

 4.8  F

� luidodinâmica Computacional (CFD)

 4.9  B

� ibliografia Recomendada para

Aprofundamento dos Estudos

4.10  �Nomenclatura

4.11  �Bibliografia

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Medium 9788597009071

1 - Introdução

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Atlas PDF

1

Introdução

1.1  Tipos de Conhecimentos

preender ou interpretar a realidade em sua totalidade e estabelecer uma concepção geral do mundo.

A busca incessante do homem por novas descobertas direciona-o aos caminhos do conhecimento, que será seguido conforme a sua tendência. Podese dizer que há quatro tipos de conhecimento, cada um deles subordinado ao tipo de apropriação que o homem faz da realidade: o conhecimento vulgar ou senso comum, o conhecimento filosófico, o conhecimento teológico e o conhecimento científico. O conhecimento vulgar é adquirido pelas pessoas na vida cotidiana, ao acaso, baseado na experiência vivida ou transmitida por outras pessoas. O senso comum dáse pela observação de fenômenos cotidianos, inde­ pendentemente de pesquisas, estudos, reflexões ou aplicações de métodos aos assuntos práticos. É limita­do por não proporcionar visão unitária global da interpretação das coisas ou dos fatos, além de ser incoe­rente e impreciso, em determinadas situações, por não ter a preocupação com o todo. Ainda assim,

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Medium 9788521620464

CAPÍTULO 21 - FENÓIS E HALETOS DE ARILA: SUBSTITUIÇÃO AROMÁTICA NUCLEOFÍLICA

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. LTC PDF

21

F� ENÓIS E HALETOS DE ARILA: SUBSTITUIÇÃO

AROMÁTICA NUCLEOFÍLICA

Soluções dos problemas

Problemas de Revisão

  21.1 O grupo doador de elétrons (i.e., CH3) altera a distribuição de carga na molécula de forma que torna o oxigênio da hidroxila menos positivo, fazendo com que o próton seja mais fortemente ligado; ele também desestabiliza o ânion fenóxido intensificando sua carga negativa. Esses efeitos tornam o fenol substituído menos ácido que o próprio fenol.

  21.2 Um grupo retirador de elétrons como o cloro muda a distribuição de carga em uma molécula de forma a tornar o oxigênio mais positivo, fazendo com que o próton seja menos fortemente ligado; ele também pode estabilizar o íon fenóxido através da dispersão de sua carga negativa. Esses efeitos tornam o fenol substituído mais ácido do que o próprio fenol.

Os grupos nitro são grupos retiradores de elétrons muito potentes devido aos seus efeitos indutivos e de ressonância. As estruturas de ressonância (B-D) adiante colocam uma carga positiva no oxigênio da hidroxila. Esse efeito torna o oxigênio da hidroxila dramaticamente mais positivo, fazendo com que o próton se torne muito menos ligado. Esses contribuintes explicam por que o 2,4,6-trinitrofenol (ácido pícrico) é tão excepcionalmente ácido.

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Medium 9788521623564

4 - BIODIESEL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS - INTERFACES E POTENCIALIDADES

SANTOS, Marco Aurélio dos (org.) LTC PDF

4

BIODIESEL E MUDANÇAS

CLIMÁTICAS – INTERFACES

E POTENCIALIDADES

Alberto A. Villela, Neilton F. Silva, Cícero P. Pimenteira, Luis Guilherme C.

Marques, Anamélia M. Santos e Marcos V. Freitas

Santos-MA-cap04.indd 75

8/12/2013 11:19:00 AM

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CAPÍTULO 4

4.1 Introdução

A recente reflexão sobre biocombustíveis e mudanças climáticas remete a uma discussão sobre suas principais interfaces e potencialidades. Ou seja, sobre aqueles elementos que, de certa forma, levam a questionamentos sobre a sustentabilidade da produção de biomassa, da competição com a produção de alimentos, da proteção de áreas florestais ricas em diversidade biológica e de alto valor para o futuro da humanidade de uma melhor inserção social nos processos produtivos, sobretudo no plantio e colheita, além das necessidades de desenvolvimento científico e tecnológico que a questão impõe.

O presente trabalho apresenta uma síntese do tema, com o objetivo de colaborar com os tomadores de decisão, pesquisadores e técnicos que desejam aprofundar o debate técnico-científico das relações entre os biocombustíveis − em particular, o biodiesel − e a sustentabilidade no contexto da mudança do clima.

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Medium 9788536314389

4. Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas às ciências do movimento humano

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

51

4

Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas

às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya

Todas as disciplinas científicas se caracterizam pela adoção de métodos de investigação que lhe são mais ou menos peculiares. Nas ciências do movimento humano, considerando sua perspectiva predominantemente multidisciplinar, tais métodos podem assumir diferentes conotações ou modelos, dependendo da área de especialização a que estão mais próximos. Estudos sobre a fisiologia, a biomecânica do esporte, certamente adotam concepções metodológicas diferentes em relação aos estudos de antropologia e sociologia do esporte. Todavia, estando as ciências do movimento humano historicamente ligadas, em sua origem, às ciências biológicas, durante muito tempo se concebeu que os métodos desta área fossem capazes de possibilitar a emergência da totalidade dos conhecimentos inerentas às práticas da cultura corporal: os esportes, as danças, os jogos, as ginásticas, as terapias corporais, etc.

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