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Medium 9788527729628

Capítulo 23 - Conservação Global da Biodiversidade

RICKLEFS, Robert; RELYEA, Rick Guanabara Koogan PDF

Capítulo 23

Conservação

Global da

Biodiversidade

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13/01/16quarta-feira 20:14

Proteção dos Hotspots da

Biodiversidade

A biodiversidade do mundo enfrenta uma ampla variedade de ameaças de uma população humana crescente, o que tem feito as espécies se extinguirem em uma taxa rápida. Para inverter essa espiral decrescente, os conservacionistas procuram maneiras de proteger os ecossistemas aquáticos e terrestres, de modo que as ameaças das atividades humanas possam ser reduzidas ou eliminadas. Uma abordagem comum para preservar as espécies é proteger seus habitats. Há, no entanto, limites até quanto um habitat pode ser protegido: nem todos os habitats estão disponíveis para compra, e fatores políticos e econômicos frequentemente representam um papel

“Como devemos para determinar se um determinado priorizar a proteção habitat pode ser preservado. Com toda biodiversidade do das essas limitações, como devemos priorizar a proteção da biodiversidade mundo?” do mundo?

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Medium 9788536324999

4. Controle do ciclo celular

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 4

Mariana Severiano Dias

Sharbel Weidner Maluf

Controle do ciclo celular

Introdução

Diferentes modelos experimentais utilizando organismos filogeneticamente tão distantes como leveduras, ouriço­‑do­‑mar, anfíbios e mamíferos favoreceram os estudos sobre a regulação do ciclo celular1 e, como dito anteriormente, muitas das proteínas funcionam perfeitamente em humanos. Portanto, podemos tomar como base estes estudos.

O sistema­‑controle do ciclo celular ativa as enzimas e proteínas responsáveis por um processo no tempo correto e as desativa logo após o término de tal processo. Ele também deve assegurar que cada estágio do ciclo tenha terminado antes de iniciar o próximo: deve haver certeza, por exemplo, que a replicação do

DNA foi completada somente uma vez antes do início da mitose, que a mitose tenha terminado antes da divisão da célula em duas e que outro processo de replicação do DNA não ocorra até que a célula tenha sofrido mitose e atingido um tamanho apropriado.2 Assim, existirá material suficiente para distribuir entre as células­‑filhas, isso porque a massa celular influencia a habilidade da célula de proceder pelo start3 e o exit só ocorrerá quando a célula estiver com os cromossomos corretamente alinhados e se comprometer em terminar o processo de divisão, criando duas novas células que ficarão em G1.4,5

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Medium 9788527721103

Capítulo 9 - Metabolismo do glicogênio

NARDY, Mariane B. Compri; SANCHES, José A. Garcia; STELLA, Mercia Breda Guanabara Koogan PDF

9

Metabolismo do glicogênio glicogêneSe

A glicogênese é a via metabólica pela qual o glicogênio é sintetizado, ou seja, é o processo em que a glicose se transforma em glicogênio.

As manifestações de vida do organismo animal dependem da glicose presente no sangue

(ver Capítulo  8) e obtida por meio da ingestão de alimentos. Nas situações em que se passa muito tempo sem se alimentar — como no caso do indivíduo que toma o café pela manhã e, por razões variadas, só volta a se alimentar à noite — a glicemia será mantida nos valores normais com o uso da glicose previamente armazenada na forma de glicogênio.

Por outro lado, os músculos também precisam de energia mas não podem obtê-la usando glicose sanguínea, numa situação de tendência a hipoglicemia. Todos os tecidos animais fazem glicogênese, mas os maiores depósitos estão no fígado e nos músculos.

O glicogênio muscular é a fonte imediata de glicose para os músculos, que o armazenam para consumo próprio, enquanto o glicogênio hepático é empregado na manutenção da glicemia.

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 27 - CROMATOGRAFIA DE CAMADA FINA: CCF

ZUBRICK, James W. LTC PDF

CROMATOGRAFIA DE

CAMADA FINA: CCF

capítulo

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A cromatografia de camada fina (CCF) é utilizada para identificar compostos e determinar sua pureza. Você até pode acompanhar o curso de uma reação utilizando a técnica. Resumindo, colocase uma pequena quantidade da substância sobre a superfície do adsorvente de uma placa para CCF

(forma-se uma mancha), deixa-se o solvente (ou solventes) se deslocar (eluir) pelo adsorvente e examina-se a placa para ver o que aconteceu, e se aconteceu alguma coisa, com seu composto (veja o Capítulo 26, “Cromatografia: alguns aspectos gerais”).

NÃO FAZEMOS MAIS NOSSAS PLACAS PARA CCF, MAS...

Era comum fazer placas de CCF em lâminas de microscópio de 1 3 3 pol. (2,54 3 7,62 cm), baratas e que se ajustavam aos bécheres mais comuns como câmaras de revelação. Agora simplesmente as adquirimos pré-preparadas (veja adiante para mais detalhes) e as cortamos em 25 3 75 mm por alguma razão.

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Medium 9788521633334

6 - Métodos Óticos — Introdução

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. LTC PDF

6

Métodos Óticos — Introdução

6.1 Perspectiva Histórica e Panorama Global

A luz tem desempenhado um papel muito importante na história da ciência. Essa breve introdução histórica proporciona uma perspectiva importante para os conceitos básicos no campo da ótica. As teorias sobre a natureza da luz remontam aproximadamente ao século V a.C.

Na Índia antiga, segundo a escola Samkhya, a luz é um dos cinco elementos fundamentais (tanmatra) dos quais emergem os elementos densos. A luz parece ser considerada um contínuo. Por outro lado, a escola Vaisheshika (século VI‒V) fornece uma teoria atômica do mundo físico. Os raios de luz são considerados uma corrente de átomos em alta velocidade. As partículas de luz podem exibir características diferentes, dependendo da velocidade e da organização dos átomos.

6.1.1 Teorias Grega e Helenística

No século V a.C., o filósofo Empedocles propôs que o mundo era composto de quatro elementos: fogo, ar, terra e água. Ele apresentou a ideia de que a visão era possível por meio de uma interação dos olhos

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