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Medium 9788522474660

Parte 3 - 13 Viabilidade Econômica

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

13

Viabilidade Econômica

Nenhuma campanha é boa o suficiente se não for viável

Não se pode dar o passo maior do que as pernas.

Conteúdo deste capítulo:

�� O que é viabilidade econômica?

�� Onde indicar os descontos?

�� Como fazer para mostrar para o cliente o valor e o custo da campanha?

Viabilidade econômica nada mais é do que o casamento perfeito entre a verba disponibilizada pelo anunciante – o budget – e o orçamento proposto pela agência, desde que a campanha proposta tenha uma probabilidade alta de resolver o problema do cliente. Caso contrário, estaremos diante de uma campanha viável economicamente, mas sem nenhum efeito do ponto de vista mercadológico.

O estudo da viabilidade econômica por parte da agência é de vital importância para passar tranquilidade ao anunciante na hora de investir na campanha. Este estudo apresenta exatamente como a campanha deverá ser financiada e como funcionará o fluxo de caixa, pois numa campanha de quatro meses a um custo de um milhão de reais, dificilmente o cliente terá verba para financiar a campanha toda logo no primeiro mês. Essa verba provavelmente será dividida ao longo de todo o tempo de duração da campanha.

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Medium 9788502105706

Quarta Parte

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF
Medium 9788502173071

Direito Penal

Rocha, Marcelo Hugo da Editora Saraiva PDF

PARTE GERAL

I — Introdução

01 (TRT15/2011) A respeito do atual entendimento conferido pelo Supremo Tribunal Federal ao princípio da insignificância, assinale a alternativa INCORRETA:

(A) sua aplicação já justificou a extinção da punibilidade;

(B) trata-se de princípio já aplicado pela Corte quando mínima a ofensividade da conduta, inexistente a periculosidade social do ato, reduzido o grau de reprovabilidade do comportamento e inexpressiva a lesão provocada;

(C) trata-se de princípio aplicado a despeito de restar patente a existência da tipicidade formal;

(D) trata-se de princípio já aplicado quando as condições que circundam o delito dão conta da sua singeleza, miudeza e não habitualidade;

(E) sua aplicação jamais justificou a extinção da ação penal.

RESPOSTA

Nos últimos anos, o princípio da insignificância já vem sendo utilizado pelo STF para promover o arquivamento de ações penais que envolvam conduta ofensiva mínima, inexistência de periculosidade social do ato, reduzido grau de reprovabilidade do comportamento e inexpressividade da lesão provocada. Incorreta a alternativa E.

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Medium 9788502175976

TRIPULANTE ESTRANGEIRO A BORDO DE EMBARCAÇÃO PESQUEIRA ESTRANGEIRA – RN N. 81/08

Mafei Rabelo Queiroz, Rafael; Editora Saraiva PDF

290 Migração de Trabalhadores para o Brasil

» No caso de estrangeiros que tenham concluído curso de pós-graduação, com no mínimo 360 horas, ou curso de mestrado ou grau superior, não será exigida a comprovação de experiência profissional;

» Contrato de Trabalho por prazo determinado de até dois anos, devidamente assinado pelas partes, conforme modelo II – art. 1º, inciso

IV, da RN n. 74/07;

TRIPULANTE ESTRANGEIRO A BORDO DE EMBARCAÇÃO

PESQUEIRA ESTRANGEIRA – RN N. 81/08

Concessão de visto a tripulante de embarcação de pesca estrangeira arrendada por empresa brasileira.

» Tipo de visto: Temporário.

» Prazo do visto: Até 2 anos, prorrogáveis.

Objetivo: Possibilitar ao tripulante estrangeiro de embarcação pesqueira estrangeira, arrendada por empresa brasileira o ingresso e permanência nas águas jurisdicionais brasileiras. Deve haver vínculo de emprego no Brasil.

Tipo de autorização: Individual ou Coletiva.

Requerente: Pessoa Jurídica estabelecida no Brasil (empresa arrendatária).

Requisitos: A empresa arrendatária deve admitir tripulantes brasileiros para as embarcações arrendadas na proporção de 2/3 da tripulação nos diversos níveis e atividades a bordo (art. 3º da RN n. 81/08).

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Medium 9788502152113

Direitos territoriais ou territórios de direitos? Reflexões etnográficas sobre direitos étnico-territoriais quilombolas

Comparato, Fábio Konder Editora Saraiva PDF

Direitos territoriais ou territórios de direitos? Reflexões etnográficas sobre direitos

étnico-territoriais quilombolas1

Carlos Eduardo Marques Doutorando em

Antropologia pela UNICAMP. Mestre em Antropologia pela

UFMG. Graduado em Ciências Sociais pela mesma

Universidade. Professor da Faculdade de Ciências Jurídicas de Diamantina – FCJ/FEVALE/UEMG. Pesquisador-fundador do Núcleo de Estudos em Populações Quilombolas e

Tradicionais da UFMG – NuQ/UFMG. Foi Professor

Substituto em Antropologia no Departamento de

Sociologia e Antropologia da UFMG.

Introdução

O tema que me incita a propor aqui alguns apontamentos é a discussão sobre categorias ligadas a novos sujeitos de direitos, os quilombolas urbanos. Interessa-me o modo como noções intrínsecas desses direitos, construídas no interior de cada grupo quilombola, dialogam com o ordenamento jurídico estatal na conformação de seu locus étnico, ou seja, sua territorialidade. A partir da realização de etnografias é possível compreender como os modos performativos (formas de sociabilidade) de ser, fazer e viver (ex.: o samba, o soul, a capoeira, o candomblé) se transmutam em novos direitos para essas comunidades quilombolas. Tal percepção poderá permitir

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Medium 9788502175976

ESTRANGEIRO ARTISTA OU DESPORTISTA – RN N. 69/06

Mafei Rabelo Queiroz, Rafael; Editora Saraiva PDF

ANEXO B Guia de procedimentos, documentos necessários e observações 275

representada pela Pessoa Natural no Brasil. Caso haja recebimento de remuneração no exterior, oferecer à tributação no Brasil conforme normas da Receita Federal Brasileira, no “Formulário da Requerente e do

Candidato” – art. 1º, inciso III, da RN n. 74/07;

» Procuração por instrumento público delegando poderes ao estrangeiro – art. 2º, inciso I, da RN n. 63/05;

» Certificado de credenciamento da instituição financeira, na forma estabelecida pelo Banco Central do Brasil – art. 2º, inciso II, da RN n. 63/05;

» Cópia do Cartão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica

(CNPJ) – art. 1º, inciso I, alínea “d”, da RN n. 74/07 (dispensado, caso o requerimento seja feito por pessoa natural);

» Termo de responsabilidade onde a requerente assume toda despesa médica e hospitalar do estrangeiro chamado e seus dependentes durante sua permanência – art. 1º, inciso I, alínea “f ”, da RN n. 74/07;

» Compromisso de repatriação do estrangeiro chamado, bem como de seus dependentes, ao final de sua estada – art. 1º, inciso I, alínea “g”, da RN n. 74/07;

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Medium 9788521629856

PARTE III - 4. A Religião como Sistema Cultural

GEERTZ, Clifford LTC PDF

Capítulo 4

A Religião como Sistema Cultural

65

A Religião como Sistema Cultural

Qualquer tentativa de falar num idioma particular não tem maior fundamento que a tentativa de ter uma religião que não seja uma religião em particular... Assim, cada religião viva e saudável tem uma idiossincrasia marcante. Seu poder consiste em sua mensagem especial e surpreendente e na direção que essa revelação dá à vida. As perspectivas que ela abre e os mistérios que propõe criam um novo mundo em que viver; e um novo mundo em que viver

— quer esperemos ou não usufruí-lo totalmente — é justamente o que desejamos ao adotarmos uma religião.

Santayana, Reason in Religion

I

No trabalho antropológico sobre religião levado a efeito a partir da II Guerra Mundial, duas características destacam-se como curiosas quando se compara esse trabalho com o desenvolvido antes e após a I Guerra. Uma delas é o fato de não ter sido feito nenhum progresso teórico de maior importância; ele continua a viver do capital conceptual de seus antepassados, acrescentando muito pouco a ele, a não ser certo enriquecimento empírico. A segunda característica é que esse trabalho continua a extrair os conceitos que utiliza de uma tradição intelectual estreitamente definida. Existem Durkheim, Weber, Freud ou Malinowski, e qualquer trabalho segue a abordagem de uma ou duas dessas figuras transcendentais, com apenas as poucas correções marginais exigidas pela tendência natural ao excesso das mentes seminais ou em virtude da expansão do montante da documentação descritiva religiosa. Praticamente ninguém pensa em procurar ideias analíticas em outro lugar — na filosofia, na história, no direito, na literatura ou em ciências mais “exatas” — como esses homens fizeram. E o que me ocorre, ainda, é que essas duas características não deixam de ter relação uma com a outra.

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Medium 9788522474660

Parte 3 - 14 Cronograma de Ações e Métodos de Avaliação e Controle

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

14

Cronograma de

Ações e Métodos de

Avaliação e Controle

Como o projeto será implantado e como serão feitos os ajustes

Nem sempre a coisa sai como planejada.

Conteúdo deste capítulo:

�� Por que é importante ter um controle?

�� Como organizar um cronograma de ações?

�� Como realizar uma pesquisa de resultados de campanha?

�� O que deve ser verificado e controlado?

Depois de planejado todo o trabalho, este deve ser colocado em prática. Dificilmente uma pessoa sozinha colocará em prática tudo aquilo que foi planejado, isso

é feito por equipes. E para tanto é interessante que haja um roteiro a ser seguido.

Todo plano estratégico requer quatro fases para a sua realização: planejamento; implementação; verificação e controle; e, por fim, ajustes. A fase do planejamento é o que foi feito até agora.

A implementação consiste em colocar em prática aquilo que foi planejado.

Mas nem sempre a prática condiz com o planejado; nesses casos é sempre bom ter um caminho alternativo, um plano B, caso as coisas não saiam de acordo com o protocolo.

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Medium 9788502181021

2 Direito Patrimonial

Marinho Paulo, Beatrice Editora Saraiva PDF

Direito Patrimonial 2

2.1

Introito

Apesar de ser um paradoxo, a máxima que diz “toda regra tem sua exceção” traz uma verdade incontestável, a de que toda e qualquer certeza está baseada na atual percepção do ser humano, amparada na tecnologia existente e em suas convicções filosóficas. Ou seja, toda verdade de hoje corre o risco de ser desmentida amanhã; e é justamente para isso que serve a ciência, para encontrar novas verdades que possam auxiliar a humanidade a continuar em sua incessante evolução na busca de uma vida melhor.

A dificuldade de encontrar verdades é ainda mais comum no ramo das ciências sociais, principalmente na necessária distinção do certo e do errado, do justo e do injusto, pois essas percepções variam com o tempo, o lugar, a cultura e os interesses da sociedade. Por esse motivo, toda classificação tem intuito meramente didático, servindo apenas para propiciar uma melhor compreensão de um determinado ramo do conhecimento, facilitando assim a sua aplicação no mundo real.

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Medium 9788522434558

Parte II - 3 O Positivismo Sociológico

FERREIRA, Delson Atlas PDF

3

D

O

CJ

c::::l t::::J

O Positivismo Sociológico

CJ

3.1 A SOCIOLOGIA POSITIVISTA

O positivismo adotou parâmetros teóricos que pressupunham que os códigos reguladores dos âmbitos físico e social diferiam quanto a seu caráter: os primeiros seriam relativos a acontecimentos do mundo dos fenômenos exteriores aos homens; os segundos, aos fatos pertinentes à problemática das questões humanas ligadas à interação e à convivência social. A profissão de fé de que esses âmbitos possuíam urna origem comum, ou seja, natural, levou os pensadores positivistas a aproximá-los, apesar do reconhecimento de suas diferenças características. A evolução acelerada dos métodos de pesquisa das ciências naturais - Física, Química e Biologia- , que ocorria no século XIX, atraiu os cientistas sociais positivistas para a lógica dos procedimentos de investigação dessas ciências. Desse modo, a sociedade veio a ser concebida por eles como um organismo combinado de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, conforme um modelo físico ou mecânico de organização. Devido à adoção desse paradigma, o positivismo foi denominado ainda de organicismo.

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Medium 9788502175976

RESOLUÇÃO NORMATIVA N. 62, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2004

Mafei Rabelo Queiroz, Rafael; Editora Saraiva PDF

250 Migração de Trabalhadores para o Brasil

II – certificado de credenciamento da instituição financeira, na forma estabelecida pelo Banco Central do Brasil; e,

III – outros documentos previstos na Resolução Administrativa n.

7, de 6 de outubro de 2004.

Parágrafo único. Os documentos em idioma estrangeiro deverão ser autenticados pelas repartições consulares brasileiras e traduzidos por tradutor juramentado no Brasil.

Art. 3º O Ministério do Trabalho e Emprego comunicará ao Ministério das Relações Exteriores as autorizações concedidas nos termos desta Resolução Normativa para fins de concessão do visto permanente.

Art. 4º Esta Resolução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

NILTON FREITAS

Presidente do Conselho Nacional de Imigração

Publicada no DOU n. 131, de 11 de julho de 2005, Seção I, pág. 32.

RESOLUÇÃO NORMATIVA N. 62, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2004

Disciplina a concessão de autorização de trabalho e de visto permanente a estrangeiro, Administrador, Gerente, Diretor, Executivo, com poderes de gestão, de Sociedade Civil ou Comercial, Grupo ou Conglomerado econômico.

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Medium 9788502175976

RESOLUÇÃO NORMATIVA N. 9, DE 10 DE NOVEMBRO DE 1997

Mafei Rabelo Queiroz, Rafael; Editora Saraiva PDF

ANEXO A

Resoluções do Conselho Nacional de Imigração 259

parecer quanto à conveniência do deferimento do pedido.

Art. 2º Observado o disposto no artigo anterior, o pedido será encaminhado ao Ministério do Trabalho, acompanhado dos documentos exigidos para a concessão de Autorização de Trabalho.

Parágrafo único. Concedida a Autorização de Trabalho, o Ministério das Relações Exteriores poderá expedir o visto permanente para investidor estrangeiro, administrador ou diretor.

Art. 3º O Ministério da Justiça poderá cancelar a permanência do estrangeiro a que se refere esta Resolução Normativa, caso receba do

Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação comunicação sobre o descumprimento de condições aprovadas no projeto de investimento ao qual esteja vinculado.

Art. 4º Fica revogada a Resolução n. 24, de 25 de março de 1994.

Art. 5º Esta Resolução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

JOÃO CARLOS ALEXIM

Presidente do Conselho Nacional de Imigração

Publicada no DO n. 243-E, de 18 de dezembro de 1998, Seção 1, pág. 5.

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Medium 9788522452170

3 Origens da Humanidade

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Atlas PDF

Origens da Humanidade

3

3.1 Evolução Humana

O estudo da evolução humana é um dos objetivos da Antropologia Física.

Há muitos anos os estudiosos do assunto têm querido saber o que é o homem, qual a sua origem e desenvolvimento. Somente após a descoberta dos fósseis humanóides pôde-se aceitar a idéia do fenômeno. Embora pormenores sejam desconhecidos nesse longo período (mais de 5 milhões de anos), não se pode mais duvidar de que o homem tenha evoluído de alguma forma inferior de vida.

O conhecimento do ser humano exige o estudo das diferentes fases pelas quais a humanidade passou, desde o Homo primitivo até o homem atual, isto é, moderno.

A evidência da evolução humana consiste não só no registro dos fósseis mas também dos utensílios e outros artefatos de grande durabilidade, como a pedra

(veja item 4.4).

Os estudos dos fósseis humanos, realizados pelos paleontólogos humanos ou antropopaleontólogos, indicam: a) as transformações anatômicas e suas conseqüências fisiológicas, ocorridas no corpo, a partir dos primatas superiores; b) evolução dos seres humanos pré-históricos em determinado período.

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Medium 9788521629856

PARTE V - 8. Pessoa, Tempo e Conduta em Bali

GEERTZ, Clifford LTC PDF

Capítulo 8

Pessoa, Tempo e Conduta em Bali

149

Pessoa, Tempo e Conduta em Bali

A Natureza Social do Pensamento

O pensamento humano é rematadamente social: social em sua origem, em suas funções, social em suas formas, social em suas aplicações. Fundamentalmente, é uma atividade pública — seu hábitat natural é o pátio da casa, o local do mercado e a praça da cidade. As implicações desse fato para a análise antropológica da cultura — minha preocupação fundamental aqui — são enormes, sutis e insuficientemente apreciadas.

Quero esboçar algumas dessas implicações através do que pode parecer, à primeira vista, uma indagação excessivamente especial, até mesmo esotérica: um exame do aparato cultural nos termos do qual o povo de Bali define, percebe e reage às pessoas individuais — isto é: o que pensa sobre elas. Todavia, uma investigação como essa só é especial e esotérica no sentido descritivo. Os fatos, como fatos, são de pouco interesse imediato além dos limites da etnografia, e tentarei resumi-los na forma mais breve possível. Vistos, porém, contra o pano de fundo de um objetivo teórico geral — determinar o que se segue para a análise da cultura a partir da proposição de que o pensamento humano é essencialmente uma atividade social — os dados balineses assumem peculiar importância.

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Medium 9788522474967

Parte 1 - C Estilo de Texto

PÚBLIO, Marcelo Abilio Atlas PDF

C

Estilo de Texto

Qual tipo de linguagem devo utilizar num projeto de comunicação?

“Um psiquiatra que descreve a linguagem dos doentes mentais não se exprime como eles” (ECO, 1977).

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Por que fazer citações?

�� Como fazer citações?

�� Por que eu fui treinado durante muito tempo para escrever textos curtos e agora tenho que escrever detalhadamente?

�� Qual estilo de texto eu devo ter?

�� Quantas citações e quantos autores meu texto deve ter?

�� Se for citar algum autor eu preciso explicar o que entendi da citação?

�� Posso copiar trechos da Internet?

O texto do projeto deve ser universal e, portanto, deve ser compreendido por você, pelo seu orientador, pelos professores que compõem a banca e também – e principalmente – pelo anunciante.

O comunicólogo italiano Umberto Eco (1977) desenvolveu um estudo bastante interessante sobre metodologia científica voltada principalmente à redação de teses científicas – isso fica evidente ao ler o título de seu livro. Entretanto ele

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