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Medium 9788502105706

16. Introdução ao direito e desenvolvimento*

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

16. Introdução ao direito e desenvolvimento*

O livro de Osvaldo Agripino de Castro Jr. é o resultado de uma investigação profunda e cuidadosa sobre as relações entre direito e desenvolvimento, feita a partir da comparação entre os sistemas jurídicos brasileiro e norteamericano. O autor não poupa esforços em sua empreitada. Num primeiro momento, constrói os alicerces teóricos de sua análise e apresenta ao leitor, de modo claro e didático, correntes científicas (Direito e Economia) e métodos de análise (Direito Comparado) com os quais os juristas brasileiros ainda têm pouca afinidade. Feito isso, apresenta as linhas mestras dos sistemas judiciais brasileiro e norte-americano. Ao final, além de examinar o impacto de ambos os sistemas para o desenvolvimento, compara seus principais aspectos e sugere um conjunto de medidas práticas e de lições a serem extraídas do trabalho.

Trata-se de um estudo de fôlego. E não são apenas o alentado volume e a vasta bibliografia que confirmam a capacidade de pesquisa do professor Osvaldo Agripino. O manejo do material levantado e o recurso a técnicas interdisciplinares — história, política, economia e sociologia, por exemplo — coroam o esforço de investigação.

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Medium 9788521619109

17 - Escola pública ou particular?

Ramal, Andrea Cecilia Grupo Gen - LTC PDF

17

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Escola pública ou particular?

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Você tem à mão um exemplar da Constituição Federal do Brasil? Poderá comprovar que ela reza que a educação é um dos direitos sociais de todo cidadão, e o

Estado tem o dever de garantir um ensino público de qualidade.

Mas na prática... O fato é que o Brasil ainda não atingiu um padrão de qualidade na educação pública no mesmo nível de outros países que têm a mesma força econômica.

No IDEB, que você conheceu melhor no capítulo anterior, as notas das escolas particulares têm sido 50% superiores às das públicas, segundo o MEC.

Veja este gráfico comparativo:

7,0

6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

Padrão mínimo Escola pública Escola pública Escola pública de qualidade

Anos iniciais

Anos finais

Ensino Médio

(OCDE) do Ensino do Ensino

Fundamental

Fundamental

Escola particular

Desempenho das escolas brasileiras

17_1 – IDEB 2009 (divulgado em 2010)

A OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico define a nota 6 como o padrão mínimo aceitável para seus membros, as trinta nações mais desenvolvidas do planeta. A escola pública brasileira está abaixo dessa meta, enquanto a média das notas das escolas privadas consegue superá-la.

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Medium 9788521620266

3.7 Orçamento de Produção

Valente, Paulo Gurgel Grupo Gen - LTC PDF
Medium 9788521620266

4.2 Processo de Elaboração das Informações Contábeis

Valente, Paulo Gurgel Grupo Gen - LTC PDF

3. �A terceira operação da empresa a ser contabilizada é a compra de máquinas no valor de R$ 400 mil, sendo, no exemplo, de 25%

à vista e 75% a prazo. De forma análoga à operação anterior, devemos abater da conta “Caixa” o valor pago à vista e incluir o valor total da máquina no Ativo imobilizado. Já no Passivo devemos criar uma rubrica “Financiamento Máquinas” e nela lançar o valor das máquinas a ser pago a prazo. Essa conta “Financiamento Máquinas” será parte integrante do total de Passivo exigível, juntamente com a “Financiamento Terreno”.

Tabela 4.3

R$ 1.000

Ativo

Passivo

Caixa

800

Máquina

Terreno

Total Imobilizado

400

200

600

Total

1.400

Financiamento Terreno

Financiamento Máquinas

100

300

Total exigível

400

Patrimônio

Capital

1.000

1.000

Total

1.400

4. �A operação subsequente é a compra de matérias-primas, no valor de R$ 100 mil, à vista. Essa compra impacta de imediato a conta “Caixa” do Ativo, em valor integral, e esses insumos agora fazem parte de uma nova rubrica no Ativo, denominada

“Matéria-prima”, como na tabela a seguir. Observa-se que não há alteração do lado do Passivo e que o equilíbrio Ativo-Passivo está em R$ 1.400 mil.

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Medium 9788527715331

Captulo 9- Impactos e Risco da Atividade Industrial

Pinto, Terezinha de Jesus Andreoli Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

CAPÍTULO 9

Impactos e Risco da Atividade Industrial

Michele Vitolo

INTRODUÇÃO

O Homo sapiens, tão logo se caracterizou como espécie distinta entre os primatas, tratou de procurar meios para transformar as matérias-primas, abundantes na natureza que o cercava, em produtos garantidores de seu bem-estar, dotados de valor comercial e/ou úteis na execução das inúmeras tarefas hodiernas. Dessas necessidades, configurou-se a atividade industrial no planeta.

A atividade industrial — entendida como o conjunto de processos e técnicas com diferentes graus de complexidade desenhados para agregar valor ou funcionalidade

às matérias-primas orgânicas e inorgânicas disponíveis na natureza — teve início no paleolítico inferior (há cerca de 500 mil anos antes do presente) com a fabricação de artefatos de pedra com formas regulares (machados de punho, cunhas, por exemplo), usados para cavar, abater ou arrancar plantas; cortar junco ou separar a casca de árvores, na confecção de esteiras ou cestaria; e para transformar madeira, osso e outras matérias-primas em artefatos úteis. A técnica básica dos primitivos consistia em escolher uma pedra adequada e apará-la por meio de outra pedra, removendo as lascas para obter uma borda afiada, e com essa ferramenta fabricar outras de materiais diferentes, além de utensílios em geral.

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