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Medium 9788580551815

Capítulo 19 - Performance motora em adultos

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

C A P Í T U L O 19

Performance motora em adultos

PALAVRAS-CHAVE

Tempo de reação

Tempo de reação fracionado

Troca velocidade-precisão

Equilíbrio e controle postural

Marcha

Atividades da vida diária

(AVDs)

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Discutir a relação entre sistemas fisiológicos em processo de envelhecimento, fatores psicológicos, condições ambientais e exigências da tarefa de performance motora ao longo de toda a vida adulta

• Descrever as mudanças no tempo de reação associadas à idade e discutir estratégias de intervenção que podem reduzir as diferenças no tempo de reação observado entre os adultos jovens e os mais velhos.

• Discutir as mudanças de postura e de equilíbrio observadas em adultos mais velhos e descrever métodos que possam aumentar sua estabilidade

• Reconhecer a suscetibilidade e os perigos potenciais das quedas na vida adulta mais avançada

• Discutir as variações nos padrões da marcha relacionadas com a idade e suas causas subjacentes

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Medium 9788527708869

24 Mecanismos de Lesão Musculoesquelética

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 24

Mecanismos de Lesão

Musculoesquelética

R.F. ZERNICKE E W.C. WHITING

Introdução

Leonardo da Vinci observou que “todas as lesões deixam dor na memória” e, para os atletas de nível olímpico, a memória com freqüência não se limita à lesão propriamente dita, mas em geral inclui a dor permanente da oportunidade perdida. A lesão pode afetar o pico de desempenho — pela perda de um milímetro ou de uma fração de segundo — e pode ser o fator decisivo na seleção para participar de uma equipe olímpica ou para ganhar uma medalha olímpica. Tão trágico quanto uma lesão pode ser negar ao atleta a felicidade da competição, de forma que a história olímpica está repleta de histórias de atletas corajosos que superaram a lesão para alcançar a glória duradoura do sucesso. Al Oerter, por exemplo, nas Olimpíadas de Tóquio em 1964, ganhou a terceira de suas quatro medalhas de ouro ao ignorar a dor de uma vértebra cervical deslocada e uma lesão da cartilagem costal, e lançou o disco em uma distância olímpica recorde de 60,54 m.

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Medium 9788580550771

12. Uso de Modalidades Terapêuticas

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

12

Uso de Modalidades Terapêuticas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer as implicações jurídicas de tratar o paciente com modalidades terapêuticas.

• Descrever os usos de vários tipos de modalidades.

• Demonstrar corretamente diferentes tipos de técnicas termoterapêuticas e crioterapêuticas.

■ Sumário

• Discutir a base fisiológica e os usos terapêuticos das correntes elétricas estimulantes.

• Examinar o uso do ultrassom na sala de fisioterapia.

• Descrever como a massagem, a tração e a compressão intermitente podem ser usadas como agentes terapêuticos.

■ Palavras-chave

Considerações jurídicas 317

isquemia

atenuação

Classificação das modalidades terapêuticas 317

condução

efeito piezelétrico

Modalidades eletromagnéticas 317

convecção

área de radiação efetiva

Modalidades sonoras 332

radiação

Modalidades mecânicas 336

conversão

Modalidades que comumente não são usadas por fisioterapeutas esportivos 343

resposta de caça

proporção de não uniformidade do raio (BNR – beam nonuniformity ratio)

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Medium 9788527708869

16 Mergulho de Trampolim e de Plataforma

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 16

Mergulho de Trampolim e de Plataforma

D.I. MILLER

Introdução

Este capítulo focaliza aspectos mecânicos selecionados do desempenho de mergulho de elite dentro do contexto das regras em relação à competição internacional. Após considerar a influência das características das superfícies de propulsão, são discutidos os componentes funcionais tanto dos mergulhos de plataforma como também dos de trampolim. Os exemplos destes componentes, as chamadas preparação, propulsão, vôo e entrada, são tomados dos desempenhos de atletas premiados com medalhas e finalistas olímpicos.

Supervisão de competição

O mergulho tornou-se um evento olímpico para homens em 1904 e para mulheres em 1912. Entre 1928 e 1936, havia competições de Alto Mergulho e Mergulho de Trampolim tanto para homens quanto para mulheres. Desde 1948, esses eventos têm sido indicados como Mergulho de Plataforma e Mergulho de Trampolim

(Henry & Yeomans 1984). A adição mais recente na competição internacional, e introduzida nas Olimpíadas de 2000, é o mergulho sincronizado. Separados no trampolim de 3 m e na plataforma de 10 m, os mergulhos são realizados por dois mergulhadores simultaneamente.

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Medium 9788536314389

13. Estatística aplicada às ciências do movimento humano: utilização dos softwares SPSS e Microsoft Excel

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

13

Estatística aplicada às ciências do movimento humano: utilização dos softwares SPSS e Microsoft Excel

Daniel Carlos Garlipp

Rodrigo Batista Moreira

Adroaldo Gaya

Tendo em vista a importância da estatística nos diversos campos de atuação dos profissionais ligados às ciências do movimento humano e a áreas correlatas, este capítulo apresenta subsídios básicos para a aplicação, a análise e a interpretação de dados quantitativos. Essa importância se deve ao fato de que a estatística deve ser utilizada ou está presente em grande parte das monografias, dos artigos científicos, das dissertações de mestrado e das teses de doutorado.

Este capítulo abrange os principais tópicos da estatística, além de sua aplicação prática por meio do programa estatístico SPSS e da planilha eletrônica Excel.

Serão contempladas desde a construção de um banco de dados até a realização de análises paramétricas e não-paramétricas.

Procurou-se evitar a demonstração extensa de cálculos, optando por utilizar uma visão prática dos principais conceitos

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Medium 9788536309064

1. Abertura: princípios gerais

Sadler, Matthew Grupo A - Artmed PDF

1

Abertura: princípios gerais

Controle ou ocupação do centro

Segurança do rei

Desenvolvimento rápido

Iniciativa

Qualquer pessoa que tenta aprimorar seus conhecimentos sobre o jogo de xadrez sente-se, de vez em quando, como se tivesse mergulhado em águas profundas, sem saber nadar ou para onde ir. Há livros inteiros sobre aberturas simples, com calhamaços de análises. Sem dúvida, pode-se tentar memorizar esse material. No entanto, com freqüência a seguinte pergunta vem à mente: “Por que, afinal, as brancas (ou as pretas) fizeram isso?”, sem nenhuma explicação à vista!

Por exemplo, na ânsia de explicar o que está ocorrendo, digamos, no lance

14, os jogadores mais fortes costumam esquecer de que, em algum estágio de sua carreira, também tiveram de partir do mesmo ponto que qualquer principiante: iniciando do zero, construindo algo do nada. Como esses jogadores conseguiram progredir? Como esse tipo de procedimento moldou as aberturas e as variantes que os jogadores de alto nível possuem atualmente?

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Medium 9788536327136

4. Formulação do Método

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 4

FORMULAÇÃO DO MÉTODO

A diferença entre o fracasso e o sucesso está em fazer a coisa quase ou inteiramente certa.

Edward Simmons

O

capítulo anterior forneceu uma visão geral da introdução da tese ou dissertação. Como já indicamos, no formato de artigo, a revisão da literatura (ver Cap. 2) costuma integrar a introdução.

(Quando se adota o formato de capítulos, a revisão da literatura pode constituir um capítulo separado ou uma parte da introdução.) De qualquer modo, após completar a introdução, o pesquisador tem de descrever a metodologia da pesquisa. Tipicamente, essa seção é intitulada “Método”. A seguir, apresentamos uma visão geral das quatro partes da seção de método:

1.

2.

3.

4.

Participantes

Instrumentos ou equipamentos

Procedimentos

Delineamento e análise

Para nosso propósito, vamos assumir a utilização do formato de artigo, estando a revisão da literatura incluída na introdução da tese ou dissertação, seguida da seção método. Muito do restante deste livro enfoca o método:

Aspectos importantes do estudo: quem são os participantes, quais são os instrumentos e procedimentos e como são o delineamento e a análise (descritos neste capítulo).

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Medium 9788536317687

3 Métodos de ensino e destrezas de comunicação no ensino do tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

46

Carlos Balbinotti e cols.

3

MÉTODOS DE ENSINO E DESTREZAS DE

COMUNICAÇÃO NO ENSINO DO TÊNIS

Juan Pedro Fuentes García

O presente capítulo está estruturado em duas grandes seções. A primeira, destinada a apresentar o variado cenário metodológico com que conta o treinador de tênis na hora de projetar as atividades de treinamento, detalha as diferentes opções metodológicas por meio das quais o treinador pode aprimorar-se em função de seus objetivos de ensino. Além disso, oferece um percurso pelos diferentes estilos de ensino que o treinador pode adotar, iniciando por aqueles em que o treinador toma todas as decisões, para chegar, finalmente, àqueles em que o jogador é o protagonista do processo de ensino-treinamento.

A segunda seção, dedicada às destrezas de comunicação, mostra as competências docentes do treinador de tênis quanto à informação inicial e ao feedback.

Expõem-se sistematicamente a forma como deve ser realizada a apresentação de atividades aos jogadores e as diferentes opções que o treinador de tênis tem à sua disposição para corrigi-los durante a realização dessas atividades.

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Medium 9788536327709

4. Planejamento da massagem pré-evento

McGillicuddy, Michael Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

4

Planejamento da massagem pré-evento

O principal objetivo da massagem pré-evento é ajudar o atleta a se preparar para a competição ou para o exercício no local do evento. Essa massagem nunca é feita como substituição do aquecimento do atleta. É sempre animada e rítmica, não ultrapassando 15 minutos, e deve focar os músculos que o atleta utiliza em seu esporte.

A ênfase deve ser dada ao aquecimento do tecido superficial, ao aumento do fluxo sanguíneo nos músculos utilizados no esporte, à movimentação das articulações ao longo de sua amplitude de movimentos adequada e ao alívio da tensão excessiva do corpo do atleta, bem como ao fornecimento de entusiasmo antes da competição. Em uma cena do filme Rocky: o Lutador, Rocky sobe os 72 degraus em frente à entrada do Museu de Arte da Filadélfia durante uma de suas sessões de exercício enquanto o tema musical é tocado em volume alto ao fundo. Alguns espectadores têm arrepios ao assistir a essa cena. Aquela emoção é um exemplo do entusiasmo que uma massagem deve fornecer ao atleta.

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Medium 9788536327136

16. Outros Métodos de Pesquisa Descritiva

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 16

OUTROS MÉTODOS DE

PESQUISA DESCRITIVA

É melhor saber algumas das perguntas do que todas as respostas.

James Thurber

D

iferentes formas do método de levantamento de pesquisa descritiva foram abordadas no Capítulo 15. Neste capítulo, tratamos de várias outras técnicas de pesquisa descritiva. Uma delas é a pesquisa desenvolvimental. Mediante estudos transversais e longitudinais, pesquisadores investigam a interação das variáveis crescimento e maturação, além de aprendizagem e desempenho. O estudo de caso, em que o pesquisador reúne uma grande quantidade de informações sobre um ou poucos participantes, é amplamente utilizado em várias áreas. Já a análise de cargo

é uma técnica utilizada para descrever as condições de trabalho, as exigências e a preparação necessárias para determinado cargo. Mediante pesquisa observacional, o pesquisador obtém dados quantitativos e qualitativos sobre pessoas e situações observando seu comportamento. Alguns estudos de pesquisa empregam métodos discretos, em que o participante não é informado de que está sendo estudado. Os estudos correlacionais determinam e analisam relações entre variáveis e fazem predições.

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Medium 9788536305271

Rosca bíceps

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF
Medium 9788536317687

15 Tênis em cadeira de rodas

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

250

Carlos Balbinotti e cols.

15

TÊNIS EM

CADEIRA DE RODAS

David Sanz Rivas

Juan Pedro Fuentes García

O tênis em cadeira de rodas surgiu nos Estados Unidos quando, em 1976, Brad

Parks, após um acidente de esqui que lhe causou uma lesão medular, assistiu a um vídeo de uma pessoa jogando tênis em cadeira de rodas no hospital onde ele fazia sua reabilitação. Essa situação motivou-o a praticar esse esporte, e tais foram as sensações proporcionadas por ele, que Parks decidiu não só praticá-lo mas também difundi-lo, fazendo com que o tênis em cadeira de rodas adquirisse, assim, um grande desenvolvimento nos Estados Unidos e, mais tarde, na Europa, uma vez que ele próprio viajou até esse continente para levar seus conhecimentos e aumentar progressivamente o número de praticantes.

Como assinala Sanz (2002), esse esporte começou a ser praticado na Europa em 1982 e adquiriu seu maior apogeu e número de praticantes na França, Alemanha e Holanda. Em 1985 foi criada, em

Geldermeisen (Holanda), a EWTF (Federação Européia de Tênis em Cadeira de

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Medium 9788580550771

1. Técnicas de Condicionamento

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

1

Técnicas de Condicionamento

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Examinar os papéis do fisioterapeuta esportivo e do preparador físico na garantia da boa forma física do atleta.

• Identificar os princípios do condicionamento.

• Defender a importância dos períodos de aquecimento e de resfriamento.

• Avaliar a importância da força, da flexibilidade e da resistência cardiorrespiratória tanto para o desempenho atlético quanto para a prevenção de lesões.

■ Sumário

A relação entre os fisioterapeutas esportivos e os preparadores físicos 23

• Analisar técnicas e princípios específicos para melhorar a resistência cardiorrespiratória, a força muscular e a flexibilidade.

• Discutir os testes de aptidão física e identificar testes específicos para avaliar os vários parâmetros desta.

• Aplicar o conceito de periodização e identificar os vários períodos do treinamento em cada fase.

■ Palavras-chave princípio AEDI

exercício isotônico

Princípios do condicionamento 23

resistência cardiorrespiratória

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Medium 9788536305271

Rotação externa

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

membros superiores

101

Qual a importância desse tipo de exercício para a estabilidade do ombro?

A estrutura óssea da articulação do ombro predispõe a uma instabilidade articular, e a musculatura acaba tendo um papel importante na sua estabilização. Os principais músculos responsáveis por essa estabilização são os pertencentes ao manguito rotador, composto pelo supraespinal, pelo subescapular, pelo infra-espinal e pelo redondo menor. Esses músculos são os principais responsáveis pelos movimentos de rotação do ombro, sendo que esses movimentos são pouco executados em exercícios específicos, tanto em função da inexistência de equipamentos como também pela falta de clareza em relação à função de estabilização desses músculos, o que torna a articulação do ombro suscetível a lesões.

Esse exercício é importante para indivíduos que apresentam ombros protraídos com rotação interna associada e deve ser prescrito na rotina de treinamento em virtude de os seus antagonistas, os rotadores internos, serem excessivamente trabalhados de forma indireta em vários outros exercícios, o que não ocorre com os rotadores externos.

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Medium 9788580550771

19. Complexo do Ombro

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

19

Complexo do Ombro

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Indicar as principais características anatômicas das quatro articulações do complexo do ombro.

• Fazer uma avaliação profunda do complexo do ombro.

• Reconhecer as medidas que devem ser tomadas para minimizar os riscos de lesão no complexo do ombro.

• Explicar como a estabilidade do ombro é mantida por cápsula articular, ligamentos e músculos.

■ Sumário

Anatomia do ombro 578

Anatomia funcional 582

Prevenção de lesões no ombro 584

Avaliação do complexo do ombro 585

Reconhecimento e tratamento de lesões específicas 592

Mecânica do arremesso 605

Reabilitação do complexo do ombro 607

Resumo 615

• Resumir a relação anatômica e funcional entre a estabilidade e o impacto do ombro.

• Identificar a etiologia e reconhecer os sinais e os sintomas de lesões específicas da região da articulação do ombro e discutir planos de tratamento.

• Formular um plano geral, que possa integrar o programa de reabilitação para tratamento de diversas lesões no complexo do ombro.

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