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Medium 9788536306643

18. Alexander Alekhine (1892-1946)

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

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Alexander Alekhine

(1892-1946)

N

ascido em Moscou, numa família rica, Alexander Alekhine distingue-se pelo fato mórbido de ter sido o único enxadrista que morreu quando ainda detinha o título de campeão mundial. Jogador de extraordinária visão tática, foi também o primeiro grande teórico das aberturas. A ardente ambição de conquistar o Campeonato Mundial levou-o a compreender que a habilidade tática, por si só, não seria capaz de levá-lo ao apogeu. Por isso estudou incansavelmente até dominar todas as fases do jogo. Em muitos aspectos é o protótipo do grande mestre contemporâneo. Por meio do exame minucioso das aberturas e da análise intensa das partidas dos adversários, abriu uma nova trilha para a fama, seguida por muitos dos jogadores profissionais da atualidade.

Além de pouco amável, Alekhine bebia muito e simpatizava com o nazismo.

Apesar disso, alcançou um nível tão alto de mestria que muitos fãs do xadrez colocam-no entre os cinco maiores jogadores da história, ao lado de Capablanca,

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Medium 9788536327303

4. Programas aeróbios - Faça do seu jeito

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

Programa de iniciação (caminhada-trote)

O programa de iniciação, que inclui os programas de caminhada e trote vermelho, branco e azul, foi elaborado pelo President’s

Council on Physical Fitness and Sports (Conselho Federal de

Aptidão Física e Esporte). Para determinar seu nível de exercício, realize o teste de caminhada.

Teste de caminhada

Utilize o teste de caminhada para determinar quantos minutos (até 10) você pode caminhar em cadência rápida, superfície plana, sem dificuldade ou desconforto em excesso. Experimente o seguinte: use tênis de caminhada e procure uma superfície plana e segura por onde caminhar, pode ser uma calçada ou passeio próximo de casa ou do local de trabalho, ou uma pista de atletismo em uma escola ou centro comunitário no seu bairro.

Comece caminhando em cadência rápida e pare após 10 minutos – ou antes, se não conseguir continuar.

➤ Se não conseguir caminhar por 5 minutos, comece com o programa de caminhada vermelho.

➤ Se conseguir caminhar por mais de 5 minutos mas por menos de 10, comece na terceira semana do programa de caminhada vermelho.

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Medium 9788536317687

15 Tênis em cadeira de rodas

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

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Carlos Balbinotti e cols.

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TÊNIS EM

CADEIRA DE RODAS

David Sanz Rivas

Juan Pedro Fuentes García

O tênis em cadeira de rodas surgiu nos Estados Unidos quando, em 1976, Brad

Parks, após um acidente de esqui que lhe causou uma lesão medular, assistiu a um vídeo de uma pessoa jogando tênis em cadeira de rodas no hospital onde ele fazia sua reabilitação. Essa situação motivou-o a praticar esse esporte, e tais foram as sensações proporcionadas por ele, que Parks decidiu não só praticá-lo mas também difundi-lo, fazendo com que o tênis em cadeira de rodas adquirisse, assim, um grande desenvolvimento nos Estados Unidos e, mais tarde, na Europa, uma vez que ele próprio viajou até esse continente para levar seus conhecimentos e aumentar progressivamente o número de praticantes.

Como assinala Sanz (2002), esse esporte começou a ser praticado na Europa em 1982 e adquiriu seu maior apogeu e número de praticantes na França, Alemanha e Holanda. Em 1985 foi criada, em

Geldermeisen (Holanda), a EWTF (Federação Européia de Tênis em Cadeira de

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Medium 9788536309071

9. Outros Sistemas

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

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John Emms

Um exemplo deste último caso é 2...e6 3 g3 d5 4 exd5 exd5 5 Bg2 Cf6 6 d3 d4 7

Ce4 Cxe4 8 dxe4, com uma posição equilibrada.

3...g6

O fianqueto do bispo-f8 é a abordagem mais usual das pretas.

4 Bg2 Bg7 5 d3 d6 6 Be3

Nos últimos anos, esse lance substituiu 6 f4 (veja a Partida 55) como linha principal. As brancas podem jogar no estilo “Ataque Iugoslavo” com Dd2 e, após o desenvolvimento do cavalo-g8, podem trocar bispos com Bh6.

6...Tb8

As pretas preparam ...b7-b5, iniciando o contra-jogo na ala da dama. Outra maneira de seguir em frente é desenvolver com 6...e6 7 Dd2 Cge7, quando as brancas devem tentar trocar os bispos. Uma das possíveis continuações é 8 Bh6

0-0 9 Bxg7 Rxg7 10 h4!?, preparando um ataque rápido com h4-h5.

7 Dd2 b5

Observem que as pretas postergam o desenvolvimento do cavalo-g8 para impedir que as brancas executem o plano fácil de Be3-h6.

8 Cge2 Cd4

As pretas plantam seu cavalo em um posto avançado conveniente e impedem que as brancas joguem d3-d4. No momento, as brancas não estão em boa posição para trocar o cavalo. 9 Bxd4 cxd4 10 Cd1 significa que as brancas têm de abandonar suas idéias de Bh6, enquanto 9 Cxd4?? cxd4 simplesmente perde uma peça para o garfo do peão.

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Medium 9788536306643

10. O sacrifício de desobstrução

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

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10

O sacrifício de desobstrução

I

magine esta situação: você tem a oportunidade de fazer um grande lance – um lance forte o bastante para ganhar material ou talvez chegar ao xeque-mate.

O problema é que uma de suas peças está no caminho e, se tiver de gastar tempo removendo o obstáculo para uma casa segura, seu adversário terá a chance de preparar a defesa.

A solução para esse dilema é sacrificar a peça que está obstruindo o caminho. Conhecida como sacrifício de desobstrução, essa tática força o adversário a capturar o obstáculo, deixando livre a casa de seus sonhos e impedindo quaisquer medidas defensivas.

Como se pode forçar o adversário a fazer uma captura que levará a sua própria ruína? O melhor meio é dar um xeque no Rei inimigo com essa peça e assim forçar uma resposta. O segundo melhor meio é capturar alguma coisa com essa peça. Se o adversário não fizer a recaptura, você sairá com uma vantagem material.

Obviamente, um lance que envolve o xeque é o método mais atrativo. Apresentamos um exemplo no Diagrama 99, em que as brancas estão montando um

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Medium 9788536309071

4. Variante Sveshnikov

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

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John Emms

década de 1970, quando o jovem jogador russo Evgeny Sveshnikov depurou o sistema, utilizando-o com grande sucesso. Jogadores de todos os níveis começaram a apreciar seu potencial e, nos dias atuais, dificilmente há algum torneio internacional importante sem uma ou duas batalhas Sveshnikov.

Uma ou duas palavras sobre o nome: em sua época, a variante era conhecida como Pelikan ou mesmo Lasker-Pelikan, embora a maioria dos jogadores a conheça atualmente como Sveshnikov (pelo menos a variante que inicia com

8...b5).

OS LANCES DE ABERTURA

A seqüência de lances apresentada a seguir foi repetida milhares de vezes em partidas de xadrez realizadas em clubes ou torneios. Entretanto, vale a pena gastar algum tempo e espaço para explicar o que cada lado está tentando fazer.

1 e4 c5 2 Cf3 Cc6

Até agora, nos concentramos apenas em 2...d6, embora 2...Cc6 seja um lance bastante popular, capaz de introduzir algumas variantes Sicilianas, por exemplo, a Clássica (veja o Capítulo 5), a Taimanov e o Dragão Acelerado (Capítulo 6).

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Medium 9788580551815

Capítulo 9 - A percepção do bebê

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 9

A Percepção do Bebê

PALAVRAS-CHAVE

Percepção

Sensações

Habituação

Desabituação

Potenciais evocados

Reflexo pupilar consensual

Acuidade visual

Acomodação (visual)

Visão periférica

Visão binocular

Perseguição

Fixação binocular

Fusão

Estereopsia

Movimentos rápidos dos olhos (sacádicos)

Percepção de profundidade

Intensidade cromática

Percepção de cores

Percepção de forma

Percepção auditiva

Percepção olfativa

Percepção gustativa

Percepção tátil

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Discutir mudanças no funcionamento perceptivo do bebê

• Descrever vários métodos de estudo da percepção do bebê

• Discutir os aspectos desenvolvimentais da percepção visual do bebê

• Descrever as mudanças desenvolvimentais na acuidade visual, acomodação e visão periférica

• Distinguir os termos binocularidade, fixação e rastreamento

• Discutir os experimentos do penhasco visual e tirar conclusões sobre a percepção de profundidade do bebê

• Debater a questão relativa à percepção de cores do bebê

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Medium 9788536327136

5. Questões Éticas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 5

QUESTÕES ÉTICAS DA PESQUISA

E DO TRABALHO ACADÊMICO

Entre dois males, prefiro sempre o que nunca experimentei antes.

Mae West

C

omo pós-graduando, você vai se deparar com uma série de questões éticas relacionadas à pesquisa e ao trabalho acadêmico. Neste capítulo, chamamos sua atenção para muitas delas e fornecemos uma base para discussões e tomada de decisões. No entanto, nem sempre as opções estão claramente definidas. Para tomar boas decisões, o aspecto mais importante é reunir informações pertinentes e aconselhar-se com professores confiáveis. Entre os principais tópicos apresentados, estão a má conduta científica, o trabalho com professores universitários e com outros pós-graduandos e o uso de seres humanos e animais como sujeitos de pesquisas.

Sete áreas da desonestidade científica

Nos Estados Unidos, o White House Office of Science and Technology Policy (Departamento da Casa

Branca para Assuntos de Ciência e Tecnologia) definiu má conduta científica do seguinte modo:

A má conduta científica consiste em fabricação, falsificação ou plágio na proposta, na execução ou na revisão de pesquisas ou, ainda, no relato de resultados de pesquisas. (Federal

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Medium 9788580550771

16. O Tornozelo e a Perna

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

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William E. Prentice

A

por fortes ligamentos anteriores e posteriores. A principal função da fíbula é promover a fixação dos músculos.

ANATOMIA DO TORNOZELO E DA PERNA

Maléolos tibiais e fibulares As espessas extremidades distais tanto da tíbia quanto da fíbula são chamadas de maléolo lateral e medial, respectivamente. O maléolo lateral da fíbula estende-se bastante distalmente, de modo que a estabilidade criada pela disposição óssea na articulação do tornozelo é maior no aspecto lateral do que no medial (Fig. 16.1).

ssim como o pé, o tornozelo e a perna são locais comuns de lesão na população fisicamente ativa.4

As lesões no tornozelo, especialmente em ligamentos estabilizadores, são as mais frequentes na atividade física. Este capítulo foca as lesões traumáticas e por esforço repetitivo no tornozelo e na perna.

Ossos

A parte do membro inferior localizada entre o joelho e o tornozelo é definida como perna e contém dois ossos: a tíbia e a fíbula. Os ossos que formam a articulação do tornozelo são a porção distal da tíbia, a porção distal da fíbula e o tálus. O calcâneo também desempenha papel importante no funcionamento da articulação do tornozelo.

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Medium 9788536317687

13 O desenvolvimento físico dos tenistas infanto-juvenis: possibilidades e riscos

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

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13

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO DOS

TENISTAS INFANTO-JUVENIS:

POSSIBILIDADES E RISCOS

Daniel Pacheco Simões

Carlos Balbinotti

A preparação física exerce um papel determinante na performance no tênis. Trata-se de uma composição formada por aspectos gerais e específicos do rendimento esportivo. Ao longo da carreira do tenista, a interação entre tais aspectos determinará as possibilidades e os riscos relativos, respectivamente, quanto à otimização do desempenho e às possíveis lesões oriundas dos desequilíbrios e encurtamentos da musculatura implicada na prática do tênis. Este capítulo apresenta uma reflexão acerca das bases teóricas da preparação física do tenista, considerando que o tênis é um esporte de natureza assimétrica.

A preparação física ocupa lugar de destaque no incremento da capacidade de rendimento do atleta. Trata-se do desenvolvimento geral das qualidades físicas direta ou indiretamente envolvidas na prática de uma modalidade esportiva específica. Esse conceito de preparação física se diferencia fundamentalmente da expressão treinamento físico, que significa uma atividade mais especificamente orientada para a máxima performance do atleta.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

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Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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Medium 9788536314389

6. O Universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

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6

O universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

Adroaldo Gaya

Nas ciências do movimento humano, descrevemos, interpretamos, comparamos, associamos fenômenos biológicos, culturais e sociológicos diversos. São fenômenos que se manifestam no esporte, na dança, nos jogos, enfim, nas diversas expressões da corporalidade. São os corpos em movimento na amplitude de sua complexidade que tratamos de investigar.

São homens e mulheres que, na expressão plena de seus corpos em movimento, se constituem nos sujeitos reais de nossas pesquisas.

Os sujeitos da pesquisa representam o universo empírico de nossas investigações em ciências do movimento humano e, neste capítulo, vamos tratá-los a partir de duas perspectivas:

1. a das pesquisas ideográficas ou qualitativas, sob a denominação de sujeitos de pesquisa;

2. a das pesquisas nomotéticas ou quantitativas, sob a denominação de população e amostra.

OS SUJEITOS DA PESQUISA

Nas pesquisas ideográficas ou qualitativas, normalmente não há preocupações com a generalização dos resultados para além dos sujeitos investigados. Como referem Víctora, Knauth e Hassen (2000, p. 50),

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Medium 9788580551815

Capítulo 4 - Fatores que afetam o desenvolvimento motor

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 4

Fatores que Afetam o

Desenvolvimento Motor

PALAVRAS-CHAVE

Direção do desenvolvimento

Taxa de crescimento

Entrelaçamento recíproco

Prontidão

Períodos sensíveis

Habilidades filogenéticas

Habilidades ontogenéticas

Laços

Prematuro

Peso de nascimento muito baixo (PNMB)

Peso de nascimento baixo

(PNB)

Young-for-date

Obesidade

Transtorno da compulsão alimentar

Anorexia nervosa

Bulimia nervosa

Aptidão física

Força

Lei da inércia

Lei da aceleração

Lei da ação e reação

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Identificar fatores genéticos e ambientais que influenciam o crescimento e a maturação biológica

• Derivar os princípios do desenvolvimento motor e aplicá-los a situações de ensino/ aprendizado em vários pontos do curso da vida

• Descrever o crescimento compensatório e os fatores que afetam esse fenômeno

• Analisar as relações entre o crescimento, a maturação biológica e as mudanças fisiológicas no desenvolvimento das habilidades motoras

• Discutir os efeitos da privação ambiental sobre o desenvolvimento motor ao longo da vida

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Medium 9788580550771

4. Equipamento de Proteção

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

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Equipamento de Proteção

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Ajustar o equipamento de proteção adequadamente

(p. ex., capacetes de futebol americano, protetores de ombro e calçados de corrida).

• Distinguir aspectos positivos e negativos de cada componente de proteção.

• Comparar vantagens e desvantagens dos protetores de pés e tornozelos feitos sob medida comprados em lojas.

■ Sumário

Padrões de segurança do equipamento e das instalações esportivas 117

Questões jurídicas relacionadas ao uso do equipamento de proteção 117

Restauração e recertificação do equipamento 117

Uso de equipamento comprado em lojas versus feito sob medida 118

Proteção da cabeça 119

Proteção da face 123

Proteção do pescoço 127

Proteção do tronco e do tórax 127

Equipamento de proteção dos membros inferiores 131

Proteção do cotovelo, do punho e da mão 138

Fabricação de acessórios para suporte e proteção 139

Resumo 143

• Avaliar o grau de proteção de vários materiais usados na fabricação de órteses e protetores esportivos.

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Medium 9788577800728

10 O futuro da conexão com o torcedor

Rein, Irving Grupo A - Bookman PDF

310 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

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O futuro da conexão com o torcedor

Há uma fila de fãs desde o começo da tarde perto do Madison Square Garden, à espera do momento de ingressar no estádio a fim de assistir ao grande jogo de basquete da noite –mesmo não sendo um jogo dos Knicks da NBA, ou do St. John’s, da

NCAA, nem mesmo dos McDonald’s All Americans do basquete universitário. O público não está, portanto, à espera de um jogo de basquete no seu formato mais puro. A expectativa dos torcedores não passa pelas defesas das equipes, rebotes ofensivos, nem arremessos certeiros de meia distância. E ninguém está sequer interessado em saber quem será o ganhador do jogo. O que o público realmente espera encontrar no tradicional estádio, nessa noite, é um grande show, mesmo sabendo, também, que os astros serão personagens de codinomes tão estranhos como Hot Sauce, Sik With It,

Escalade, Half Man/Half Amazing, The Professor, entre tantos outros.

O esporte que atrai tantos fãs nessa oportunidade é o basquete de rua, com seu evento maior, o “And1 Mix Tape Tour”. A And1, empresa fabricante de calçados e uniformes e demais acessórios para a prática do basquete, patrocina e organiza a festança, que mistura esporte, moda e música a fim de criar uma experiência de múltiplos canais para os fãs. O Tour já percorreu cidades do mundo inteiro desde o ano 2000, semeando uma subcultura de basquete e fazendo amplo uso da mídia para divulgar o jogo. A ESPN2 produziu uma série de reality shows com prêmios como contrato de patrocínio com a And1 e um lugar permanente no time para a próxima temporada; a produtora de videogames Ubisoft criou e distribuiu um jogo

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