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Medium 9788527708869

30 Esportes Pós-amputação

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 30

Esportes Pós-amputação

A.S. ARUIN

Introdução

A história da competição atlética de indivíduos com incapacidade física começou em 1948 durante o Stoke Mandeville Games, na Inglaterra, e continua até hoje. Inúmeros eventos esportivos ao redor do mundo contribuíram para a popularidade dos esportes para incapacitados. Em 1996, mais de 4.000 atletas de 102 países competiram na Paraolimpíada de Atlanta (Miller &

Rucker, 1997). Hoje em dia, aproximadamente 20.000 amputados participam ativamente em diversos esportes, com mais de

5.000 participando nos eventos esportivos competitivos organizados nos Estados Unidos (Michael et al., 1990). Não é mais apenas “motivo de inspiração” ter um indivíduo incapacitado competindo em atividades esportivas, sendo que existem muitos atletas amputados.

Aproximadamente 500.000 indivíduos nos Estados Unidos foram submetidos a uma amputação (Sherril, 1997). Este número inclui a amputação adquirida e a amputação decorrente de malformação de partes corporais em indivíduos nascidos com deficiências nos membros em que próteses podem ser adaptadas em uma idade precoce (Krementz, 1992). Em geral, as amputações adquiridas ocorrem nas pessoas de meia-idade e em idosos devido a problemas circulatórios nos membros inferiores, por vezes precipitadas por diabetes. As principais causas da amputação adquirida em crianças são o trauma (acidentes automobilísticos, instrumentos motorizados e de fazenda, e explosões de munições), bem como o câncer e a infecção. Acidentes com carros, conflitos armados, guerras civis e explosões de minas terrestres contribuem significativamente para o crescente número de amputados em todo o mundo.

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Medium 9788527712422

Capítulo 15 - Preparação Profissional em Educação Física e Desportos: Novas Competências Profissionais

Tani, Go Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

C

apítulo

15

Preparação Profissional em

Educação Física e Desportos:

Novas Competências

Profissionais

Juarez Vieira do Nascimento

INTRODUÇÃO

No momento histórico de virada de século, o mercado de trabalho em geral passa por uma revolução. Ao mesmo tempo em que surgem novas oportunidades, o desemprego cresce na indústria. Tanto aspectos estruturais, de mudança dos métodos de produção ou de modernização das indústrias, bem como os problemas conjunturais estão ligados a este problema social. Contudo, estão surgindo novas e diferentes ocupações que exigem do indivíduo qualificação tecnológica acima de tudo, bem como a reciclagem de conhecimentos e a diversidade de aptidões.

Os contornos das carreiras que ganham espaço valorizam, mais que a especificidade, a capacidade de adaptação. Por um lado, esta decorre da abertura do leque de opções de trabalho. Mas, por indicar também que as profissões estão sendo reinventadas várias vezes ao longo de uma carreira, estimulam a criatividade dos profissionais. Desta forma, quem não souber aprimorar-se será ultrapassado.

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Medium 9788527708869

17 Determinantes da Execução Bem-sucedida do Salto com Esquis

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 17

Determinantes da Execução

Bem-sucedida do Salto com Esquis

P.V. KOMI E M. VIRMAVIRTA

Introdução

Salto com esquis é um esporte excitante que requer habilidades complexas e envolve várias fases — aproximação, propulsão, vôo e preparação para aterrizagem — cada uma das quais tem importância para o comprimento do salto. Em geral a execução inclui tanto fatores balísticos quanto aerodinâmicos (Fig. 17.1).

Os fatores balísticos incluem a velocidade e a posição de liberação a partir da rampa de propulsão, ao passo que os fatores aerodinâmicos durante a propulsão e o vôo influenciam as propriedades de deslizamento do sistema saltador/esqui (velocidade, trajes, área de superfície, postura do saltador/esqui, turbulência e forças de resistência e de elevação). É importante perceber que tanto os fatores balísticos quanto os aerodinâmicos exigem necessidades especiais do saltador, de modo que ele possa maximizar de modo ótimo a elevação vertical e minimizar as forças de arrasto.

A propulsão é provavelmente a fase mais importante para toda a execução do salto com esquis. O objetivo da propulsão é aumentar a elevação vertical e simultaneamente manter ou até aumentar a velocidade horizontal de liberação. Assim sendo, é importante enfatizar que é o saltador e sua habilidade para executar uma propulsão habilidosa, e a subseqüente fase de vôo que finalmente determinam o comprimento do salto. Por esta razão, muito é exigido do sistema neuromuscular do saltador, especialmente em função da exigüidade de tempo disponível para a execução da propulsão.

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Medium 9788536317687

9 A bola em jogo no tênis: o domínio das técnicas avançadas

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

9

A BOLA EM JOGO NO TÊNIS:

O DOMÍNIO DAS TÉCNICAS AVANÇADAS

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

As técnicas avançadas cumprem a funmodelos estratégico-táticos. As técnicas avanção de articulação dos fundamentos técniçadas permitem encontrar os caminhos mais cos básicos do tênis já consolidados com os eficientes para a otimização da performance modelos estratégico-táticos desse esporte. esportiva (Schönborn, 1999). No entanto,

Essa fase da especialização esportiva requer cabe ressaltar a importância da experiência a estabilidade e a consistência dos fundamotora adquirida durante o desenvolvimento mentos técnicos básidos fundamentos básicos. A partir disso, o tecos do esporte.

As técnicas avançadas renista deverá desenvolpresentam uma fase da especialiver a capacidade de zação esportiva na qual o tenista

A RELEVÂNCIA aplicação da técnica deve executar os golpes básicos e

DA EXPERIÊNCIA desportiva de acordo suas variações com uma ótima reMOTORA com as diferentes situalação entre controle, precisão e

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Medium 9788580551815

Capítulo 11 - Desenvolvimento do movimento fundamental: habilidades de manipulação

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

C A P Í T U L O 11

Desenvolvimento do Movimento

Fundamental: Habilidades de

Manipulação

PALAVRAS-CHAVE

Habilidades motoras fundamentais

Sequências de desenvolvimento

Sequências do corpo inteiro

Sequências dos componentes

Padrão ipsilateral

Padrão contralateral

Competência motora

Sequências internas das habilidades

Sequências desenvolvimentais

Restrições da tarefa

Restrições do ambiente

Restrições do indivíduo

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Descrever as sequências de desenvolvimento das cinco habilidades de manipulação

• Observar a performance da criança na habilidade de manipulação e identificar o estágio desenvolvimental em que ela se encontra

• Comparar as abordagens do corpo inteiro versus dos componentes nas sequências do desenvolvimento

• Identificar as restrições-chave do indivíduo, da tarefa e do ambiente que atuam sobre as habilidades de manipulação

• Identificar as principais diferenças entre meninos e meninas na aquisição das habilidades de manipulação

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Medium 9788580550771

17. O Joelho e as Estruturas Relacionadas

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

17

O Joelho e as Estruturas

Relacionadas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural e funcional normal do joelho.

• Demonstrar os vários testes da estabilidade de ligamentos e meniscos discutidos neste capítulo.

• Explicar como as lesões no joelho podem ser prevenidas.

• Comparar e contrastar as diferenças entre homens e mulheres em termos de lesões no ligamento cruzado anterior (LCA).

■ Sumário

• Discutir fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões em ligamentos e meniscos.

• Identificar os vários fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões que ocorrem na articulação patelofemoral e no mecanismo dos extensores.

• Elaborar protocolos de reabilitação apropriados para joelhos lesionados.

■ Palavras-chave

Anatomia do joelho 495

patela alta

hemartrose

Anatomia funcional 500

patela baixa

translação

Avaliação da articulação do joelho 501

geno valgo

Prevenção de lesões no joelho 515

geno varo

síndrome do atrito do trato iliotibial

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Medium 9788580550771

2. Nutrição e Suplementos

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

2

Nutrição e Suplementos

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Distinguir as seis classes de nutrientes e descrever as suas principais funções.

• Explicar a importância de uma boa nutrição no desempenho e na prevenção de lesões.

• Avaliar as vantagens e desvantagens dos suplementos alimentares.

• Discutir as práticas populares de ingestão de alimentos sólidos e líquidos.

■ Sumário

• Discutir as vantagens e desvantagens de fazer uma refeição antes do evento.

• Distinguir peso corporal e composição corporal.

• Explicar o princípio do saldo calórico e o modo de sua avaliação.

• Avaliar a composição corporal por meio do compasso de dobras cutâneas.

• Avaliar os métodos de perda e ganho de peso.

• Reconhecer os sinais de bulimia e anorexia nervosas.

■ Palavras-chave

Princípios da nutrição 63

aminoácidos

obesidade

Fontes de energia 64

osteoporose

célula adiposa

Nutrientes reguladores 66

deficiência de lactose

composição corporal

Necessidades e recomendações de nutrientes 69

anemia

Suplementos alimentares 71

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Medium 9788536309071

6. Outras Sicilianas Abertas

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

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John Emms

qüência mantêm um sabor Taimanov, deixando o peão-d na casa original, de maneira que o bispo-f8 possa ser desenvolvido ativamente na diagonal f8-a3. Às vezes, as pretas desenvolvem o outro bispo em b7, após um ...a7-a6 e ...b7-b5 introdutório.

5 Cc3

As brancas se desenvolvem no estilo normal. Outra grande possibilidade para as brancas é 5 Cb5 (veja a Partida 37).

5...Dc7

Esse pequeno lance de dama é uma característica dessa variante. Em c7, a dama controla a grande diagonal b8-h2, podendo também influenciar eventos na coluna-c meio-aberta.

6 Be2

Embora esse lance seja a linha principal da Taimanov, as brancas têm outras opções, incluindo 6 Be3, 6 f4 e 6 g3. O lance 6 Cdb5, atacando a dama preta, não

é tão perigoso como parece. As pretas replicam com 6...Db8! e, mais tarde, ganham tempo no cavalo, com o avanço ...a7-a6.

6...a6

Apesar de tudo o que foi dito anteriormente, as pretas fazem um bom negócio em eliminar quaisquer possibilidades futuras de Cb5. É claro que esse lance também pode ser uma preliminar ao contra-jogo na ala da dama com ...b7-b5.

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Medium 9788536327136

20. Métodos Mistos de Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 20

MÉTODOS MISTOS DE PESQUISA

Enquanto diziam entre eles que isto não poderia ser feito, já estava feito.

Helen Keller

O

s métodos mistos de pesquisa são relativamente novos em educação física. Por muito tempo, os acadêmicos em muitas áreas de pesquisa acreditavam que combinar métodos quantitativos e qualitativos em um único estudo ou programa de pesquisa era impraticável. Pesquisadores quantitativos e qualitativos brigavam sobre a superioridade de seus métodos (Denzin, 2008; Gelo, Braakmann e Benetka, 2008; Hatch, 2006; Reichardt e Rallis, 1994; Shavelson e Towne, 2002). Gage (1989) caracterizou esses debates como a “guerra de paradigmas” e sugeriu que eles não fariam a pesquisa progredir. Outros, contudo, continuaram a sugerir que um método era superior ao outro.

A citação de Helen Keller captura o que aconteceu durante esse debate. Os pesquisadores começaram combinando métodos e formulando questões que não poderiam ser respondidas usando somente pesquisa qualitativa ou quantitativa. Foram publicados livros que discutiam pesquisa de métodos mistos (ver, p. ex., Green e Caracelli, 1997, para um dos primeiros). Então os pesquisadores descobriram que o uso de métodos mistos ajudava a responder a questões sobre tópicos similares.

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Medium 9788536314389

7. Desenhos metodológicos (I) Etnografia, estudo de caso(s) e pesquisa-ação

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

7

Desenhos metodológicos I

Etnografia, estudo de caso(s) e pesquisa-ação

Adroaldo Gaya

Neste e nos seguintes capítulos, vamos nos dedicar a discorrer sobre os principais desenhos metodológicos para a pesquisa em ciências do movimento humano.

Trataremos inicialmente, neste capítulo, das principais abordagens relacionadas aos modelos de pesquisa predominantemente qualitativos: a etnografia, o estudo de caso e a pesquisa-ação. Posteriormente, no Capítulo 8, trataremos das pesquisas do tipo experimental e, no Capítulo 9, das pesquisas do tipo ex post facto.

ETNOGRAFIA

O interesse dos antropólogos em registrar os hábitos de vida e a cultura dos povos submetidos à colonização européia no final do século XIX e no início do século

XX deu origem à moderna etnografia. Antropólogos, principalmente ingleses, preocupados com a influência dos colonizadores europeus sobre as culturas locais, deslocavam-se para essas longínquas regiões e realizavam observação com a intenção de descrever e preservar a memória cultural desses povos.

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Medium 9788536327136

11. Medidas de Variáveis de Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 11

MEDIDAS DE VARIÁVEIS

DE PESQUISA

A vida média de uma bola de beisebol da liga principal é de sete arremessos.

U

m passo básico no método científico de solução de problemas consiste na coleta de dados; por isso, é necessário algum conhecimento sobre a teoria básica de medida. (Podemos destacar que, embora seja discutida aqui como ferramenta de pesquisa, a medida, por si só, é uma área de pesquisa.) Neste capítulo, evidenciamos os critérios fundamentais para julgar a qualidade das medidas usadas na coleta de dados de pesquisa: a validade e a fidedignidade. Explicamos diferentes tipos de validade e diferentes modos de estabelecer a validade e a fidedignidade. (A confiabilidade da pesquisa qualitativa é abordada no Cap. 19.) Concluímos com alguns temas relativos às medidas de movimento, de respostas escritas em instrumentos de papel e lápis, de comportamento afetivo e de conhecimento.

Validade

Ao reunir os dados que darão origem aos resultados, também nos preocupamos muito com a validade das medidas usadas. Vejamos um exemplo. Se o estudo busca comparar métodos de treinamento para produzir ganhos de força, o pesquisador deve obter escores capazes de gerar uma medida válida de força para avaliar os efeitos desses métodos. A validade da medida indica em que grau os escores do teste ou do instrumento medem o que se pretende medir. Portanto, ela se refere à solidez da interpretação dos escores de um teste, a consideração mais importante na medida.

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Medium 9788527718622

4 ASPECTOS PSICOLÓGICOS

Cunha, Sergio Augusto Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Aspectos Psicológicos

4

Introdução

Psicologia do esporte e do futebol

O grupo/equipe de futebol

Coesão grupal

Liderança

Motivação

Considerações finais

Referências

Introdução

O futebol moderno, entendido tanto como prática social de maior expressão da sociedade brasileira quanto como fenômeno esportivo de maior repercussão mundial, tem voltado suas preocupações para o treinamento das habilidades esportivas específicas dessa modalidade, assim como para o aprimoramento das capacidades físicas, técnicas, táticas e psicológicas dos atletas. A preparação das capacidades psicológicas deve acontecer como parte do processo de treinamento, assim como os trabalhos de preparação física, técnica e tática, apontados em outros capítulos.

Frequente nos discursos de atletas, comissão técnica e mídia, a importância da psicologia do esporte na preparação e no treinamento de jogadores de futebol vem sendo bastante ressaltada, ao ponto de atualmente muitos clubes de futebol profissional possuírem um psicólogo esportivo como membro da comissão técnica. Entretanto, vale ressaltar que o psicólogo ainda é visto como “bombeiro”, solicitado, salvo exceções, para “apagar” e contornar problemas emergentes que requerem soluções imediatas.

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Medium 9788527708869

12 Esqui de Fundo: Técnica, Equipamento e Fatores Ambientais que Afetam o Desempenho

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 12

Esqui de Fundo: Técnica, Equipamento e

Fatores Ambientais que Afetam o

Desempenho

G.A. SMITH

Introdução

Relativamente poucos esportes têm passado por alterações técnicas revolucionárias sem abandonar as técnicas tradicionais. Por exemplo, no salto em altura, o “salto de Fosbury” descartou completamente as técnicas mais antigas. Praticamente ninguém mais realiza um salto em altura com as técnicas de “straddle” ou de

“western roll”. No esqui de fundo, o desenvolvimento revolucionário da patinação como uma técnica de corrida ocorreu no início da década de 1980. As vantagens no desempenho do esqui de patins tornaram-se facilmente aparentes na primeira ou segunda temporada, e antes de 1985 a patinação dominou a competição de esqui de elite. Na tentativa de recuperar a tradicional técnica de esqui, a International Ski Federation declarou que os eventos da Copa Mundial seriam divididos em competição “clássica” e “técnica livre”. As competições clássicas consistiriam em patinação restrita, enquanto as competições de técnica livre seriam não-restritas. A divisão meio clássica, meio livre da programação da Copa Mundial que foi sugerida pela International

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Medium 9788577800728

7 Comunicando a marca esportiva

Rein, Irving Grupo A - Bookman PDF

212 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

7

Comunicando a marca esportiva

A Hartford Wolf Pack, uma das equipes da American Hockey League, substituiu o time dos Hartford Whalers, da National Hockey League, em 1997, e tem desde então tentado construir e comunicar a sua marca, com resultados no máximo modestos. Como tantas outras equipes de alto nível das ligas menores, ela se vale dos programas usuais de divulgação – promoções, eventos na mídia local, sites na Internet e newsletters programados para estabelecer comunicação com a base de fãs e conexões com a mídia. Um dos principais componentes da estratégia de comunicação da marca consiste na ênfase de larga escala no atendimento das carências da comunidade. A equipe patrocina várias iniciativas comunitárias, como a Fundação Comunitária, os programas Golfe para Crianças, Bowl-a-Thon, Chariots of Hope, NHL Street

Wolves, o Acoustic Café CD, e um Centro de Reivindicações. A Fundação Comunitária dá apoio a outras 25 organizações, dentre elas a Connecticut Special Olympics e o Exército da Salvação, e o programa Chariots of Hope é centrado numa versão do hóquei no gelo batizada sled, um jogo com equipamento diferenciado que possibilita sua prática por crianças e adultos fisicamente desfavorecidos.¹ A Hartford Pack tem um orçamento limitado de publicidade e, ao destacar programas voltados para as necessidades comunitárias, mira em dois objetivos de conexão com os fãs. Em primeiro lugar, tenta gerar mídia gratuita que colabore para o surgimento de um clima de entusiasmo e interesse legítimo pela equipe, nada que tenha sido obtido mediante pagamento. Em segundo lugar, se os membros da comunidade considerarem que o envolvimento e compromisso da equipe com suas causas são válidos, poderão retribuir comprando ingressos para seus jogos, e comparecendo para estimular a equipe.

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Medium 9788527718622

1 ASPECTOS HISTÓRICO-SOCIAIS

Cunha, Sergio Augusto Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Aspectos Histórico-sociais

1

Os jogos semelhantes nas civilizações antigas

O surgimento do futebol e sua chegada ao Brasil

A difusão pelo mundo, os Jogos Olímpicos e as Copas do Mundo

O futebol feminino

O surgimento do futebol como meio lucrativo

A questão da violência no futebol

A violência em sua origem

A violência no campo de futebol

A violência da torcida

O futebol como fator de ascensão social

A evolução das regras

Referências

Os jogos semelhantes nas civilizações antigas

O futebol advém de muitas atividades antigas com a bola. Muitos lugares do mundo praticavam algo parecido com o futebol, porém cada um desses jogos tinha suas características próprias e servia como divertimento para a população. A primeira prática relacionada com o futebol foi criada no Japão em 2600 a.C., utilizada para o treinamento militar, e tornou-se conhecida com o nome de kemari. Passaram-se

100 anos até que aparecesse uma atividade mais próxima do futebol praticado atualmente. Trata-se do tsu-chun. Com sua origem na China em 2500 a.C., era praticado com uma bola de couro com o objetivo de marcar gols na abertura de 50 centímetros no centro de uma cortina de seda de 10 metros de altura (Leal, 2001).

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