220 capítulos
Medium 9788580550771

21. Antebraço, Punho, Mão e Dedos

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

Fisioterapia na Prática Esportiva

641

ANATOMIA DO ANTEBRAÇO

Musculatura do antebraço

Ossos

Os músculos do antebraço consistem em flexores e pronadores, que estão em posição anterior, e extensores e supinadores, que se encontram posteriormente. Os flexores de punho e dedos são separados em músculos superficiais e profundos (Fig. 21.2). Os flexores profundos têm origem na ulna, no rádio e na membrana interóssea anteriormente; os flexores superficiais se originam no côndilo medial do úmero. Os extensores de punho e dedos se originam no aspecto posterior do côndilo lateral do úmero

(Tab. 21.1).

Os ossos do antebraço são a ulna e o rádio (Fig. 21.1).

A ulna, que se acredita que seja uma extensão direta do

úmero, é um osso longo, reto e maior proximalmente do que distalmente. O rádio, considerado uma extensão da mão, é mais espesso distalmente do que proximalmente.

Articulações

O antebraço possui três articulações: radioulnar proximal, média e distal. A articulação radioulnar proximal é uma articulação em pivô, que se move em um anel formado pela ulna, pelo ligamento anular.

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Medium 9788580550771

18. Coxa, Quadril, Virilha e Pelve

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

18

Coxa, Quadril, Virilha e Pelve

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural normal da coxa.

• Fazer a avaliação de uma coxa lesionada.

• Reconhecer corretamente as várias lesões que podem ocorrer em estruturas anatômicas da coxa.

• Revisar a anatomia de quadril, virilha e região pélvica.

• Avaliar com precisão as lesões que ocorrem no quadril, na virilha, na pelve e na área que os circundam.

• Esboçar etiologia, sinais e sintomas e procedimentos de tratamento de lesões que ocorrem na pelve, no quadril e na virilha.

• Desenvolver um plano de reabilitação generalizado para lidar com lesões de coxa, quadril, virilha e pelve.

■ Sumário

Anatomia da coxa 544

Anatomia funcional da coxa 546

Anatomia funcional de quadril, virilha e região pélvica 557

Avaliação da coxa 547

Avaliação de quadril, virilha e pelve 557

Prevenção de lesões de coxa, quadril, virilha e região pélvica 547

Reconhecimento e tratamento de lesões específicas de quadril, virilha e pelve 562

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Medium 9788527708869

11 Fatores Determinantes do Desempenho na Patinação de Velocidade

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 11

Fatores Determinantes do Desempenho na

Patinação de Velocidade

J.J. DE KONING E G.J. VAN INGEN SCHENAU*

Introdução

A patinação de velocidade pode ser descrita por um modelo de fluxo de energia. Tal modelo inclui expressões que descrevem tanto a geração de energia mecânica a partir dos substratos químicos como o destino do fluxo de energia. Estes modelos são

úteis para a avaliação quantitativa da influência de variáveis técnicas, fisiológicas e ambientais no desempenho da patinação de velocidade. O objetivo deste capítulo é explicar a natureza peculiar da técnica de patinação de velocidade e demonstrar os efeitos de vários fatores determinantes no desempenho da patinação de velocidade, através de um modelo baseado no fluxo de energia.

Técnica de patinação de velocidade

Na maioria dos padrões de locomoção, os humanos geram forças propulsoras, agindo no meio ambiente em uma direção oposta

àquela do movimento. Um corredor, por exemplo, pressiona posteriormente contra um local fixo na superfície para propulsionar a si mesmo em uma direção para frente (Fig. 11.1a). Mesmo no ciclismo, onde parece não haver contato rígido com o solo, forças são direcionadas através do pneu para locais fixos na estrada. Na patinação de velocidade, entretanto, ocorre algo essencialmente diferente. Em razão das qualidades peculiares do gelo, os patinadores são capazes de deslizar em velocidades relativamente altas na desejada direção anterior. Os patinadores fazem uso da chamada “técnica de deslizamento”, que significa que os movimentos propulsores contra o gelo são feitos enquanto os patins continuam a deslizar anteriormente (van Ingen Schenau et al. 1987; de Koning et al. 1995). Entretanto, quando um patim está deslizando para a frente, é impossível gerar forças propulsoras, impulsionando para uma direção contrária. A única direção possível para uma propulsão efetiva é em ângulos retos relativos ao movimento de deslizamento dos patins (Fig. 11.1b). A dificuldade da técnica de patinação está na transformação dos impulsos laterais em uma velocidade anterior. Esta transformação pode ser mais bem explicada por meio das Fig. 11.1b e Fig. 11.2.

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Medium 9788536309064

7. Meio-jogo: ataque

Sadler, Matthew Grupo A - Artmed PDF

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Matthew Sadler

1. Abrir linhas para as peças

2. Enfraquecer a estrutura e as defesas adversárias

ABRINDO LINHAS PARA AS PEÇAS

Do meu ponto de vista, o ataque ideal é aquele em que cada uma das minhas peças está atacando o rei, e nenhuma peça adversária o está defendendo! É claro que, na prática, isso raramente acontece, pois o adversário nunca ajuda tanto assim. Porém, o objetivo geral é chegar o mais próximo possível da situação ideal. Por quê? Porque, quanto maior seu poder de fogo e quanto menor o poder defensivo do adversário, maior é a probabilidade de que seu ataque seja bemsucedido e você ganhe a partida. É importante manter as coisas simples para você mesmo! Assim, seu objetivo não é apenas atacar o adversário com sua dama e suas peças menores, é preciso também usar as torres. É preferível, claro, não ter de sacrificar uma torre para se livrar de um peão defensivo caso você tenha condição de fazer a mesma coisa com um peão.

Por que você quer abrir uma coluna? Para abrir caminho, permitindo que suas peças atinjam a posição adversária. Suas peças não podem fazer nada se não conseguirem se aproximar da estrutura adversária. Como abrir uma coluna para elas? Bem, você terá de livrar-se de seu próprio peão nessa coluna. Assim, com base no Diagrama 1, pode-se identificar um dos objetivos de 11 g4!: as brancas desejam abrir a coluna-g, trocando seu peão dessa coluna pelo peão preto da coluna-f. Por que elas desejam abrir essa coluna específica? Bem, o rei preto está na coluna-g, com cobertura de apenas um peão, o que não é uma parede defensiva particularmente consistente. Uma torre naquela coluna deixará o rei muito nervoso!

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Medium 9788527708869

5 Ciclo de Alongamento-Encurtamento da Função Muscular

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 5

Ciclo de Alongamento-encurtamento da Função Muscular

P.V. KOMI E C. NICOL

Introdução

Os exercícios musculares têm sido classificados tradicionalmente nos tipos estáticos e dinâmicos. Entretanto, mesmo se esta classificação for adicionalmente ampliada para abranger as formas isoladas de ações musculares isométrica, concêntrica e excêntrica, isto não descreve corretamente a natureza verdadeira da função muscular e suas formas de contração. Os exercícios musculares raramente, ou nunca, envolvem formas puras de tipos de contração isoladas. Isto porque os segmentos do corpo são periodicamente sujeitos a forças de alongamento ou impacto. A corrida, a marcha e o saltitar são exemplos típicos de como as forças externas (por exemplo, gravidade) alongam o músculo. Nesta fase particular, o músculo está atuando excentricamente, e uma ação concêntrica se segue (encurtamento). De acordo com a definição de ação excêntrica, os músculos devem estar ativos durante o alongamento. Estas combinações de ações excêntrica e concêntrica formam um tipo natural de função do músculo chamado de ciclo de alongamento-encurtamento, ou CAE (Norman

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