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Medium 9788580550467

7 Forças em vigas e cabos

Beer, Ferdinand Grupo A - AMGH PDF

356

7

Mecânica vetorial para engenheiros: estática

Forças em vigas e cabos

*7.1

7.1 Introdução

7.2 Forças internas em elementos

7.3 Diversos tipos de carregamento e de apoio

7.4 Esforço cortante e momento fletor em uma viga

7.5 Diagramas de esforço cortante e de momento fletor

7.6 Relações entre carregamento, esforço cortante e momento fletor

7.7 Cabos com cargas concentradas

7.8 Cabos com cargas distribuídas

7.9 Cabo parabólico

7.10 Catenária

᭿

B

–F

B

C

C

A

F

–F

C

F

–F

A

F

(a)

(b)

Figura 7.1

B

–F

B

C

C

F

A

C

F

(a)

Figura 7.2

–F

A

F

(b)

–F

Introdução

Nos capítulos anteriores, foram considerados dois problemas básicos que envolviam estruturas: (1) determinar as forças externas que atuam em uma estrutura (Cap. 4) e (2) determinar as forças que mantêm unidos os vários elementos que formam uma estrutura (Cap. 6). O problema de determinar as forças internas que mantêm unidas as várias partes de um dado elemento será considerado agora.

Primeiro vamos analisar as forças internas nos elementos de uma estrutura, tais como o guindaste considerado nas Seções 6.1 e 6.10, observando que, enquanto as forças internas em um elemento reto sujeito à ação de duas forças podem produzir somente tração ou compressão nesse elemento, as forças internas em qualquer outro tipo de elemento geralmente produzem também cisalhamento e flexão.

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Medium 9788521627210

9 - ATIVIDADES TRANSVERSAIS

CAVALCANTE, José Ranieri Ribeiro LTC PDF

9

AT IVIDAD ES

T RA NSVERSAIS

9. 1 Introdução

É fato que a dependência das instituições (empresas,

órgãos governamentais, ONGs etc.) dos meios de comunicação é cada vez maior. Isso torna a estrutura de operação e manutenção do sistema de telecomunicações crescentemente crítica para o negócio.

Ao mesmo tempo, existe uma restrição cada vez maior de orçamento para gastos, o que leva à necessidade de fazer cada vez mais com menos. Esse aparente paradoxo entre a criticidade da execução das atividades de operação e manutenção e as restrições orçamentárias para sua execução nos conduz necessariamente a uma de duas alternativas:

✓✓�C onseguimos ser eficientes e eficazes executando as atividades de forma aceitável apesar das restrições postas;

✓✓�Não conseguimos realizar as atividades e sucumbimos à nossa própria ineficiência.

Evidentemente a segunda alternativa está fora de cogitação, então só nos resta conseguir equacionar o

Book Cavalcante.indb 149

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Medium 9788521632771

Capítulo 1 | Uma Introdução aos Conceitos Básicos

MYERS, Danny LTC PDF

1

Uma Introdução aos

Conceitos Básicos

Este livro foi escrito para estudantes de diversas especialidades: arquitetura, agrimensura, engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia estrutural; construção, projeto ou gestão imobiliária, empreendedorismo, manutenção e, até mesmo, economia.

Estudantes de economia podem achar possível pular algumas das análises-padrão, mas devem ser avisados que em muitos aspectos a construção é bastante diferente de outros setores da economia. Um importante objetivo deste texto é destacar estas distinções e esclarecer a natureza única da indústria. No Capítulo 1 começamos a esboçar as principais características das empresas envolvidas no mercado da construção, introduzindo a complexidade do processo de construção e a diversidade das atividades.

Conforme o capítulo se desenvolve, você perceberá que existem diversas maneiras de descrever a indústria da construção. A Tabela 1.1 identifica uma gama de atividades que podem ser incluídas em uma definição geral da indústria. Diferentemente, a

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Medium 9788521627104

CAPÍTULO 6 - BALANÇOS DE MASSA PARA SISTEMAS MULTIUNIDADES

HIMMELBLAU, David M.; RIGGS, James B. LTC PDF

CAPÍTULO 6

Balanços de Massa para

Sistemas Multiunidades

6.1

6.2

6.3

6.4

6.5

Conceitos Principais

Sistemas Sequenciais Multiunidades

Sistemas com Reciclos

By-pass e Purga

A Aplicação Industrial de Balanços de Massa

Ao estudar este capítulo, você deve ser capaz de

1. Escrever um conjunto de balanços de massa independentes para um processo envolvendo mais de uma unidade

2. Aplicar a estratégia de dez etapas para resolver os problemas de multiunidades (com e sem reações químicas), envolvendo correntes sequenciais, de reciclo, e/ou de by-pass e/ou de purga

3. Resolver problemas manualmente, em que um número modesto de unidades interconectadas está envolvido, fazendo os balanços apropriados

4. Usar os conceitos de conversão global e conversão de única passagem (sem recirculação) para resolver problemas de reciclo em reatores

5. Explicar a finalidade de uma corrente de reciclo, uma corrente de by-pass e uma corrente de purga

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Medium 9788502178014

1.9 Questões resolvidas de concursos

Pedroso de Andrade, Thiago Editora Saraiva PDF

d) Fissuras por viga em balanço

Fissuras inclinadas nas alvenarias provocadas pela flexão de vigas em balanço.

e)

Fissuras por deformação de lajes e vigas

Fissuramento em painéis de alvenaria causado pela excessiva deformação de lajes e vigas. A configuração varia em função dos valores das flechas desenvolvidas.

f)

Fissuras por carga concentrada carga concentrada

Fissuras inclinadas provocadas pela ação de cargas concentradas diretamente sobre a alvenaria.

1.9 Questões resolvidas de concursos

1) (CESPE/DFP/PERITO/ENGENHARIA CIVIL/2004) Sabe-se que os edifícios estão sujeitos a patologias de origens diversas, como fissuras, trincas, eflorescências, entre outras. A identificação, os métodos de análise e as soluções para cada tipo de problema são, em geral, diferentes. A respeito de patologias das obras de engenharia civil, julgue os itens a seguir.

(A) A exsudação pode ser identificada por meio do aparecimento de água na superfície logo

após a pega do concreto.

(B) A deformação da argamassa de assentamento em paredes submetidas a uma carga ver-

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Medium 9788521626350

Capítulo 2 – O Petróleo

BRASIL, Nilo Indio do; ARAÚJO, Maria Adelina Santos; SOUSA, Elisabeth Cristina Molina de (orgs.) LTC PDF

2

O Petróleo

Marco Antônio Farah

A American Society for Testing and Materials (ASTM) define o petróleo como “uma mistura de hidrocarbonetos, de ocorrência natural, geralmente no estado líquido, contendo ainda compostos de enxofre, nitrogênio, oxigênio, metais e outros elementos”.[1] O petróleo bruto está comumente acompanhado por quantidades variáveis de outras substâncias, tais como água, matéria inorgânica e gases dissolvidos. Uma vez que os constituintes do petróleo, hidrocarbonetos e os demais compostos presentes, podem ocorrer nos estados gasoso, líquido e sólido em proporções variáveis, forma-se uma dispersão coloidal.

O petróleo, em seu estado natural, não pode ser aproveitado de forma prática para outros fins que não o de fornecimento de energia via combustão, porém sua composição química, baseada em hidrocarbonetos de grande heterogeneidade molecular, abre caminhos para usos industriais especializados e sofisticados, como o requerido pelas modernas máquinas de combustão interna. Assim, o petróleo, também chamado de óleo cru, é a principal matériaprima empregada para produzir os derivados utilizados como combustíveis, lubrificantes e produtos petroquímicos.

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Medium 9788521633259

12 - Transistores de Efeito de Campo

HAMBLEY, Allan R. LTC PDF

Capítulo

12

Transistores de Efeito de Campo

O estudo deste capítulo habilitará você a:

JJ Entender a operação do MOSFET.

JJ Usar a técnica da linha de carga para analisar amplificado-

res FET.

JJ Analisar circuitos de polarização.

JJ Usar circuitos equivalentes de pequeno sinal para analisar

JJ Calcular os parâmetros de desempenho de várias configu-

rações de amplificadores FET.

JJ Selecionar uma configuração de amplificador FET que seja

adequada para uma dada aplicação.

JJ Entender a operação básica das portas lógicas CMOS.

amplificadores FET.

Introdução deste capítulo:

T

ransistores de efeito de campo (FETs) são dispositivos importantes usados em amplificadores e portas lógicas. Neste capítulo, discutiremos o transistor de efeito de campo com semicondutor de óxido metálico de modo aumentado (MOSFET), dispositivo principal que mostra os avanços rápidos da eletrônica digital sobre várias décadas passadas. (Existem vários outros tipos de FET, mas para simplificar nossa discussão, discutiremos apenas os MOSFETs de modo aumentado, que são atualmente o tipo mais importante.)

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Medium 9788577806522

2 - Quando as Coisas Funcionam Normalmente

Barros Neto, Benício de Grupo A - Bookman PDF

Capítulo

Quando as Coisas

Funcionam Normalmente

2

O que leva um pesquisador a fazer experimentos é o desejo de encontrar a solução de determinados problemas. Escrevemos este livro para mostrar como qualquer pesquisador (ou pesquisadora, naturalmente), aplicando as técnicas estatísticas apropriadas, pode resolver seus problemas experimentais de forma mais eficiente.

Queremos ensinar ao leitor o que fazer para tirar o melhor proveito dessas técnicas, não só na análise dos resultados experimentais, mas principalmente no próprio planejamento dos experimentos, antes de fazer qualquer medição.

Estatística é um termo que, merecidamente ou não, goza de pouca popularidade entre os químicos, e entre pesquisadores e engenheiros em geral. Quem ouve falar no assunto pensa logo num grande volume de dados, valores, percentagens ou tabelas, onde estão escondidas as conclusões que buscamos, e que esperamos que os métodos estatísticos nos ajudem a descobrir. Na verdade, analisar os dados é apenas uma parte da Estatística. A outra parte, tão importante quanto − se não mais

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Medium 9788521620686

Capítulo Quatorze - Ambiente Construído

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie LTC PDF

capítulo/Quatorze Ambiente Construído

James R. Mihelcic, Julie Beth

Zimmerman, Qiong Zhang

Neste capítulo, os leitores aprenderão sobre o ambiente construído e como o planejamento, projeto, a construção, operação e manutenção, além das questões relacionadas ao fim da vida do ambiente construído, afetam a sociedade e o ambiente. O planejamento de comunidades sustentáveis é discutido com os impactos ambientais associados com o uso tradicional de materiais de engenharia. Os conceitos de balanço térmico são relacionados com o entendimento de projeto adequado de estruturas energeticamente eficientes e minimização de ilhas urbanas de calor.

São apresentadas soluções para planejamento, projeto e construção de um ambiente construído mais sustentável.

Seções Principais

14.1

Introdução

14.2

Projeto em Função do Contexto

14.3

Edifícios

14.4

Materiais

14.5

Final de Vida Útil: Desconstrução, Demolição, Disposição

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Medium 9788521622413

Capítulo 1 - TENSÃO

PHILPOT, Timothy A. LTC PDF

1

TENSÃO

1.1 INTRODUÇÃO

As três áreas fundamentais da mecânica são estática, dinâmica e mecânica dos materiais (também chamada mecânica dos sólidos ou ainda resistência dos materiais). Estática e dinâmica dedicam-se principalmente ao estudo das forças externas e dos movimentos associados a partículas e corpos rígidos (isto é, objetos idealizados nos quais qualquer modificação de tamanho ou de formato devida a forças pode ser ignorada). A mecânica dos materiais estuda os efeitos internos causados pelas cargas externas que agem nos corpos reais e que deformam (considerando objetos que possam ser esticados, flexionados ou torcidos). Por que os efeitos internos em um objeto são importantes? Os engenheiros são requisitados para projetar e produzir vários objetos e estruturas como automóveis, aviões, navios, tubulações, pontes, edifícios, túneis, muros de contenção, motores e equipamentos. Independentemente da aplicação, entretanto, um projeto seguro e bem-sucedido deve levar em conta três aspectos relativos ao comportamento mecânico de seus objetos.

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Medium 9788521633570

20 - Potência em circuitos de corrente alternada

WAYGOOD, Adrian LTC PDF

Capítulo 20

Potência em circuitos de corrente alternada

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

1. definir os termos energia, trabalho, calor e potência e especificar suas unidades de medida no SI;

2. explicar o comportamento da potência em: a um circuito c.a. puramente resistivo b um circuito c.a. puramente indutivo c um circuito c.a. puramente capacitivo d um circuito R-L c.a. e um circuito R-C c.a.;

3. estabelecer a relação entre potência verdadeira (ou

“ativa”), potência reativa e potência aparente;

4. estabelecer as unidades de medida para: a potência verdadeira (ou “ativa”) b potência reativa c potência aparente;

5. transformar o diagrama fasorial de tensão em um diagrama de potência e deduzir as equações para as potências verdadeiras, reativa e aparente para circuitos R-L, R-C e R-L-C;

6. definir o termo “fator de potência”;

7. resolver problemas sobre potência em circuitos c.a.

Introdução

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Medium 9788521618041

25- Proteção Catódica

GENTIL, Vicente LTC PDF

25

Proteção Catódica

A proteção catódica é uma técnica que está sendo aplicada com sucesso no mundo inteiro, e cada vez mais no Brasil, para combater a corrosão das instalações metálicas enterradas, submersas e em contato com eletrólitos.

Seu conhecimento torna-se cada vez mais necessário aos engenheiros e técnicos, de um modo geral, devido à construção cada vez maior de oleodutos, gasodutos, tubulações que transportam derivados de petróleo e produtos químicos, adutoras, minerodutos, redes de água para combate a incêndio, emissários submarinos, estacas de píeres de atracação de navios, cortinas metálicas para portos, plataformas submarinas de prospecção e produção de petróleo, camisas metálicas para poços de água e de petróleo, navios e embarcações, equipamentos industriais, tanques de armazenamento de água, de óleo, de derivados de petróleo e de produtos químicos, cabos telefônicos com revestimentos metálicos, estacas metálicas de fundação e muitas outras instalações importantes.

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Medium 9788521620259

6 - Sistemas de Controle

WATTON, John LTC PDF

 6

Sistemas de Controle

6.1 Introdução aos Conceitos Básicos, o Atuador Hidromecânico

A interconexão de componentes para formar um sistema de controle em circuito fechado apresenta novos recursos, principalmente a consideração de erro de regime permanente e da velocidade do controle. O erro de regime permanente é função tipo de projeto, como um em que se utiliza uma servoválvula de carretel de centro aberto, enquanto a velocidade de controle é função de como o controle é dinamicamente obtido em combinação com as características dinâmicas do sistema. Foi demonstrado no Capítulo 5 que a compressibilidade e a inércia mássica do fluido têm papel dominante na caracterização dinâmica do sistema, de modo que esses aspectos não podem ser desprezados quando se considera a estabilidade dinâmica de um sistema de circuito fechado. Aumentar o ganho do sistema – por exemplo, aumentando o ganho do servoamplificador da servoválvula em um controlador de posição do atuador da servoválvula em circuito fechado – eventualmente poderá levar à instabilidade do circuito fechado. Isso resultará em severas oscilações, que rapidamente poderão causar danos no componente.

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Medium 9788521627425

Capítulo 3

TELLES, Pedro Carlos Silva LTC PDF

Capítulo

Editoração elletrônica –> UNA | www.editorauna.com.br

003-silvatelles

pág. 11

3

26.08.14 10:47:27

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Editoração elletrônica –> UNA | www.editorauna.com.br

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pág. 12

26.08.14 10:47:29

É

nisso que consiste a responsabilidade social da engenharia.

Infelizmente não são raros os casos em que os engenheiros não avaliam devidamente ou não se dão conta dessa responsabilidade, isto é, das consequências sociais e humanas daquilo que projetam ou daquilo que constroem. Uma das razões dessa negligência — principalmente entre os mais jovens — é porque a responsabilidade social da engenharia não costuma ser enfatizada, ou sequer mencionada, nos currículos das escolas: aprende-se a lidar com os materiais e com as leis físicas, mas não se aprende a lidar com seres humanos. Ensinam-lhes como projetar e como construir com economia e segurança, mas não lhes ensinam a encarar os problemas humanos consequentes das obras, ou como evitar ou minimizar esses problemas. O elemento humano é reduzido simplesmente a um número ou a um fator de produção

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Medium 9788521627104

CAPÍTULO 9 - BALANÇOS DE ENERGIA

HIMMELBLAU, David M.; RIGGS, James B. LTC PDF

CAPÍTULO 9

Balanços de Energia

9.1 Terminologia Associada com Balanços de Energia

9.2 Tipos de Energia a Serem Incluídos em Balanços de Energia

9.3 Balanços de Energia sem Reação

Ao estudar este capítulo, você deve ser capaz de

1. Definir ou explicar os seguintes termos: energia, sistema, sistema fechado, sistema sem escoamento, sistema aberto, sistema com escoamento, vizinhança, propriedade, propriedade extensiva, propriedade intensiva, estado, calor, trabalho, energia cinética, energia potencial, energia interna, entalpia, estado inicial, estado final, variável de estado, processo cíclico, função que dependente do caminho, calor específico

2. Selecionar um sistema adequado para resolver um problema, aberto ou fechado, estacionário ou não estacionário e fixar a fronteira do sistema

3. Converter energia de um sistema de unidades em outro sistema

4. Localizar rapidamente a fonte de valores de propriedades a partir de tabelas, gráficos, equações e banco de dados em computadores

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