1589 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521617570

Capítulo 9- Escoamento Viscoso, Incompressível, Externo

Fox, Robert W. Grupo Gen - LTC PDF

Capítulo 9

Escoamento Viscoso,

Incompressível, Externo

PARTE A CAMADAS-LIMITE

9-1

O CONCEITO DE CAMADA-LIMITE

9-2

ESPESSURAS DE CAMADA-LIMITE

9-3

CAMADA-LIMITE LAMINAR SOBRE PLACA PLANA: SOLUÇÃO

EXATA (TEXTO NO WEBSITE)

9-4

EQUAÇÃO INTEGRAL DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO

9-5

USO DA EQUAÇÃO INTEGRAL DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO

PARA ESCOAMENTO COM GRADIENTE DE PRESSÃO ZERO

9-6

GRADIENTES DE PRESSÃO NO ESCOAMENTO DE

CAMADA-LIMITE

PARTE B ESCOAMENTO DE FLUIDOS AO REDOR DE CORPOS IMERSOS

9-7

ARRASTO

9-8

SUSTENTAÇÃO

9-9

RESUMO E EQUAÇÕES ÚTEIS

ESTUDO DE CASO

A Aeronave Asa-Fuselagem Misturadas

O protótipo X — 48B em escala real no túnel da NASA.

(Cortesia de Boeing/Bob Ferguson.)

Pesquisadores estão testando um protótipo do X-48B

(em escala de 8,5%) com uma envergadura de asa igual a 6,3 m, uma aeronave que possui a asa e a fuselagem misturadas (BWB) e que pode ter aplicações militares e comerciais. A empresa Boeing Phantom Works fez parceria com a

NASA e com o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos

Estados Unidos da América do Norte (AFRL) para estudar

Ver todos os capítulos
Medium 9788570065063

Capítulo 17. BIOÉTICA

Oréfice, Rodrigo Lambert Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 17

BIOÉTICA

Antônio Ribeiro de Oliveira Jr.

Lucas José de Campos Machado

17.1 – Introdução

O desenvolvimento científico-tecnológico produz continuamente modificações de complexidade e magnitude crescentes em praticamente todos os aspectos da vida humana. Este processo necessita, pelos riscos e imprevisibilidade inerentes aos seus fins, meios e resultados, de um ordenamento moral, ético e jurídico. Portanto, tornou-se indispensável o estabelecimento de normas e comportamentos moralmente aceitáveis sobre qualquer ação humana que tenha algum reflexo nas pessoas e em seu ambiente. É disto que trata a bioética ou “ética da vida”.

17.2 – Histórico

A primeira referência ao termo bioética foi feita em 1971 pelo cancerologista norte-americano Potter, atribuindo um sentido mais global, voltado para o equilíbrio e preservação das relações entre os seres humanos e o ecossistema e da própria vida no planeta. Esta “Bioética Global” foi mais um referencial histórico, sendo progressiva e rapidamente transformada em uma de suas vertentes: a ética da saúde ou, mais especificamente, a ética biomédica, cujo objetivo é regular a moralidade da conduta dos agentes das ciências da vida.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521606727

CAPÍTULO 6 - O Laboratório de Sistemas de Controle

Golnaraghi, M. Farid Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO

6

O Laboratório de

Sistemas de Controle

c  6-1  INTRODUÇÃO

A maioria dos cursos de graduação em sistemas de controle possui laboratórios onde a resposta no domínio do tempo e o controle de motores cc são analisados. Portanto, o foco deste capítulo está nos problemas de laboratório – quais sejam, velocidade em resposta, controle de velocidade, resposta em posição e controle da posição dos motores cc. Neste capítulo, utilizando as facilidades do MATLAB e do Simulink, foi criada uma série de experimentos virtuais de laboratório, os quais foram elaborados para auxiliar os estudantes na compreensão dos conceitos discutidos nos Capítulos 4 e 5. Este capítulo também contém dois projetos de experimentos de controladores. Existem três classes de experimentos de simulação projetadas para este capítulo: SIMLab, Virtual Lab e Quarter Car Sim. Esses experimentos têm como objetivo complementar o envolvimento com a experimentação dos estudantes de um curso de controle tradicional que estão no nível de graduação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577802364

9 Cálculo de Redes

Gussow, Milton Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 9 • CÁLCULO DE REDES

167

Observe também que cada resistor no lado aberto tem dois resistores adjacentes nos lados fechados. Os resistores adjacentes a Ra são R1 e R3; os adjacentes a Rb estão os resistores R1 e R2; e os resistores adjacentes a Rc são

R2 e R3. Além disso, cada resistor pode ser considerado oposto ao outro nas duas redes. Por exemplo, o ramo aberto Rc é oposto ao lado fechado R1; Rb é oposto a R3 e Ra oposto a R2.

Exemplo 9.1 A Figura 9-4a mostra uma rede em Δ. Calcule as resistências de uma rede Y equivalente (Figura 9-4b) e desenhe a rede.

Coloque a rede Y dentro da rede Δ e calcule as resistências utilizando a regra de conversão de Δ para Y. (Veja a Figura

9-4c.)

(9-1)

(9-2)

(9-3)

A rede Y equivalente é

,

Exemplo 9.2 Dadas as resistências calculadas na rede Y do Exemplo 9.1, Ra = 1,2 Ω, Rb = 2 Ω e Rc = 3 Ω, confirme os valores das resistências equivalentes na rede Δ de R1 = 4 Ω, R2 = 10 Ω e R3 = 6 Ω.

Coloque a rede Y dentro da rede Δ como no exemplo anterior e calcule a resistência Δ aplicando a regra de conversão de Y para Δ. (Veja a Figura 9-4d.)

Ver todos os capítulos
Medium 9788527721462

15. O Impacto Científico das Publicações sobre Cosmecêuticos

Costa, Adilson Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

128

CC

Introdução

A vontade de estabelecer medidas acompanha o homem desde muito tempo e parece ter sempre estado na base do pensamento ocidental. O problema da medida sempre se centralizou na ciên­cia, culminando, há pouco tempo, com a medição da própria evolução e atividade científica.

Em 1955, Eugene Garfield publicou um artigo na revista

Science intitulado A new dimension in documentation through association of ideas. Nele, o autor propunha o que hoje conhecemos como cienciometria, definida como a ­área do saber “que trata da análise de aspectos quantitativos referentes à geração, propagação e utilização de informações científicas, com o fim de contribuir para o melhor entendimento do mecanismo de pesquisa científica como uma atividade social”.

A principal ferramenta utilizada para os estudos de cienciometria são os índices bibliométricos, obtidos, em geral, a partir de bancos de dados, onde se encontra catalogada parte da literatura científica mundial produzida ao ano.

A criação da cienciometria é uma das principais razões pelas quais, hoje, dispõe-se de tantas informações quantitativas sobre a ciên­cia e o motivo de se fazerem tantas comparações a respeito do desempenho científico, seja de um país, uma comunidade científica ou uma instituição.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577802364

14 Capacitância, Reatância Capacitiva e Circuitos Capacitivos

Gussow, Milton Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 14 • CAPACITÂNCIA, REATÂNCIA CAPACITIVA E CIRCUITOS CAPACITIVOS

319

negativamente. Quando a chave S1 se abre e S2 se fecha, os elétrons excedentes da placa B se deslocam através de S2 até a placa A (Figura 14-4b). Agora o capacitor se comporta como uma fonte de tensão, sendo a placa A o terminal positivo e a placa B o terminal negativo. O movimento de elétrons que saem da placa B reduz a carga negativa da mesma, e a chegada desses elétrons na placa A reduz a carga positiva desta placa. Esse movimento de elétrons continua até que não haja mais carga na placa A ou na placa B e a tensão entre as duas placas seja zero.

CAPACITÂNCIA

Eletricamente, a capacitância é a capacidade de armazenamento de carga elétrica. A capacitância é igual à quantidade de carga que pode ser armazenada em um capacitor dividida pela tensão aplicada às placas:

(14-1)

onde C = capacitância, F

Q = quantidade de carga, C

V = tensão, V

A Equação (14-1) pode ser reescrita como a seguir:

(14-2)

(14-3)

A unidade de capacitância é o farad (F). O farad é a capacitância que armazena um coulomb de carga no dielétrico quando a tensão aplicada aos terminais do capacitor é de um volt.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521620679

11. Ensaios de Fabricação

Garcia, Amauri Grupo Gen - LTC PDF

11

Ensaios de Fabricação

Ensaios de fabricação  avaliam características intrínsecas do material na etapa de produção.

Em geral, processos que envolvam a conformação de materiais — mais especificamente os metálicos — muitas vezes exigem o conhecimento do comportamento de determinada peça durante o processo de conformação. É comum utilizarem-se chapas ou fitas de espessura fina em processos de estampagem, ou ainda barras ou placas que devam ser dobradas ou curvadas, para dar a forma final de um determinado produto. Os ensaios de fabricação são utilizados para avaliar condições de conformação que evitarão o enrugamento ou trincas de bordas (no caso da estampagem de copos) ou geometrias de maior complexidade. São

úteis, também, para determinar as condições de esforços envolvidos entre a ferramenta de conformação e o material de trabalho (Fig. 11.1). No caso do dobramento, os ensaios de fabricação têm grande valor na determinação do retorno de curvatura, devido à elasticidade do material, permitindo obter-se valores físicos sobre o ajuste que será necessário dar ao

Ver todos os capítulos
Medium 9788502178014

2.1 Características reológicas e mecânicas do concreto

Pedroso de Andrade, Thiago Editora Saraiva PDF

2

Dimensionamento do concreto armado

2.1 Características reológicas e mecânicas do concreto

2.1.1 Características reológicas do concreto

Reologia é uma parte da Física que investiga as propriedades e o comportamento mecânico dos corpos deformáveis que não são nem sólidos nem líquidos.

A movimentação de umidade na pasta endurecida de cimento é a responsável pela reologia do concreto que causa a sua deformação.

A reologia do concreto estuda basicamente os fenômenos da retração e da fluência.

2.1.1.1 Retração

Retração é a redução de volume pela perda de umidade de um elemento de concreto seja no estado fresco, seja no estado endurecido.

Define-se, ainda, retração como a diminuição de volume do concreto ao longo do tempo, provocada principalmente pela evaporação da água não utilizada nas reações químicas de hidratação do cimento.

A retração do concreto ocorre mesmo na ausência de ações ou carregamentos externos e é uma característica comum e natural dos concretos. A retração

é um fenômeno complexo, sendo dividida em três partes; a principal é a que se chama retração capilar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577802364

17 Números Complexos e Impedância Complexa para Circuitos CA em Série

Gussow, Milton Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 17 • NÚMEROS COMPLEXOS E IMPEDÂNCIA COMPLEXA PARA CIRCUITOS CA EM SÉRIE

401

Calcule z:

Calcule θ:

Portanto,

Muitas calculadoras científicas têm teclas de funções que convertem entre si as formas polar e retangular. Algumas têm a capacidade de operar com números complexos sem conversões. Consulte o manual de sua calculadora para conhecer os detalhes específicos de como ela opera com números complexos. Caso a sua calculadora não tenha a função de conversão, as seguintes fórmulas podem ser usadas:

Polar para retangular,

Retangular para polar,

OPERAÇÕES COM NÚMEROS COMPLEXOS

Assim como fazemos com os números comuns, os números complexos podem ser somados, subtraídos, multiplicados e divididos.

Adição

Os números complexos podem ser somados quando são representados na forma retangular. Para somar dois ou mais números complexos, somamos entre si as partes real e imaginária e, em seguida, somamos os resultados. Por exemplo,

A adição de números complexos pode ser feita graficamente (Figura 17-6).

Soma resultante

Ver todos os capítulos
Medium 9788521622918

13. Capacitores de Potência

MAMEDE FILHO, João LTC PDF

13

Capacitores de Potência

13.1 INTRODUÇÃO

Capacitor, também conhecido como condensador, é um dispositivo capaz de armazenar uma determinada quantidade de energia num campo elétrico.

O primeiro dispositivo inventado acidentalmente no ano de 1746 que foi capaz de armazenar energia elétrica é conhecido como garrafa de Leiden, desenvolvido pelo professor Pieter da Universidade de Leiden, na Holanda.

Uma das principais aplicações dos capacitores está relacionada com a correção de fator de potência para evitar que a unidade de consumo seja onerada na sua conta de energia no final do mês devido ao excesso de consumo de energia reativa indutiva e/ou de demanda de potência reativa indutiva no horário das 6 h às 24 h. Para isso são instalados bancos de capacitores de baixa ou média tensão comandados ou não por contactores, disjuntores ou por chaves apropriadas como no caso das chaves de média tensão para manobra.

Os capacitores reunidos em banco sem nenhum controle da potência capacitiva injetada no sistema elétrico é denominado banco fixo. Já os bancos de capacitores manobrados através de controlador de fator de potência são denominados bancos automáticos e são empregados na compensação de cargas reativas indutivas cuja variação de demanda é lenta e que resulta em poucas manobras do banco de capacitores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521613930

B.3 (primeira) Lei de Fick da Difusão Binária

LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. LTC PDF
Medium 9788563308207

1 Introdução ao projeto de engenharia mecânica

Budynas, Richard Grupo A - AMGH PDF

30    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

O projeto mecânico é um empreendimento complexo que exige várias habilidades. Relações abrangentes precisam ser subdivididas em uma série de tarefas mais simples. A complexidade do assunto requer uma sequência em que os conceitos são introduzidos e reiterados.

Primeiro tratamos da natureza do projeto em geral e, depois, do projeto de engenharia mecânica em particular. Projeto é um processo repetitivo com muitas fases interativas. Existem muitos recursos para auxiliar o desenhador, entre os quais várias fontes de informação e diversas ferramentas computacionais de projeto. O engenheiro de projetos precisa não apenas desenvolver competência em seu campo, mas também cultivar um forte senso de responsabilidade e ética no desempenho da profissão.

Há papéis a serem cumpridos por códigos e padrões, os sempre presentes aspectos econômicos, a segurança e as considerações de responsabilidade pelo produto. A subsistência de um componente mecânico muitas vezes está relacionada à tensão e à resistência. Incertezas estão sempre presentes em projetos de engenharia e são resolvidas por meio do fator de projeto e do fator de segurança, seja em termos determinísticos ou estatísticos. A abordagem estatística trata da confiabilidade do projeto e requer dados estatísticos adequados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308191

Motores multicilíndric os

Norton, Robert Grupo A - AMGH PDF

Capítulo

14

MoToREs MULTICILíNDRICos

Dê uma boa olhada no motor,

é um deleite para os olhos.

MaCkNIgHt blaCk

14.0

INTRoDUÇÃo

O capítulo anterior abordou o projeto de um mecanismo biela-manivela como o utilizado em um motor monocilíndrico de combustão interna e bombas a pistão. Agora expandiremos o projeto para configurações com multicilíndricos. Alguns problemas decorrentes de forças e torques vibratórios podem ser amenizados por combinações apropriadas de múltiplos mecanismos biela-manivela em um mesmo virabrequim. O programa ENgINE

(ver Apêndice A), calculará as equações originadas neste capítulo e permitirá que o aluno exercite muitas variações do projeto de motores em um curto espaço de tempo. Alguns exemplos são fornecidos como arquivos para serem executados pelo programa. Estes são citados durante o capítulo. O aluno é encorajado a estudar esses exemplos com o programa

ENgINE para que possa desenvolver um entendimento das minúcias deste assunto. Consulte o Apêndice A para mais informações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527721462

22. Modelos in Vitro para Avaliação de Eficácia de Ingredientes Cosmecêuticos

Costa, Adilson Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

214

CC

Introdução

A inovação é um dos grandes pilares da indústria de cosméticos. Muito disso está relacionado com o lançamento de produtos cada vez mais eficazes aos consumidores, com os mais diferentes apelos, como a redução de rugas, manchas, estrias, celulites e maior hidratação, entre outros.

Até 2004, o desenvolvimento de novos ingredientes capazes de atuar nos mecanismos fisiopatológicos de cada um destes processos era feito por meio de estudos em animais.

Atualmente, graças à proibição pela Comunidade Europeia do uso de animais para pesquisas de segurança e eficácia de produtos cosméticos, os testes in vitro ganharam destaque e têm sido essenciais para garantir a velocidade de inovação das indústrias cosméticas. Esta proibição deve-se à evolução dos padrões éticos da sociedade. Entre as décadas de 1980 e 1990, os consumidores europeus começaram a questionar o uso e o sacrifício de animais para o desenvolvimento de cosméticos, cuja função, por definição, é de embelezar, perfumar, limpar, hidratar e trazer bem-estar ao in­di­ví­duo. Estes questionamentos mobilizaram a sociedade civil, que exigiu de seus representantes legais a aprovação de leis proibitivas para estes fins.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521614098

Capítulo 11 - Operações de Construção

Halpin, Daniel Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO 11

OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO1

11.1 MODELAGEM DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO

As operações de construção podem ser consideradas e definidas em termos de conjuntos específicos de tarefas de trabalho, em que a tarefa de trabalho é um componente básico ou elementar do trabalho. A tarefa de trabalho (ver Fig. 11.1)

é um componente do processo ou operação de construção rapidamente identificável, cuja descrição para um membro da equipe define o que está envolvido e é necessário para a tarefa de trabalho. As várias tarefas de trabalho são logicamente relacionadas de acordo com a tecnologia do processo de construção e do plano de trabalho. O plano de trabalho prescreve a ordem na qual os meios serão disponíveis para que a operação da construção execute as diversas tarefas de trabalho. A natureza e as relações entre as tarefas de trabalho, incluindo o tipo de equipamento e o material utilizado

1

Este capítulo é baseado em material apresentado em Planning and Analysis of Construction Operation, por Halpin and Riggs, Wiley, New York, 1992.

Ver todos os capítulos

Carregar mais