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Medium 9788521618294

Capítulo 4 Fundamentos de Balanços de Massa

FELDER, Richard M.; ROSSEAU, Ronald W. LTC PDF

Capítulo

4

Fundamentos de

Balanços de Massa

Certas restrições impostas pela natureza devem ser levadas em conta quando se quer projetar um novo processo ou analisar um já existente. Por exemplo, você não pode especificar uma entrada de 1000 g de chumbo em um reator e uma saída de 2000 g de chumbo ou de ouro ou de qualquer outra coisa. Da mesma maneira, se você sabe que existem 1500 lbm de enxofre contidas no carvão que é queimado por dia na caldeira de uma planta de energia, você não precisa analisar as cinzas e os gases de chaminé para saber que 1500 lbm de enxofre estão sendo liberadas por dia de uma forma ou de outra.

A base para ambas as observações é a lei de conservação da massa, que estabelece que a massa não pode ser criada nem destruída. (Neste livro não será levada em conta a quase infinitesimal conversão entre massa e energia decorrente das reações químicas.) Enunciados baseados na lei de conservação da massa, tais como “massa total de entrada ϭ massa total de saída” ou “(lbm enxofre/dia)ent ϭ (lbm enxofre/dia)saída” são exemplos de balanços de massa ou balanços de material. O projeto de um novo processo ou a análise de um já existente não estão completos até que se estabeleça que as entradas e saídas do processo inteiro e de cada unidade individual satisfazem as equações de balanço.

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Medium 9788521624011

Tópico I 1 - Prática de Desenho na Engenharia

LINDEBURG, Michael R. LTC PDF

Pré-Requisitos e

Suporte

1

� rática de Desenho

P

  na Engenharia

  1. Vistas Normais de Retas e Planos

  2. Retas Concorrentes e Perpendiculares

  3. Tipos de Vista

  4. Principais Vistas Ortográficas

  5. Vistas Ortográficas Auxiliares

  6. Vistas Ortográficas Oblíquas

  7. Vistas Ortográficas Oblíquas Axonométricas

  8. Vistas em Perspectiva

 9. Seções

10. Tolerâncias

11. Acabamento Superficial

1.  VISTAS NORMAIS DE RETAS E PLANOS1

A vista normal de uma reta é a sua projeção perpendicular em um plano paralelo a ela. Desta forma, todos os pontos da reta estão equidistantes do observador. Logo, o verdadeiro comprimento da reta pode ser visto e medido.

Algumas vezes uma reta pode ser vista de uma posição oblíqua e assim irá aparecer menor do que realmente é.

Neste caso, uma vista normal pode ser construída desenhando uma vista auxiliar (veja a Seção 1.5) por meio de uma ortográfica.2

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Medium 9788580550023

15. O SÉCULO XX E O MODERNISMO

Fazio, Michael Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 15

O SÉCULO XX E O MODERNISMO

O

desenvolvimento da arquitetura “moderna” foi bastante complicado, uma condição inevitável para o século XX. Ficou muito mais difícil avaliar tal complexidade em virtude da natureza polêmica dos muitos textos escritos por aqueles que defendiam ou atacavam o Movimento Modernista ou o Modernismo

Europeu. Ainda que uma análise superficial das edificações modernistas possa sugerir que tais obras sejam redutivistas ou desadornadas de todas as partes, exceto as essenciais, e – diriam alguns – apresentem pouco significado ou significado nenhum, esse não é o caso. Os fundadores do Modernismo queriam que suas edificações fossem didáticas; o objetivo era usá-las para instruir. Para se beneficiar dessa instrução, porém, é necessário ter consciência do que pode e do que não pode ser visto, ou seja, aquilo que foi eliminado da arquitetura que precedeu o Modernismo e a que os modernistas reagiam.

A NOÇÃO DE UMA ARQUITETURA MODERNA

Em função dos horrores da Primeira Guerra Mundial, muitos jovens arquitetos compartilhavam uma desilusão generalizada, na verdade, a sensação de que a cultura europeia falhara e precisava ser substituída por uma sociedade transformada; acreditavam que a arquitetura não só podia como devia ser um instrumento dessa transformação. Também acreditavam no poder do racionalismo e, em última análise, de suas criadas – a economia e a funcionalidade

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Medium 9788521624677

CAPÍTULO 8 - ESTACAS DE FUNDAÇÃO

BUDHU, Muni LTC PDF

C A P ÍT U L O

8

estacAS DE FUNDAÇÃO

8.0  INTRODUÇÃO

A estaca é um elemento estrutural longo, delgado, instalado no terreno para transferir as cargas estruturais para os solos a uma profundidade significativa abaixo da base da estrutura. Neste capítulo, serão estudados a capacidade de carga (capacidade de suporte) e o recalque de estacas isoladas ou grupo de estacas submetidas a cargas axiais e laterais. Ao final deste capítulo, você deverá ser capaz de:

• estimar a capacidade de carga admissível de uma estaca isolada ou de grupo de estacas;

• estimar o recalque de uma estaca isolada ou de grupo de estacas;

• estimar a capacidade de carga horizontal admissível e os deslocamentos horizontais de estacas carregadas horizontalmente.

8.1  DEFINIÇÕES DOS TERMOS PRINCIPAIS

Estaca é um elemento estrutural longo, delgado, constituído de aço ou concreto, ou madeira ou plástico ou a combinação destes materiais.

Estacas concretadas in situ (estaca escavada) é uma estaca construída utilizando concreto lançado em um préfuro.

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Medium 9788521628262

9 - Dipolos de Banda Larga e Técnicas de Casamento

BALANIS, Constantine A. LTC PDF

Capítulo

9

DIPOLOS DE BANDA LARGA E

TÉCNICAS DE CASAMENTO

9.1 INTRODUÇÃO

No Capítulo 4 as propriedades de radiação (diagrama, diretividade, impedância de entrada etc.) de antenas filamentares muito finas foram investigadas, admitindo-se que a distribuição de corrente, que é quase senoidal na maioria dos casos, era conhecida. Na prática, fios infinitamente finos (eletricamente) não são realizáveis, mas somente podem ser aproximados. Além disso, suas características de radiação (como diagrama, impedância, ganho etc.) são muito sensíveis em relação à freqüência. O grau em que essas características mudam com a freqüência depende da largura de banda da antena. No caso de aplicações que exigem cobertura de uma grande faixa de freqüências, como na recepção de todos os canais de televisão, antenas de banda larga se fazem necessárias. Há inúmeras configurações de antenas, especialmente de conjuntos, que podem ser usadas para fornecer grandes larguras de banda. Algumas configurações de dipolos simples e econômicas, incluindo dipolos cilíndricos e cônicos, podem, até certo ponto, ser usadas para esse fim.

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Medium 9788521626374

Capítulo 2 - Conversão e Dimensionamento de Reatores

FOGLER, H. Scott LTC PDF

Conversão e

Dimensionamento de Reatores

2

Seja mais preocupado com seu caráter do que com sua reputação, porque caráter é aquilo que você realmente é, enquanto reputação é apenas aquilo que os outros pensam que você é.

John Wooden, técnico, UCLA Bruins

Visão Geral. No primeiro capítulo, a equação geral do balanço molar foi deduzida e então aplicada aos quatro tipos mais comuns de reatores industriais. Uma equação de balanço foi desenvolvida para cada tipo de reator, e essas equações estão resumidas na Tabela R-1 no Capítulo 1. No Capítulo 2, mostraremos conceitualmente como podemos dimensionar e arranjar esses reatores, de tal modo que o leitor possa ver a estrutura do projeto de ERQ e não se perca em detalhes matemáticos.

Neste capítulo nós

•• Definimos conversão

•• Reescrevemos todas as equações de balanço para os quatro tipos de reatores industriais do Capítulo 1, em termos de conversão, X

•• Mostramos como dimensionar esses reatores (isto é, determinar o volume do reator), uma vez que a relação entre a velocidade de reação e a conversão é conhecida, ou seja, −rA = f(X) é dada

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Medium 9788521622918

8. Chaves Seccionadoras Primárias

MAMEDE FILHO, João LTC PDF

8

Chaves Seccionadoras

Primárias

8.1 INTRODUÇÃO

Segundo a NBR 6935, chave é um dispositivo mecânico de manobra que na posição aberta assegura uma distância de isolamento e na posição fechada mantém a continuidade do circuito elétrico nas condições especificadas.

A mesma norma define o seccionador como um dispositivo mecânico de manobra capaz de abrir e fechar um circuito, quando uma corrente de intensidade desprezível é interrompida ou restabelecida e quando não ocorre variação de tensão significativa através dos seus terminais. É também capaz de conduzir correntes sob condições normais do circuito e, durante um tempo especificado, correntes sob condições anormais, tais como curtos-circuitos.

Por interruptor se entende o dispositivo mecânico de manobra capaz de fechar e abrir, em carga, circuitos de uma instalação sem defeito, com capacidade adequada de resistir aos esforços decorrentes.

Já o seccionador interruptor é o dispositivo definido como interruptor e que, além de desempenhar essa função, é capaz de, na posição aberta, garantir a distância de isolamento requerida pelo nível de tensão do circuito. Ao longo deste capítulo, o seccionador também será chamado de chave seccionadora ou simplesmente chave, tendo em vista o uso já consagrado desses termos.

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Medium 9788521631293

CAPÍTULO 14 - A Transformada de Laplace

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. LTC PDF

CAPÍTULO 14

A Transformada de Laplace

NESTE CAPÍTULO

14.1 Introdução

14.2 A Transformada de

Laplace

14.3 Transformadas de Laplace de Pulsos e Impulsos

14.4 A Transformada Inversa de Laplace

14.5 Teoremas do Valor Inicial e do Valor Final

14.6 Solução das

Equações Diferenciais

que Descrevem um

Circuito

14.7 Análise de Circuitos

Usando Impedâncias e

Condições Iniciais

14.8 Função de Transferência e

Impedância

14.9 Convolução

14.10 Estabilidade

14.11 Expansão em Frações

Parciais Usando o

MATLAB

14.12 Como Podemos

Testar. . . ?

14.13 EXEMPLO DE

PROJETO: Porta do

Compartimento de Carga do Ônibus Espacial

14.14 Resumo

Problemas

Problemas com o PSpice

Problemas de Projeto

14.1 I n t r o d u ç ã o zz

Nos Capítulos 1 a 6, discutimos os circuitos que não possuem capacitores e indutores. Aprendemos muita coisa a respeito desses circuitos, entre elas o fato de que podem ser representados por equações algébricas.

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Medium 9788577802364

2 Padronizações e Convenções em Eletricidade

Gussow, Milton Grupo A - Bookman PDF

Capítulo 2

Padronizações e Convenções em Eletricidade

UNIDADES

INTRODUÇÃO

O sistema métrico internacional de unidades e dimensões, normalmente denominado de SI, é o sistema mais usado em eletricidade. A abreviação SI significa système internationale e suas unidades fundamentais são: comprimento, massa, tempo, corrente elétrica, temperatura termodinâmica, intensidade luminosa e quantidade de matéria (Tabela

2-1). Antigamente usava-se o sistema métrico MKS, onde M representa o metro (comprimento), K representa quilograma (massa) e S representa o segundo (tempo). As duas unidades suplementares do SI são o ângulo plano e o

ângulo sólido (Tabela 2-2).

Tabela 2-1 Unidades fundamentais do sistema métrico internacional

Grandeza

Unidade fundamental

Símbolo

Comprimento

Massa

Tempo

Corrente elétrica

Temperatura termodinâmica

Intensidade luminosa

Quantidade de matéria

metro quilograma segundo ampère kelvin candela mole

m kg s

A

K cd mol

Tabela 2-1 Unidades suplementares ao SI

Grandeza

Unidade

Símbolo

Ângulo plano

Ângulo sólido

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Medium 9788577260591

Capítulo 18 Análise matricial de vigas e pórticos pelo método da rigidez direta

Leet, Kenneth M. Grupo A - AMGH PDF

C

A

P

Í

T

U

L

O

Análise matricial de vigas e pórticos pelo método da rigidez direta

18.1 Introdução

No Capítulo 17, discutimos a análise de treliças usando o método da rigidez direta. Neste capítulo, estenderemos o método para estruturas nas quais as cargas podem ser aplicadas nos nós, assim como nos membros entre os nós, causando tanto forças axiais como cortantes e momentos. Enquanto para as treliças tivemos que considerar como incógnitas somente os deslocamentos de nó na montagem das equações de equilíbrio, para pórticos devemos adicionar rotações de nó. Consequentemente, três equações de equilíbrio, duas para forças e uma para momento, podem ser escritas para cada nó em um pórtico plano.

Mesmo que a análise de um pórtico plano usando o método da rigidez direta envolva três componentes de deslocamento por nó (u, ∆x, ∆y), frequentemente podemos reduzir o número de equações a serem resolvidas desprezando a mudança no comprimento dos membros. Em vigas ou pórticos típicos, essa simplificação introduz pouco erro nos resultados.

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Medium 9788521632368

19. Propriedades Térmicas

CALLISTER Jr., William D.; RETHWISCH, David G. LTC PDF

Capítulo

19 �

Propriedades Térmicas

Tira bimetálica

Dois Metais Unidos Um ao Outro com

Diferentes Coeficientes de Expansão

Temperatura Ambiente

Cobre

Ferro

Não Unidos

T > Temperatura

Ambiente

Unidos

(a)

Elemento Bimetálico em Espiral

Bulbo de

Mercúrio

© Steven Langerman

T > Temperatura

Ambiente

(b)

U

m tipo de termostato — um dispositivo empregado para regular a temperatura

© Kameleon007/iStockphoto

— utiliza o fenômeno da expansão térmica (o alongamento de um material ao ser aquecido). O coração desse tipo de termostato é uma tira bimetálica — tiras de dois metais com diferentes coeficientes de expansão térmica, os quais foram unidos ao longo de seus comprimentos. Uma alteração na temperatura fará com que a tira dobre; com o aquecimento, o metal com o maior coeficiente de expansão alongará mais, produzindo a direção de flexão mostrada na Figura (a). No termostato mostrado na Figura (b), a tira bimetálica consiste em uma bobina ou espiral; essa configuração proporciona uma tira bimetálica relativamente longa, com mais deflexão para uma dada variação de temperatura e maior precisão. O metal

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Medium 9788521632900

Capítulo 1 - Iniciando o trabalho de conclusão de curso

BIRRIEL, Eliena Jonko; ARRUDA, Anna Celia Silva LTC PDF

1

Iniciando o trabalho de conclusão de curso

em colaboração com Aline Dettmer

A

realização do trabalho de conclusão de curso

(TCC) ocorre normalmente nos últimos dois semestres dos cursos de graduação, porém a ideia do trabalho a ser realizado pode vir amadurecen‑ do desde o início do curso, quando o aluno entra em contato com as competências e habilidades do futuro profissional. Geralmente, nos cursos que englobam as ciências exatas, a maioria dos alunos divide‑se em dois grandes grupos: os que atuam em empresas e os que atuam em projetos de inicia‑

ção científica ou estágios nas instituições de ensino superior (IES). Aqueles que atuam em empresas devem estar atentos às oportunidades que surgem dentro do próprio ambiente de trabalho, inician‑ do, dessa forma, um histórico que poderá servir de tema para sua investigação no TCC.

O aluno que não trabalha em uma empresa relacionada com as ciências exatas também pode encontrar oportunidades em outras áreas, como segurança do trabalho, meio ambiente (geração, segregação e destino final de resíduos comerciais e da área da saúde), modelagem, simulação, levanta‑ mento de dados junto a órgãos públicos e projetos abordando a utilização sustentável de recursos hí‑ dricos (captação, distribuição e abastecimento de

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Medium 9788521616573

Capítulo 9. Instalações de Vapor

MACINTYRE, Archibald Joseph LTC PDF

C APÍTULO

9

INSTALAÇÕES

9.1

DE

VAPOR

CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

A utilização do vapor está ligada ao interesse em transportar, por escoamento, grandes quantidades de calor e energia entre locais distantes. Produzido numa caldeira, o vapor pode ser conduzido a máquinas, equipamentos e pontos de consumo, de uma forma econômica, controlada e com perdas relativamente reduzidas.

Alguns exemplos de utilização do vapor gerado são: o aproveitamento de sua energia no acionamento de uma turbina a vapor e o uso do seu calor para o aquecimento de água, em cozinhas e lavanderias, em autoclaves e esterilizadores hospitalares e notadamente em processos industriais.

O aquecimento pelo vapor pode realizar-se por condução, convecção e radiação, como veremos neste capítulo nas aplicações do vapor.

9.2

FORMAS DE VAPOR

O vapor de água é a água no estado gasoso resultante do aquecimento da mesma a uma temperatura e pressão determinadas.

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Medium 9788521624011

Tópico II 6 - Álgebra Linear

LINDEBURG, Michael R. LTC PDF

6

 1. Matrizes

  2. Tipos Especiais de Matrizes

  3. Matrizes de Linhas Equivalentes

  4. Menor Complementar e Cofatores

 5. Determinantes

  6. Álgebra Matricial

  7. Adição e Subtração de Matrizes

  8. Multiplicação de Matrizes

  9. Matriz Transposta

10. Singularidade e Rank

11. Matriz Adjunta Clássica

12. Matriz Inversa

13. Escrevendo Equações Lineares Simultâneas em

Forma Matricial

14. Resolvendo Equações Lineares Simultâneas

15. Autovalores e Autovetores

para a matriz A, a submatriz resultante da remoção da segunda linha e da segunda coluna é

Matemática

  Álgebra Linear

Matriz aumentada* é a matriz resultante da original quando esta é estendida pela repetição de uma ou mais de suas linhas ou colunas ou, então, pela adição de linhas ou colunas de outra matriz. Por exemplo, para a matriz

A, a matriz aumentada criada pela repetição da sua primeira e segunda colunas é

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Medium 9788521627388

8 - REPRESENTAÇÃO DE INTERVENÇÕES NO TERRENO EM ARQUITETURA E ENGENHARIA CIVIL

SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, Joáo; SOUSA, Luís LTC PDF

Capítulo

8

REPRESENTAÇÃO DE

INTERVENÇÕES NO

TERRENO EM

ARQUITETURA E

ENGENHARIA CIVIL

OBJETIVOS

Após estudar este capítulo, o leitor deverá estar apto a:

• Conhecer a teoria das projeções cotadas;

• Interpretar plantas e cartas topográficas e sua articulação com levantamento de perfis;

• Conhecer os conceitos fundamentais e aplicações dos sistemas de informação geográfica;

• Interpretar desenhos em estudos e projetos de planejamento regional e urbano;

• Analisar cartas e perfis geológicos;

• Executar estudos de implantação de obras.

008-silva-a

135

17.07.06, 04:57 PM

136

Capítulo Oito

8.1 INTRODUÇÃO

A amplitude dos domínios de aplicação da representação gráfica no âmbito dos conceitos da geometria e, em particular, do desenho técnico é inerente à realização humana e não tem limites. Está neste âmbito a aplicação do desenho técnico na intervenção no espaço em que vivemos, no sentido da sua configuração e sucessiva readaptação aos nossos desígnios de âmbito funcional e estético, este último tantas vezes negligenciado.

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