1589 capítulos
Medium 9788521624028

47 - Transferência de Calor por Radiação

Lindeburg, Michael R. Grupo Gen - LTC PDF

47

� ransferência de Calor por

T

  Radiação

Transferência de Calor

  1. Radiação Térmica

  2. Corpos Negros, Reais e Cinzentos

  3. Radiação de um Corpo

  4. Fator de Forma de Corpo Negro

  5. Fator de Forma de Corpo Cinzento

  6. Transferência de Calor por Radiação Líquida

  7. Teorema da Reciprocidade

  8. Radiação com Reflexão/Re-Irradiação

  9. Transferência de Calor Combinada

10. Condição de Equilíbrio com Transferência de Calor Combinada

11. Radiação Solar

12. Radiação Noturna

Nomenclatura

A área

E poder emitido

F fator

ℑ fator de forma de corpo

cinzento

G fluxo geométrico h coeficiente de filme q transferência de calor

por unidade de área

Q taxa de transferência

de calor

T temperatura

ft2 m2

Btu/h-ft2 W/m2

– ft2 m2

Btu/h-ft2-°F W/m2⋅K

Btu/h-ft2 W/m2

Btu/h

W

°R K

Símbolos a absorbância

ε emissividade

– r reflectância – – s constante de

Btu/h-ft2-°R4 W/m2⋅K4

Stefan-Boltzmann t transmissibilidade – –

Subscritos

12 do corpo 1 para o corpo 2

21 do corpo 2 para o corpo 1 a arranjo e emissividade i interior o exterior

Ver todos os capítulos
Medium 9788522474806

Os obstáculos à inovação (Maximiliano Carlomagno)

Carlomagno, Maximiliano Selistre Editora Atlas S.A. PDF

Cultura de Inovação 

125

Os mecanismos de incentivos fiscais para inovação têm surtido efeito, mas precisam ser intensificados e ampliados.

O terceiro eixo é a consolidação de um mercado formal de capital de risco para novos projetos. A base do sucesso do Vale do Silício, nos Estados Unidos, está centrada na disponibilidade de investidores dispostos a apostar em pequenos projetos ainda em fase inicial.

O quarto eixo de atuação é a qualificação da gestão da inovação. Um dos principais quesitos que determinaram a queda do Brasil no ranking de competitividade citado reside na discrepância entre a eficiência do setor privado e a baixa eficiência do setor público.

Nossas organizações precisam se capacitar, incorporar novas ferramentas de gestão e ter acesso a melhores práticas de inovação.

Com essas iniciativas podemos não apenas nos consolidar como uma economia forte, mas também como um local interessante para se investir e viver.

Trata-se de construir um legado que transcende os indicadores econômicos e que gerará enorme impacto social. Essa pode ser a marca deixada pelo governo da presidente Dilma. Mãos à obra.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521618041

28- Estudo de Casos

GENTIL, Vicente LTC PDF

28

Estudo de Casos

Durante minhas atividades como consultor, tive oportunidade de verificar vários casos de deterioração de materiais envolvendo processos corrosivos. Em alguns desses casos, se fossem considerados, já em fase de projeto, detalhes construtivos, a ocorrência de corrosão poderia ter sido evitada. É importante destacar, ainda, que esse estudo prévio, para indicação de adequados detalhes construtivos, não representaria, na maioria dos casos, aumento de custo. Em outros casos, levou-se em conta somente a compatibilidade entre o material metálico e o meio, não se considerando possíveis modificações operacionais ou ambientais.

A ocorrência desses processos corrosivos comprovou, também, que mesmo os metais de custos mais elevados sofrem, quando não adequadamente indicados e utilizados, corrosão.

Alguns desses casos, por mim estudados e esclarecidos, são apresentados com os seguintes dados, em sua maioria: sistema, material ou materiais envolvidos, observações, condições operacionais, resultados analíticos, causa (mecanismo do processo corrosivo), solução e documentação fotográfica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521615491

3. Movimento Retilíneo

Chaves, Alaor Grupo Gen - LTC PDF

38

Física Básica

Mecânica

Seção 3.1 Introdução

A cinemática é o estudo puramente descritivo do movimento, sem consideração das suas causas. A dinâmica estuda a conexão do movimento com suas causas.

Em conjunto, essas duas disciplinas compõem a mecânica

Pelo visto no Capítulo 1 (O que é a Física), as leis fundamentais da Natureza são equações de movimento. Nesse caso, é natural começar-se o estudo da física pelo estudo descritivo do movimento. Estudo descritivo significa análise do movimento em si, sem levar em conta o agente ou agentes causadores do mesmo. Esse tipo de estudo é denominado cinemática. O estudo do movimento em conexão com suas causas é o objeto da dinâmica, que será apresentada nos

Capítulos 6 a 12. A cinemática e a dinâmica compõem a mecânica.

O estudo do movimento é muito antigo. Como observou Galileu em Duas Novas Ciências, os tratados sobre o assunto não são poucos nem pequenos. Entretanto, quase nada se aproveita dos antigos estudos do movimento, não só porque eles não foram fundamentados na experimentação, mas também porque os seus autores não tiveram o cuidado de definir precisamente as grandezas envolvidas no movimento. Galileu foi bastante inovador nesses dois itens, mas mesmo sua abordagem já não é inteiramente adequada à visão do físico contemporâneo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521620525

CAPÍTULO 5 - Gasolina Automotiva

Farah, Marco Antônio Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO

5

Gasolina Automotiva

5.1 DEFINIÇÃO

A gasolina automotiva é um combustível destinado aos veículos a combustão interna que operam segundo o ciclo Otto. A gasolina automotiva é constituída por hidrocarbonetos parafínicos, normais e ramificados, olefínicos normais e ramificados, aromáticos e naftênicos, entre 4 e 12 átomos de carbono com faixa de ebulição entre 30 oC e 220 oC. Usualmente, no entanto, a gasolina é composta por hidrocarbonetos entre 5 e 10 átomos de carbono.

A gasolina automotiva pode conter também compostos oxigenados, como os alcoóis e éteres que lhe são adicionados em bases distribuidoras. Entre esses oxigenados destaca-se o etanol, que é adicionado à gasolina na forma anidra, em porcentual que no Brasil é fixado por lei federal em 22 % em volume. Esse porcentual pode sofrer alterações, também por leis federais, para valores entre 20 % e 25 % em volume, segundo a disponibilidade de etanol. Em outros países, além do etanol, podem ser usados outros oxigenados, dentre os quais se destaca o metil tercbutil éter, MTBE, o qual, no entanto, tem sofrido restrições crescentes decorrentes do risco de contaminação de lençóis freáticos.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos