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Medium 9788521633570

21 - Circuitos de corrente alternada em paralelo

WAYGOOD, Adrian LTC PDF

Capítulo 21

Circuitos de corrente alternada em paralelo

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

1. desenhar um diagrama fasorial para um: a circuito paralelo resistivo-indutivo (R-L) b circuito paralelo resistivo-capacitivo (R-C) c circuito paralelo resistivo-indutivo-capacitivo

(R-L-C);

2. deduzir um diagrama de admitância e deduzir expressões para condutância, susceptância, admitância e ângulo de fase para um: a circuito paralelo resistivo-indutivo (R-L) b circuito paralelo resistivo-capacitivo (R-C) c circuito paralelo resistivo-indutivo-capacitivo

(R-L-C);

3. deduzir um diagrama de potência e deduzir expressões para potência verdadeira, potência reativa, potência aparente e fator de potência para um: a circuito paralelo resistivo-indutivo (R-L) b circuito paralelo resistivo-capacitivo (R-C) c circuito paralelo resistivo-indutivo-capacitivo

(R-L-C);

4. resolver problemas sobre circuitos paralelos R-L,

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Medium 9788521622413

Capítulo 5 - DEFORMAÇÃO AXIAL

PHILPOT, Timothy A. LTC PDF

5

DEFORMAÇÃO AXIAL

5.1 INTRODUÇÃO

No Capítulo 1 foi desenvolvido o conceito de tensão como um meio de medir a distribuição de forças no interior de um corpo. No Capítulo 2 foi apresentado o conceito de deformação específica para descrever a deformação produzida em um corpo. O Capítulo 3 analisou o comportamento dos materiais típicos de engenharia e como esse comportamento pode ser idealizado por equações que relacionam a tensão com a deformação específica. São de interesse particular os materiais que se comportam de maneira linear e elástica. Para esses materiais há um relacionamento proporcional entre tensão e deformação específica, que pode ser idealizado pela Lei de Hooke. O Capítulo 4 analisou dois métodos gerais usados no projeto de componentes e de estruturas que desempenham sua função prevista com uma margem de segurança apropriada. Nos capítulos ao longo do livro, esses conceitos serão empregados para examinar uma grande variedade de elementos estruturais sujeitos a carregamentos axiais, de torção e de flexão.

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Medium 9788521618843

9 - PROTEÇÃO DE BARRAMENTO

MAMEDE FILHO, João; MAMEDE, Daniel Ribeiro LTC PDF

9

PROTEÇÃO DE BARRAMENTO

9.1 INTRODUÇÃO

As subestações são dotadas de barramentos nos quais são conectados tanto os circuitos alimentadores como os circuitos de distribuição, incluindo os transformadores de potência.

O barramento principal de uma subestação concentra uma grande quantidade de potência e muitas derivações para atendimento das cargas elétricas, tornando-se um elemento de elevada importância para a confiabilidade do sistema. Assim, a proteção deve ser idealizada para garantir que somente defeitos internos ao barramento possam afetar a sua continuidade operacional e as demais faltas nas derivações sejam eliminadas coordenadamente para separar a parte defeituosa.

As falhas nos barramentos são pouco frequentes e estatisticamente não ultrapassam 10% das faltas num sistema de potência, compreendendo os sistemas de geração, transmissão e subestação. O sistema de transmissão é o que apresenta maior número de defeitos, sendo apontado pela literatura com cerca de 60% de falha. Considerando a estatística somente de falha dos barramentos, a maior participação ocorre nos fenômenos de flashover, seguido de falha nos disjuntores e falhas na isolação dos switchgear.

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Medium 9788521630029

10 Fundações Profundas

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. LTC PDF

Capítulo

10

Fundações Profundas

10.1 Calcule, pela fórmula de Brix, a capacidade de carga de uma estaca de concreto de seção 0,20 m 3 0,20 m, com 8 m de comprimento, cravada com um pilão de 8,0 kN e com uma altura de queda de 1 m, sendo a nega para os últimos 10 golpes igual a

13 mm. Adote peso específico do concreto igual a 24 kN/m3 e um coeficiente de segurança igual a 5.

Solução. A fórmula de Brix, com um coeficiente de segurança igual a 5:

sendo:

P 5 8,0 kN

Q 5 0,20 3 0,20 3 8,00 3 24 . 8,0 kN

h51m

fornece:

10.2 Calcule, pela fórmula de Brix, a capacidade de carga de uma estaca de concreto de seção 0,25 m 3 0,25 m, com 10 m de comprimento, cravada com um pilão de 10 kN e com uma altura de queda de 1 m, sendo a nega para os últimos 10 golpes igual a

30 mm. Adote peso específico do concreto 5 24 kN/m3 e coeficiente de segurança igual a 5.

Resp.: 160 kN.

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10/07/15sexta-feira 12:09

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Medium 9788521622895

Capítulo 9 - Filtragem de Ar de Alta Eficiência

WHYTE, William LTC PDF

CAPÍTULO

9

Filtragem de Ar de

Alta Eficiência

9.1

FILTROS DE AR UTILIZADOS EM SALAS LIMPAS

O ar fornecido a uma sala limpa precisa ser filtrado para assegurar a remoção de todas as partículas e os microrganismos. Até o início dos anos 1980, somente filtros de alta eficiência (HEPA) eram utilizados para filtrar o ar de salas limpas, já que estes eram os filtros de ar mais eficientes disponíveis. Um filtro HEPA eliminaria pelo menos

99,97% das partículas de maior penetração. Hoje, filtros HEPA ainda são utilizados na maioria das salas limpas para remover microrganismos e partículas inertes no ar insuflado.

A produção de circuitos integrados e outros dispositivos evoluiu de tal forma que filtros mais eficientes do que filtros HEPA são necessários para assegurar que menos partículas passem pelos filtros de ar e para dentro da sala limpa. Filtros mais eficientes são utilizados e estes são conhecidos como Filtros de Ar de Ultrabaixa Penetração (ULPA).

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