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Capítulo 10 Conexões Estruturais

ONOUYE, Barry; KANE, Kevin LTC PDF

10

Conexões Estruturais

Introdução

No Capítulo 4 foi feito um exame das trajetórias das cargas através de um sistema estrutural, começando com o telhado, pisos, paredes e colunas e finalmente chegando às cargas e até às fundações. Foram obtidas as forças e as reações de apoio para cada elemento estrutural por meio do uso de DCLs e das equações de equilíbrio (Capítulo 3). Posteriormente, a construção de diagramas de carga, esforço cortante e momento fletor (Capítulo 7) permitiu que determinássemos os esforços cortantes e os momentos fletores críticos usados no projeto e dimensionamento de elementos estruturais sujeitos à flexão, que incluem vigotas, barras, vigas secundárias e vigas principais. As reações de vigas secundárias e principais foram usadas então para o dimensionamento de colunas de madeira e de aço.

Os elementos estruturais individuais foram dimensionados como elementos isolados, admitindo que a transferência de cargas de um elemento para o seguinte acontecia de forma ideal. Entretanto, na realidade todos os arranjos estruturais são relacionados entre si e os elementos individuais trabalham em conjunto com outros elementos por meio de conexões físicas. Os elementos estruturais devem ser unidos de forma que permitam a transferência segura de cargas de um elemento para outro. Muitas das falhas estruturais em edificações e pontes ocorrem nas conexões dos elementos e não nos elementos propriamente ditos. As técnicas usadas por carpinteiros, soldadores e ferreiros para fazer uma conexão específica podem criar situações que não são adequadas aos cálculos matemáticos. Parafusos colocados inadequadamente, número de parafusos subdimensionado ou com resistência insuficiente, furos de parafusos muito largos, soldas realizadas com penetração inadequada do material da solda, aperto inapropriado de um parafuso, e assim por diante, podem levar a conexões estruturais insatisfatórias. Para evitar tais ligações deficientes – ou pelo menos limitar a quantidade de suas ocorrências – existem vários códigos de obras. O projeto de estruturas de madeira, incluindo suas conexões, é previsto pelo AITC e pelo NDS pelo American Forest and Paper Association. Em projeto de estruturas de aço, o Manual of Steel Construction do AISC e as especificações do American Welding Society (AWS) são os mais abrangentes e os mais largamente usados na indústria.

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Medium 9788521632795

CAPÍTULO 3 A ENERGIA ELÉTRICA E O MEIO AMBIENTE

MOHAN, Ned LTC PDF

3

A ENERGIA ELÉTRICA E O

MEIO AMBIENTE

3.1

INTRODUÇÃO

A Figura 3.1a mostra a produção e o consumo de energia produzida por vários meios nos

Estados Unidos em 2004 e indica que o consumo está em cerca de 100 quadrilhões (1015) de BTUs (10.000 BTUs são aproximadamente 2,93 kWh), enquanto a produção é de somente 70 quadrilhões de BTUs, o restante está sendo importado. Como mostrado na Figura

3.1b, desse consumo total de energia, 38,9 quadrilhões de BTUs, ou 38,9 %, são utilizados para a geração de energia elétrica, que é utilizada em vários setores, ao passo que as quantidades de consumo primário indicam outras fontes além de eletricidade. Assim, somandose todos os setores, o consumo total menos o consumo primário é igual ao consumo de energia elétrica.

A atual capacidade instalada de geração de energia elétrica nos Estados Unidos é de aproximadamente 106 MW, que é uma porcentagem substancial do total mundial e corresponde a cerca de 3 kW per capita. A Figura 3.2 mostra a geração de energia elétrica para diferentes fontes de combustível em 2004. Nos próximos anos e décadas a energia (incluindo a energia elétrica) vai tornar-se uma commodity cada vez mais preciosa. Portanto, o modo como utilizamos a energia será crítico do ponto de vista geopolítico, social e ambiental.

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Medium 9788521620686

Capítulo Quatro - Processos Físicos

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie LTC PDF

capítulo/Quatro Processos Físicos

Richard E. Honrath Jr, James R.

Mihelcic, Julie Beth Zimmerman,

Alex S. Mayer

Neste capítulo, os leitores aprenderão sobre os processos físicos que são importantes no movimento de poluentes através do meio ambiente e sobre os processos usados para controlar e tratar emissões de poluentes. O capítulo começa com um estudo do uso dos balanços de material e de energia e dos processos de advecção e dispersão. A seção final deste capítulo expande essa descrição dos processos de transporte, contemplando o movimento de partículas em fluidos, especificamente a velocidade de uma partícula em sedimentação e o escoamento de

água subterrânea.

Seções Principais

4.1 Balanços de Massa

4.2 Balanços de Energia

4.3 Processos de Transporte de Massa

Objetivos de Aprendizagem

1. Usar a lei de conservação de massa para escrever um balanço de massa que inclua a velocidade de produção ou desaparecimento de compostos químicos.

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Medium 9788521631293

CAPÍTULO 9 - Resposta Completa de Circuitos com Dois Elementos de Armazenamento de Energia

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. LTC PDF

CAPÍTULO 9

Resposta

Completa de Circuitos com Dois

Elementos de

Armazenamento de Energia

NESTE CAPÍTULO

9.1 Introdução

9.2 Equação Diferencial de Circuitos com Dois

Componentes que

Armazenam Energia

9.3 Solução de uma Equação

Diferencial de Segunda

Ordem: A Resposta

Natural

9.4 Resposta Natural de um

Circuito RLC Paralelo Não

Forçado

9.5 Resposta Natural de um

Circuito RLC Paralelo

Não Forçado Criticamente

Amortecido

9.6 Resposta Natural de um

Circuito RLC Paralelo Não

Forçado Subamortecido

9.7 Resposta Forçada de um

Circuito RLC

9.8 Resposta Completa de um

Circuito RLC

9.9 O Método das Variáveis de

Estado

9.10 Raízes no Plano Complexo

9.11 Como Podemos

Testar . . . ?

9.12 EXEMPLO DE

PROJETO: Ignitor de

Airbag

9.13 Resumo

Problemas

Problemas com o PSpice

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Medium 9788502178014

5.12 Tabela de momentos de engastamento perfeito

Pedroso de Andrade, Thiago Editora Saraiva PDF

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