32 capítulos
Medium 9788521621911

Capítulo 6 - Principais Serviços Manuais de Manutenção

STEFFLER, Fábio LTC PDF

Capítulo

6

Principais Serviços

Manuais de Manutenção

 6.1 

 6.2 

 6.3 

 6.4 

 6.5 

 6.6 

 6.7 

 6.8 

 6.9 

Steffler Cap. 6 - Final B.indd 203

SUBSTITUIÇÃO DE DORMENTES

SUBSTITUIÇÃO/INVERSÃO DE TRILHOS

NIVELAMENTO CONTÍNUO MANUAL

NIVELAMENTO DE JUNTA MANUAL

CORREÇÃO DE BITOLA

CONSERVAÇÃO DE JUNTA

PUXAMENTO DE LINHA

LIMPEZA DE LASTRO

REPOSICIONAMENTO DE DORMENTES

30/11/2012 16:16:47

204 Capítulo 6

Os serviços manuais que envolvem a manutenção da via permanente são de uma variedade enorme. Contratos de prestação de serviços incluem em sua tabela unitária, várias centenas de modalidades, dependendo dos materiais e do local em que são executados. Nossa intenção aqui não é detalhar todos os serviços, mas evidenciar aqueles que ocupam uma posição destacada no quesito quantidade de execuções e importância para a manutenção.

Os próximos itens apresentam os nove serviços gerais mais solicitados em ferrovias brasileiras, e como devem ser executados para que o motivo pelo qual são feitos não traga mais problemas do que os benefícios propostos.

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Medium 9788521621676

3 - Acionamentos de Tração

PIRES, Cassiano Lobo LTC PDF

3

Acionamentos de Tração

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3.6

3.7

3.8

Motores de Corrente Contínua .....................................94

Motores de Indução Trifásicos ....................................126

Motores de Indução Lineares (MIL) ............................152

Motores Síncronos de Ímã Permanente (PMSM) .........161

Alimentação em Corrente Alternada Monofásica ........167

Acionamentos Diesel-Elétricos ...................................170

Notas sobre o Dimensionamento dos Motores ...........179

Divisão de Carga entre Motores .................................181

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação | www.diagramaacao.com.br

003-PIRES

pág. 91

28.11.12 16:57:57

Capítulo 3

92

Um acionamento é um sistema industrial que faz a conversão de energia elétrica em energia mecânica (em tração) ou vice-versa (em freagem) (Boldea; Nasar, 2006). Entretanto, existem várias diferenças práticas entre os acionamentos de tração e outros acionamentos industriais, tais como IEE (2002) e IET (2006):

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Medium 9788521630777

4. Centro de Controle Operacional (CCO) – Visão da Operação

ROSA, Rodrigo de Alvarenga LTC PDF

4

Centro de Controle

Operacional (CCO) –

Visão da Operação

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17/08/15 14:03

21

As ferrovias modernas adotam o esquema de manter um único escritório centralizado para o controle da operação da ferrovia. Nesse local, todas as informações da via permanente (VP), do material rodante circulando, em pátio e em oficina, as manutenções programadas da VP, a escala da equipagem e os demais dados relevantes da ferrovia devem ser centralizados.

Esse escritório centralizado é denominado Centro de Controle Operacional, ou abreviadamente CCO (Figura 4.1).

Centro de Controle Operacional (CCO) – Visão da Operação

4.1 Introdução e Definição

Figura 4.1 Visão geral do CCO da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

Assim sendo, sua função principal é manter o gerenciamento operacional objetivando: a melhor utilização de todos os recursos da ferrovia, o atendimento aos fluxos de transporte contratados, a preservação da VP e do material rodante, mantendo a segurança de todos

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Medium 9788521630777

1. Caracterização de uma Ferrovia

ROSA, Rodrigo de Alvarenga LTC PDF

1

Caracterização de uma Ferrovia

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17/08/15 14:03

Capítulo 1

2

Uma ferrovia é um sistema de transporte em que os veículos (motores ou rebocados) se deslocam com rodas metálicas sobre duas vigas contínuas longitudinais, também metálicas, denominadas trilhos. As ferrovias diferem dos outros meios de transporte por não possuir mobilidade quanto à direção que o veículo tomará, portanto, uma ferrovia é um sistema autoguiado.

Uma ferrovia é constituída basicamente de três elementos físicos e um elemento virtual como pode ser observado na Figura 1.1. Os elementos físicos são a via permanente, o material rodante e os sistemas de comunicação e sinalização. O elemento virtual é a operação ferroviária, assim denominada neste livro, pois é composta efetivamente de métodos e processos para garantir a operação da ferrovia e não possui nenhum elemento físico, somente salas e computadores.

Na Figura 1.1, pode-se ver que a via permanente se divide em infraestrutura e superestrutura, as quais não serão tratadas neste livro. O material rodante se divide em: material de tração — composto por locomotivas e equipamentos de via — e material rebocado — os vagões. Esses dois tópicos serão tratados ao longo deste livro.

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Medium 9788521630777

13. Conceitos Mínimos de Material Rodante

ROSA, Rodrigo de Alvarenga LTC PDF

13

Conceitos Mínimos de Material Rodante

013.alvarenga.indd 136

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1. Material de tração;

2. Material rebocado.

Conceitos Mínimos de Material Rodante

O material rodante é o conjunto de todos os equipamentos que se locomovem sobre a via permanente. O material móvel das estradas de ferro, material rodante, é classificado pela sua capacidade de tração:

O material de tração é composto pelos seguintes veículos: as locomotivas, os equipamentos de via e os diversos veículos motorizados que podem circular na ferrovia. Usualmente, as locomotivas são também denominadas material de tração, confundindo-se com o sentido mais amplo do termo material de tração.

O material rebocado é composto pelos seguintes veículos: os carros que transportam os passageiros e os vagões que transportam as cargas.

Serão detalhadas a seguir as características do contato roda-trilho do material rodante.

Posteriormente, serão apresentados os dois tipos de material rodante que circulam na ferrovia.

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