3461 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522478026

13 Esclarecimentos e Quesitos Elucidativos. Laudo Complementar. Nova Perícia e Segunda Perícia

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Atlas PDF

13

Esclarecimentos e Quesitos

Elucidativos. Laudo Complementar.

Nova Perícia e Segunda Perícia

13.1  Espécies de impugnação ao laudo

Entregue o trabalho pericial em juízo, embora a rigor a manifestação somente devesse vir aos autos tecnicamente, por se tratar de trabalho técnico, através, portanto, dos assistentes técnicos, como tal indicação é facultativa e, ainda, em face dos princípios do livre convencimento e da ampla defesa, o juiz, no uso de suas atribuições de impulsionar o processo, determina que as partes se manifestem sobre o trabalho.

A manifestação das partes, comumente conhecida como Impugnação ao Laudo, deve ser encarada pelo profissional, mesmo quando acrimoniosa, como pedido de esclarecimentos da parte, tomando os termos desta, assim, nos termos do artigo 435 do CPC.

As manifestações das partes são efetuadas de variadas formas, mas a experiência leva-nos a classificá-las segundo as premissas de que partem e, assim, identificamos as seguintes espécies de impugnações e/ou pedidos de esclarecimentos:

Ver todos os capítulos
Medium 9788522489947

Parte III – 18 Indicadores de Gestão Aplicados às ONGs

TACHIZAWA, Takeshy Atlas PDF

18

Indicadores de Gestão

Aplicados às ONGs

Sugere-se que sejam definidos indicadores de gestão para monitoramento das atividades das ONGs, e que possam ser estruturados como uma relação entre duas variáveis, na forma de numerador e denominador, em que os atributos e valores sejam factíveis de medição.

Conceitualmente, pode-se dizer que um modelo de gestão de ONGs depende de medição, informação e análise de suas atividades organizacionais. As medições precisam ser decorrência das estratégias da organização, com informações necessárias para avaliação e melhoria de seu desempenho, e incluem, entre outras, as relacionadas com o benchmarking, ou referenciais de excelência.

O estado-da-arte da gestão de ONGs pode ser entendido como um modelo em que um de seus elementos estruturais é a chamada inferência científica. Esse elemento responde pelo modo como as decisões acontecem e impactam o meio ambiente, as quais são baseadas em fatos, dados e informações quantitativas. A premissa adotada é de que o que não pode ser medido não pode ser avaliado e, consequentemente, não há como decidir sobre ações a tomar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522497379

Parte II - 8 Conceituação da Diferença de Valor e Regimes de Tributação

SCHERRER, Alberto Manoel Atlas PDF

8

Conceituação da Diferença de Valor e

Regimes de Tributação

Já vimos durante a abordagem sobre custos na atividade imobiliária no presente livro, que quando falamos em diferença de valores, a referência é a comparação dos custos orçados com os custos incorridos em um deter­minado empreendimento. Vimos também que tais diferenças são tratadas legalmente como

INSUFICIÊNCIA ou EXCESSO, quando, respecti­vamente, a comparação resulta em que os custos orçados foram maiores ou menores que os custos realizados

(ou incorridos). Como histori­camente tem havido essas diferenças, a legislação determina que sejam feitos os ajustes necessários, ajustes esses que têm reflexos, principalmente, no enfoque dos impostos incidentes sobre resultados (basicamente

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro

Líquido (CSLL)).

Por dedução lógica, sabemos que essas diferenças ocorrerão só e somente só em relação às vendas (a prazo ou a vista) de unidades não concluídas, pois para as unidades plenamente concluídas, TODOS os custos já foram incorridos e registrados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522488957

Parte II - 26 A Previdência sobre os Serviços Prestados por Cooperativas de Trabalho

CHAVES, Francisco Coutinho Atlas PDF

26

A Previdência sobre os Serviços Prestados por Cooperativas de Trabalho

A

Lei no 9.876/99 alterou o artigo 22 da Lei no 8.212/91, incluindo o inciso IV, instituindo uma nova contribuição previdenciária, que é 15% sobre o valor das notas fiscais pagas pelo contratante de serviços de cooperativas de trabalho.

Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, além do disposto no art. 23 é de:

IV – Quinze por cento sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços que lhe são prestados por cooperados ou por intermédio de cooperativas de trabalho.

Na atualidade, são muitas as empresas que contratam cooperativas de trabalho. Dessa forma, com a vigência do mencionado diploma legal, tiveram os seus custos onerados com o pagamento desse serviço.

Em primeiro lugar, a instituição de nova contribuição deve se dar através de lei complementar, conforme o artigo 154, inciso I, que se transcreve a seguir:

Art. 154. A União poderá instituir:

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803866

12. Aprimorando o desempenho organizacional

Mullins, Laurie J. Grupo A - Bookman PDF

12

Aprimorando o desempenho organizacional

INTRODUÇÃO

A organização de hospitalidade não é apenas uma organização de trabalho, é também um sistema social complexo e o resultado de muitas variáveis interrelacionadas. A fim de alcançar melhor desempenho, é necessário entender a natureza da eficácia organizacional e aqueles fatores que influenciam a efetiva gestão de pessoas.

DIMENSÕES DA EFICÁCIA

ORGANIZACIONAL

Este livro tem se ocupado das interações entre a estrutura e a operação das organizações de hospitalidade, o papel da gerência e o comportamento das pessoas no trabalho. O tema central é o aprimoramento do desempenho organizacional por meio da gestão efetiva das pessoas (recursos humanos).

As organizações precisam ser eficientes em fazer certo, com ótimos índices na relação produto/insumo e no aproveitamento de seus recursos. Mas também precisam ser eficazes em fazer as coisas certas e em valorizar os resultados relacionados e um propósito específico, objetivo ou tarefa. O desempenho deve estar relacionado a fatores tais como aumento na lucratividade, melhor prestação de serviços ou na obtenção dos melhores resultados em áreas organizacionais importantes. As organizações devem também garantir atendimento satisfatório ou superar as demandas e exigências dos clientes, sendo adaptáveis a exigências específicas, mudanças no ambiente externo e demandas da situação.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788522492619

2 Conceitos

FIORELLI, José Osmir Atlas PDF

2

Conceitos

Neste capítulo, promove-se nivelação conceitual, clarifica-se o campo de ação e sugerem-se possíveis aplicações da Psicologia no apoio à Administração.

2.1 PSIQUIATRIA, PSICANÁLISE E PSICOLOGIA

Questionamento realizado em agosto de 1999, com 300 alunos do segundo ano de Administração de Empresas, com idades entre 18 e 45 anos, em Universidade do Paraná, indicou que um percentual insignificante diferencia, com clareza,

Psiquiatria, Psicanálise e Psicologia.

Esta avaliação aponta para a variedade de interpretações a que se encontram sujeitos os assuntos que envolvem aspectos psicológicos.

A falta de conhecimento faz com que eles nem sempre recebam o devido encaminhamento e, muitas vezes, sejam simplesmente ignorados ou recebam um tratamento preconceituoso.

A escassa compreensão, por parte da população em geral, das funções específicas de cada uma dessas especializações contribui para que isso aconteça.

6 

Psicologia para Administradores  • Fiorelli

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629436

Parte II. 10 - Pesquisa de Marketing Esportivo

VANCE, Patricia de Salles; NASSIF, Vânia Maria Jorge; MASTERALEXIS, Lisa Pike LTC PDF

Vance — Prova 3 — 5/5/2015 — Maluhy&Co. — página 179

10

Pesquisa de Marketing Esportivo

Tracy L. Schoenadel1

Os objetivos deste capítulo são:

. Esclarecer a diferença entre dois tipos de resultados de pesquisa de marketing esportivo: de mídia e do consumidor.

. Identificar que indicadores-chave de desempenho, KPIs, são respondidos pelos resultados de mídia e do consumidor.

. Examinar os métodos de pesquisa empregados para a geração dos resultados de mídia e do consumidor na indústria do esporte.

Ibope Repucom mede a popularidade de Pelé (//)

Pesquisa exclusiva que mensura atributos da imagem de celebridades e personalidades esportivas de todo o mundo chega ao Brasil e revela que o Rei Pelé está longe de perder a majestade.

1

Diretora Executiva do Mark H. McCormack Center for Sport Research and Education da Isenberg School of Management, Universidade de Massachusetts Amherst.



Vance — Prova 3 — 5/5/2015 — Maluhy&Co. — página 180

Ver todos os capítulos
Medium 9788522460571

2 - Tudo Leva ao Marketing de Relacionamento Associado ao CRM

MADRUGA, Roberto Atlas PDF

Color profile: Disabled

Composite Default screen

2

Tudo Leva ao Marketing de

Relacionamento Associado ao CRM

Você já percebeu como as relações com clientes se modificaram no Brasil nos últimos anos? Muita coisa mudou e alguns acham que o principal motivo foi a promulgação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Será que foi só isso? Certamente, o CDC teve algum peso na modificação das relações empresa-cliente, assim como outras leis influenciaram tantos outros países.

Contudo, existem mudanças estruturais que estão definitivamente aumentando a necessidade de as empresas abandonarem a forma tradicional de se fazer marketing para se adotar o marketing de relacionamento associado ao

CRM.

Todas as empresas, seus colaboradores e parceiros estão inseridos num contexto amplo que chamo de grande ambiente de mudanças, no qual suas variáveis são mutantes, incontroláveis e pouco previsíveis. Prever fatores climáticos é razoavelmente fácil para os departamentos de meteorologia, pois trabalham com poucas variáveis. Contudo, antever o futuro dos negócios é extremamente complexo, pois envolve centenas de variáveis que são dinâmicas tal qual a natureza humana, como, por exemplo, as leis, as motivações dos consumidores, o ânimo dos investidores e o engajamento dos colaboradores. Enfim, na gestão empresarial dependemos de muitos fatores e é bom que nos conscientizemos deles.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597009910

1 - Princípios e Conceitos de Logística

DIAS, Marco Aurélio Atlas PDF

Princípios e Conceitos de Logística

DIAS.indb 1

1

09/11/2016 15:41:53

Síntese do Capítulo

Neste capítulo, vamos abordar as definições de logística, como sua utilização foi aplicada desde o início do comércio entre países; como o crescimento do comércio entre os povos tornou importante a consolidação e o desenvolvimento da logística, sempre dentro do fundamento inicial e primário de comprar × trazer × vender.

Objetivos

•• Entender como a logística passou a atender à necessidade dos povos na troca de mercadorias.

•• Compreender a necessidade de criação de meios de transporte para alcançar o mercado comprador, assim como a forma bem rudimentar como surgiu um tipo de logística integrada e como o início da navegação e o descobrimento dos caminhos marítimos impulsionaram o crescimento e a consolidação da logística no comércio entre países.

DIAS.indb 2

09/11/2016 15:41:54

Princípios e Conceitos de Logística

1.1 Introdução – O que é logística

Ver todos os capítulos
Medium 9788597011609

19 - Benefícios a empregados e contingências

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Atlas PDF

19

BENEFÍCIOS A EMPREGADOS

E CONTINGÊNCIAS

19.1 Introdução

BENEFÍCIOS A EMPREGADOS são todos os gastos que a entidade incorre com serviços prestados por seus empregados. Esses gastos incluem principalmente:

• Salários.

• Encargo social de INSS.

• Encargo social de FGTS.

• Férias.

• Décimo terceiro salário.

• Participação nos lucros.

As normas contábeis aplicáveis a benefícios a empregados estão previstas no CPC 33(R1) – Benefícios a Empregados. Geralmente as dívidas relacionadas como benefícios a empregados são apresentadas em conta específica no passivo do BP.

almeida_MIOLO.indd 233

21/02/17 18:03

234 CAPÍTULO 19

CONTINGÊNCIAS estão relacionadas com processos fiscais, trabalhistas e cíveis.

CONTINGÊNCIAS PASSIVAS são processos nos quais a entidade é ré, podendo resultar em saída de recursos da entidade.

CONTINGÊNCIAS ATIVAS são processos nos quais a entidade é autora, podendo resultar em entrada de recursos para a entidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478606

Parte I - 4 Normas de Auditoria

ATTIE, William Atlas PDF

4

Normas de Auditoria

4.1 Introdução

Como acontece em todas as profissões, na auditoria também foram estabelecidos determinados padrões técnicos que objetivam qualificação na condução dos trabalhos de auditoria e garantir atuação consistente tecnicamente suficiente do auditor e de seu parecer, assegurando, a todos aqueles que dependem de sua opinião, a observação de uma série de requisitos considerados indispensáveis para o trabalho concretizado.

As normas de auditoria diferem dos procedimentos de auditoria, uma vez que eles se relacionam com as ações a serem praticadas, conquanto as normas tratam das medidas de qualidade da execução destas ações e dos objetivos a serem alcançados através dos procedimentos. As normas dizem respeito não apenas às qualidades profissionais do auditor, mas também a sua avaliação pessoal pelo exame efetuado e do relatório emitido.

4.1.1 Normas de auditoria antes do advento da Lei nº 11.638/07

As normas de auditoria até então reconhecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade estavam contidas na Resolução CFC nº 751, de 29-12-93, e atualizadas pela Resolução CFC nº 980, de 24-10-03 em seus artigos 6º e 7º e diziam respeito a:

Ver todos os capítulos
Medium 9788597011586

9 - Decisões estratégicas para recursos humanos – fase 3,

LUCENA, Maria Diva da Salete Atlas PDF

9

DECISÕES ESTRATÉGICAS PARA

RECURSOS HUMANOS – FASE 3

Prova_Final_LUCENA_Planejamento_Estrategico_de_Recursos_Humanos.indb 219

08/03/2017 15:20:51

220

CAPÍTULO 9

Todas as etapas de trabalho referentes à Fase 1 (Planejamento Empresarial) e à Fase

2 (Estudos para o Planejamento Estratégico de Recursos Humanos), que envolvem uma série de atividades, “de estudos, de pesquisas e de análises de informações, irão agora subsidiar o desenvolvimento da Fase 3 (Decisões Estratégicas para Recursos Humanos). O resultado desse trabalho representará o produto mais significativo de todo o esforço empreendido até então. O grande desafio será identificar, estruturar e integrar, a partir do conjunto de informações disponíveis, o que é relevante, essencial e prioritário, para tomar as decisões certas e concentrar esforços e recursos nas ações que irão configurar a contribuição efetiva dos Recursos Humanos para o desenvolvimento empresarial. O quadro é bastante vulnerável para levar a se perder nos detalhes, no irrelevante e até na burocracia. Portanto, não será demais enfatizar que este é um momento de decisão, de definição de objetivos, de alvos importantes, onde não deverá estar presente a preocupação com o “como fazer”, enfim, com a operacionalização em si, mas com resultados a serem alcançados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597011500

8 - Primeiros conflitos

BREMER, Carlos; CARRASCO, Gilberto; GEROLAMO, Mateus Cecílio; CARPES, Newton Paulo Zenkner Atlas PDF

Primeiros conflitos

Na segunda-feira, Hélio chegou à empresa bem cedo e seguiu para a sala onde seria feita a integração.

Depois do almoço, foi diretamente para a sala do Rocha.

– Olá. Você deve ser a Anabela?

– Sou eu mesma...

– Eu sou o Hélio! Tenho uma reunião marcada com o Rocha agora.

– Ah, sim! Você é o novo gerente? O Rocha já deve chegar. Ele ia passar em um fornecedor antes de vir para cá.

– Tudo bem, eu espero!

Dez minutos depois, Rocha chegou, cumprimentou Hélio e o levou até a sua sala, depois de pedir café e água para a

Anabela.

– E aí, Hélio, tudo bem? Desculpe-me pelo atraso.

– Tudo bem!

– Nossa! Você pediu para a Anabela reservar duas horas para conversarmos? Sinto muito, mas não tenho todo esse tempo. É que eu vou participar de outra reunião na sequência, que começará no horário programado e eu não posso faltar.

– Sério, Rocha? Puxa, nós realmente precisamos desse tempo para conversar. Você é o cara que tem todas as informações. Nós precisamos deste bate-papo. Necessitamos de mais tempo juntos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597008074

Parte III - 14. O Sistema de Intermediação Financeira

ROSSETTI, José Paschoal Atlas PDF

14

O Sistema de Intermediação Financeira

Toda e qualquer economia, para sua sobrevivência, necessita possuir uma superestrutura de instrumentos financeiros, coexistindo e interagindo com uma infraestrutura de riqueza real. A intermediação financeira cumpre a importante tarefa de canalizar e transformar os recursos de poupança em investimento. Quanto mais desenvolvido o estágio da intermediação, maior tende a ser a formação de capital e mais eficiente a alocação de recursos.

Embora seja difícil estabelecer precisamente a direção de casualidade desse processo, à medida que a renda e a riqueza aumentam, o tamanho e a complexidade da superestrutura financeira tendem também a crescer.

O desenvolvimento econômico e o financeiro são interdependentes e complementares.

CLÁUDIO ROBERTO CONTADOR

Mercado de Ativos Financeiros no Brasil

Livro Rossetti.indb 667

04/08/2016 13:32:04

668 

Introdução à Economia • Rossetti

A expressão intermediação financeira designa uma categoria diferenciada de serviço, integrada às atividades terciárias de produção, prestada por um agrupamento também diferenciado de agentes econômicos – os intermediários financeiros. Embora as instituições que compõem o sistema financeiro façam parte do quadro de agentes econômicos, como empresas processadoras de serviços, elas atuam em um setor que apresenta um conjunto de características diferenciadoras dos demais setores produtivos, quanto a suas operações, quanto

Ver todos os capítulos
Medium 9788597008524

PARTE IV – 14 - Análise dos Fundamentos das Empresas

PINHEIRO, Juliano Lima Atlas PDF

14

Análise dos Fundamentos das Empresas

Conteúdo

14.1 Introdução

14.2 Análise da situação financeira

14.2.1 Análise da liquidez

14.2.2 Análise da estrutura patrimonial

14.2.2.1

Análise da estrutura de capitais

14.2.2.2

Análise da estrutura de imobilização

14.2.3 Análise do ciclo operacional

14.3 Análise da situação econômica

14.3.1 Análise do comprometimento do lucro (cobertura)

14.3.2 Análise do retorno

14.3.3 Índices para análise de desempenhos específicos

Questões para consolidação

Teste de verificação

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 509

07/19/2016 3:26:16 PM

510 

Mercado de Capitais  • Pinheiro

14.1 Introdução

Após a avaliação da influência das variáveis macroeconômicas no desempenho da empresa e da análise da performance do setor em relação aos demais setores da economia, passamos para o posicionamento da empresa dentro do setor ou setores de atuação.

Ver todos os capítulos

Carregar mais