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Medium 9788522470099

7 Comércio internacional agroindustrial: instituições e mecanismos de negociação

BATALHA, Mário Otávio Atlas PDF

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Comércio internacional agroindustrial: instituições e mecanismos de negociação

Luiz Fernando Paulillo

Neste capítulo são apresentados os principais conceitos, instituições, instrumentos e barreiras do comércio internacional na atualidade. Inicia-se com uma introdução ao tema do comércio internacional e o fenômeno de sua contínua instrumentação (que começou em 1947, com a instituição do GATT – Acordo Geral de

Tarifas e Comércio – e que avançou a partir de 1995, com a constituição da OMC

– Organização Mundial do Comércio). O capítulo inicialmente define o comércio internacional atual ao colocá-lo sob os preceitos neoliberais que estão efetivados no mundo atual, o que significa inseri-lo em um mundo bem distante do livre comércio do liberalismo clássico e mais próximo do protecionismo das décadas de 50, 60, 70 e 80 do século XX, principalmente se tomarmos como exemplo as práticas comerciais dos países desenvolvidos. O texto avança para mostrar as principais instituições vigentes no plano da realização da cooperação internacional para dirimir conflitos, como tratados e acordos comerciais, as cláusulas de direitos e obrigações, as leis uniformes para cheques, notas promissórias, letras de câmbio etc., bem como explicar o processo de institucionalização do GATT e, posteriormente, da OMC (que criou as possibilidades para o avanço das negociações multilaterais, bilaterais e regionais). O presente capítulo também mostra as principais instituições e práticas comerciais criadas para a agricultura e a agroindústria, com destaque para os mecanismos de solução de controvérsias (como formação de painel, órgãos de apelação e órgãos de controvérsias) e os instrumentos de política comercial (tarifas, quotas tarifárias, mecanismos de defesa comercial, cláusulas de escape e de habilitação, subsídios à exportação, adoção de Sistemas Gerais de

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Medium 9788547215811

2- A gestão dos canais de distribuição

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Saraiva - UNI PDF

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Coleção Marketing em Tempos Modernos  Canais de Distribuição & Geomarketing

v5 canais de distribuicao e geomarketing - miolo OK.indd 20

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A gestão dos canais de distribuição

apresentação

Você sabe que todos os dias milhares de produtos percorrem muitos

quilômetros desde o produtor até o ponto de venda, não é? Tal fluxo é gerido por meio de um sistema relativamente complexo chamado canal de distribuição.

O ponto de partida, ou seja, o input do sistema é o produtor; o ponto

de destino, o output é o consumidor. O conjunto de entidades, quer se-

jam pessoas ou organizações, situadas entre o produtor e o consumidor são designadas intermediários.

A escolha correta do canal pode ser decisiva para a organização

no sentido de garantir maior eficácia e eficiência da função de distribuição. A boa gestão de canais se traduz em maior qualidade e custos ideais para as organizações.

Capítulo 2 ◆ A gestão dos canais de distribuição

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Medium 9788547209797

1 - Predisposição ética

MATTOS, Francisco Saraiva - UNI PDF

Predisposição ética

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ÉTICA É parte essencial da consciência humana, e expressa os valores da verdade:

.. respeito à vida;

.. respeito à dignidade humana;

.. respeito à liberdade responsável;

.. respeito ao trabalho;

.. respeito ao bem comum.

Pode ser desenvolvida pela educação, revela­‑se pelo nível de maturidade, e por meio dela é possível identificar a cultura do indivíduo.

1.1 Ética empresarial e cultura corporativa: impossível separá­‑las

E no ambiente organizacional, como se aplica a ética? Nos tópicos a seguir, ve‑ remos como a ética está intrinsecamente ligada à boa liderança, constituindo­‑se como elemento fundamental para o sucesso empresarial.

1.1.1 O sucesso ou o fracasso de uma organização está ligado a seu comportamento ético?

Podemos dizer, com convicção, que sim! Ser ético, no contexto atual, não é mais uma opção. Tanto para as pessoas quanto para as organizações, é questão de sobrevivência.

Na velocidade com que se processam as transformações, são necessários valo‑ res internalizados para que haja alinhamento no momento das decisões que exigem rapidez e precisão.

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Medium 9788522461486

17 - Programando com VBA

BRUNI, Adriano Leal; PAIXÃO, Roberto Brazileiro Atlas PDF

17 Programando com VBA

“A melhor maneira de explicar é fazendo”

Lewis Carroll

17.1  Objetivos do capítulo

Este capítulo possui o objetivo de descrever e ilustrar a operação das rotinas de programação do

Excel, através dos recursos da linguagem Visual

Basic for Aplications, ou, simplesmente, VBA.

Atualmente, é bastante comum o desenvolvimento de macros para a automatização de tarefas com o Excel nas empresas. As macros podem ser usadas para obter dados para um relatório, formatar uma tabela, gerar gráficos ou até mesmo gerar aplicações mais avançadas de simulação de cenários.

17.2  O que é o Visual Basic Aplication

Um determinado procedimento, que costuma ser aplicado de forma rotineira na operação de planilhas do Excel, pode ser automatizado através de rotinas armazenadas sob a forma de macros de planilha. Uma macro é uma sequência de comandos do Excel. As macros podem ser utilizadas para automatizar tarefas repetitivas que envolvem a execução de vários comandos por parte do utilizador. O Excel armazena informações sobre cada etapa realizada à medida que você executa uma sequência de comandos.

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Medium 9788521626848

Parte II - Capítulo 10 - Médias Móveis, Ajustamento Polinomial Direto e Extrapolação de Tendência

NEVES, Cesar das; ROSSI, José W. LTC PDF

Capítulo

10

Médias Móveis, Ajustamento

Polinomial Direto e Extrapolação de Tendência

10.1 Método das Médias Móveis .......................................................... 229

10.2 Ajustamento Polinomial Direto ...................................................... 234

10.3 Extrapolação de Tendência ........................................................... 240

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26/06/14quinta-feira 10:24

229

10.1.1  Descrição do método

Este não é propriamente um método de previsão, e sim uma técnica de tratamento de dados.

Vimos, no método da decomposição, o uso do conceito de médias móveis para eliminar a sazonalidade da série observada. Aqui será mostrado como o método pode ser usado para eliminar flutuações de uma maneira geral. Isso pode ser útil quando se quer observar movimentos no tempo de uma variável de uma forma menos errática. Esse método é abordado em detalhes em

Kendall (1973).

O método consiste na estimativa da tendência polinomial a um conjunto de observações no tempo. Isto é, por definição, tem-se:

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Medium 9788577260669

42. Palamon Capital Partners/TeamSystem S.P.A.

Bruner, Robert F. Grupo A - AMGH PDF

CasO

42

Palamon Capital Partners/

TeamSystem S.P.A.

Queremos ganhar dinheiro investindo em mudanças.

–Louis Elson, sócio-diretor da Palamon Capital Partners

Em fevereiro de 2000, Louis Elson olhou para o horizonte londrino e refletiu sobre a indústria internacional de private equity e os processos de investimento que seriam necessários para se ter sucesso nesse campo cada vez mais competitivo. Elson, um sócio-diretor da companhia britânica de private equity Palamon Capital Partners, ponderava especificamente a respeito de um investimento na TeamSystem S.P.A., uma empresa italiana de software. A

Palamon se interessava pela TeamSystem por causa da oportunidade de crescimento que representava em um mercado de mudanças rápidas. A Palamon tinha a chance de comprar

51% da TeamSystem por € 25,9 milhões. Ao preparar a recomendação de compra para seus colegas na Palamon, Elson planejava avaliar a estratégia da TeamSystem, estimar seu valor, identificar riscos importantes, analisar os termos de investimento propostos e considerar estratégias alternativas.

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Medium 9788521621102

Capítulo 5 - Modelos de Análise Econômica Aplicados em Decisões de Financiamento de Projetos

ANDRADE, Eduardo Leopoldino de LTC PDF

5

Modelos de Análise Econômica

Aplicados em Decisões de

Financiamento de Projetos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

AO TERMINAR O ESTUDO DESTE CAPÍTULO, VOCÊ ESTARÁ CAPACITADO PARA:

1. ANALISAR AS DIVERSAS FONTES DE FINANCIAMENTO PARA UM PROJETO E ESTUDAR OS CUSTOS E BENEFÍCIOS

DE CADA UMA PARA DEFINIR A MAIS ADEQUADA.

2. CALCULAR OS BENEFÍCIOS FISCAIS DE CADA FORMA DE FINANCIAMENTO.

3. CONHECENDO AS CARACTERÍSTICAS DAS VÁRIAS FORMAS DE LEASING, AVALIAR OS BENEFÍCIOS QUE CADA

UMA PODE TRAZER PARA O PROJETO.

4. IDENTIFICAR AS RESTRIÇÕES DE CAPITAL EXISTENTES EM SUA EMPRESA E PROPOR DIRETRIZES PARA CONSIDERÁ-LAS NA DEFINIÇÃO FINAL DA CARTEIRA DE PROJETOS.

5. D ETERMINAR A NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO PARA A COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA DE PROJETOS QUE

VIABILIZE A ESTRATÉGIA DA EMPRESA.

5.1 FINANCIAMENTO DO PROJETO

Até o presente momento, não fizemos consideração alguma sobre a origem do dinheiro. No entanto, a maior parte dos projetos recebe algum tipo de financiamento, e essa condição tem que ser tratada na avaliação da viabilidade.

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Medium 9788547217945

9 - Construção estratégica do currículo

GOLD, Miriam Saraiva - UNI PDF

CAPÍTULO 9

Construção estratégica do currículo

9.1 A importância do currículo

Saber apresentar­‑se por meio de um currículo (curriculum vitae – CV) é um co‑ nhecimento que vale para toda a vida. Um bom currículo, com boa apresentação e bem redigido, aumenta muito as chances de se ingressar em um processo seletivo e garantir um emprego. Além disso, organiza as ideias e facilita a exposição das conquistas relativas à carreira em uma entrevista e até mesmo no networking.

O currículo é um dos instrumentos necessários na transição de carreira. Nele deve constar, sobretudo, o resultado das principais informações relativas à vida pro‑ fissional de um indivíduo. Mais do que simplesmente contar a história profissional da pessoa, esse documento precisa ser atrativo, despertar o interesse do leitor.

O currículo pode ser a diferença entre a pessoa conseguir ou não determina‑ da oportunidade.

CV = Forma + Conteúdo

Assim como os documentos empresariais, o currículo tem forma e conteúdo, ou seja, em sua leitura são valorizadas tanto a organização e a linguagem quanto as informações expressas.

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Medium 9788547209797

3 - Ética e estratégia organizacionais

MATTOS, Francisco Saraiva - UNI PDF

Ética e estratégia organizacionais

3

DESENVOLVER A visão estratégica, embasada em valores éticos, por meio de novos modelos, novas estratégias e nova liderança, é fundamental para as atuais empresas sobreviverem em um mundo de intensa competitividade.

3.1 Ética, comunicação e resistência ao novo

Vivemos a sociedade informacional, não a era da comunicação. Sofremos o impacto do paradoxo: excesso de informação e aumento da incomunicabilidade e da solidão.

Há muito barulho no “marketing do espetáculo”, contaminando os valores éticos.

O mundo tecnológico amplia­‑se espetacular e continuamente. Esbarramos no novo, somos atropelados pela informação, consumimos e somos consumidos o tempo todo.

Ao se globalizarem os meios de comunicação, tornamo­‑nos ponto de emis‑ são e recepção instantâneos, o que amplia a responsabilidade ética. A tecnologia põe as pessoas em contato, sem, contudo, promover o relacionamento humano.

Resulta daí uma barreira da relação humana, que ocorre com o distanciamento cultural, a falta de hábito de pensar e agir em equipe e a indiferença ética. A tra‑ gédia do relacionamento, que invalida a comunicação, está na falta de retorno

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Medium 9788522460328

5 Processo de controle e avaliação na empresa familiar

Oliveira, Djalma de Pinho Rebouças de Editora Atlas S.A. PDF

5.1

INTRODUÇÃO

O processo de controle e avaliação nas empresas familiares deve ser eficiente, eficaz e efetivo.

Eficiente no sentido de se concentrar nos processos, critérios e parâmetros que proporcionem o controle e a avaliação de maneira adequada, no momento apropriado e pela pessoa mais interagente ao processo.

Eficaz no sentido de estar voltado para os objetivos, metas e resultados que foram estabelecidos no processo de planejamento, conforme apresentado no

Capítulo 2.

Efetivo no sentido de ser permanente, de se perpetuar durante o tempo, de criar uma postura de atuação voltada para o controle e a avaliação do processo de maneira otimizada.

Ao final da análise do conteúdo deste capítulo, o leitor poderá responder a algumas questões, tais como:

• Como estruturar o processo de controle e avaliação nas empresas familiares?

• Quais as precauções a serem consideradas para se otimizar o processo de controle e avaliação nas empresas familiares?

5.2

PROCESSO DE CONTROLE E AVALIAÇÃO NAS EMPRESAS

FAMILIARES

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Medium 9788521621867

Capítulo 5. Vulnerabilidade Externa Estrutural

GONÇALVES, Reinaldo LTC PDF

Capítulo

5

Vulnerabilidade

Externa Estrutural

A

fase ascendente do ciclo econômico internacional implicou melhoras expressivas nos indicadores de vulnerabilidade externa conjuntural da maioria dos países no período 2003-2007.

Nessa fase, houve crescimento significativo da renda, exportações e reservas internacionais. O Brasil também se beneficiou deste ciclo e, portanto, os indicadores convencionais apontam claramente para melhora da situação conjuntural externa do país. Este é um fato inegável. O resultado é que a maior parte dos analistas se precipitou e afirmou que, frente a fatores desestabilizadores externos, a economia brasileira encontrava-se “blindada”. Aliada à precipitação há a incapacidade de se distinguir entre vulnerabilidade externa conjuntural e vulnerabilidade externa estrutural. É como se um cidadão que sofre de uma doença grave tivesse reduzida sua febre e, em consequência, os médicos se precipitassem a afirmar que o doente tem “saúde de ferro”.

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Medium 9788522489251

Parte III - 14 Análise da Necessidade de Capital de Giro

SILVA, Alexandre Alcantara da Atlas PDF

14  �Análise da Necessidade de Capital de Giro

A Necessidade de Capital de Giro (NCG) é a principal determinante da situação financeira de uma empresa, expressando o nível de recursos necessários para a manutenção do giro dos negócios, pois as contas utilizadas no cálculo da determinação da NCG expressam operações de curto prazo e de efeitos rápidos. Sendo assim, quaisquer modificações nas políticas de estocagem, de crédito e de compras produzirão efeitos imediatos sobre o fluxo de caixa da empresa.

Na avaliação de BRAGA (2003, p. 157):

“[...] há necessidade de se dispor de certa quantidade de valores não comprometidos para poder financiar os ciclos operacionais, de forma a evitar pontos de estrangulamento nas operações da empresa, o que poderá trazer sérios transtornos aos negócios da empresa: parada ou diminuição do ritmo da produção, insolvência, retração de crédito bancário etc.”

As demonstrações contábeis da Cia. Lucro Certo (constantes no Capítulo

18) foram utilizadas neste capítulo para ilustrar a apuração da Necessidade de

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Medium 9788521630227

31 Falando a Mesma Língua

BREMER, Carlos; Espôsto, Kleber; TORRES, Paulo; FREITAS, Paulo LTC PDF

31

82

Falando a Mesma Língua

Na reunião da segunda‑feira da semana seguinte, quem quis abrir os trabalhos foi Samuel.

O tema era processo de planejamento de vendas e opera‑

ções, do conceito de Sales & Operations Planning (S&OP).

“Agora é a minha vez! Isso eu já estudei”, disse Samuel, mostrando o clima de competição positiva da equipe, que co‑ meçou a se interessar em estudar todos os processos.

“Eu também liguei para um amigo, que me falou que a empresa dele implantou este processo há dois anos e é ou‑ tra desde que o S&OP começou a rodar”, comentou Samuel e acrescentou: “O que eu entendi é que é um processo que roda, geralmente uma vez por mês, prevendo o que vamos fazer em toda a cadeia, em um horizonte de 18 meses, bus‑ cando alinhar no nível agregado o quanto queremos vender e, como consequência, o que iremos comprar, produzir, en‑ tregar e gerar de resultado. É considerado um típico planeja‑ mento tático, que liga o estratégico e o orçamento anual com a execução do dia a dia.”

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Medium 9788597006384

11 - Patrimônio Público

KOHAMA, Heilio Atlas PDF

1a Prova

11

Patrimônio Público

1 Conceito

Patrimônio em seu conceito clássico é considerado como “o conjunto de bens, direitos e obrigações” pertencentes a pessoa física ou jurídica. A interpretação real desse conceito nos leva à seguinte ilação prática: o patrimônio é composto pelo somatório dos bens mais os direitos (ativo), subtraindo-se as obrigações (passivo), possuídos por uma pessoa física ou jurídica.

Esta interpretação é, até certo ponto, lógica, pois não se pode compreender o patrimônio como sendo apenas os bens e os direitos de uma pessoa (física ou jurídica). Eles constituem a parte ativa do patrimônio, isto é, a propriedade física dos bens para uso ou movimentação, e os créditos ou valores a receber, realizáveis em curto, médio ou longo prazo em moeda corrente.

Obviamente, a parte passiva do patrimônio, ou seja, os compromissos assumidos e que devem ser pagos e exigidos em curto, médio ou longo prazos, também deve compor esse conjunto.

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Medium 9788597011883

13 - O ICMS e o modelo de substituição tributária

PÊGAS, Paulo Henrique Atlas PDF

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O ICMS e o modelo de substituição tributária

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer para o leitor a explicação sobre a substituição tributária, cada vez mais utilizada pelos estados para combater a sonegação e garantir maior arrecadação. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender o funcionamento do modelo de substituição tributária para o ICMS, inclusive desenvolvendo o raciocínio em relação aos registros contábeis. b. Identificar os contribuintes beneficiados e prejudicados com a adoção do modelo. c. Refletir sobre o tratamento contábil adequado para os contribuintes substituídos.

PEGAS.indb 199

3/16/17 5:31 PM

200

13.1

Capítulo 13

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

Com o objetivo de tornar mais eficiente e eficaz a arrecadação do ICMS, a legislação instituiu a figura do substituto tributário, que é o contribuinte obrigado a calcular, cobrar e recolher o imposto que será devido nas operações posteriores.

Em outras palavras, o que acontece é a antecipação do imposto, cobrado antes da existência do seu fato gerador que seria a venda ao consumidor final.

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