3461 capítulos
Medium 9788597005714

Apêndices

ASSAF NETO, Alexandre Atlas PDF

apêndice A

Apêndice A

Operações Básicas de Matemática

A.1

REGRAS DE SINAIS NAS OPERAÇÕES

MATEMÁTICAS

a) Na soma de dois números com o mesmo sinal, efetua-se a operação e atribui-se ao resultado da soma o mesmo sinal.

Exemplos:

18 + (+35) = 18 + 35 = 53

–60 + (–30) = – 60 – 30 = –(60 + 30) = –90 b) Na soma de dois números com sinais desiguais, subtrai-se do maior o de menor valor absoluto e atribui-se à diferença encontrada o sinal presente no de maior valor absoluto.

Exemplos:

–150 – (–100) = –150 + 100 = –50

–200 – (–500) = –200 + 500 = 300 d) Na multiplicação ou divisão de dois números valem as seguintes regras:

� se os dois números tiverem o mesmo sinal, atribui-se ao resultado da operação sinal positivo;

� se os dois números tiverem sinais desiguais, atribui-se ao resultado da operação o sinal negativo.

Exemplos:

140 × 20 = 2.800

140 × (–20) = – 2.800

140 ÷ 20 = 7

120 + (–70) = 120 – 70 = 50

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Medium 9788597005653

1 - Planejamento estratégico organizacional

REZENDE, Denis Alcides Atlas PDF

1

Planejamento Estratégico

Organizacional

Para planejar os sistemas de informação, os sistemas de conhecimentos e a tecnologia da informação nas organizações é fundamental que o seu planejamento estratégico organizacional tenha sido elaborado. Para esta literatura, planejamento estratégico também pode ser chamado de plano de negócios (ou business plan), planejamento organizacional ou planejamento estratégico empresarial.

O planejamento estratégico organizacional é uma ferramenta de trabalho que facilita as organizações a lidar com situações de mudanças, constituindo-se num excelente instrumento de gestão. Mas para planejar ações futuras e decisões presentes nas organizações, os sistemas de informação, os sistemas de conhecimentos e a tecnologia da informação são inexoravelmente necessários.

É indiscutível a relevância da participação dos gestores da tecnologia da informação ou Chief Information Officer (CIOs) nessas atividades, com postura ativa e competente. O planejamento estratégico pode ser uma relevante “arma” dos

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Medium 9788521621867

Capítulo 4. Modelo Liberal Periférico e Problemas Estruturais

GONÇALVES, Reinaldo LTC PDF

Capítulo

4

Modelo Liberal Periférico e Problemas Estruturais

N

este capítulo discutem-se questões estruturais-chave que balizam qualquer processo de desenvolvimento econômico. Estas questões são: estrutura produtiva; padrão de comércio; progresso técnico; origem de propriedade; competitividade internacional; vulnerabilidade externa estrutural; concentração de capital; e diretriz estratégica da política econômica.

O argumento central é que, na primeira década do século

XXI, mais precisamente durante o Governo Lula (2003-2010), a estrutura econômica brasileira iniciou ou aprofundou tendências que comprometem a capacidade de desenvolvimento do país no longo prazo. Estas tendências são: desindustrialização e dessubstituição de importações; reprimarização das exportações; maior dependência tecnológica; desnacionalização; perda de competitividade internacional; crescente vulnerabilidade externa estrutural; maior concentração de capital e política econômica marcada pela dominação financeira.

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Medium 9788522498352

18 Valor de Recuperação de Ativos (Impairment)

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Atlas PDF

18

Valor de Recuperação de Ativos (Impairment)

18.1  Aspectos introdutórios

18.2 Definição de termos

A redução ao valor recuperável tem em vista evitar que um ativo possa estar registrado na escrituração contábil por um valor superior àquele que seria obtido por meio da sua venda ou por meio do seu uso. Portanto, quando existirem evidências claras de que os ativos estão avaliados por um valor superior àquele que será recuperado no futuro, deverá ser registrada uma perda com desvalorização em contrapartida de uma conta de perdas estimadas. Assim, supondo-se, por exemplo, uma perda de $ 130, o registro contábil será o apresentado na Figura 18.1.

As principais definições utilizadas em relação ao valor de recuperação de ativos são:

D – Perdas por desvalorização (resultado do exercício)

C – �Perdas estimadas por valor não recuperável acumuladas*

$ 130

$ 130

* Conta retificativa do ativo.

Figura 18.1  Registro da perda por desvalorização.

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Medium 9788577260669

13. Nike, Inc.: custo de capital

Bruner, Robert F. Grupo A - AMGH PDF

CasO

13

Nike, Inc.: custo de capital

Em 5 de julho de 2001, Kimi Ford, gerente de carteira de títulos da NorthPoint Group, uma administradora de fundos, fez uma análise do crescimento da fábrica de calçados esportivos Nike, Inc., cujas ações haviam desvalorizado significativamente desde o início do ano.

Ford estava prestes a comprar algumas ações para o fundo que ela gerenciava, o NorthPoint

Large Cap Fund, que investia principalmente na Fortune 500, companhias que priorizam investimentos em valor. Suas principais participações incluem ExxonMobil, General Motors,

McDonald’s, 3M e outros gigantes tradicionais no mercado de ações. Enquanto o mercado de capitais declinava ao longo dos últimos 18 meses, a NorthPoint Large-Cap apresentava um desempenho bastante satisfatório. Em 2000, o fundo teve ganhos da ordem de 20,7% ao passo que o S&P 500 caiu 10,1%. O fundo obteve um acúmulo anual (no final de junho de

2001) de 6,4% contra -7,3% do S&P 500.

Há uma semana apenas, em 28 de junho de 2001, a Nike realizou um encontro de analistas para apresentar os resultados do ano fiscal de 2001.1 Entretanto, o encontro tinha outro propósito: a gerência da empresa queria comunicar uma estratégia de revitalização. Desde

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