3951 capítulos
Medium 9788521622420

Parte 3 - 12 - Conflito, Negociação, Poder e Política

HITT, Michael A.; MILLER, C. Chet; COLELLA, Adrienne LTC PDF

conflito, negociação, poder e política

12

explorando o comportamento em ação

Conflito Verde

E

m novembro de 2007, Thomas Falk, executivo-chefe da

Kimberly-Clark Corporation, chegou à Universidade de Wisconsin para fazer uma apresentação sobre governança corporativa, como parte da Conferência de Cúpula do

Diretor (uma reunião projetada para a educação continuada de membros de conselhos de várias empresas). Quando começava a trabalhar em sua apresentação em PowerPoint, a audiência percebeu alguns slides peculiares, que incisivamente protestavam contra o uso de florestas primitivas para os produtos da empresa do tipo papel-toalha e lenço de papel (Kleenex, Cottonelle, Scott e outras marcas). Depois de terminar a apresentação e interromper cedo para o almoço, os diretores e outras pessoas na plateia encontraram menus interessantes sobre suas mesas. Esses menus incluíam entradas tais como “Fritada de

Pássaro Nativo” e “Torta de Caribu”.* A entrada era “Omelete de Conflito Social”. Evidentemente, os ativistas do Greenpeace estavam bastante atuantes naquele dia!

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Medium 9788521618461

Parte II. Capítulo 8. Cronograma do Projeto

MEREDITH, Jack R.; MANTEL, Samuel J. LTC PDF

CAPÍTULO 8

CRONOGRAMA DO PROJETO

No capítulo anterior iniciamos a discussão a respeito da implementação de um projeto. No presente capítulo e nos três capítulos que se seguirão, continuaremos a abordar a implementação dos planos referentes a um projeto que discutimos no Cap. 5. Estaremos também abordando algumas técnicas de cronogramas e programação, que já são consagradas no gerenciamento de projetos. Estaremos examinando as técnicas conhecidas como PERT (do inglês

Program Evaluation and Review Technique, ou seja, Técnica de Revisão e Avaliação de Programas), CPM (do inglês

Critical Path Method, ou seja, Método do Caminho Crítico), Diagramas de Gantt e uma breve discussão a respeito de Diagramas de Precedência e da técnica conhecida como

GERT (do inglês Graphical Evaluation and Review Technique, ou seja, Técnica de Revisão e Avaliação Gráfica), além

do Diagrama de Recursos Críticos, a “cadeia crítica” de

Goldart [16], assim como métodos baseados em relatórios.

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Medium 9788547217464

Sobre os autores

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Saraiva - UNI PDF

Sobre os autores

Osni Moura Ribeiro é bacharel em Ciências Contábeis e professor de Contabilidade

Geral, Comercial, Intermediária, de Custos, Pública, Avançada, Técnicas Comerciais,

Auditoria e Análise de Balanços. É contador e agente fiscal de rendas aposentado da

Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Atua também como analista contábil, auditor e consultor de vários órgãos públicos e empresas particulares. Além de palestrante,

é autor de diversas obras publicadas pela Editora Saraiva.

Juliana Moura Ribeiro é pós-graduada pelo IBMEC-SP/INSPER (Certificate in

Financial Management) e graduada em Economia pela Pontifícia Universidade

Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui também, formação em mercado financeiro e derivativos, ministrados pelas principais instituições de ensino na área (BM&FBovespa e

IBMEC-SP/INSPER – Instituto de Ensino e Pesquisa). Atuou durante quatro anos como auditora externa na Ernst & Young e atua há mais de cinco anos como auditora interna em Instituições Financeiras.

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Medium 9788597010046

3 - Estratégias Organizacionais

ARAUJO, Luis César G. de; GARCIA, Adriana Amadeu; MARTINES, Simone Atlas PDF

3

Estratégias Organizacionais

Falar em estratégias diante da proposta de gerir processos é mais do que uma necessidade. Para tanto, primeiramente será apresentado um modelo com os principais conceitos a serem conhecidos e trabalhados na organização que deseja implantar a gestão de processos, para depois explorar as estratégias em si. Toda essa preocupação com o tema é mais do que justificada, na medida em que se refere a algo muito mais abrangente do que vem sendo apresentado nos últimos tempos.

Estratégia

Projeto

Projeto

Escritório de Processos

Projeto

Projeto

Governança

Arquitetura de Processos

Projeto

Projeto

Figura 3.1  Modelo de gestão de processos.

97009026.indb 73

03/11/2016 18:06:37

2a Prova

74 

Gestão de Processos  •  Araujo / Garcia / Martines

Na Figura 3.1, é apresentado o modelo que será utilizado. Note, porém, que alguns itens como governança, por exemplo, não serão trabalhados neste capítulo, especificamente. Da mesma forma, a arquitetura de processos, que tem como insumo principal as técnicas de modelagem, já foi abordada no Capítulo 2. Isso acontecerá, pois, seguindo a proposta de gerir processos, cada item do modelo está intrinsecamente relacionado e conectado; logo, sem o conhecimento dos mesmos, e principalmente dos seus relacionamentos, um projeto de implantação desta gestão tende a falhas e até a fracassos.

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Medium 9788522489947

Parte III – 15 Parcerias e Gestão com Pessoas

TACHIZAWA, Takeshy Atlas PDF

15

Parcerias e Gestão com Pessoas

15.1 Noções gerais de parcerias e alianças estratégicas

Vive-se, atualmente, segundo Barreira (2001), um período em que a sociedade tem sido chamada a colaborar de forma crescente, associações entre organizações da sociedade civil evoluem e, entre elas, organizações governamentais também crescem.

Quando esforços são somados e juntam-se conhecimentos e recursos, ampliam-se as possibilidades de atuação. A busca por parcerias e a construção de alianças têm sido pouco exploradas, embora sejam necessárias.

Quando se fala em parcerias, é comum pensar em como cada parceiro manterá sua identidade em um projeto comum, quais são as responsabilidades e limites de cada um e como trabalhar sem perder a autonomia. A questão da identidade e da autonomia de cada parceiro adquire grande relevância.

A parceria é uma arte; construí-la envolve habilidades e talento. É preciso respeitar cada um dos componentes envolvidos e verificar claramente o que não está sendo exposto nas conversas iniciais. É preciso saber ouvir e habilmente descobrir pontos de identidade e espaços nos quais a soma dos talentos e das possibilidades individuais resultará em benefício para todos os participantes.

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