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Capítulo 15 - A Compra das Tintas

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

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A Compra das Tintas

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A Compra das Tintas | 313

15.1 Opções na seleção dos sistemas

A escolha do melhor sistema de pintura resulta de dois diferentes compromissos. Sob o ponto de vista técnico, será um compromisso com a resistência da tinta ao meio ambiente e outros fatores como facilidade de aplicação, resistência mecânica, bom aspecto, especialmente as cores (para certas aplicações) etc. Depois, será com a melhor qualidade técnica do sistema e as razões econômicas que justificam sua aplicação.

Assim, resumindo todos os fatores discutidos anteriormente para a escolha técnica de um sistema e agregando os fatores que influenciam seu custo final, podemos dizer que os critérios finais para uma escolha adequada de um revestimento serão baseados em:

resistência do revestimento à ação do meio corrosivo e a proteção efetiva proporcionada para uma durabilidade razoável; técnica de aplicação recomendada, capaz de fornecer uma película aderente com a espessura especificada; comparação de custo entre os vários sistemas aceitáveis, considerando as implicações de preparo, aplicação e outros custos.

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PARTE II - Capítulo 8 - Escolha de uma Taxa de Desconto

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

8

Escolha de uma Taxa de Desconto

O maior produtor de minério de ferro do mundo [vendeu] US$ 1 bilhão em títulos de investimento com vencimento em

2016 cotados para render 6,254%. A Companhia Vale do Rio Doce, que no último ano se tornou a primeira empresa brasileira a ganhar uma classificação de grau de investimento, emitiu a dívida para financiar a recompra de US$ 300 milhões de seus títulos a 9% devidos em 2013, reduzindo assim os custos de empréstimo da empresa.

“CVRD Issues Record Bond”, LatinFinance, 4 de fevereiro de 2006.

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 8.1 Introdução

Seção 8.2 Conceitos Financeiros Relacionados

Lucros e taxa de retorno versus valor presente líquido dos fluxos de caixa

Alavancagem

Seção 8.3 Fatores que Afetam a Taxa de Desconto

Taxa de retorno mínima aceitável (TRMA)

TRMA em função do custo da oportunidade, inflação e risco

TRMA pela perspectiva dos investidores, empreendedores, empresas e agências públicas

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5 - PROJEÇÕES ORTOGONAIS E PARALELAS

YEE, Rendow LTC PDF

2a prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 005

Págs.: 63

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gráfica

ALGO+

5

Projeções Ortogonais e Paralelas

FUNDAMENTOS ................................ 163

APLICAÇÕES...................................... 184

É importante que os estudantes de projetos do ambiente desenvolvam a habilidade de visualizar e expressar graficamente formas e espaços em três dimensões. Com a exceção dos estudos de caso no Capítulo 3, que poderiam ser inspirados por tipos diferentes de narrativas e concebidos com a ajuda de software digital avançado, o processo projeto-desenho inicia-se com expressões bidimensionais na forma de croquis e projeções ortogonais. No vocabulário empregado por arquitetos e projetistas, essas múltiplas representações são a planta, a fachada e o corte. As múltiplas representações nos auxiliam a examinar de forma precisa as configurações geométricas, as relações espaciais, assim como a escala e as proporções do projeto. No entanto, de acordo com a teoria das projeções ortogonais, as múltiplas representações por si próprias não mostram a configuração tridimensional de um objeto ou construção. Para expressar a profundidade pictórica e a relação tridimensional exata, são necessários desenhos específicos denominados “projeções paralelas” e “perspectivas”. As projeções paralelas, como o nome sugere, são

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Capítulo 6 - A Influência do Meio Ambiente nas Edificações

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

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A Influência do

Meio Ambiente nas

Edificações

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A Influência do Meio Ambiente nas Edificações | 151

6.1 Introdução

A pintura está em contato direto com o meio que a circunda. E, por isso, exposta à sua ação, que, em muitos casos, pode ser deletéria para os diversos componentes das tintas. Essa ação do meio ambiente reduz a vida útil da tinta (danificando a pintura) ou interfere na sua beleza, modificando seu aspecto inicial, sempre para pior.

Analisaremos o meio ambiente separando sua composição (agentes) e os efeitos que causam sobre a pintura. Inúmeras ações do meio agressivo sobre a pintura (e sobre outros revestimentos usados nas edificações) podem ser evitadas não só por um projeto consciencioso, com detalhes e recomendações precisos, bem como pelos cuidados técnicos assumidos na construção de uma obra. É o que veremos no decorrer deste capítulo.

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6 - PERSPECTIVA LINEAR

YEE, Rendow LTC PDF

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 006

Págs.: 103

Operador:

Revisor:

Data: 11/07/2016

ALGOMAIS

6

Perspectiva Linear

FUNDAMENTOS ................................ 227

APLICAÇÕES...................................... 256

Desenhos em perspectiva observados de um ponto de vista fixo criam vistas mais realistas do ambiente construído e da paisagem urbana. Sobre uma superfície bidimensional, vistas pictóricas das formas tridimensionais podem ser representadas de maneira fidedigna através de métodos caracterizados pela redução das dimensões e pela definição de linhas convergentes. Perspectivas de projetos preliminares ou croquis apresentam forma, escala, textura, iluminação, contorno, sombras e organização espacial. Os desenhos em arte-final aprofundam a caracterização desses elementos e afins. Como estágio final, podem ser refinados em perspectivas detalhadas para aprimorar a apresentação.

Durante os primeiros estágios de conceituação do projeto, quando todas as decisões estão em evolução, os modelos de estudo costumam ser empregados para verificar o resultado formal. No entanto, os modelos conceituais carecem de detalhes; esses objetos altamente abstratos não são imediatamente compreensíveis para um leigo ou cliente. É nesse estágio que as perspectivas são mais úteis. Como certa vez escreveu I. M. Pei, no prefácio do aclamado livro sobre acabamento de

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Medium 9788521625858

Capítulo 5 - Cores nas Tintas

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

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Cores nas Tintas

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Cores nas Tintas | 107

5.1 Introdução

5.1.1 As cores na nossa vida

Desde a mais remota antiguidade, o homem se depara constantemente com as cores do mundo mineral, animal e vegetal, sempre fortemente atraído por elas. E, usando materiais coloridos, começou a expressar seus anseios e estabelecer a comunicação com seus semelhantes. Com o uso desses materiais coloridos, fez escritas e desenhos rudimentares bem conhecidos, como os desenhos das cavernas pré-históricas (Lascaux, na França, e Altamira, na Espanha).

Povos de diferentes culturas, diferentes épocas e diferentes áreas geográficas da Terra há milênios fazem uso de materiais coloridos, misturados com diversos “veículos”, que constituem os protótipos das tintas, permitindo a representação tosca (e mais tarde bem elaborada) das ideias, inspirações e desejos que até hoje nos encantam.

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Capítulo 2 - Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 2

Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

Dirceu Trindade

A

o longo de sua história, o Estado brasileiro tem se utilizado do desenvolvimento urbano em sua busca pelo progresso e pela modernidade. Desde os tempos coloniais, a expansão da urbanização sempre foi vista como necessária para a conquista de territórios vazios e de regiões consideradas “atrasadas”: o sertão, o cerrado, as grandes florestas e os campos gerais.

Com a Independência e a instituição da República no Brasil, a urbanização, a interiorização e a construção de cidades passaram a ser vistas como projetos modernizadores do país e transformadores da sociedade brasileira. Esse empenho construtor gerou primeiro a construção de Belo Horizonte, como nova capital do estado de Minas Gerais em 1897. Na década de 1930, o governo modernizador de Getúlio Vargas construiu Goiânia, nova capital do estado de Goiás, resultado de sua Marcha para o Oeste, que, retomada pelo governo desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek (1956-1960), teve sua expressão máxima na construção da capital federal Brasília, também em território do estado de Goiás, inaugurada em 1960.

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Capítulo 8 - O Preparo das Superfícies para a Pintura

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

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O Preparo das

Superfícies para a Pintura

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O Preparo das Superfícies para a Pintura | 179

8.1 Introdução

Toda boa pintura está fundamentada num bom preparo da superfície do substrato.

Para muitos técnicos o preparo é a parte mais importante do processo de pintura, é condição indispensável para o seu bom desempenho.

O sucesso de um sistema de pintura (que envolve qualidade, resistência, durabilidade, proteção e beleza) depende, principalmente, do preparo adequado da superfície. É o bom preparo que vai permitir alcançar três objetivos fundamentais de uma boa pintura:

᭺ A aderência da tinta ao substrato e às camadas interiores do sistema.

᭺ A durabilidade do revestimento, o que denota sua qualidade.

᭺ O aspecto atraente do revestimento, mantido no decorrer do tempo.

Não adianta usar uma tinta de primeira qualidade se a superfície foi mal preparada. Em pouco tempo, os defeitos vão aparecer e evidenciar essa falha no processo da pintura.

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Capítulo 11 - Território Metropolitano em Mutação: Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 11

O Território Metropolitano em Mutação:

Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

Carlos Leite

S

ão Paulo, a maior e economicamente mais importante área urbana do Brasil, é uma cidade de incríveis contradições. Embora a área metropolitana da Grande São Paulo produza mais de 25% do produto interno bruto brasileiro, pouco se tem feito em termos do necessário resgate das áreas urbanas em processo de deterioração. Tendo isso em mente, este capítulo busca responder a um conjunto de questões abrangentes: o território em transformação acelerada pode ser enfrentado com ações locais? O desenho urbano pode ainda subsidiar o processo de resgate de imensas áreas históricas degradadas sem criar simulacros cênicos? Podem os projetos urbanos de maior porte se configurar como instrumentos de rearticulação do território fragmentado, de escala imensurável? Pode a reabilitação do território informal ser planejada e manejada sem impor-lhe a condição de formalização? Finalmente, como o projeto urbano deve se posicionar diante do vazio urbano – terrain vague1– sem se configurar como instrumento de opressão e poder, mas, antes, como possibilidade de costura e articulação do território?

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Medium 9788521624653

Capítulo 5 - O Projeto Corredor Cultural: Preservação e Revitalização no Centro do Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 5

O Projeto Corredor Cultural: Preservação e

Revitalização no Centro do Rio de Janeiro

Vicente del Rio e Denise de Alcantara

C

oncebido no início dos anos 1980 como o primeiro projeto de revitalização para o Centro do Rio de

Janeiro, o Corredor Cultural representa um divisor de águas no planejamento e desenvolvimento das cidades brasileiras. O projeto incluiu, em uma ação tão pioneira quanto integrada, não apenas a preservação da herança histórica e cultural da cidade, mas também a recuperação e renovação de seu patrimônio urbano e arquitetônico, paralelamente a sua revitalização social e econômica.1

Desde o momento da concepção do projeto pelo poder público municipal, o Corredor Cultural obteve total apoio de proprietários, comerciantes e da comunidade em sua área de abrangência. Sua trajetória pode ser mais bem compreendida se considerarmos os quatro aspectos fundamentais de revitalização urbana que o guiaram: a história, a memória, a preservação e a participação comunitária. Ao harmonizar modelos históricos e arquitetônicos com uma implementação estrutural e economicamente viável, o projeto evitou os exageros e a rigidez da restauração purista. Além disso, a ocupação de vazios entre as edificações foi estimulada com novas construções que reinterpretavam as estruturas históricas utilizando um vocabulário contemporâneo.

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PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

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8 - FORMATOS DE APRESENTAÇÃO

YEE, Rendow LTC PDF

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 008

Págs.: 75

Operador: algo +

Revisor:

Data: 11/07/2016

8

Formatos de

Apresentação

FUNDAMENTOS ................................ 377

APLICAÇÕES...................................... 388

Um conjunto bem montado de desenhos de apresentação com o objetivo de comunicação gráfica possui valor inestimável nas relações arquiteto-cliente ou projetista-cliente. Uma apresentação de desenhos arquitetônicos normalmente inclui diagramas ou croquis conceituais, uma planta de implantação, plantas baixas, fachadas externas, cortes do terreno, cortes da construção, desenhos em projeção axonométrica, desenhos em projeção oblíqua e perspectivas. O estágio inicial do processo desenho-projeto envolve diagramas e desenhos conceituais. À medida que o conceito do projeto evolui, mais métodos formais de apresentação se tornam necessários. Esses formatos de apresentação, com abordagens convencionais ou avançadas, devem transmitir as ideias de modo eficiente para o público-alvo.

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APÊNDICE

YEE, Rendow LTC PDF

GR´AFICA

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: Apêndice

Págs.: 37

O p e r a d o r : Revisor:

ALGO+

Data: 27/07/2016

Apêndice

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529

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530    A P Ê N D I C E

T I P O S D E P R A N C H E TA S E F O R R A Ç Õ E S

Tipos de Forração de Pranchetas ou

Mesas de Desenho

Vyco é um tipo de vinil em camadas para forração de pranchetas ou mesas de desenho que neutraliza o cansaço visual e se autorregenera quando sofre uma mossa, arranhão ou perfuração. A forração suaviza o impacto quando você desenha.

Os dois lados são verde e creme, cinza e branco ou translúcidos. Outra opção para forração é uma cobertura em fórmica estampada, branca, mais pesada e densa. Lembre-se de nunca desenhar sobre superfícies rígidas como vidro, madeira ou plásticos duros.

Uma prancheta de desenho com base metálica é caracterizada por um tampo ajustável no qual pode ser fixada uma régua paralela. Ver os equipamentos de última geração em www.DraftingTables.com.

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Capítulo 11 - Secagem

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

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Secagem

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Secagem | 249

11.1 Introdução

Imediatamente após a aplicação da tinta, tem início o processo de transformação da película úmida em película seca. Os mecanismos dessa transformação foram analisados na Seção 3.3.3. O dispersante

− água nas tintas à base de emulsão (PVA e acrílicas) e mistura de solventes com resinas (tintas a óleo e alquídicas) − começa a se evaporar de maneira mais ou menos lenta. A evaporação acarreta uma redução substancial da massa, do volume e da espessura da película úmida da tinta. Restará sobre a superfície pintada apenas o material não volátil da tinta, que irá se agregar para manter a continuidade da película, podendo ou não sofrer reações químicas para se transformar na película sólida com suas características.

Na aplicação, a massa líquida da tinta é fragmentada pelo esforço cortante (do pincel, trincha, rolo e mesmo do fluxo de ar comprimido de uma pistola de pintura), que reduz a tinta a uma miríade de gotículas sobre a superfície. Logo após a aplicação, cessa o esforço cortante e a tinta gelatiniza, aglomerando as partículas/gotículas dispersas para formar a película úmida. Esta não vai mais escorrer e não permite mudanças na distribuição dos sólidos no interior da película líquida resultante.

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PARTE I - Capítulo 4 - Perspectiva Pública: Preocupações Econômicas, Ambientais e Sociais

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

4

Perspectiva Pública:

Preocupações Econômicas,

Ambientais e Sociais

A felicidade não reside na mera posse do dinheiro; ela reside na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e o estímulo do trabalho não devem ser esquecidos na perseguição louca dos lucros efêmeros. Esses dias negros valerão tudo o que nos custam se nos ensinarem que o nosso verdadeiro destino não é o de sermos servidos, mas o de servirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes... A nossa tarefa primordial é colocar as pessoas para trabalhar. Não se trata de um problema insolúvel, se o enfrentarmos com inteligência e coragem. Podemos consegui-lo em parte através do recrutamento direto do próprio governo, tratando a tarefa como trataríamos a emergência de uma guerra, mas, ao mesmo tempo, através desta geração de emprego, realizar projetos muito necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais.

Franklin D. Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos.

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