56 capítulos
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4 - MÉTODO E NOMENCLATURA DAS PROJEÇÕES ORTOGRÁFICAS

YEE, Rendow LTC PDF

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 004

Págs.: 27

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gárfica

4

Método e

Nomenclatura das

Projeções Ortográficas

FUNDAMENTOS ................................ 135

APLICAÇÕES...................................... 138

Plantas em escala, elevações e seções são convenções de desenho arquitetônico que permitem a representação das três dimensões em escalas reduzidas. Essas múltiplas visualizações dos desenhos são o resultado das projeções ortográficas e ajudam na representação de formas tridimensionais — como um prédio — em diversas vistas bidimensionais correlacionadas. Com tais projeções, as características do projeto vinculadas ao espaço, à escala e à configuração podem ser analisadas.

No capítulo anterior sobre interface digital/manual, você teve uma prévia da atual diversidade de formas no projeto de edificações que manifesta uma série de formas, algumas delas não retilíneas. O advento dos métodos sofisticados de projeto

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8 - FORMATOS DE APRESENTAÇÃO

YEE, Rendow LTC PDF

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 008

Págs.: 75

Operador: algo +

Revisor:

Data: 11/07/2016

8

Formatos de

Apresentação

FUNDAMENTOS ................................ 377

APLICAÇÕES...................................... 388

Um conjunto bem montado de desenhos de apresentação com o objetivo de comunicação gráfica possui valor inestimável nas relações arquiteto-cliente ou projetista-cliente. Uma apresentação de desenhos arquitetônicos normalmente inclui diagramas ou croquis conceituais, uma planta de implantação, plantas baixas, fachadas externas, cortes do terreno, cortes da construção, desenhos em projeção axonométrica, desenhos em projeção oblíqua e perspectivas. O estágio inicial do processo desenho-projeto envolve diagramas e desenhos conceituais. À medida que o conceito do projeto evolui, mais métodos formais de apresentação se tornam necessários. Esses formatos de apresentação, com abordagens convencionais ou avançadas, devem transmitir as ideias de modo eficiente para o público-alvo.

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Medium 9788521625858

Capítulo 11 - Secagem

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

11

Secagem

Furtado[011].indd 247

11/12/2013 10:10:18 AM

Furtado[011].indd 248

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Secagem | 249

11.1 Introdução

Imediatamente após a aplicação da tinta, tem início o processo de transformação da película úmida em película seca. Os mecanismos dessa transformação foram analisados na Seção 3.3.3. O dispersante

− água nas tintas à base de emulsão (PVA e acrílicas) e mistura de solventes com resinas (tintas a óleo e alquídicas) − começa a se evaporar de maneira mais ou menos lenta. A evaporação acarreta uma redução substancial da massa, do volume e da espessura da película úmida da tinta. Restará sobre a superfície pintada apenas o material não volátil da tinta, que irá se agregar para manter a continuidade da película, podendo ou não sofrer reações químicas para se transformar na película sólida com suas características.

Na aplicação, a massa líquida da tinta é fragmentada pelo esforço cortante (do pincel, trincha, rolo e mesmo do fluxo de ar comprimido de uma pistola de pintura), que reduz a tinta a uma miríade de gotículas sobre a superfície. Logo após a aplicação, cessa o esforço cortante e a tinta gelatiniza, aglomerando as partículas/gotículas dispersas para formar a película úmida. Esta não vai mais escorrer e não permite mudanças na distribuição dos sólidos no interior da película líquida resultante.

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Capítulo 5 - Cores nas Tintas

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

5

Cores nas Tintas

Furtado[005].indd 105

11/12/2013 9:47:17 AM

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Cores nas Tintas | 107

5.1 Introdução

5.1.1 As cores na nossa vida

Desde a mais remota antiguidade, o homem se depara constantemente com as cores do mundo mineral, animal e vegetal, sempre fortemente atraído por elas. E, usando materiais coloridos, começou a expressar seus anseios e estabelecer a comunicação com seus semelhantes. Com o uso desses materiais coloridos, fez escritas e desenhos rudimentares bem conhecidos, como os desenhos das cavernas pré-históricas (Lascaux, na França, e Altamira, na Espanha).

Povos de diferentes culturas, diferentes épocas e diferentes áreas geográficas da Terra há milênios fazem uso de materiais coloridos, misturados com diversos “veículos”, que constituem os protótipos das tintas, permitindo a representação tosca (e mais tarde bem elaborada) das ideias, inspirações e desejos que até hoje nos encantam.

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Capítulo 2 - Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 2

Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

Dirceu Trindade

A

o longo de sua história, o Estado brasileiro tem se utilizado do desenvolvimento urbano em sua busca pelo progresso e pela modernidade. Desde os tempos coloniais, a expansão da urbanização sempre foi vista como necessária para a conquista de territórios vazios e de regiões consideradas “atrasadas”: o sertão, o cerrado, as grandes florestas e os campos gerais.

Com a Independência e a instituição da República no Brasil, a urbanização, a interiorização e a construção de cidades passaram a ser vistas como projetos modernizadores do país e transformadores da sociedade brasileira. Esse empenho construtor gerou primeiro a construção de Belo Horizonte, como nova capital do estado de Minas Gerais em 1897. Na década de 1930, o governo modernizador de Getúlio Vargas construiu Goiânia, nova capital do estado de Goiás, resultado de sua Marcha para o Oeste, que, retomada pelo governo desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek (1956-1960), teve sua expressão máxima na construção da capital federal Brasília, também em território do estado de Goiás, inaugurada em 1960.

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