1021 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521615484

PARTE II - PROCESSOS E THREADS

Machado, Francis Berenger Grupo Gen - LTC PDF

5

PROCESSO

5.1 Introdução

A gerência de um ambiente multiprogramável é função exclusiva do sistema operacional que deve controlar a execução dos diversos programas e o uso concorrente do processador e demais recursos. Para isso, um programa ao ser executado deve estar sempre associado a um processo. O conceito de processo é a base para a implementação de um sistema multiprogramável.

A gerência de processos é uma das principais funções de um sistema operacional, possibilitando aos programas alocar recursos, compartilhar dados, trocar informações e sincronizar suas execuções. Nos sistemas multiprogramáveis os processos são executados concorrentemente, compartilhando o uso do processador, memória principal e dispositivos de E/S, dentre outros recursos. Nos sistemas com múltiplos processadores não só existe a concorrência de processos pelo uso do processador como também a possibilidade de execução simultânea de processos nos diferentes processadores.

Neste capítulo serão abordados os principais conceitos relacionados a processos, como sua estrutura, estados de execução, tipos de processos e sinais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530947347

5. SOFTWARE

Idankas, Rodney Grupo Gen - Método PDF

96

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS – Rodney Idankas

na forma de comandos de programação em uma linguagem própria de computador ou apresentado em um aplicativo ou utilitário.

ATENÇÃO

Software e programa de computador são palavras sinônimas, porém discordamos quando associamos essas palavras a sistema, pois este

é um conjunto de partes inter-relacionadas.

De uma maneira genérica, podemos conceituar programa de computador como um conjunto organizado de instruções que faz com que ele funcione adequadamente.

Em nosso país, em razão da evolução da informática e da forma que ela se associa a outras áreas de conhecimento, muitas vezes fazendo até parte de nosso Direito, houve a necessidade de definir em lei o que é o Programa de Computador.

Pois bem, essa definição legal é encontrada no artigo 1.º da

Lei 9.609/1998, que esclarece que:

“Programa de computador é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521618812

CAPÍTULO 7 - GRÁFICOS DE INFORMAÇÃO

Chinelato Filho, João Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO

7

GRÁFICOS DE INFORMAÇÃO

E

ste capítulo explica em detalhes o que é um gráfico de informação. Além disso, o capítulo mostra quais são os requisitos básicos de um gráfico de informação e os exemplifica.

Gráfico é a representação de dados sobre uma superfície plana, que se apresenta de diferentes formas, de modo a facilitar a visualização completa e imediata de dados ou fenômenos tabulados.

Seus requisitos básicos devem ser:

Simplicidade

Clareza

Precisão

— Deve-se evitar o excesso de informações em um só gráfico.

— O gráfico deve ser autoexplicativo, não dificultando a compreensão da ideia que se busca exprimir.

— Deve-se preservar a relação entre a escala gráfica e a realidade que esta representa. Qualquer imprecisão no trato ou na escolha da escala irá, sem dúvida, distorcer a realidade.

Os gráficos de informação apresentam como vantagem o fato de serem de fácil compreensão até mesmo por leigos no fenômeno observado.

Nas Figs. 7.1 a 7.5 apresentamos alguns tipos de gráficos de informação.

Gráfico de análise da situação atual do pessoal

Ver todos os capítulos
Medium 9788521622543

3 - Camada Física

Maia, Luiz Paulo Grupo Gen - LTC PDF

3

3.1

Camada Física

Introdução

Este capítulo apresenta as principais funções da camada física, responsável pela efetiva transmissão dos dados, oferecendo uma visão geral do processo, as características de um sinal, problemas relacionados à transmissão, largura de banda e capacidade máxima de transmissão, e os diversos tipos de meios de transmissão com e sem fio.

O capítulo apresenta o processo de digitalização, especialmente a codificação PCM, a sinalização analógica e digital, sinalização multinível e as técnicas de multiplexação por divisão de frequência e divisão de tempo. São apresentados os conceitos de transmissão simplex, half-duplex e full-duplex, transmissão serial e paralela e transmissão assíncrona e sincronização. Finalmente, são abordadas as diferentes topologias de redes ponto a ponto e multiponto.

O estudo da camada física é extenso, e existem diversos livros dedicados exclusivamente ao assunto. Duas referências nessa área são [Lathi, 1998] e [Skar, 2001].

3.2

Processo de Transmissão

Ver todos os capítulos
Medium 9788521614807

Capítulo 1- Introdução

Burgess, Mark Grupo Gen - LTC PDF

Capítulo

1

Introdução

1.1 O que é administração de redes e sistemas?

A administração de redes e sistemas é uma ramificação da engenharia relacionada ao gerenciamento de sistemas homem-computador. É incomum uma disciplina de engenharia abordar igualmente tanto a tecnologia de sistemas de computador quanto os usuários dessa tecnologia. Trata-se de reunir uma rede de computadores (estações de trabalho, PCs e supercomputadores), colocá-los em execução e mantê-los em execução apesar das atividades dos usuários que tendem a fazer os sistemas falharem.

O administrador de sistemas trabalha para os usuários, para que eles possam usar o sistema e produzir trabalho. No entanto, ele não deve satisfazer apenas uma ou duas necessidades individuais, mas trabalhar também para o benefício de toda a comunidade. Atualmente, essa é uma comunidade global de máquinas e empresas, que se estende a todo nicho da sociedade e cultura humanas, graças à Internet. Geralmente é um ato de equilíbrio difícil determinar a melhor política, que abranja as diferentes necessidades de todas as pessoas com base em um sistema. Quando um computador é conectado à Internet, temos que considerar as conseqüências de estar diretamente conectado com todos os outros computadores do mundo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536319278

9. ANÁLISE DE COVARIÂNCIA, ANCOVA (MLG 2)

Field, Andy Grupo A - Bookman PDF

9

ANÁLISE DE COVARIÂNCIA,

ANCOVA (MLG 2)

9.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➁

No capítulo anterior, vimos como a

ANOVA de um fator pode ser caracterizada em termos de uma equação de regressão múltipla que utiliza variáveis dummy (auxiliares) para codificar a pertinência aos grupos. Além disso, no Capítulo 5 vimos como a regressão múltipla pode incorporar diversas variáveis previsoras contínuas.

Dessa forma, não deve ser surpresa verificar que a equação de regressão para ANOVA pode ser estendida para incluir uma ou mais variáveis contínuas que podem prever a saída (ou variável dependente). Variáveis contínuas como essas – que não são parte da manipulação experimental principal, mas que têm influência na variável dependente – são conhecidas como covariáveis e podem ser incluídas em uma ANOVA. Quando mensuramos as covariáveis e as incluímos na

ANOVA, denominamos o procedimento de análise de covariância (ou ANCOVA). Este capítulo está centrado nessa técnica. Começaremos apresentando a teoria da ANCOVA de uma forma breve (não se preocupe, não entrarei em

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807246

Apêndice II - Fibonacci

Beck, Kent Grupo A - Bookman PDF

232

Apêndice II

Há muitos jeitos que eu poderia usar para fazer isso rodar. Escolherei tratar

0 como um caso especial: int fib(int n) { if (n == 0) return 0; return 1;

}

A duplicação no caso de teste está começando a me incomodar, e ela só vai ficar pior conforme adicionarmos novos casos. Podemos fatorar a estrutura comum das asserções dirigindo o teste a partir de uma tabela de entrada e valores esperados. public void testFibonacci() { int cases[][]= {{0,0},{1,1}}; for (int i= 0; i < cases.length; i++) assertEquals(cases[i][1], fib(cases[i][0]));

}

Agora adicionar o próximo caso requer seis teclas pressionadas e nenhuma linha adicional: public void testFibonacci() { int cases[][]= {{0,0},{1,1},{2,1}}; for (int i= 0; i < cases.length; i++) assertEquals(cases[i][1], fib(cases[i][0]));

}

Desconcertantemente, o teste funciona. Acontece que nossa constante 1 está certa para esse caso também. No próximo teste: public void testFibonacci() { int cases[][]= {{0,0},{1,1},{2,1},{3,2}}; for (int i= 0; i < cases.length; i++) assertEquals(cases[i][1], fib(cases[i][0]));

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807505

16. Gerenciando a Infraestrutura de Armazenamento

Somasundaram, G. Grupo A - Bookman PDF

Capítulo

16

Gerenciando a Infraestrutura de Armazenamento

A proliferação de aplicativos, a complexidade de

CONCEITOS-CHAVE processos de negócio e os requisitos de disponiAlertas bilidade de informações 24 horas por dia, 7 dias por semana, aumentaram muito a demanda da

Padrões de plataformas de infraestrutura de TI. O gerenciamento da infragerenciamento estrutura de armazenamento permite às organiChargeback interno zações abordar esses desafios e assegura a continuidade do negócio.

O gerenciamento abrangente da infraestrutura de armazenamento requer a implementação de ferramentas e processos inteligentes, o que garante disponibilidade e desempenho de todos os elementos da infraestrutura de armazenamento, maior proteção e segurança dos dados, auditoria centralizada e satisfação de requisitos de compatibilidade. Também proporciona a consolidação e a melhor utilização de recursos, limitando a necessidade de investimento excessivo em tecnologia, e ajuda a potencializar recursos existentes de modo eficiente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536319278

13. TESTES NÃO PARAMÉTRICOS

Field, Andy Grupo A - Bookman PDF

13

TESTES NÃO PARAMÉTRICOS

13.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➀

Vimos nos últimos capítulos como utilizar várias técnicas para determinar diferenças entre médias. Contudo, todos os testes apresentados têm por base hipóteses paramétricas (principalmente dados normalmente distribuídos). No

Capítulo 3, vimos que os dados nem sempre são tão amigáveis nem aparecem em pacotes normalmente distribuídos. Ainda, nem sempre é possível corrigir os problemas da distribuição dos dados. O que fazer nesses casos?

A resposta é que devemos utilizar procedimentos estatísticos especiais chamados de testes não-paramétricos. Esses testes são também conhecidos como testes de distribuição livre porque fazem poucas – ou nenhuma – suposições sobre o tipo de dados que pode ser

O que são testes não-paramétricos?

1

Testes não-paramétricos são normalmente denominados testes de distribuição livre, com a explicação de que não é necessário suposições sobre a distribuição dos dados. Tecnicamente isso não é verdadeiro: eles de

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803811

3.3 listas lineares com ocupação circular do arranjo

Edelweiss, Nina Grupo A - Bookman PDF

80

Estruturas de Dados

listas lineares com ocupação circular do arranjo

3.3

Quando uma lista linear é implementada sobre um arranjo, a sucessiva inclusão e remoção de nodos pode levar a uma situação em que o final da lista esteja na última posição do arranjo, restando ainda espaço livre no seu início.

Uma nova inclusão no final da lista não seria possível, a menos que todos os nodos fossem deslocados para baixo, de modo a disponibilizar espaço no final da lista. Uma forma de simplificar este gerenciamento é fazendo uma ocupação circular do arranjo: o novo nodo, no final da lista, seria incluído na primeira posição do arranjo, sinalizando através do indicador de final de lista (FL) o índice desta posição.

No caso de ocupação circular de um arranjo, o índice de final da lista poderá ser menor do que o índice de início da lista. A Figura 3.16 ilustra este tipo de ocupação do arranjo LL, representando uma lista de 6 nodos, que inicia no

índice 9 (primeiro nodo da lista) e termina no índice 4 (último nodo da lista).

Ver todos os capítulos
Medium 9788521618805

1.4 Tarefas de Aprendizado

Lorena, Ana Carolina Grupo Gen - LTC PDF

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 5 — #5

´s Indutivo

Vie

1.3

5

padr˜oes existentes nos dados (Monard e Baranauskas, 2003). Na Se¸c˜ao 7.2.1, esses conceitos s˜ao ilustrados e discutidos novamente. S˜ao feitas ent˜ao considera¸c˜oes e motiva¸c˜oes sobre a escolha de modelos com boa capacidade de generaliza¸ca˜o.

1.3

Vi´ es Indutivo

Quando um algoritmo de AM est´a aprendendo a partir de um conjunto de dados de treinamento, ele est´a procurando uma hip´otese, no espa¸co de poss´ıveis hip´oteses, capaz de descrever as rela¸c˜oes entre os objetos e que melhor se ajuste aos dados de treinamento.

Cada algoritmo utiliza uma forma ou representa¸c˜ao para descrever a hip´otese induzida. Por exemplo, redes neurais artificiais representam uma hip´otese por um conjunto de

´ valores reais, associados aos pesos das conex˜oes da rede. Arvores de decis˜ao utilizam uma estrutura de ´arvore em que cada n´o interno ´e representado por uma pergunta referente ao valor de um atributo e cada n´o externo est´a associado a uma classe. A representa¸c˜ao utilizada define a preferˆencia ou vi´es (bias) de representa¸c˜ao do algoritmo e pode restringir o conjunto de hip´oteses que podem ser induzidas pelo algoritmo. A Figura 1.1 ilustra o vi´es de representa¸c˜ao utilizado por t´ecnicas de indu¸c˜ao de a´rvores de decis˜ao, redes neurais artificiais e regras de decis˜ao.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617013

3 Formulaes Forte e Fraca para Problemas Unidimensionais

Fish, Jacob Grupo Gen - LTC PDF

32

CAPÍTULO TRÊS

3

Formulações Forte e Fraca para

Problemas Unidimensionais

N

este capítulo, são desenvolvidas as formulações forte e fraca para diversos problemas físicos unidimensionais.

A formulação forte consiste nas equações de governo e das condições de contorno para um sistema físico. As equações de governo são normalmente equações diferenciais parciais, mas no caso unidimensional elas tornam-se equações diferenciais ordinárias. A formulação fraca é uma forma integral dessas equações, que é necessária para formular o método de elementos finitos.

Em alguns métodos numéricos para resolver equações diferenciais parciais, estas podem ser discretizadas diretamente (isto é, escritas como equações algébricas lineares adequadas para soluções computacionais). Por exemplo, no método de diferenças finitas, podemos escrever diretamente as equações algébricas lineares discretas das equações diferenciais parciais. Entretanto, isso não é possível no método de elementos finitos.

Um esquema para o desenvolvimento do método de elementos finitos é mostrado na Figura 3.1. Como pode ser visto no esquema, existem três ingredientes distintos que são combinados para chegar até as equações discretas

Ver todos os capítulos
Medium 9788573076103

6 Conclusão

Gamma, Erich Grupo A - Bookman PDF

6

Conclusão

É possível argumentar que este livro não conseguiu muita coisa. Afinal de contas, não apresenta nenhum algoritmo ou técnica de programação que já não tenha sido usada.

Não fornece um método rigoroso para projetar sistemas, nem desenvolve uma nova teoria de projeto de sistemas – ele simplesmente documenta projetos existentes. Você poderia concluir que é um texto que não oferece muito para um projetista experiente em orientação a objetos.

Mas, esperamos que você pense de maneira diferente. A catalogação de padrões de projeto é importante. Ela nos dá nomes padronizados e definições para as técnicas que usamos. Se não estudarmos padrões de projeto em software, não seremos capazes de melhorá-los, e será mais difícil criar novos padrões.

Este livro é só um começo. Ele contém alguns dos padrões de projeto mais comuns usados por projetistas experientes de software orientado a objetos, e mesmo assim as pessoas em geral somente ouviram falar de padrões por conversas ou por estudo de sistemas existentes. Os primeiros rascunhos deste livro estimularam outras pessoas a escrever os padrões de projeto que usavam, e, na sua forma atual, deve estimular ainda outros profissionais a fazerem o mesmo. Esperamos que isto marque o começo de um movimento com o objetivo de documentar a experiência dos profissionais de software.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577805617

2. TRABALHANDO COM ELEMENTOS GRÁFICOS

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

50 ADOBE FLASH CS4

Classroom in a Book

Introdução

Comece abrindo o filme pronto para ver a animação que você vai criar nesta lição.

1 Dê um clique duplo no arquivo 02End.swf na pasta Lesson02/02End para visualizar o projeto final.

O projeto é uma ilustração estática simples de um anúncio de banner. Essa ilustração é para a Aqua Zero, uma empresa fictícia. Nesta lição, você vai desenhar as formas, modificá-las e aprender a combinar elementos simples para criar visuais mais complexos. Você não vai criar nenhuma animação ainda – afinal de contas, você precisa primeiro aprender a andar para depois poder correr! Aprender a criar e modificar elementos gráficos é um passo importante antes de produzir uma animação Flash.

2 Escolha File > New. Na caixa de diálogo New Document, escolha Flash File

(ActionScript 3.0).

3 No inspetor de propriedades, ajuste o tamanho do Stage para 700 pixels x

150 pixels e escolha a cor azul claro para o fundo.

4 Escolha File > Save. Dê o nome 02_workingcopy.fla ao arquivo e salve-o na pasta 02Start. Salvar seu arquivo imediatamente é um bom hábito de trabalho e garante que seu trabalho não será perdido se o aplicativo ou computador travar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617471

Parte Um - Visão Geral

Silberschatz, Abraham Grupo Gen - LTC PDF

Parte Um

Visão Geral

Um sistema operacional atua como um intermediário entre o usuário de um computador e o hardware do computador. A finalidade do sistema operacional é fornecer um ambiente em que o usuário possa executar programas de maneira conveniente e eficiente.

O sistema operacional é um software que gerencia o hardware do computador. O hardware deve fornecer mecanismos apropriados para assegurar a operação correta do sistema de computação e impedir que programas de usuário interfiram na operação apropriada do sistema.

Internamente, os sistemas operacionais variam muito em sua composição, já que estão organizados em muitas linhas diferentes. O projeto de um novo sistema operacional

é uma tarefa de peso. É importante que os objetivos do sistema sejam bem definidos antes de o projeto começar. Esses objetivos formam a base das escolhas feitas entre vários algoritmos e estratégias.

Já que um sistema operacional é grande e complexo, deve ser criado por módulos.

Cada um desses módulos deve ser uma parcela bem delineada do sistema, com entradas, saídas e funções definidas cuidadosamente.

Ver todos os capítulos

Carregar mais