1021 capítulos
Medium 9788521622109

Capítulo 10 - Gerência de Memória Virtual

Machado, Francis Berenger Grupo Gen - LTC PDF

10

Gerência de

Memória Virtual ff 10.1 Introdução

No capítulo anterior foram apresentadas diversas técnicas de gerenciamento de memória que evoluíram no sentido de maximizar o número de processos residentes na memória principal e reduzir o problema da fragmentação, porém os esquemas vistos se mostraram muitas vezes ineficientes. Além disso, o tamanho de um programa e de suas estruturas de dados estava limitado ao tamanho da memória disponível. A utilização da técnica de overlay para contornar este problema

é de difícil implementação na prática, e nem sempre uma solução garantida.

Memória virtual é uma técnica sofisticada e poderosa de gerência de memória, em que as memórias principal e secundária são combinadas dando ao usuário a ilusão de existir uma memória muito maior que a capacidade real da memória principal. O conceito de memória virtual fundamenta-se em não vincular o endereçamento feito pelo programa dos endereços físicos da memória principal. Desta forma, programas e suas estruturas de dados deixam de estar limitados ao tamanho da memória física disponível, pois podem possuir endereços associados à memória secundária.

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Medium 9788577803828

3 construindo modelos ER

Heuser, Carlos Alberto Grupo A - Bookman PDF

72

3.1

Projeto de Banco de Dados

propriedades de modelos ER

Nesta seção, discutimos algumas propriedades de modelos ER relevantes para a modelagem ER.

3.1.1

um modelo ER é um modelo formal

Um modelo ER é um modelo formal, preciso, não ambíguo. Isto significa que diferentes leitores de um mesmo modelo ER devem sempre entender exatamente o mesmo. Tanto é assim, que um modelo ER pode ser usado como entrada a uma ferramenta CASE (Computer Aided Software Engineering)1 na geração de um banco de dados relacional. Por isso, é de fundamental importância que todos os envolvidos na confecção e no uso de diagramas ER sejam devidamente treinados.

Observa-se, em certas organizações, que modelos ER são subutilizados, servindo apenas como ferramenta para a apresentação informal de idéias. Isso pode ser evitado com treinamento formal de todos os envolvidos na modelagem e no projeto do banco de dados.

É importante que todos os que manipulam modelos ER sejam treinados para compreendê-lo. O fato de um DER ser gráfico e intuitivo pode transmitir a falsa impressão de ser compreensível até por alguém não treinado.

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Medium 9788521617747

Captulo 2- Camada de Aplicao

FitzGerald, Jerry Grupo Gen - LTC PDF

31

CAMADA DE APLICAÇÃO

A

CAMADA DE APLICAÇÃO (também chamada de camada 5) é o software que permite ao usuário executar um trabalho útil. O software da camada de aplicação é a razão para se ter uma rede, porque é esse software que dá o valor do negócio. Este capítulo examina os três tipos fundamentais de arquiteturas de aplicação utilizadas na camada de aplicação

(baseada no host, baseada no cliente, cliente-servidor). Ele focaliza então a Internet e os pacotes de software de aplicação que a mesma disponibiliza: a Web, o e-mail, o Telnet, o

FTP e o Instant Messaging.

Entender as arquiteturas de aplicação baseada no host, baseada no cliente e cliente-servidor

Entender como a Web funciona

Entender como o e-mail funciona

Estar ciente de como o FTP, o Telnet e o Instant Messaging funcionam

SUMÁRIO DO CAPÍTULO

OBJETIVOS

INTRODUÇÃO

ARQUITETURAS DE APLICAÇÃO

Arquiteturas Baseadas no Host

Arquiteturas Baseadas no Cliente

Arquiteturas Cliente-Servidor

Arquiteturas Peer-to-Peer

Escolhendo Arquiteturas

WORLD WIDE WEB

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Medium 9788577801480

10. Trabalhando com Pincéis

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

10 Trabalhando com Pincéis

Nesta lição, você aprenderá a:

• Utilizar os quatro tipos de pincel: Art, Calligraphic, Pattern e Scatter

• Alterar a cor do pincel e ajustar as suas configurações

• Criar novos pincéis partindo de arte-final no Adobe Illustrator

• Aplicar pincéis a paths criados com ferramentas de desenho

• Utilizar o efeito Scribble na arte-final e no texto

Introdução

Os pincéis do Adobe Illustrator CS3 permitem aplicar a arte-final aos paths para decorá-los com padrões, figuras, texturas ou traços angulares.

Você pode modificar os pincéis fornecidos no Adobe Illustrator CS3 e criar seus próprios pincéis. Pincéis aparecem no painel Brushes.

Você aplica pincéis a paths utilizando a ferramenta Paintbrush ou as ferramentas de desenho. Para aplicar pincéis utilizando a ferramenta Paintbrush, você escolhe um pincel no painel Brushes e desenha na arte-final.

O pincel é aplicado diretamente aos paths enquanto você desenha. Para aplicar pincéis utilizando uma ferramenta de desenho, você desenha na arte-final, seleciona um path e então escolhe um pincel no painel Brushes.

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Medium 9788521625094

CAPÍTULO 11 – DESIGN DE ARMAZENAMENTO DE DADOS

Dennis, Alan Grupo Gen - LTC PDF

CAPÍTULO 11

design de armazenamento de dados

O

utra atividade importante da fase de design é a concepção do componente de armazenamento de dados do sistema. Este capítulo descreve as atividades que são realizadas ao longo do desenvolvimento do design de armazenamento de dados.

Inicialmente, são descritas as diferentes maneiras nas quais os dados podem ser armazenados e analisadas várias características importantes que devem ser consideradas para selecionar o formato de armazenamento de dados. A seguir, é destacado o processo de revisão do modelo lógico de dados em modelo físico de dados. Em face de o banco de dados relacional ser um dos formatos de armazenamento de dados mais populares atualmente, também é incluída a otimização de banco de dados relacionais, tanto sob a perspectiva de armazenamento como a de acesso.

OBJETIVOS

■ Familiarizar-se com os vários formatos de arquivos e bancos de dados.

■ Descrever os objetivos do armazenamento de dados.

■ Ser capaz de revisar um DER lógico na criação de um DER físico.

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