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Medium 9788521624714

Capítulo 1 - Projeto de Sociedade, de Escola e de Gestão

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) LTC PDF

Capítulo 1

Projeto de Sociedade, de Escola e de Gestão

Implicações trazidas pelas transformações na sociedade e na cultura

A educação é um processo inerente às comunidades humanas, desde que os nossos ancestrais passaram a viver em grupos, dominaram o fogo e, em volta dele, aprenderam a contar histórias. Sua função em termos ideais é a de entronizar os indivíduos para desempenharem os diferentes papéis sociais, o que envolve o trabalho de preparar em cada um as condições necessárias para as diferentes funções e posições que dão forma

à estrutura social.

Esse dado antropológico confere à educação alguns traços essenciais:

>> Ela é estreitamente relacionada aos processos socioculturais.

>> Em profunda interdependência com os modelos e instrumentos de comunicação que os constituem.

>> E tem, sobretudo, um caráter ético e político.

Esse último aspecto é especialmente visível na medida em que toda educação implica:

>> Um projeto de pessoas envolvendo o modo como outras pessoas serão formadas.

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Medium 9788536307039

22. Números e Sinais

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A - Artmed PDF
Medium 9788536324555

Quarta unidade - Fábulas: reflexão e articulação com as artes

Saraiva, Juracy Assmann Grupo A - Artmed PDF

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Atividade 3

Estudo do gênero sinopse

Com que tipo de texto a sinopse se parece: com um poema, com uma notícia, com um anúncio?

A sinopse

– revela detalhes do comportamento das personagens?

– traz detalhes dos lugares onde se desenrola a história?

– apresenta o final da história dos filmes?

– expõe a avaliação de quem a escreve sobre o filme?

– indica o nome de pessoas que realizaram o filme?

O professor acolhe as opiniões, que serão aproveitadas na orientação do trabalho a ser desenvolvido.

PARA O PROFESSOR

As características da sinopse são as seguintes: um texto narrativo, curto, que resume uma narrativa, apresentando os personagens principais e o conflito central, sem revelar o fim da história. O professor não deve dar essas explicações, mas incentivar os alunos a percebê-las gradativamente.

Atividade 4

Redação de uma sinopse

O professor identifica, junto com os alunos, outros filmes e desenhos animados conhecidos por eles e escreve os títulos no quadro. Os alunos já alfabetizados reúnem-se em duplas e escolhem um dos filmes ou desenhos animados listados para escreverem sua sinopse. Estimulados pelo professor, os alunos não alfabetizados formulam frases que sintetizam a sequência dos eventos de um filme ou desenho escolhido coletivamente, cabendo ao professor transcrevê-las no quadro.

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Medium 9788573076646

6. Pedagogia revolucionária em tempos pós-revolucionários: repensar a economia política da educação crítica

Imbernón, F Grupo A - Artmed PDF

6

Pedagogia revolucionária em tempos pós-revolucionários: repensar a economia política da educação crítica

Peter McLaren

Faculdade de Educação e Estudos sobre a

Informação da California University (Los Angeles)

A globalização (do trabalho e do capital), acompanhada pela inovação tecnológica e sua promessa de igualdade e garantia “paramística” de um consumismo fácil e ilimitado, causou mudanças materiais nas práticas culturais e na proliferação de novas contradições entre capitalismo e trabalho; frente a elas, os educadores e as educadoras progressistas que trabalham nas escolas, ao invés de saberem reagir satisfatoriamente (McLaren, 1995; McLaren e

Farahmanpur, 1996), têm dificuldades para responder.

O fenômeno atual da globalização foi descrito pela economia (Adda,

1996, p.62) como a canibalização do social e do político e como “o grande fim da explosão da modernidade ocidental” (Engelhard, 1993, citado em

Benoist, 19961). O capitalismo cleptocrático anda livre, roubando os pobres para dar ao ricos. O bem-estar social para os oprimidos foi substituído por subvenções ao capital por parte do governo em forma de empresariado mundial. A ideologia destes tempos está legitimando uma supressão traumática dos ganhos laborais.

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Medium 9788521624714

Capítulo 6 - Gestão de Perspectiva Sistêmica

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) LTC PDF

Capítulo 6

Gestão de Perspectiva

Sistêmica

Conceitos e princípios para o manejo das organizações educacionais

A gestão é um assunto amplo, comum a praticamente qualquer área de atividade. Embora seja objeto de estudo específico da administração e de setores mais ligados à produção, envolve naturalmente diferentes perspectivas teóricas e sofre influências de ideias e práticas com raízes em diversas disciplinas. Paralelamente ao desenvolvimento tecnológico das

últimas décadas, especialmente a Teoria Matemática da Informação e a Teoria dos Sistemas exerceram crescente influência sobre os modelos de gestão que hoje temos mais disseminados pelas organizações e que, a partir delas, repercutiram em outras áreas, como na educação e nas atividades de intervenção social.

Contextualização

No contexto das novas formas de comunicação e de socialização, áreas como a psicologia, a sociologia e a comunicação têm contribuído para o desenvolvimento de novos modelos de gestão com ênfase na participação, na cooperação e na inteligência coletiva e organizacional. Esses pressupostos marcam, por exemplo, as abordagens que tratam de temas como gestão do conhecimento, do capital intelectual, das redes colaborativas ou de empreendimentos socioambientais.

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Medium 9788565848725

Parte I - Processos de Conhecimento

Castorina, José A. Grupo A - Penso PDF

Desenvolvimento cognitivo e educação: processos do conhecimento e conteúdos específicos 21

é o fundamento da função. A função semiótica apresenta diferentes manifestações, como o desenho, a imagem mental, o jogo simbólico, a linguagem ou a inteligência representativa (Piaget; Inhelder, 1969).

Graças a esse poder de evocação, que claramente diferencia o significante do significado, o pensamento da criança se modifica em profundidade. Piaget ressalta três transformações fundamentais quando comparadas à inteligência prática e à inteligência representativa: 1) enquanto a primeira está sujeita a ações sucessivas, a inteligência representativa pode forjar simultaneamente uma visão de conjunto; 2) permite que a criança foque sua atenção não somente nos resultados de suas intenções, mas também nos meios que tem utilizado; e 3) possibilita levar em conta situações possíveis separadas espacial e temporalmente, se liberando do “aqui e agora”.

Portanto, tudo parece indicar que, para Piaget, a utilização dos signos desempenha um papel essencial no desenvolvimento cognitivo, tornando possível um novo modo de pensamento. O que ocorre é que, se nos aprofundamos na explicação que Piaget oferece da função semiótica, essa importância do semiótico se matiza. Piaget explica de modo diferente a origem dos significantes e a dos significados. Os significantes (a parte material do signo) são o resultado do processo de acomodação dos esquemas aos objetos; têm, portanto, uma natureza imitativa e estática. Ao contrário, os significados são o resultado do processo de assimilação dos objetos aos esquemas de ação. Para Piaget, os significados são o elemento dinâmico do pensamento.

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Medium 9788536322865

12 Ambientes virtuais de aprendizagem e padrões de e-learning

Coll,César Grupo A - Artmed PDF

12

Ambientes virtuais de aprendizagem e padrões de e-learning

Jordi Adell, Antoni J. Bellver e Carles Bellver

Um dos temas que tem despertado maior interesse no campo da tecnologia educacional na última década é o dos padrões de e-learning. O objetivo deste capítulo é introduzir o leitor nos padrões de e-learning, em suas virtudes, suas hipóteses prévias e suas implicações psicopedagógicas. Na primeira seção do capítulo, são definidos alguns conceitos prévios, fundamentais para compreender o contexto no qual os padrões são criados e desempenham sua função; é descrito o processo ideal de padronização e são enumeradas as entidades mais relevantes na elaboração de especificações, modelos de referência e padrões de e-learning. Na segunda parte, é tratado o fugidio conceito de “objeto de aprendizagem” e são introduzidas as especificações e modelos de referência sobre conteúdos de aprendizagem. A terceira parte trata das especificações sobre processos de ensi­ no-aprendizagem. Finalmente, a última parte é destinada à reflexão sobre o estado atual dos processos de padronização e é proposta uma atitude perante os padrões de e-learning, uma atitude que poderíamos definir como de “interesse crítico”.

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Medium 9788502098107

2.3. O DIREITO À EDUCAÇÃO NO BRASIL SOB O PRISMA DO FEDERALISMO COOPERATIVO

Ferreira Leoncy, Léo Editora Saraiva PDF

No mesmo sentido, a Lei n. 9.394/96, conhecida como Lei de

Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu art. 5º, faz questão de ressaltar a garantia de intervenção junto ao Poder Judiciário como meio de dar efetividade aos direitos nela consagrados90. Do mesmo modo, o art. 227, caput, da Constituição, tratou de assegurar às crianças e aos adolescentes vários direitos, entre eles o da educação, em que eles terão absoluta prioridade com relação ao seu gozo91.

2.3  �O DIREITO À EDUCAÇÃO NO BRASIL SOB O PRISMA DO

FEDERALISMO COOPERATIVO

Como já demonstrado em tópico anterior, a Constituição de 1988 menciona a existência do princípio federativo quando, explicitamente, ressalta que a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal organizarão, em regime de colaboração, seus sistemas de ensino92.

Com isso, não há um sistema nacional de ensino, mas este se concretiza no mundo dos fatos por meio da coordenação exercida pela União, que integra as políticas públicas, as ações e as exigências comuns a todos os integrantes dos demais sistemas, com o fim de atingir os objetivos nacionais traçados no Plano Nacional de Educação.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 3 - CICLO DO PROCESSO DA COMUNICAÇÃO ESTABELECIDO

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A - Artmed PDF

CAPÍTULO

3

Ciclo do Processo da

Comunicação Estabelecido

Não somos todos iguais, daí que este processo tenha tantas alternativas quantas pessoas houver.

A dinamização deste processo perceptivo-expressivo é realizada de maneira incessante no transcurso da vida, de maneira que, se aprofundássemos nossa pesquisa, poderíamos considerar um grande círculo subdividido em outros menores e esses, sucessivamente, em outros tantos. Dessa maneira, o desenvolvimento de um ciclo pode abarcar tanto uma situação que transcorra em anos, como outra que represente breves experiências cognoscitivas que realizamos em poucos segundos. Até o mais simples e cotidiano processo de compreensão, relação ou comunicação que praticamos em nossa vida assemelha-se a isso.

O processo perceptivo-expressivo que apresentamos está esquematizado com o propósito de realizar sua análise e, apesar de parecer, a uma primeira vista, algo congelado, imóvel e invariável, é, em realidade, uma prática tão dinâmica e vital que sua análise nos leva a diagramá-lo desta maneira para tomar consciência dele. Em virtude disso, consideramos esse diagrama como modelo quanto a seus passos, não quanto ao fato que eles se deem nessas dimensões.

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Medium 9788536311111

9 - DA AVALIAÇÃO AO ACOMPANHAMENTO

Barbosa, Maria Carmen Silveira Grupo A - Artmed PDF

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DA AVALIAÇÃO AO ACOMPANHAMENTO

Para poder trabalhar com crianças, é preciso aprender sobre elas.

Como são as crianças contemporâneas? Quais são as suas culturas? Como vivem seu cotidiano? Do que brincam? Que livros lêem? Como realizam suas aprendizagens? Sabemos muito pouco sobre elas; portanto, precisamos ouvi-las, observá-las, conversar com elas, estar junto a elas para poder ampliar suas vivências. Isso implica necessariamente considerar que acompanhá-las enquanto trabalham em atividades complexas e de aprendizagem é indispensável.

Precisamos entender o que está acontecendo no trabalho pedagógico e o que a criança é capaz de fazer sem procurar continuamente classificá-la em uma estrutura predeterminada de expectativas ou normas. Ao lado disso, temos a possibilidade de observar que cada sujeito tem um percurso pessoal e que o acompanhamento das aprendizagens é a única maneira de não valorizar apenas o resultado, mas sim dar valor e visibilidade a todo o percurso construído no processo de aprendizagem. Afinal, a documentação sempre nos diz algo sobre como construímos a criança e nós mesmos como pedagogos. Por esse motivo, ela estará aberta à discussão e à mudança.

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Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Atlas PDF

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Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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Medium 9788536325484

10. LERDOS E ESPERTOS, ESTÚPIDOS E BRILHANTES

Cosenza, Ramon M. Grupo A - Artmed PDF

NEUROCIÊNCIA E EDUCAÇÃO

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10

LERDOS E ESPERTOS,

ESTÚPIDOS E BRILHANTES

Neste capítulo, veremos o fenômeno da inteligência e suas relações com o funcionamento do cérebro.

A INTELIGÊNCIA E O FUNCIONAMENTO CEREBRAL

O conceito de inteligência é amplo e tem variado ao longo do tempo e nos diversos ambientes culturais, mas pode ser considerado como a habilidade de se adaptar ao ambiente e aprender com a experiência. Observa-se que os indivíduos variam amplamente nesses atributos, podendo ser classificados desde lerdos a espertos, de estúpidos a brilhantes.

Recentemente, pesquisadores do assunto propuseram uma definição abrangente: “A inteligência é uma capacidade muito geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas, aprender rapidamente e por meio da experiência. Não é apenas uma habilidade acadêmica, uma aprendizagem livresca ou esperteza ao responder testes. Ela reflete uma capacidade mais ampla e profunda para a compreensão do ambiente: apreender o contexto, dar sentido às coisas, antecipar o melhor curso de ação. A inteligência, definida dessa forma, pode ser medida, e os testes de inteligência o fazem de forma adequada”.

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Medium 9788522478392

Parte I - 9 A elaboração de seminários

ANDRADE, Maria Margarida de Atlas PDF

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A elaboração de seminários

O Seminário constitui uma das técnicas mais eficientes de aprendizagem, quando convenientemente elaborado e apresentado. É preciso ressaltar que Seminário não se limita à elaboração do resumo de um texto e sua apresentação oral, quase sempre improvisada e monótona, diante de uma classe desatenta, alheia ao conteúdo da exposição.

Para que o Seminário surta os efeitos desejados, que inclui o treinamento do trabalho em grupo, quando essa modalidade é adotada, torna-se indispensável o conhecimento da sua natureza e finalidades, bem como das técnicas de elaboração e apresentação.

9.1 Seminário: conceito e finalidades

Antes de mais nada, faz-se necessário apontar o conceito de seminário:

“Seminário é uma técnica de estudo que inclui pesquisa, discussão e debate. (...)”

(LAKATOS, 1992, p. 29). Deduz-se, portanto, que a pesquisa, especialmente a bibliográfica, é o primeiro passo, requisito indispensável na elaboração do Seminário. A pesquisa leva à discussão do material pesquisado, mas, para que os objetivos sejam alcançados, não se pode dispensar o debate.

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Medium 9788521624714

Capítulo 2 - Funções Sociais da Educação e da Escola

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) LTC PDF

Capítulo 2

Funções Sociais da Educação e da Escola

Entendendo a história para entender as transformações de hoje

As formas pelas quais a informação circula, e o conhecimento e a riqueza são construídos, são fundamentais para a organização das sociedades. São também fatores dinâmicos e relacionados entre si e, frequentemente, levam as pessoas a se confrontarem com dilemas e desafios cuja superação resulta em transformações sociais. A educação, como processo formador dos indivíduos para a vida social e produtiva, não pode ser compreendida fora dessas relações de vínculo e das mentalidades que as sustentam no cotidiano.

Neste capítulo, vamos procurar compreender como as transformações no espaço social, político e econômico ao longo do tempo influíram sobre o desenvolvimento das concepções e sistemas educativos e modelos escolares que temos hoje. Essas transformações podem ser mais bem compreendidas se colocadas na perspectiva histórica, permitindo perceber no presente aquilo que representa continuidade ou ruptura com os momentos anteriores.

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Medium 9788536311104

INTRODUÇÃO

Fonseca, Vitor da Grupo A - Artmed PDF

Vitor da Fonseca 223

Autores Norte-Americanos

EDUCAÇÃO PERCEPTIVO-MOTORA

INTRODUÇÃO

Após uma primeira abordagem sobre a evolução psicomotora e a aprendizagem da criança e do jovem, apoiada em autores europeus, respectivamente, Wallon, Piaget e Ajuriaguerra, abordarei a seguir um conjunto dos autores norte-americanos que mais se dedicaram à reflexão teórica e à aplicação prática da perceptivomotricidade.

O termo perceptivo-motricidade (adaptação de perceptual-motor skills), conotado com o comportamentalismo, ou behaviorismo (Watson,

1924, 1925; Skinner, 1953, 1971), centra-se em uma concepção positivista do comportamento humano observável, sem nenhuma referência ao papel das emoções e da consciência. Trata-se de uma noção que reforça a relação quase periférica entre os fenômenos observáveis dos estímulos e das respostas, sem considerar o papel das variáveis intermediárias entre ambos, como as variáveis afetivas e cognitivas, que se sabe, com a ajuda dos autores europeus já apresentados, serem de grande relevância para a compreensão da organização psicomotora.

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