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Medium 9788536319926

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Pacheco, José Grupo A - Artmed PDF

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Numa espécie de viagem ao passado, sente-se transportado até ao ano de 1958, menino de tenra idade sentado lado a lado com outros meninos em velhas carteiras com buracos para tinteiro e pena, num coro de cantigas sem sentido, repetindo até à exaustão, cada um voltado para o seu único livro:

“a de águia, e de égua, i de igreja, o de ovos, u de uvas...”

Concluída a análise dos “manuais aprovados” para a 1a série, extraí algumas frases de elevado gabarito intelectual, que as suas criancinhas deverão repetir até a exaustão. “A tia tapa o pote” é a frase campeã das citações, quase empatada com a célebre “a vaca dá leite”. E se sente regressado ao país rural da sua salazarista infância perante frases como: “O Vilela leva a vaca à vila”, “O Vilela veio da vila a cavalo”, “Vovô vai

à vila a pé”. Por meio dos manuais fica também conhecendo o que preenche o cotidiano dos alunos das outras escolas: “É dia de aula e Adélia pula” (o texto não nos informa se durante a educação físico-motora ou se o pulo é dado no recreio).

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Medium 9788536314457

5 Dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas

Farrell, Michael Grupo A - Penso PDF

Capítulo 5

Dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas

Introdução

Este capítulo examina definições de dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas (DAPM). Considera a prevalência dessas dificuldades e os fatores causais a elas associados. Trata da sua identificação e avaliação. A provisão para alunos com

DAPM é descrita com particular referência ao currículo, à avaliação, ao ensino e à aprendizagem. Este último aspecto tem a ver com abordagens multissensoriais, facilitação da comunicação, recursos, rotinas e alunos controlando seu entorno. O capítulo também discute o aproveitamento dos interesses, aptidões e realizações dos alunos, comportamento desafiador e os efeitos do comprometimento sensorial, da deficiência física e de condições médicas graves.

Definições

A orientação relacionada ao Censo Escolar Anual do Nível dos Alunos (DfES,

2003) sugere coletar informações sobre o tipo de NEE de alunos para os quais está sendo feita uma provisão educacional especial, com um acompanhamento escolar específico ou com um registro de NEE (p. 2). Com relação aos alunos que apresentam DAPM, a orientação afirma:

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Medium 9788536307039

11. Batalha de Operações

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A - Artmed PDF

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fetuar subtrações, adições e multiplicações mentalmente, construir os fatos fundamentais da subtração, da adição ou da multiplicação a partir de situações-problema.

Este jogo auxilia o aluno a desenvolver agilidade no cálculo mental, o que consideramos muito importante, visto que os procedimentos de cálculo mental apoiam-se nas propriedades do sistema de numeração decimal e nas propriedades das operações.

Organização da classe: em duplas

Recursos necessários: um jogo de 20 cartas (duas de cada valor), com as cartas sendo múltiplos de 2, 5 ou 10.

Meta: conseguir o maior número de cartas no final do jogo.

ORIENTE SEUS ALUNOS QUANTO ÀS REGRAS

1. Ao iniciar o jogo, combina-se com a classe, ou entre as duplas de jogadores, a operação que será utilizada durante a partida (adição, subtração ou multiplicação).

2. As cartas são embaralhadas e distribuídas aos jogadores, sendo 10 para cada um.

3. Sem olhar, cada jogador forma à sua frente uma pilha com as suas cartas viradas para baixo.

4. A um sinal combinado, os dois jogadores simultaneamente viram as primeiras cartas de suas respectivas pilhas. O jogador que primeiro disser o resultado da subtração, da adição ou da multiplicação entre os números mostrados nas duas cartas fica com elas.

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Medium 9788536319926

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Pacheco, José Grupo A - Artmed PDF

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Fiquei feliz pelas crianças”. Professores como Carlos (são tantos os que conheço) vão gravitando em torno do desastre. As suas palavras contrastam com as de outros professores, que me falam de sofrimento, de esforço compensado, de desânimo que, não raras vezes, conduzem à frustração.

Não é fácil a vida nas escolas que temos. O professor está sozinho na sua sala. Esse absurdo – um dos absurdos que sustentam a tradicional e hegemônica organização das escolas – reforça um sentimento mortal de autossuficiência, expõe professores a situações de constrangimento e, por vezes, de violência expressa. Sei de professores que salvaram, in extremis, colegas em risco de serem agredidas dentro das suas salas. Sei de professores que foram ameaçados, humilhados, espancados.

Se isto se deve a uma organização das escolas pautada pelo isolamento e pouco propícia ao exercício da solidariedade, não é menos certo que não cabe às escolas toda a responsabilidade. Não pretendo afagar o ego dos professores, que nunca é minha intenção agradar a quem quer que seja.

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Medium 9788536307039

Apresentação deste Caderno

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A - Artmed PDF

Apresentação deste Caderno

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ão é de hoje que sabemos que os jogos encantam crianças e adultos, assim como é conhecida a sua importância para o desenvolvimento social e intelectual da criança. Ainda assim, não é incomum que aos professores surjam dúvidas sobre quais jogos usar, como selecionar um jogo para seus alunos, de que forma explorar um jogo em sala, entre tantas outras.

Neste caderno, abordamos o uso de jogos nas aulas de matemática, mais especificamente nas aulas de 1o a 5o ano do ensino fundamental, e pretendemos discutir algumas das questões sobre seu uso. O caderno apresenta jogos com finalidades variadas, de tipos diversos, acompanhados de problematizações, atividades, observações, registros e orientações sobre sua utilização em sala de aula. A coletânea aqui apresentada é fruto da experiência da equipe do Mathema e de muitos dos educadores que conosco trabalham, estudam e acreditam no quanto é possível aprender matemática jogando em grupo.

Nosso objetivo ao elaborar este caderno de jogos foi o de ajudar você, professor, a desenvolver um trabalho com jogos, apresentando o valor educacional dos mesmos, analisados sob a ótica da perspectiva metodológica da resolução de problemas.

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Medium 9788536311104

13. A COORDENAÇÃO E A REGULAÇÃO CIBERNÉTICA DA PSICOMOTRICIDADE: INTRODUÇÃO À OBRA DE BERNSTEIN

Fonseca, Vitor da Grupo A - Artmed PDF

444 Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem

13

A COORDENAÇÃO E A REGULAÇÃO

CIBERNÉTICA DA PSICOMOTRICIDADE: introdução à obra de Bernstein

A UNIDADE DIALÉTICA DA AÇÃO

Nicholai A. Bernstein, fisiologista, matemático, físico, neuropsicólogo e biomecânico russo, é um dos primeiros cientistas a ensaiar o estudo da conduta humana, particularmente do movimento humano, à luz da cibernética experimental. Na atualidade, sua herança inspira muitas pesquisas nos domínios da teoria da ação, da teoria do controle, da ciência do movimento humano, da percepção e da cognição. Suas investigações, de enorme talento, envolvendo níveis de explicação biológicos, fisiológicos, psicológicos, matemáticos e filosóficos, são consideradas por Luria uma penetração no futuro, no que diz respeito ao estudo do ser humano em ação.

Investigador notável, contando com uma obra muito extensa e relevante, Bernstein (1947, 1967,

1986a, 1986d, 1986f) é um dos primeiros autores que defendem a importância do controle e da regulação dos movimentos voluntários como meio e expressão da maturação do sistema nervoso humano, além de introduzir novas técnicas de estudo sobre os movimentos, principalmente a cinematografia sincronizada, a ciclografia, a cronofotografia, a fotografia instantânea, a biomecânica, a antropometria, etc. Sua perspectiva de movimento confere à ação um papel muito especial, ou seja, o de meio pelo qual a criança pode adquirir a experiência e a cultura dos mais velhos e experientes. Por meio da ação, a criança aprende a sociedade e a cultura através da

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Medium 9788521620105

Capítulo 3 - Construindo um Problema de Pesquisa

MALHEIROS, Bruno Taranto LTC PDF

Capítulo 3

Construindo um Problema de Pesquisa

Contextualizando

Eu acredito que a poesia tenha sido uma vocação, embora não tenha sido uma vocação desenvolvida conscientemente ou intencionalmente. Minha motivação foi esta: tentar resolver, através de versos, problemas existenciais internos. São problemas de angústia, incompreensão e inadaptação ao mundo.

Carlos Drummond de Andrade

Nesta afirmação de Carlos Drummond, é possível perceber que ele explicita alguns problemas que precisam ser resolvidos (angústia, incompreensão, inadaptação ao mundo). A partir daí, ele se orienta a resolver tais problemas por meio da poesia.

Partindo deste pensamento, reflita:

>> O que diferencia um problema científico de um problema cotidiano, do senso comum?

>> Como surgem os problemas científicos?

>> Como formular questões científicas?

Antes de continuar sua leitura, tente responder a estas questões.

Estudo de caso

O caso do bolo solado

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Medium 9788521621829

Capítulo 14 - Como Planejar Projetos para o Desenvolvimento e Avaliação de Competências

ALVES, Júlia Falivene LTC PDF

Capítulo 14

Como Planejar Projetos para o

Desenvolvimento e Avaliação de

Competências

Contextualização

Quando se pensa em desenvolver um projeto, é necessário reconhecer a necessidade de assumir certas posturas. Sobre isso há algumas coisas sobre as quais se deve refletir:

>> Saber que cada passo do projeto tece um caminho que, mais cedo ou mais tarde

do que se pensa, propiciará a chegada àquele ponto proposto que se tinha imaginado “lá adiante”, no futuro – que pode ser daqui a três dias, uma semana, um mês, mais de um ano, dependendo dos seus propósitos.

>> Trabalhar por projeto é mais do que simplesmente fazer um plano de trabalho

para todo um semestre ou um ano inteiro, delineando o grande objetivo a ser atingido para depois, contraditoriamente, deixar que cada atividade “flua normalmente” como consequência de um esforço despendido em algumas horas na semana de planejamento.

>> As aulas ou as outras atividades não vão “fluir naturalmente” em direção ao obje-

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 4 - O HOMEM COM SUA PERSONALIDADE: REALIDADE BASE

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A - Artmed PDF

A Linguagem Oral na Educação de Adultos

CAPÍTULO

93

4

O Homem com sua Personalidade,

Realidade Base

A personalidade do homem é a soma de suas emoções, temores, interesses, estado de ânimo, estado psicofísico, passado e presente, seus desejos e expectativas, suas motivações, sua cultura e seus costumes, sua raça, sua situação socioeconômica, sua profissão e ocupação, sua sensibilidade e sentimentos, seus gostos, seus complexos, sua herança, suas ambições e seus bens, o dia, o clima, etc.

O todo, que torna essa pessoa única e irrepetível, com dignidade, liberdade e com capacidade de ser. Isso é o que nos torna, fundamentalmente, pessoas.

As estimulações e impressões que recebe da realidade e a expressão de seu eu interior encontram-se condicionadas por ela e são mostradas por meio da expressão dos aspectos genuínos desse eu ou bem, em seu agir disfarçado e encoberto como autodefesa ou repressor da expressão dos outros, se atua num papel mais ofensivo.

Ao considerar a realidade base, há uma que é a fundamental: o grande desejo de capacitação do participante. Problemática pessoal que, por outro lado, o leva a participar num curso de educação de adultos.

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Medium 9788536327501

9. Poliquetas (vermes tubícolas, vermes-de-areia, vermes-de-escamas, vermes-gato, etc.)

Ghilardi-Lopes, Natalia Pirani Grupo A - Artmed PDF

9

poliquetas

(vermes tubícolas, vermes-de-areia, vermes-deescamas, vermes-gato, etc.)

Peterson Lásaro Lopes

L Classe Polychaeta

(do grego polús = muitas + khaít = cerdas)

A classe dos poliquetas possui mais de 8 mil espécies descritas, o que representa cerca de dois terços do montante conhecido do Filo Annelida, os anelídeos. Compõe um grupo antigo, de hábitos muito plásticos; possivelmente existem há mais de 500 milhões de anos, com espécies cursoriais, pelágicas, fossoriais e tubícolas (sendo que algumas se enquadram em mais de uma categoria). São encontrados no mundo todo, quase exclusivamente em ambientes aquáticos, principalmente marinhos, em profundidades variáveis, desde o mediolitoral até 5.000 m. São solitários ou coloniais, e o tamanho dos indivíduos varia de 2 mm até 3 m de comprimento.

g Estrutura do corpo

Apresentam simetria bilateral e seu corpo – tipicamente revestido por cutícula de colágeno – apresenta formato quase cilíndrico e tubular, sendo que o celoma possui, dentre outras funções comuns, a de atuar como um esqueleto hidrostático, garantindo maior eficiência locomotora. Como nos demais anelídeos, o corpo é segmentado e, portanto, quase todas as estruturas presentes em um segmento estão repetidas nos demais, tais quais as projeções laterais, chamadas parapódios. Os parapódios comportam a maioria das muitas cerdas presentes no corpo dos poliquetas e assumem várias funções,

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Medium 9788536319926

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Pacheco, José Grupo A - Artmed PDF

f mente o porquê de os facilitistas instituírem exames como mito redentor dos erros do sistema. Quem nunca experimentou a deprimente paisagem de um espaço abarrotado de examinandos amontoados ao fundo, mesas da frente desertas, pastas, livros, malas e carteiras de senhora amontoados no fundo da sala? Edificante, não é?

Um inocente candidato a professor confidenciou-me sua perplexidade: “Então, quer saber se as minhas colegas de curso copiam nos exames. E, quando perguntei se achavam correto o seu comportamento, encolheram os ombros e riram na minha cara. Mas o mais incrível é que, quando perguntei se, quando viessem a ser professoras, permitiriam que os seus alunos também copiassem nos exames, responderam: ‘Era só o que faltava!’ Eu não queria acreditar…”. Nem eu! Mas, reconheçamos

(adeptos, ou críticos dos exames) que é assim mesmo. E esses tristes “filhos” dos exames são apenas a ponta de um iceberg, que esconde o facilitismo de tirar cursos parasitando trabalhos de grupo e copiando… em exames.

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Medium 9788521624714

Capítulo 2 - Funções Sociais da Educação e da Escola

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) LTC PDF

Capítulo 2

Funções Sociais da Educação e da Escola

Entendendo a história para entender as transformações de hoje

As formas pelas quais a informação circula, e o conhecimento e a riqueza são construídos, são fundamentais para a organização das sociedades. São também fatores dinâmicos e relacionados entre si e, frequentemente, levam as pessoas a se confrontarem com dilemas e desafios cuja superação resulta em transformações sociais. A educação, como processo formador dos indivíduos para a vida social e produtiva, não pode ser compreendida fora dessas relações de vínculo e das mentalidades que as sustentam no cotidiano.

Neste capítulo, vamos procurar compreender como as transformações no espaço social, político e econômico ao longo do tempo influíram sobre o desenvolvimento das concepções e sistemas educativos e modelos escolares que temos hoje. Essas transformações podem ser mais bem compreendidas se colocadas na perspectiva histórica, permitindo perceber no presente aquilo que representa continuidade ou ruptura com os momentos anteriores.

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Medium 9788536307572

3. Prática em sala de aula

Pacheco, José Grupo A - Artmed PDF

38 José Pacheco

turma deve ser apoiado individualmente, pois todos têm necessidades especiais de algum tipo. O relatório catalão forneceu visões semelhantes, tais como: “É preferível cuidar de todas as necessidades dentro da sala de aula comum”. Além disso, os fatores mais importantes são aqueles relacionados à criação de condições organizacionais e curriculares em salas de aula comuns.

O relatório português descreveu essa questão de forma quase idêntica: quando foram definidas dificuldades de aprendizagem em termos de currículo, mais possível tornou-se a criação de condições em que todos alunos pudessem aprender. O relatório islandês mostrou que o processo de inclusão pôde ser visto afetando não apenas determinados alunos, mas o grupo todo.

Conseqüentemente, ocorreu que a necessidade da aquisição de habilidades e de um plano de métodos, que criariam tais condições. Todos os quatro relatórios salientaram a necessidade de planejar condições a fim de apoiar a classe inclusiva. Essas condições relacionavam-se à formação de relações, de um ambiente afetivo e atencioso, de igualdade, da possibilidade de apoio permanente e de grandes expectativas. A escola da Ponte forneceu informações explícitas sobre como haviam experienciado a diferença entre um plano individual para “casos” especiais e planos de duas semanas com grandes expectativas. Um professor especializado realizou os primeiros planos, mas os novos planos tiveram as mesmas características dos planos para todos os outros alunos, realizados por todo o pessoal. O primeiro plano foi de longa duração, com objetivos funcionais e raramente enfocando domínios sociais, emocionais ou cognitivos. O último plano foi de curta duração, com um alto nível de expectativas quanto à aprendizagem dos alunos.

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Medium 9788536327501

10. Crustáceos (camarões, lagostas, siris, caranguejos, cracas, etc.)

Ghilardi-Lopes, Natalia Pirani Grupo A - Artmed PDF

10

crustáceos

(camarões, lagostas, siris, caranguejos, cracas, etc.)

Valéria Flora Hadel

L Subfilo Crustacea

(do latim crusta = concha)

Existem cerca de 30 mil espécies de crustáceos terrestres, marinhos e de

água doce. Ocorrem em todos os mares e oceanos, desde a zona do mediolitoral até as maiores profundidades, e em todas as latitudes, dos trópicos aos polos. São solitários, e o tamanho dos indivíduos é variável, desde menos de 1 mm de comprimento até 4 m de envergadura.

g Estrutura do corpo

Os crustáceos diferem dos outros membros do Filo Arthropoda por possuírem dois pares de antenas birremes. O corpo é dividido em cabeça, tórax e abdome, subdivididos em segmentos que variam de 16 a mais de 60, dependendo da espécie. Em alguns, a cabeça e o tórax fundem-se em uma estrutura única denominada cefalotórax. São cobertos por uma carapaça rígida formada por quitina, proteína e material calcário. Essa carapaça é mais fina e flexível nas articulações, o que faz com que o animal se locomova com agilidade. A carapaça é descartada no período da muda, ou ecdise, para que o animal possa crescer. Após a muda, uma nova carapaça protetora maior

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Medium 9788502098107

5.4. QUARTO DESAFIO: CONTRIBUIR PARA A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE SOCIAL

Ferreira Leoncy, Léo Editora Saraiva PDF

dos, o que adianta o olhar na perspectiva de análise das relações jurídicas pelo viés de um potencial pós-modernismo jurídico, que ainda está por se concretizar.

5.4  �QUARTO DESAFIO: CONTRIBUIR PARA A CONSTRUÇÃO

DA IDENTIDADE SOCIAL

O Direito impõe barreiras para a solução dos seus próprios conflitos, haja vista a pluralidade de racionalidades na solução de problemas jurídicos condicionados a problemas sociais. Ao mesmo tempo, o Direito influencia de forma seletiva, pois é o resultado da própria sociedade.

Ianni ressalta que as forças jurídico-políticas e ideológicas entraram em descompasso com as manifestações reais e as potencialidades políticas e culturais das forças sociais presentes na sociedade. É exatamente essa discrepância entre o real e o potencial que torna qualquer atividade vulnerável às instabilidades sociais240.

Diante disso, coloca-se a seguinte questão: O Direito é condicionante dos eventos sociais ou é condicionado por eles? Se a resposta para essa pergunta não estiver no Direito talvez esteja na própria sociedade, mais especificamente na forma como se estrutura, uma vez que a estrutura social, por conter expectativas estabilizadas, delimita o que o sistema suporta.

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