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Medium 9788536327501

12. Equinodermes (estrelas-do-mar, lírios-do-mar, ouriços, pepinos e ofiuroides)

Ghilardi-Lopes, Natalia Pirani Grupo A - Artmed PDF

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equinodermes

(estrelas-do -mar, lírios-do -mar, ouriços, pepinos e ofiuroides)

Valéria Flora Hadel

L Filo Echinodermata (do grego echinos = ouriço + derma = pele + ata

= caracterizado por)

Existem atualmente 6 mil espécies descritas para esse grupo. São exclusivamente marinhas e distribuem-se desde a zona do mediolitoral até as regiões abissais, a 10.540 m de profundidade; ocorrem em todas as latitudes, dos oceanos polares aos tropicais. Com exceção de uma espécie de holotúria pelágica, capaz de nadar, todas as demais são bentônicas e vivem associadas a substratos rochosos, arenosos ou lodosos. A cor varia do cinza e do marrom ao alaranjado, vermelho e azul, sendo comuns espécies multicoloridas.

Existem cinco classes de Echinodermata: Asteroidea (estrelas-do-mar),

Crinoidea (crinoides), Echinoidea (ouriços-do-mar), Holothuroidea (pepinosdo-mar ou holotúrias) e Ophiuroidea (ofiuroides).

g Estrutura do corpo

A forma do corpo varia, podendo ser arredondada, cilíndrica ou em forma de estrela. Apresentam simetria radial pentâmera quando adultos, apesar de as larvas serem bilateralmente simétricas. O esqueleto é interno, formado por ossículos calcários. Um sistema hidrovascular, por onde circula a água do mar, e um tecido conjuntivo mutável, que permite ao animal mudar a forma do corpo, são características exclusivas do filo e não são encontrados em nenhum outro animal. Os pés ambulacrais, movidos pela ação hidrostática da água do sistema hidrovascular, servem para locomoção, captura do alimento e como órgãos sensoriais, captando sinais táteis e químicos.

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Medium 9788502098107

CONSTITUIÇÃO E DIREITOS FUNDAMENTAIS: O DIREITO À EDUCAÇÃO

Ferreira Leoncy, Léo Editora Saraiva PDF

Capítulo 1

CONSTITUIÇÃO E DIREITOS FUNDAMENTAIS: O

DIREITO À EDUCAÇÃO

O presente capítulo tece considerações sobre o mínimo existencial como base principiológica para a concretização dos direitos fundamentais, mais especificamente do direito à educação, que é pressuposto para a sobrevivência do Estado de Direito, porque ele enseja a própria condição de desenvolvimento da personalidade humana de cada indivíduo, consequentemente, da cidadania. De maneira geral, busca-se mostrar o direito à educação como um direito de conteúdo inseparável do conceito de “mínimo existencial”.

Busca-se, também, mostrar que o direito à educação constrói-se sob o manto principiológico de sustentabilidade dos direitos fundamentais.

Daí invocarem-se princípios norteadores do ordenamento constitucional brasileiro, como o princípio da dignidade da pessoa humana, da solidariedade, da igualdade, da proibição do retrocesso social, entre outros.

Por fim, aqui também se faz uma breve menção acerca da questão de como tratar uma possível colisão de princípios em face do direito à educação.

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Medium 9788521621072

Capítulo 3 - Relação entre Professor e Aluno

Malheiros, Bruno Taranto Grupo Gen - LTC PDF

Capítulo 3

Relação entre Professor e Aluno

Contextualizando

Bons amigos (Machado de Assis)

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.

Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.

Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.

Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.

Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.

Porque amigo sofre e chora.

Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.

Porque amigo é a direção.

Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.

Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.

Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,

Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis, assim como outros grandes poetas, escrevia bastante sobre diversos tipos de relacionamento: amizade, cumplicidade, amor. Os relacionamentos existem onde existem duas ou mais pessoas. Na sala de aula, portanto, diversos tipos de relacionamento acontecem. Baseado no poema de Machado de Assis, reflita:

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Medium 9788573079616

Capítulo 9 - COMO “ENSINAR” COMPETÊNCIAS?

Antunes, Celso Grupo A - Artmed PDF

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É impossível afirmar que essas definições sejam muito diferentes; é melhor afirmar que uma é mais específica que a outra. Quando um aluno mobiliza seus saberes, geralmente conquistados na escola para resolver certos assuntos, procura resolvê-los com eficácia e, assim, atua com competência. Nesse caso, competência em educação seria agir na rua, em casa, no estádio, no clube, no trabalho, no shopping e em todo lugar de maneira diferente, mais eficiente da que se agiria se na escola não se tivesse aprendido a ler, escrever, contar, raciocinar, explicar, desenhar, comparar; caso não se tivesse aprendido geografia, matemática, história, ciências, inglês, língua portuguesa, geometria e tudo o mais que se aprende na escola.

No segundo caso, a diferença maior entre “capacidade” e “competência” está na ação do verbo que as diferencia. Capacidade a pessoa acumula, amplia, aumenta, faz crescer.

Competência a pessoa mobiliza, coloca em movimento, tira da inércia. Ora, “acumular” não é a mesma coisa que “mobilizar”, ainda que as diferenças sejam sutis.

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Medium 9788521621812

Capítulo 6 - A Avaliação Nossa de Cada Dia

Alves, Júlia Falivene Grupo Gen - LTC PDF

Capítulo 6

A Avaliação Nossa de Cada Dia

Contextualização

Quando o assunto se trata de avaliação educacional, precisamos definir muito bem de qual época e de que tipo é a avaliação e a educação da qual falamos.

Por isso, os capítulos anteriores foram necessários para que entendêssemos como foi a evolução da sociedade, do pensamento, da educação, até que chegássemos ao conceito e à prática pedagógica da avaliação que são propostos para o nosso tempo.

Sendo assim, vamos começar a refletir sobre o tema, partindo primeiramente de um conceito de avaliação utilizado e entendido por todos por ser popular, de uso cotidiano, sem pretensões científicas.

Conceitos para entender a prática

1. Todo dia é dia de avaliação

Todos os dias avaliamos pessoas, objetos, fatos, atitudes, tanto os elementos que constituem rotina em nossa vida quanto os que nos surpreendem ou são inusitados. Acordamos e, sem mesmo perceber, já nos avaliamos: estamos com sono ainda, ou não?

Dormimos bem? Acordamos na hora planejada ou podemos dormir um pouco mais?

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