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Parte I - Capítulo 1 - Gestão de Pessoas na Organização Contemporânea

RAMAL, Andrea LTC PDF

Capítulo 1

Gestão de Pessoas na

Organização Contemporânea

Hugo Motta Bacêllo Mósca

Contextualização

Há pouquíssimas décadas, a gestão de pessoas era uma mera associação com as rotinas de manutenção de um contrato de trabalho: recrutamento, seleção, remuneração, plano de cargos e salários, benefícios, entre outros. Verificamos, desde então, uma evolução nesse pensamento para um contexto das organizações no qual as pessoas deixam de ser vistas simplesmente como mão de obra para serem percebidas como parceiras, com as quais é preciso contar de modo autêntico. Como indica o professor José Roberto Gomes (2002), mais do que a gestão de um contrato, a Gestão de Pessoas precisa ser vista, então, como a gestão de uma relação, de uma história construída em comum, de um processo contínuo de criação de valores, de compartilhamento de responsabilidades. As rotinas de pessoal continuam sendo importantes, mas são só uma parte formal dessa relação.

Dessa forma, veremos que o estudo de Gestão de Pessoas não é um capítulo sobre práticas de Recursos Humanos ou de Departamento de Pessoal – como esses temas usualmente se apresentam aos leitores ou mesmo funcionários de uma empresa. Naturalmente, há temas tangenciais entres esses tópicos, mas aqui vamos abordar aqueles mais relevantes para que um gestor consiga gerir essa relação – cada vez mais importante no contexto das organizações. Temas como “Seleção”, “Avaliação de Desempenho” e

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Medium 9788521620105

Capítulo 3 - Construindo um Problema de Pesquisa

MALHEIROS, Bruno Taranto LTC PDF

Capítulo 3

Construindo um Problema de Pesquisa

Contextualizando

Eu acredito que a poesia tenha sido uma vocação, embora não tenha sido uma vocação desenvolvida conscientemente ou intencionalmente. Minha motivação foi esta: tentar resolver, através de versos, problemas existenciais internos. São problemas de angústia, incompreensão e inadaptação ao mundo.

Carlos Drummond de Andrade

Nesta afirmação de Carlos Drummond, é possível perceber que ele explicita alguns problemas que precisam ser resolvidos (angústia, incompreensão, inadaptação ao mundo). A partir daí, ele se orienta a resolver tais problemas por meio da poesia.

Partindo deste pensamento, reflita:

>> O que diferencia um problema científico de um problema cotidiano, do senso comum?

>> Como surgem os problemas científicos?

>> Como formular questões científicas?

Antes de continuar sua leitura, tente responder a estas questões.

Estudo de caso

O caso do bolo solado

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Medium 9788521630463

PARTE I – 1 - OS DILEMAS DO PRESENTE

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de LTC PDF

1

C apítulo

Os dilemas do presente

DINAEL CORRÊA DE CAMPOS

Conhece-te a ti mesmo.

Oráculo de Delfos, 1000 a.C.

Ao escrevermos sobre o papel da Ciência, ou, mais precisamente, sobre o papel que é delegado

à Ciência na contemporaneidade, temos que voltar nosso olhar primeiro para a Antiguidade para que, ao aprofundarmos o olhar sobre as fontes do passado, possamos adquirir outra visão e uma nova tomada de consciência para lidarmos com os dilemas atuais.

Iniciamos então pelo dilema mais antigo que a humanidade conhece — as três perguntas clássicas: quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? O fato é que o Homem busca através dos tempos essas respostas para a sua existência.

Como pesquisadores, nos propomos entender o discurso do Outros, estando em um lugar privilegiado da observação, temos que ter clareza de que nosso compromisso com a produção científica é muito grande. Temos que ter claro que toda produção científica interfere no cotidiano das pessoas, que buscam se livrar do incomensurável mal-estar de que julgam estar possuídas, e que pode estar levando a humanidade a um estado de distopia.

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Medium 9788536323541

7. Revendo o sucesso

Brighouse, Tim Grupo A - Artmed PDF

Como fazer uma boa escola? 185

um plano de desenvolvimento único e integrado que mapeia as ações necessárias para produzir a melhoria.

Se não sabemos para qual porto estamos nos dirigindo, nenhum vento é favorável.

Sêneca

A característica que destaca a escola “em movimento” da escola “pa­ ralisada” é que a primeira tem uma cultura que mantém a reflexão e a inda­ gação críticas, associadas a uma determinação de assegurar a melhoria con­ tínua. A autoavaliação rigorosa é a dinâmica da melhoria da escola. Ela não

é realizada com o propósito de inspeção, mas é essencial para o processo de melhoria e para o mais alto denominador comum dos valores compartilhados.

As escolas bem-sucedidas têm um consenso muito elevado sobre seus valores, captados nas declarações de sua missão e consistentemente reforçados em todas as oportunidades. Nessas escolas há um alto compromisso, além de coesão e colaboração que reforçam e flores-cem na curiosidade intelectual e em uma disposição para a criatividade. Há uma vontade de reunir evidências e debater suas implicações. Em uma cultura de autoavaliação próspera ha­­verá liderança suportiva e bem-infor­mada, abertura para a melhoria, honestidade e confiança, diálogo reflexivo, boa colaboração e normas aceitas de compartilhamento, um foco incessante na aprendizagem do aluno e uma celebração da prática atualizada. Em suma, a escola é uma comunidade de aprendizagem pro­­fis­sional que de­senvolve no momento certo a indagação e a revisão coletiva quando os profissionais são encorajados a colaborar aprendendo um com o outro. A própria escola é organizada como uma comunidade de aprendizagem que anda para a frente, promovendo um diálogo para novos conhecimentos, novas ideias e novas práticas.

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Medium 9788522484959

12 QUESTIONÁRIO

GIL, Antonio Carlos Atlas PDF

QUESTIONÁRIO

12

12.1 Conceituação

Pode-se definir questionário como a técnica de investigação composta por um conjunto de questões que são submetidas a pessoas com o propósito de obter informações sobre conhecimentos, crenças, sentimentos, valores, interesses, expectativas, aspirações, temores, comportamento presente ou passado etc.

Os questionários, na maioria das vezes, são propostos por escrito aos respondentes. Costumam, nesse caso, ser designados como questionários auto-aplicados.

Quando, porém, as questões são formuladas oralmente pelo pesquisador, podem ser designados como questionários aplicados com entrevista ou formulários.

Construir um questionário consiste basicamente em traduzir objetivos da pesquisa em questões específicas. As respostas a essas questões é que irão proporcionar os dados requeridos para descrever as características da população pesquisada ou testar as hipóteses que foram construídas durante o planejamento da pesquisa.

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