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3. Clorófitas (algas verdes)

Ghilardi-Lopes, Natalia Pirani Grupo A - Artmed PDF

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clorófitas

(algas verDE s)

H enrique Lauand Ribeiro

L Chlorophyta (do latim chloro = verde + phutón = alga ou planta)

As algas verdes compreendem um dos maiores grupos de algas se considerarmos a abundância de espécies (entre 16 mil e 17 mil), gêneros (entre 550 e 570) e a frequência com que ocorrem. Elas crescem em ambientes de água doce e ambientes marinhos saturados com solutos, e a maioria das espécies, aproximadamente 90%, é planctônica de água doce, apresentando distribuição cosmopolita, isto é, estão presentes amplamente em todo o planeta.

Algumas ordens de algas verdes são exclusivamente marinhas e se encontram em águas tropicais e subtropicais, podendo ser bentônicas ou planctônicas.

Existem algumas formas terrestres que crescem sobre troncos ou barrancos

úmidos, ou sobre camadas de gelo nos polos (Chlamydomonas). Há, ainda, formas saprófitas sem pigmentos e formas que vivem em associações com fungos – formando os liquens –, protozoários, cnidários (hidras) e mamíferos

(bicho-preguiça). O tamanho é variável, desde microscópicas (por exemplo,

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Medium 9788522478392

Parte I - 1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Atlas PDF

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A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Medium 9788522415540

7 OUTRAS METODOLOGIAS IMPORTANTES

DEMO, Pedro Atlas PDF

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OUTRAS METODOLOGIAS IMPORTANTES

7.1. NOTAS INICIAIS

De maneira apenas introdutória, fazemos aqui uma exposição sumár ia de algumas metodologias importantes. contrapondo-as sempre

à dialética . Passaremos pelo empirismo e positivismo, pelo estruturalismo e pelo sistemismo. sem levantar a pretensão de que nestas vertentes estaria contida toda a gama de metodologias vigentes na pesquisa social. Cada uma supõe discussão profunda de seus pressupostos. de suas propostas de instrumentação científica, de sua .originalidade com respeito a outra, e assim por diante.

Embora esta gama variada de metodologias possa produzir a impressão de dispersão e de dificuldade de alcançar certos consensos mínimos, no fu ndo pode ser entendida como riqueza típica das ciências sociais. É uma discussão tão renitente , quanto é renitente a realidade social, que se revela em partes. nunca totalme nte . O processo de aproximação sucessiva e crescente das ciências sociais acarreta a constante disputa por cami nhos mais e menos condizentes.

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Medium 9788522484959

15 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO

GIL, Antonio Carlos Atlas PDF

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO

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15.1 Conceituação

Após a coleta de dados, a fase seguinte da pesquisa é a de análise e interpretação. Estes dois processos, apesar de conceitualmente distintos, aparecem sempre estreitamente relacionados. A análise tem como objetivo organizar e sumariar os dados de forma tal que possibilitem o fornecimento de respostas ao problema proposto para investigação. Já a interpretação tem como objetivo a procura do sentido mais amplo das respostas, o que é feito mediante sua ligação a outros conhecimentos anteriormente obtidos.

Os processos de análise e interpretação variam significativamente em função do plano de pesquisa. Nos delineamentos experimentais ou quase experimentais, assim como nos levantamentos, constitui tarefa simples identificar e ordenar os passos a serem seguidos. Já nos estudos de caso não se pode falar num esquema rígido de análise e interpretação.

A despeito da variação das formas que podem assumir os processos de análise e interpretação, é possível afirmar que em boa parte das pesquisas sociais são observados os seguintes passos: a) estabelecimento de categorias; b) codificação; c) tabulação; d) análise estatística dos dados; e) avaliação das generalizações obtidas com os dados; f) inferência de relações causais; g) interpretação dos dados.

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Medium 9788536305189

6. Insurgência do grupo pesquisador na educaçãoambiental sociopoética

Sato, Michèle Grupo A - Artmed PDF

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Insurgência do grupo pesquisador na educação ambiental sociopoética

Michèle Sato

Jacques Zanidê Gauthier

Lymbo Parigipe

Para onde foi a sabedoria do homem branco? Toda filosofia foi transformada em lucro econômico e nós, os índios, fomos relegados a um plano ainda mais baixo de toda a sociedade humana. Não conhecíamos a pobreza. Queremos dizer isso para vocês, no sentido de mostrar que a ciência do homem branco precisa conversar com a ciência indígena.

Porque vocês podem usar quinze anos fazendo pesquisas, gastar 300 milhões de dólares em vão. Ao passo que, conversando com os índios e fazendo acordo com os povos indígenas, podemos fazer com que toda a riqueza e conhecimento não tenham tantos gastos e que o dinheiro das pesquisas possa ser utilizado para matar a fome dos próprios parentes, dos menores abandonados, das pessoas que não têm o que comer, nem o que beber (Marcos Terena, 2000, p. 21).

Nossas lutas cotidianas parecem buscar a esperança de que a sociedade desejada seja democraticamente construída, ambientalmente responsável e socialmente justa. Os movimentos sociais, em especial os indígenas e ecologistas, sempre tiveram suas histórias marcadas na luta pelos enfoques que embasassem os processos de transição democrática, onde o mundo possibilitasse integrar a participação social por meio das justiças ambientais. Essa preocupação, no nosso ver, deve ser autogerida, ou seja, regulada pelos próprios participantes da luta, da pesquisa, da educação, do pensamento. A vida mostra que é melhor não precisar de representantes, a vida nos ensinou a não delegar nossas potências nem nossos poderes, nem na área política, nem na

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