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Medium 9788577260126

Capítulo 5 Potenciais de ação

Landowne, David Grupo A - AMGH PDF

Potenciais de ação

5

OBJETIVOS

Descrever a ativação dos potenciais de ação.

Explicar a propagação dos potenciais de ação.

Descrever as correntes da membrana subjacentes aos potenciais de ação.

Descrever a atividade dos canais que produzem os potenciais de ação.

Explicar o fundamento da membrana com relação ao limiar do potencial de ação e do período refratário.

Explicar as ações do cálcio, anestésicos locais e neurotoxinas nos potenciais de ação.

Descrever a relação entre a atividade do canal e a contração do músculo cardíaco.

Descrever o fundamento da membrana com relação aos marca-passos cardíacos intrínsecos.

Descrever os efeitos da acetilcolina e NE nos potenciais de ação cardíacos.

O PAPEL DOS CANAIS DE SÓDIO SENSÍVEIS À VOLTAGEM

Os potenciais de ação constituem alterações no potencial de membrana que se propagam ao longo da superfície das células excitáveis. São mais conhecidos nas células nervosas e musculares, mas também ocorrem em algumas outras células, como as células-ovo associadas à fertilização e as células das plantas. Diferentemente de algumas outras alterações no potencial de membrana, os potenciais de ação caracterizam-se como sendo “tudo-ou-nada”; possuem um limiar para excitação e uma duração estereotipada.

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Medium 9788580551815

Capítulo 6 - Crescimento pré-natal e infantil

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

Compreendendo o Desenvolvimento Motor

CONCEITO-CHAVE

A taxa de crescimento desde a concepção até o final do período de bebê não é ultrapassada em nenhum outro momento da vida.

E

ste capítulo foca o processo de crescimento típico, desde a concepção até o final do período de bebê. Para quem estuda o desenvolvimento motor é importante ter um ponto de referência, a partir do qual deve ser observado o processo de crescimento normal.

A abordagem adotada aqui fornece esse ponto de referência, levando em conta a criança

“média”. Em outras palavras, alturas, pesos e outras estatísticas do crescimento são apresentados em suas médias. Pode haver considerável variação normal em relação a esses valores como resultado da interação entre os processos biológicos e ambientais.

CRESCIMENTO PRÉ-NATAL

O crescimento tem início no momento da concepção e segue uma sequência ordenada ao longo do período pré-natal. Os estudos de Prechtl

(1986) sobre o desenvolvimento motor do feto demonstraram que os padrões do movimento e do crescimento pré-natal são tão previsíveis durante o período fetal como ao longo de todo o período de bebê. A união de um espermatozoide e de um óvulo maduros marca o início desse processo. O óvulo é uma das maiores células do corpo feminino. Ele tem 0,01 mm de diâmetro e

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Medium 9788580551167

6. Metabolismo dos fármacos

Brunton, Laurence L. Grupo A - AMGH PDF

6

Capítulo

Metabolismo dos fármacos

Frank J. Gonzalez, Michael Coughtrie e

Robert H. Tukey

EXPOSIÇÃO AOS XENOBIÓTICOS

Os seres humanos entram em contato com milhares de substâncias químicas estranhas, remédios ou xenobióticos (substâncias estranhas ao organismo) por meio da exposição intencional ou acidental aos contaminantes ambientais bem como através da alimentação. Felizmente, os seres humanos desenvolveram mecanismos para eliminar rapidamente os xenobióticos, de modo que estes não se acumulem nos tecidos e causem danos. A capacidade dos seres humanos de metabolizarem e eliminarem os fármacos é um processo natural que envolve as mesmas vais enzimáticas e os mesmos sistemas de transporte utilizados no metabolismo normal dos componentes da dieta. Na verdade, os vegetais são as fontes mais comuns de xenobióticos da dieta e contribuem com muitas substâncias químicas estruturalmente diversas, das quais algumas estão associadas à produção de pigmentos e outras são toxinas propriamente ditas (conhecidas como fitoalexinas), que protegem as plantas contra os predadores. Por exemplo, os cogumelos venenosos, que produzem toxinas letais aos mamíferos, entre elas a amanitina, a giromitrina, a orelanina, a muscarina, o ácido ibotênico, o muscimol, a psilocibina e a coprina. Os animais precisam ser capazes de metabolizar e eliminar essas substâncias químicas, para que possam consumir a vegetação.

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Medium 9788563308924

7 Sugestões úteis para interpretação do eletrocardiograma

Jenkins, Peggy Grupo A - AMGH PDF

Capítulo 7

SUGESTÕES

ÚTEIS PARA

INTERPRETAÇÃO DO

ELETROCARDIOGRAMA

Agora que você aprendeu sobre todas as arritmias, o que deve fazer quando perceber um ritmo “estranho” no monitor ou no ECG? Esse é um bom momento para fazermos comparações.

Como já discutimos, é importante ser “metódico” na análise do traçado, usando sempre a mesma abordagem, de forma sistemática, seguindo os cinco passos recomendados. Quando você tiver as respostas às cinco perguntas, será o momento de comparar os ritmos e considerar as possíveis alternativas. Como cada pessoa retém e analisa informações de um modo diferente, apresentamos a seguir várias sugestões de abordagens. O primeiro método consiste na análise do traçado considerando a localização da arritmia, enquanto o segundo analisa por meio de características específicas, como extrassístoles, bradicardia versus taquicardia, ritmo regular versus irregular, QRS estreito versus largo ou ausência de pulso. Na maioria das vezes, uma dessas características será identificável com facilidade e representará um ponto de partida para a interpretação. Escolha a característica mais facilmente visível para você: podem ser “batimentos aberrantes” (extrassístoles), frequência (bradicardia versus taquicardia), ritmo (regular versus irregular) ou largura do QRS (estreito versus largo). As arritmias sem pulso são identificadas com mais facilidade depois da palpação do pulso.

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Medium 9788563308207

15 Engrenagens cônicas e sem-fim

Budynas, Richard Grupo A - AMGH PDF

792    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

A American Gear Manufacturers Association (AGMA) estabeleceu as padronizações para a análise e desenho dos vários tipos de engrenagens cônicas e engrenagens sem-fim. O

Capítulo 14 foi uma introdução aos métodos da AGMA para engrenagens cilíndricas de dentes retos e engrenagens helicoidais. A AGMA também estabeleceu métodos similares para outros tipos de engrenamentos, todos seguindo o mesmo procedimento geral.

15–1

Engrenamento cônico – Geral

As engrenagens cônicas podem ser classificadas como se segue:

Engrenagens cônicas de dentes retos.

Engrenagens cônicas espirais.

Engrenagens cônicas Zerol.

Engrenagens hipoides.

Engrenagens espiroides.

Uma engrenagem cônica de dentes retos foi ilustrada na Figura 13–35. Ela é utilizada geralmente para velocidades na linha primitiva de até 1 000 ft/min (5 m/s), quando o nível de ruído não é considerado importante. Estão disponíveis em muitos tamanhos comerciais e são menos custosas de produzir que outras engrenagens cônicas, especialmente em pequenas quantidades.

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