746 capítulos
Medium 9788563308214

Capítulo 6. Escoamento viscoso em dutos

White, Frank M. Grupo A - AMGH PDF

Capítulo 6

Escoamento viscoso em dutos

Motivação.  Este capítulo é inteiramente dedicado a um importante problema prático da engenharia de fluidos: o escoamento em dutos a várias velocidades, de vários fluidos e em vários formatos de duto. Sistemas de tubulações são encontrados em quase todos os projetos de engenharia e, por isso, foram e têm sido estudados extensivamente. Existe um pequeno volume de teoria junto a uma grande quantidade de experimentação.

O problema básico das tubulações é o seguinte: dada a geometria dos tubos e de seus componentes adicionais (tais como válvulas, curvas e difusores) mais a vazão desejada para o escoamento e as propriedades do fluido, qual é a diferença de pressão necessária para manter o escoamento? O problema, é claro, pode ser formulado de outra maneira: dada a diferença de pressão mantida, digamos, por uma bomba, que vazão irá ocorrer? As correlações discutidas neste capítulo são adequadas para resolver a maioria desses problemas de tubulação.

6.1 Regimes de número de Reynolds

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Medium 9788580550771

9. Procedimentos e Atendimento de Emergência no Campo

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

Fisioterapia na Prática Esportiva

A

maioria das lesões não resulta em situações de emergência de vida ou morte, mas, quando surge esse tipo de situação, o pronto atendimento é essencial.10 A emergência é uma ocorrência grave e inesperada, capaz de causar lesões que exigem atenção médica imediata. Foi sugerido que a primeira hora após a lesão – a assim chamada Hora de Ouro – é a mais crítica no tratamento da lesão. Embora dados de pesquisas tenham mostrado que a Hora de Ouro é simplesmente um mito arbitrário, não há dúvidas de que

O tempo é fundamental em uma prestar atendimento situação de emergência. imediato correto é importante.68 O tempo é um fator fundamental, e a assistência à pessoa lesionada tem de se basear no conhecimento do que fazer e como fazer – como prestar primeiros socorros efetivos imediatamente.25 Não há tempo para incertezas, indecisões ou erros. Um erro no controle inicial da lesão pode aumentar o período de reabilitação necessário e pode gerar situações que ameaçam a vida do atleta.11

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Medium 9788577260546

14. Osteoartrite e artrite reumatói de

Von Roenn, Jamie H. Grupo A - AMGH PDF

Osteoartrite e artrite reumatóide

14

Daniel J. Mazanec, MD, Russell C. DeMicco, DO e Edwin L. Capulong, MD

OSTEOARTRITE

M

N

(distonia ou espasticidade) podem acelerar o desenvolvimento de alterações artríticas nas articulações afetadas.

No caso da espasticidade ou da distonia, as alterações artríticas dependem das estruturas acometidas. No pescoço, a distonia pode causar espondilose cervical, enquanto nos quadris pode aumentar o risco de OA dessas articulações.

Nos dois casos, a distonia pode começar em uma idade mais precoce do que seria de se esperar, em virtude de estresse mecânico persistente. Nos pacientes com história de traumatismo (p. ex., laceração do menisco ou traumatismo do quadril), os riscos de OA aumentam em 5 a 6 vezes nas articulações dos joelhos e em 4 vezes nas articulações dos quadris, respectivamente.

As alterações dos tecidos musculoesqueléticos relacionadas com o envelhecimento são calcificações da cartilagem articular, aumento da frouxidão articular devido ao enfraquecimento dos músculos e diminuição da propriocepção articular. Em geral, esses fatores podem aumentar a propensão a alterações artríticas e agravar o risco de quedas entre os idosos.

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Medium 9788580551792

Capítulo 8 - Distúrbios Específicos da Coluna Vertebral

Simon, Robert R. Grupo A - AMGH PDF

Capítulo

8

Distúrbios Específicos da

Coluna Vertebral

INTRODUÇÃO

O Capítulo 7 fez uma abordagem geral e um exame detalhado do paciente com dor cervical ou lombar. Neste capítulo, é apresentada uma discussão mais extensa das condições específicas da coluna vertebral. Para uma revisão sobre espondiloartropatia soronegativa (p. ex., espondilite anquilosante), ler o Capítulo 3. As fraturas da coluna vertebral são abordadas nos Capítulos 9 e 10.

SÍNDROME DA CAUDA EQUINA

A síndrome da cauda equina refere-se à compressão nervosa dentro do canal vertebral, que ocorre abaixo do interespaço L1–2, depois do término da medula espinal.

O quadro clínico é de uma lesão de neurônio motor inferior, com fraqueza ou paralisia, perda do tônus retal, perda sensitiva em padrão dermatômico, reflexos tendíneos profundos atenuados e disfunção da bexiga. A descrição sensitiva clássica é de anestesia em “sela”, com perda da sensibilidade nas nádegas e na área do períneo. Deve ser notado que, dentro dos primeiros dias, uma síndrome medular completa pode se apresentar de modo similar, até que se desenvolvam os sintomas de neurônio motor superior.

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Medium 9788563308047

Polímeros Orgânicos — Sintéticos e Naturais

Chang, Raymond Grupo A - AMGH PDF

Polímeros Orgânicos – Sintéticos e Naturais

22.1 Propriedades dos Polímeros 717

22.2 Polímeros Orgânicos Sintéticos 717

Reações de Adição • Reações de Condensação

22.3 Proteínas 721

Aminoácidos • Estrutura da Proteína

22.4 Ácidos Nucleicos 729

A força de um tipo de polímero chamado de Lexano é tão grande que

é utilizado para fazer vidros à prova de balas.

Conceitos Essenciais

Polímeros Orgânicos Sintéticos Muitos polímeros orgânicos têm sido sintetizados por diversos processos químicos. Eles imitam e às vezes superam as propriedades dos polímeros naturais. O náilon é o mais conhecido de todos os polímeros orgânicos sintéticos.

Proteínas São polímeros naturais, formados por aminoácidos, que realizam várias funções: catálise, transporte e armazenagem de substâncias vitais, movimento coordenado e proteção contra doenças. As estruturas complexas das proteínas têm sido analisadas em termos de suas estruturas primária, secundária, terciária e quaternária. A integridade tridimensional das moléculas de proteínas é mantida por várias forças intermoleculares e pelas ligações de hidrogênio.

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