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Medium 9788563308047

Reação de Oxirredução e Eletroquímica

Chang, Raymond Grupo A - AMGH PDF

Reações de Oxirredução e Eletroquímica

19.1 Reações de Oxirredução 621

Balanceamento de Equações de Oxirredução

19.2 Células Galvânicas 624

19.3 Potenciais-Padrão de Redução 626

19.4 Espontaneidade das Reações de

Oxirredução 632

19.5 Efeito da Concentração na Fem da

Célula 635

Equação de Nernst • Células de Concentração

19.6 Baterias 639

Pilha Seca • Bateria de Mercúrio • Baterias de Chumbo • Células a Combustível

19.7 Corrosão 644

19.8 Eletrólise 646

Eletrólise do Cloreto de Sódio Fundido • Eletrólise da

Água • Eletrólise de uma Solução Aquosa de Cloreto de Sódio •

Aspectos Quantitativos da Eletrólise

19.9 Eletrometalurgia 652

Michael Faraday trabalhando em seu laboratório.

Produção de Alumínio Metálico • Purificação de Cobre Metálico

Conceitos Essenciais

Reações de Oxirredução e Células Eletroquímicas As equações que representam as reações de oxirredução podem ser balanceadas usando o método íon-elétron. Essas reações envolvem a transferência de elétrons de um agente redutor para um agente oxidante. Usando compartimentos separados, tais reações podem ser usadas para gerar elétrons em um arranjo denominado célula galvânica.

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Medium 9788563308214

Capítulo 2. Distribuição de pressão em um f luido

White, Frank M. Grupo A - AMGH PDF

Capítulo 2

Distribuição de pressão em um f luido

Motivação.  Muitos problemas de mecânica dos fluidos não envolvem movimentos. Eles tratam da distribuição de pressão em um fluido estático e seus efeitos sobre as superfícies sólidas e sobre corpos flutuantes e submersos.

Quando a velocidade do fluido é nula, na chamada condição hidrostática, a variação de pressão deve-se apenas ao peso do fluido. Admitindo-se um fluido conhecido em um dado campo gravitacional, a pressão pode ser facilmente calculada por integração. As aplicações importantes deste capítulo são (1) distribuição de pressão na atmosfera e nos oceanos, (2) projeto de instrumentos de medida de pressão (manômetros),

(3) forças sobre superfícies submersas, planas e curvas, (4) empuxo sobre corpos submersos e (5) comportamento de corpos flutuantes. As últimas duas resultam nos princípios de Arquimedes.

Se o fluido está se movendo em movimento de corpo rígido, tal como em um tanque de líquido que está girando por um longo tempo, a pressão também pode ser facilmente calculada porque o fluido está isento de tensão de cisalhamento. Aplicamos essa ideia de acelerações de corpos rígidos na Seção 2.9. Os instrumentos de medida de pressão são discutidos na Seção 2.10. Na realidade, a pressão também pode ser analisada em movimentos arbitrários (de corpos não rígidos) V(x, y, z, t), mas deixamos esse assunto para o Capítulo 4.

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Medium 9788580551167

53. Penicilinas, cefalosporinas e outros antibióticos β-lactâmicos

Brunton, Laurence L. Grupo A - AMGH PDF

53

Capítulo

Penicilinas, cefalosporinas e outros antibióticos β-lactâmicos

William A. Petri, Jr.

Os antibióticos β-lactâmicos são antimicrobianos úteis e frequentemente prescritos, os quais têm em comum uma estrutura e um mecanismo de ação — a inibição da síntese da parede celular bacteriana de peptidoglicano. Essa classe de fármacos inclui as penicilinas, as cefalosporinas e carbapenéns.

As penicilinas incluem as penicilinas G e V, que são altamente ativas contra cocos gram-positivos sensíveis; as penicilinas resistentes à penicilinase, como a nafcilina, que são contra Staphylococcus aureus produtor de penicilinase; a ampicilina e outros antibióticos com espectro ampliado contra microrganismos gram-positivos, particularmente quando associados a um inibidor da β-lactamase; e as penicilinas de espectro ampliado, com atividade contra Pseudomonas aeruginosa, como a piperacilina.

Os β-lactâmicos também incluem as cefalosporinas, que são classificadas por geração: fármacos de primeira geração têm excelente atividade contra microrganismos grampositivos e atividade modesta contra gram-negativos; os fármacos de segunda geração têm atividade um pouco melhor contra os microrganismos gram-negativos e incluem algumas cefalosporinas com atividade antianaeróbica; os fármacos de terceira geração demonstram atividade contra microrganismos gram-positivos e atividade muito maior contra as Enterobacteriaceae, com um subgrupo ativo contra P. aeruginosa; e as cefalosporinas de quarta geração possuem o espectro antimicrobiano de todos os fármacos de terceira geração, com aumento da estabilidade à hidrólise por β-lactamases cromossômicas induzíveis.

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Medium 9788563308658

19 Agentes Antidepressivos

Panus, Peter Grupo A - AMGH PDF

19

Agentes Antidepressivos

A depressão maior é uma das formas mais comuns de doença mental nos EUA; 6% da população apresentam depressão em algum momento (prevalência pontual) e 10% tornam-se depressivos durante sua vida (prevalência durante toda a vida). Os sintomas de depressão podem ser tanto psicológicos quanto fisiológicos e frequentemente se mostram sutis e não identificados pelos pacientes bem como profissionais de saúde; podem consistir em tristeza e desespero, distúrbios de sono (muito ou muito pouco), anorexia, fadiga, queixas somáticas e pensamento suicida.

A depressão é um distúrbio heterogêneo, classificado quanto (1) depressão “reativa” ou “secundária” (mais comum), que ocorre em resposta a estímulos, como desgaste ou doença; (2) depressão “endógena” ou distúrbio depressivo maior, um distúrbio bioquímico geneticamente determinado de humor depressivo sem causa médica ou situacional óbvia, manifestado por incapacidade de sentir normalmente prazer ou enfrentar situações comuns da vida; (3) depressão associada ao transtorno bipolar afetivo (maníaco-depressivo).

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Medium 9788563308658

32 Imunofarmacologia

Panus, Peter Grupo A - AMGH PDF

32

Imunofarmacologia

A imunofarmacologia ocupa-se dos fármacos que suprimem, modulam ou estimulam as funções imunológicas

(Fig. 32.1), incluindo os anticorpos desenvolvidos para o uso nas doenças imunológicas. Os fármacos disponíveis abrangem uma grande variedade de substâncias químicas e biofarmacêuticas. Este capítulo também descreve as formas pelas quais os fármacos ativam o sistema imunológico e provocam as reações imunológicas indesejáveis.

MECANISMOS IMUNOLÓGICOS

O sistema imunológico inato, a primeira linha de defesa contra uma agressão causada por um antígeno, possui componentes físicos (p. ex., pele), bioquímicos (p. ex., complemento, lisozima, interferonas) e celulares (p. ex., neutrófilos, monócitos, macrófagos). Tal sistema inicia a defesa contra os patógenos e a agressão antigênica, envolvendo ações sincronizadas de componentes do complemento, lisozimas, macrófagos e neutrófilos (Fig. 32.2). Se a resposta inata não funcionar corretamente, a resposta imunológica adaptável será mobilizada, o que culminará na ativação dos linfócitos

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